Coluna Comunica com conteúdo

Por que empresas com Conteúdo lucram mais?

É fácil notar que os hábitos dos consumidores mudaram muito nos últimos anos e com isso o marketing também. Você já reparou qual a primeira coisa que faz quando pensa em comprar algo? Geralmente a resposta a essa pergunta é: pesquisar na internet sobre o produto ou fornecedor, e com isso milhares de informações são disponibilizadas em um clique.

Vamos exemplificar essa experiência de compra. Quando você pesquisou, encontrou exatamente as informações que você tinha dúvida e percebeu que esse produto é muito necessário para resolver um problema que você tenha.

Pois é aí que eu quero te mostrar porque empresas com conteúdo lucram mais, esse conteúdo é a fase inicial de uma estratégia de marketing de resultado. É a fase do conteúdo que usamos para atrair potenciais clientes.

Qual é o mais eficiente: marketing de atração ou marketing tradicional?

Aqui vale você analisar e decidir o que é mais interessante para seu negócio. O marketing tradicional é aquele que atinge a massa, por exemplo, panfletagem, comerciais em TVs, rádios, outdoors, entre outros.

Imagem de jeferrb por Pixabay

O marketing de atração se baseia em atrair o cliente que tem a necessidade do seu produto. Você atrai ele partir dos conteúdos para sanar uma necessidade real dele. Assim, você foca nas pessoas que realmente necessitam do seu produto ou serviço.

Mas qual conteúdo eu devo entregar?

Hoje a internet dispõe de muito conteúdo e as pessoas têm informações a um clique. Então as informações que você entrega têm que ser relevantes e têm que agregar valor ao seu prospect. Como ele fará parte de uma estratégia, você tem que guiá-lo durante o caminho para a conversão e para os outros estágios até a compra do seu produto.

Portanto, é importante definir o conteúdo de acordo com a fase do seu prospect e que esteja alinhado a sua estratégia.

Mas é caro investir em conteúdo?

Essa é uma pergunta muito simples de se responder, basta você se perguntar quantas vezes já gastou com propaganda e marketing e praticamente não teve resultado? Com o marketing de atração iremos atrair pessoas que querem comprar de você, portanto seu dinheiro não será desperdiçado com pessoas que não estão interessadas no seu produto ou serviço. Então aqui já podemos dizer que o seu investimento será de acordo com o seu resultado.

Isso funciona? Pois já uso redes sociais na minha empresa, mas elas não geram o retorno que eu esperava

Ouço muito essa afirmação no meu dia a dia e resolvi compartilhar com vocês o motivo pelo qual isso ocorre.

Em tudo que vamos praticar na internet temos que ter uma estratégia aplicada a isso, além de um objetivo final que deve ser usado o tempo todo.

Publicar só por publicar pode te tornar no máximo conhecido, e isso irá resultar nas métricas de vaidade que no final das contas não resultam em clientes a mais ou então em um retorno sobre o investimento satisfatório..

A rede social é uma ótima ferramenta de atração, portanto, quando unimos essa ferramenta a uma estratégia correta, aí sim ela resultará em mais clientes.

A Comunica – Marketing de Resultado é especialista em Marketing de Atração, que tal vir tomar um café conosco e conhecer mais sobre essa estratégia?
Ligue: (12) 99726-8928

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O que fará

Atuará com marketing em ambiente digital e, junto a um redator, formará uma nova dupla de criação na agência. Ambos terão uma missão diária de fortalecer marcas e tornar supérfluo o esforço de vender produtos. Farão isso através de conteúdo relevante em canais sociais como Facebook, Twitter, Instagram, YouTube, LinkedIn, Vine, entre outros, assim como em veículos de mídia com Google Adwords, Facebook Ads, Twitter Ads, e eventuais mídias planejadas em campanhas.

É importante ressaltar que o Designer participa ativamente do processo de criação, propondo mudanças e refinando ideias sempre que necessário. O profissional está presente em diversas áreas cujo produto final é a concepção artística de um material audiovisual: posts para redes sociais, email marketing, banners, anúncios digitais, diagramação de e-books, peças tradicionais, e vídeos, por exemplo. Para a criação dentro da Focusnetworks, o profissional deve ter boas noções de design, branding, fotografia, ilustração, animação, produção e edição de vídeo, UX, arte e tipografia.

Em linhas gerais, o Designer desenvolve projetos gráficos, layouts e identidades visuais, seguindo o briefing elaborado em conjunto com a equipe da agência. Também é desejado que o Designer vá além. Espera-se capacidade de alinhar um briefing, criticar um plano de ação, propor soluções, questionar, explorar as possibilidades gráficas e pensar na melhor forma de valorizar uma mídia, são apenas exemplos de atitudes que fazem o trabalho atingir outro patamar.

Pré-requisitos

Graduação em Marketing, Comunicação Social, Publicidade e Propaganda, Design ou áreas afins;
Conhecimento em Photoshop / in Design / Ilustrator
Vivência em agências de publicidade;
Resiliência e atitudes hands-on;
Amplo repertório cultural e familiaridade com novidades e plataformas de mídias sociais online.
E os diferenciais?
Vivência no digital.
Características
Tipo de Contratação
Tempo integral

Remuneração: Negociável

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Níveis de engajamento

A Pirâmide de Engajamento

por Josué Brazil

Uma das coisas ou objetivos mais importantes que podemos perseguir para a atuação das marcas nas redes sociais é o engajamento.

Basicamente, “engajar” quer dizer participar de forma voluntária de algo. No caso específico das redes sociais, que acabaram por popularizar o termo, é também uma forma de entender o modo como o público interage com as marcas.

O engajamento tem como objetivo gerar um maior relacionamento com os clientes dentro do ambiente digital – e por consequência além dele –  e ainda pode aumentar o faturamento das marcas/empresas.

Quando pensamos em obter ou melhorar o engajamento com nosso público algo que pode ser bastante útil é o conceito de Pirâmide de Engajamento proposto por Charlene Li em seu livro Fenômenos Sociais nos Negócios. Vejamos:

1° Wathing – usuários que apenas observam. Olham tudo mas não postam;

2° Sharing – aqueles que compartilham informações. Dificilmente produzem conteúdo próprio;

3° Commenting – usuários que avaliam e fazem comentários e críticas. Já tem perfil mais colaborativo;

4° Producing – aqueles que criam e produzem conteúdo em texto, vídeo e áudio para seus próprios ambientes;

5° Curating – são os curadores, usuários extremamente engajados que usam parte de seu tempo para gerir comunidade ou fórum. São o topo da pirâmide.

Para cada tipo ou nível de engajamento podemos traçar estratégias e conteúdos adequados para obter e ampliar engajamento em perfis de redes sociais.

É melhor divulgar a marca

Estrategicamente é melhor divulgar uma marca do que centenas de produtos, diz especialista

Na era da informação, é necessário escolher o melhor canal e as ferramentas adequadas para divulgar os produtos e serviços do seu negócio.

Foto: divulgação

Você já ouviu falar na expressão “zapear”? O termo significa ficar trocando de canal constantemente, ou seja, mudar de forma rápida e repentinamente o canal de televisão ou a frequência de rádio, até encontrar algo interessante para assistir ou ouvir. Hoje em dia, a expressão ganhou as redes sociais, onde os usuários passam o feed de publicações até encontrar algo que gostem e que chamem a sua atenção.

Na era da informação, as pequenas e grandes empresas precisam otimizar o tempo para conseguir alcançar os potenciais consumidores de seus produtos e serviços. E isso não é uma tarefa fácil. O empresário e consultor em gestão de marcas, Maka Werner, explica que, estrategicamente os resultados são muito mais satisfatórios quando as empresas se voltam a divulgar a sua marca, e não, centenas de produtos. “Além do valor investido ser menor, após a fidelização de um consumidor por determinada empresa, todos os produtos acabam virando sinônimo de qualidade. Em vez de divulgar mil produtos, divulgamos apenas uma única marca”, diz.

Para isso se tornar realidade, a estratégia precisa ser pensada com muito cuidado. A escolha das melhores ferramentas e canais para divulgar uma marca, deve ser escolhida após uma série de análises, verificando tanto a estrutura interna da empresa, a capacidade de gerar conteúdo, e, também a mídia mais conveniente ao seu publico e ao tipo de conteúdo do negócio. “Muitas empresas acreditam que precisam estar em todas as plataformas, acho que isso dificulta o trabalho e acaba tomando um tempo desnecessário, onde este tipo de esforço poderia gerar um conteúdo mais adequado e profundo em outro canal”, explica Werner.

Para conquistar a atenção do público, as marcas precisam remodelar o seu modelo de propaganda. Para isso, torna-se necessário entender que os consumidores não são todos iguais. Diante disso, o Branded Content está cada vez mais em alta no mercado. “Ainda assim, as empresas precisam entender que o termo não é a nova propaganda, mas sim, uma poderosa ferramenta para auxiliar neste mix de marketing. A propaganda se reinventou muito nos últimos anos e vem se atualizando mais e mais a cada dia, disseram que ela morreu, quando na verdade ela se atualizou e ganhou novas ferramentas que vieram para somar”, comenta.

O consultor ainda destaca que o Branded Content possui uma força especial para trabalhar a relação entre os consumidores e as marcas, já que quanto mais investimentos em conteúdo, menos é necessário investir em divulgação de produtos, porém, ainda sim as empresas precisam divulgar os produtos.

Para elaborar uma estratégia para divulgar a sua marca no mercado, o especialista explica que a parte principal é ter propósito. “Não se pode mais vender apenas um produto, isso todo mundo vende. O mesmo produto que você vende, está em todas as esquinas, isso eu garanto. O que precisamos é saber vender a nossa essência, a nossa imagem. Isso precisa ser verdadeiro, ter propósito e ser real, não pode ser uma mentira. Uma padaria vende pãozinho, assim como todas as outras, mas o que te leva a ir em determinada padaria comprar aquele pãozinho? Não pode ser o pão, pois se trocarmos o paradeiro podemos fechar a padaria, certo? Precisa ser algo a mais, algo único, algo que transmita uma experiência verdadeira para seus consumidores e que tenha um propósito maior do que somente vender pãozinho”, conta Werner.

Para alcançar o sucesso e firmar o nome no mercado, as empresas precisam se comunicar mais com seus consumidores, pensarem mais em experiências do que em produtos. Isso pode ser difícil e doloroso no começo, mas, o resultado a longo prazo é mais assertivo. “As marcas precisam começar a plantar essa ”raiz” da experiência e do conteúdo de marca com propósito e posicionamento sempre alinhado ao DNA da empresa, e, desde o início, fazer um trabalho mais próximo aos consumidores que possuem a mesma essência”, revela Maka.

Para finalizar, a dica do especialista é investir na sua marca. “Ela é o bem ativo mais valioso que uma empresa possui, depois dos seus colaboradores, é claro”, conclui.

Fonte: Presse Comunicação Empresarial – Bruna Gabriela Ziekuhr