Agência busca um desenvolvedor

Lorem ‘Y abre vaga para deselvolvedor(a) Full Stack

Agência busca profissional capaz de desenvolver sites, landing pages, hotsites, ecommerces em WordPress e que deverá ser capaz de:

• Identificar e corrigir conflitos de plugins;
• Entender, desenvolver e integrar API e XML;
• Contribuir com o processo de análise de projetos;
• Implementar mockups do time de design, com atenção aos detalhes visuais;
• Aderir às melhores práticas no desenvolvimento de UI e UX;
• Contribuir em decisões de arquitetura sobre novas partes do projeto;
• Orientar o desenvolvimento a SEO e adequá-lo às orientações do time de SEO;

É necessário

• Ter experiência com Desenvolvimento Web;
• Experiência com WordPress e Segurança do WordPres;
• Conhecimentos avançados em PHP e MySQL;
• Proficiência em HTML/CSS, Design Responsivo, Javascript e jQuery;
• Uso de APIs REST, XML;
• Web Frameworks (Bootstrap);
• SEO Avançado.

É desejável

• Noções de UX/UI;
• Noções de Scrum e metodologia ágil;
• Versionamento de Código (git);
• Desenvolvimento de Código com Melhores Práticas, Bem Estruturado, Testável e Escalável;

É importante que você seja:

• Focado em Resultados;
• Proativo;
• Uma pessoa que se identifica com ambiente de agência, de muito Trabalho, Criatividade e Diversão.
• Motivado por desafios;
• Curioso e goste de aprender coisas novas;
• Dedicado e faça as coisas com amor;

Benefícios

• Vale-transporte ou auxílio combustível;
• No dress code;
• Cursos in-company.

Para evitar erros no e-commerce

Especialista destaca 5 erros comuns nos sites de comércio eletrônico

Erros técnicos, de navegabilidade e até de SEO são capazes de prejudicar os negócios onlines; saiba como se prevenir

Imagem de justynafaliszek por Pixabay

O número de vendas pela internet está crescendo exponencialmente, seja por meio das lojas virtuais ou dos marketplaces. De acordo com previsão da Abcomm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o comércio eletrônico brasileiro deve crescer 16% até o final de 2019 e o volume de vendas deve chegar a R$ 79,9 bilhões.

Cada vez mais, o nível de concorrência que os empreendedores enfrentam no mundo digital também aumenta e para driblar esse cenário é preciso estar atento às novidades do mercado e tecnologias que ajudam o lojista durante sua jornada empreendedora – além de construir uma estratégia eficaz para as vendas pela internet.

“O lojista online pode perder vendas por conta de detalhes pequenos e por isso é fundamental estar de olho em toda jornada do cliente. Problemas com rastreabilidade, imagens dos produtos e estrutura de URL são comuns em sites de e-commerce e podem ser resolvidos antes de causar um problema maior para o empreendedor”, explica Frederico Flores, especialista em marketplace e head de Negócios da Becommerce – maior plataforma para gestão de vendas em marketplace da América Latina.

A Becommerce em parceria com o Mercado Pago e a SEMRush – ferramenta de web analytics responsável por entregar dados consolidados sobre buscas de usuários e posicionamento no Google – preparou um e-book com os 80 Erros Mais Comuns nos Sites de E-commerce. Foram analisados cerca de 1300 lojas online, procurando 80 erros técnicos e de SEO capazes de prejudicar as vendas pela internet. Frederico Flores separou abaixo os 5 principais erros e dá dicas de como os lojistas podem otimizar seus negócios.

Rastreabilidade: é importante que seu site seja fácil de rastrear. Se o seu conteúdo/página não puder ser rastreado por quaisquer motivos, ele não será indexado no Google e o seu site não será exibido nos resultados de pesquisa dos consumidores. Esse é um erro comum que deve ser visto como prioridade por quem vende pela internet.

Estrutura de URL: o Google recomenda manter a estrutura da URL simples, para que tanto os rastreadores – robôs – quanto os humanos possam lê-los. Uma dica é usar hífens ao invés de underlines, e garantir URLs curtas e com poucos parâmetros pode ajudar também a melhorar a legibilidade do seu site.

Segurança de implementação de HTTPS: a segurança do site é uma alta prioridade para lojas virtuais. Um navegador que sinaliza uma conexão insegura pode assustar seus clientes e impedir a compra. Migrar para HTTPs pode ser um desafio, mesmo para as grandes empresas de comércio eletrônico. A maioria dos sites analisados possui páginas com links para a versão antiga (HTTP) e páginas com conteúdo misto, portanto, os mecanismos de pesquisa não sabem se a página é segura.

Desempenho de site: a velocidade de carregamento do seu site afeta a experiência do usuário e sua classificação nos mecanismos de pesquisa. Os relatórios mostram que, para cada segundo de demora no tempo de carregamento, você pode ver uma redução de 7% nas conversões.

Imagens: imagens quebradas podem causar problemas para qualquer site, mas quando se trata de e-commerce, a falta de imagens quase sempre resulta na perda de dinheiro. Imagens amadoras, tremidas ou desfocadas também podem afastar o seu consumidor na hora de fechar a compra. Invista em fotos profissionais dos produtos, aposte em ângulos diferentes e não esqueça de colocar as infos do item, como tamanho, altura, etc – isso ajuda o consumidor a ter uma visão mais real do produto que irá receber.

Fonte: Agência NoAr – Henrique Rodrigues

28% dos internautas utilizam sites de ofertas e descontos

28% dos internautas utilizam sites de ofertas e descontos, aponta pesquisa CNDL/SPC Brasil

Entrada para shows, cinema e teatro são os principais itens adquiridos. Valor médio das compras é de R$ 155. Mais da metade dos consumidores online não usufruiu de todos ou parte dos cupons promocionais adquiridos

Imagem: Pixabay

Os sites e aplicativos de descontos já fazem parte da rotina de compra dos brasileiros. De acordo com pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 28% dos consumidores que compraram pela internet no último ano têm o hábito de utilizar sites e aplicativos de descontos. De acordo com o levantamento, entradas para shows, teatro, cinema e casas noturnas (43%) são os itens mais adquiridos. Em seguida, aparecem restaurantes e bares (39%), além dos tratamentos estéticos (26%), delivery (26%) e pacotes de viagens (21%). Em média, o valor das compras realizadas é de R$ 155,14, sendo maior entre os homens (R$ 178,29) e nas classes A e B (R$ 195,64).

De acordo com o estudo, seis em cada dez entrevistados (57%) disseram ter reduzido a quantidade de itens adquiridos nesses sites e aplicativos frente aos anos anteriores, enquanto 20% compraram mais. Embora o levantamento mostre que o volume de aquisições tenha caído, a grande maioria avalia de forma positiva sua experiência de compra: 89% mostram-se satisfeitos com os produtos e serviços adquiridos em sites de ofertas e descontos.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta para as tentações das ofertas na hora de comprar, que podem comprometer o orçamento. “O brasileiro já se acostumou a procurar por bons descontos na internet, mas é preciso cautela para não exagerar no consumo. Todo cuidado é pouco com as compras por impulso. Vale sempre avaliar se o produto adquirido é algo necessário para depois não ser sequer usado”, observa.

Seis em cada dez consumidores não usufruem de todos ou parte dos descontos promocionais adquiridos nas compras pela internet

A pesquisa também aponta que muitas vezes os consumidores acabam não aproveitando os descontos adquiridos, o que implica em algum tipo de prejuízo. Apenas 43% dos internautas disseram ter usufruído de todos os cupons promocionais adquiridos — o que aumenta para 50% entre as mulheres. Entre os itens que não foram usados estão kits de festa (24%); roupas, calçados e acessórios (23%); cupons para academia (23%) e peças, serviços de manutenção ou lavagem de automóveis (23%). Por lado, 39% não usufruíram de alguns vouchers comprados, enquanto 18% não chegaram a utilizar nenhum deles.

Foto: Pixabay

Dentre os 57% que não utilizaram todos ou parte dos produtos e serviços comprados por meio de sites ou aplicativos de descontos, as principais justificativas são perda do prazo de utilização ou validade do cupom expirado (35%), regulamento e datas pré-definidas não atendiam as necessidades do consumidor (23%) e problemas de acesso ao local do serviço, que se encontra longe da residência ou trabalho (21%).

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 internautas das 27 capitais que realizaram compras pela internet no último ano. A margem de erro é de 3,43 pontos a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa aqui.