Vaga aberta para assistente de marketing

Assistente de Marketing: Vaga para Jacareí

Requisitos:

Ensino Superior em Publicidade e Propaganda, Marketing ou similares
Experiência comprovada na área;
Boa compreensão dos princípios de gestão administrativa e de marketing
Excelente conhecimento do MS Office, de softwares de marketing, ferramentas de criação Adobe Photoshop, Illustrator,Corel Oraw.

Atribuições:

Responsável pela criação e personalização de todos material de mídia;
Supervisão e colaboração nas criações e materiais para as mídias sociais;
Divulgação e apresentação dos projetos;
Criação de brindes e personalizados;
Confecção das mídias para divulgação;
Manuseio dos equipamentos de impressão;
Elaboração, organização e atualização do site;
Cadastro e manutenção de plataformas do ambiente Google classroom;
Suporte ao colaboradores e alunos.

Interessados enviar currículo:contatorhcontat02018@gmai.com
No assunto colocar a descrição da vaga.

Vaga para analista de marketing

Vaga aberta para analista de marketing Jr.

Empresa busca analista de marketing Jr para compor seu quadro.

Veja os requisitos na arte abaixo.


Vaga de estágio na ACIT

ACIT tem vaga para atuar em Atendimento ao cliente

Requisitos:

Cursando Ensino Médio ou Graduação;
Com conhecimento em Redes Sociais;
Conhecimento em PacoteOffice;
Com boa comunicação e iniciativa.

Atribuições:
Realizar postagens nas redes sociais;
Realizaratendimento ao publico;
Auxiliar na organização da loja.

Bolsa estágio R$600,00 + Auxilio transporte a combinar

Local: Rua Francisco Barreto Leme, Vila São Geraldo – Taubaté
Horários: Segunda a Sábado das 8:30 ás 13:30

Para participar do Processo Seletivo entre em contato:TALENTOSe(12) 99208-4491
(apenas mensagem)

O marketing será live ou não será marketing

Por Cássio Motta Mello*

Em épocas de mudanças sísmicas, como a que vivemos, quando tudo parece ficar obsoleto, é curioso como o vocabulário demora um pouco para acertar o passo. Alguns termos se tornam irrelevantes, inadequados às novas realidades. Enquanto outros ganham espaço para dar conta de diferentes demandas e contextos.

Imagem de June Aye por Pixabay

Veja-se o verbo compartilhar, por exemplo, usado raramente até alguns anos atrás e que se tornou corriqueiro com a disseminação das mídias sociais. Ou a denominação start-ups, agora onipresente. Ou ainda o sufixo tech, para categorizar empreendimentos inovadores viabilizados pelas tecnologias digitais. Inclusive no marketing, que vem sendo revolucionado pelo creative tech.

Por isso, é provável que a expressão live marketing se torne, logo mais, redundante, porque todo marketing terá que ser, necessariamente, live. Num conceito ampliado e ressignificado de live, é claro, que vai muito além de eventos e ativações. E levando em conta que as disciplinas do marketing continuarão se fundindo, transversal e progressivamente, no design de soluções e estratégias – embora o mercado continue se pautando, na maioria das concorrências, pela divisão anacrônica das disciplinas tradicionais, velhas de mais de um século.

E por que acredito que todo marketing será live ou não será?

Porque com a aceleração da digitalização impulsionada pelo 5G, o presencial e o digital vão se juntar cada vez mais numa única experiência indivisível, tanto no consumo de mídias como na interação com as marcas. Um contexto no qual os diferenciais que tornam o live marketing altamente impactante e engajador se tornarão críticos para o marketing como um todo.

Será live porque terá que ser necessariamente empático, data-driven e stakeholder centric, ou seja, customizado para cada perfil específico, e as diferentes personas que os stakeholders encarnam nos múltiplos momentos das suas jornadas e nas inúmeras mídias com as quais interagem. Não apenas como consumidores de produtos e serviços, mas como parceiros ativos dos ecossistemas de marcas e negócios.

Será live porque terá que se distanciar de narrativas pré-concebidas para se configurar como experiência, ou séries de experiências de engajamento, a serem cocriadas em tempo real nas interações com os públicos. E apoiadas em plataformas de relacionamento 24/7 com integração de diferentes mídias e ativações, de forma que o presencial alimente continuamente o digital e vice- versa, num flow interativo, num ciclo virtuoso.

Será live, também, no sentido de verdadeiro e real, já que nesse novo ambiente de transparência não caberá mais distância entre discurso e prática. As marcas que antes apenas “falavam” por meio da publicidade, agora tem que participar de múltiplas conversações, posicionar-se e “comportar-se” em diversos contextos sociais e culturais. O que as mantém continuamente sob holofotes e as obriga a, conforme a consagrada expressão em inglês, walk the talk.

Será live, ainda, porque a tecnologia possibilita gerar experiências cada vez mais imersivas, onde o virtual se confunde com o real, e os conteúdos e mensagens se mesclam com entretenimento, cultura e gamificação.

Mas o marketing será live, sobretudo, porque estará em constante evolução, impulsionado pela curiosidade e a inovação, para ser capaz de conectar pessoas e ideias em ambientes de crescente volatilidade e complexidade. Para que possa contribuir, de forma efetiva, para transformar positivamente pessoas, marcas e negócios.

*Cássio Motta Mello é CEO da TV1