Marketing e tecnologia ajudam a melhorar performance de vendas

Martechs fornecem dados para que as empresas possam aperfeiçoar o relacionamento com os consumidores e proporcionar experiências exclusivas

É fato que durante a pandemia de Covid-19 muitas empresas precisaram se adaptar a novas ferramentas para sobreviverem em meio à crise. Isso porque a experiência digital passou a fazer parte da rotina de grande parte da população mundial. No Brasil, segundo o estudo Webshoppers feito pela Ebit|Nielsen, o aumento do número de pessoas que passaram a comprar pela internet foi de 23% só em 2020. Por isso, cada vez mais as organizações buscam melhorar a experiência dos consumidores e a tecnologia tem sido uma importante aliada nesse processo, abrindo espaço para a atuação crescente das martechs.

Imagem por ar130405 do Pixabay

Com o aumento das experiências de compra on-line, os conceitos de marketing e tecnologia estão se tornando uma coisa só. Diante desse cenário, uma martech atua com o objetivo de aprimorar o relacionamento com o potencial cliente e proporcionar experiências exclusivas. “O varejo físico está passando por um momento de transformação digital e ao mesmo tempo consumindo muita tecnologia. As martechs são protagonistas nessa revolução, trazendo dados que ajudam a melhorar o marketing e as vendas dentro do cotidiano das empresas”, afirma Marcio Pacheco, CEO da startup PhoneTrack.

Apesar do crescimento das experiências digitais, as ligações telefônicas ainda são um importante canal de contato entre cliente e empresa. Afinal, quando é importante a agilidade é um dos trunfos do telefone. Nesse sentido, tecnologias como o call tracking e o speech analytics, por exemplo, são capazes de melhorar a performance das vendas com inteligência artificial e automações. Isso acontece porque elas colaboram para a tomada de decisões baseadas em dados reais, resultado da análise de números. Esse é um dos exemplos de martechs, empresas que estão trabalhando com ferramentas que vão além da experiência digital e atuam com o telefone como um canal que ainda é importante no marketing.

Segundo Pacheco, o relacionamento com o cliente é uma das esferas que ganham cada vez mais espaço dentro do mercado de marketing e de vendas. Segundo o Google, em 2019, houve mais de 2,5 bilhões de visitas às páginas de contas pessoais para ajustar preferências de personalização de anúncios. Essa é uma entre tantas provas de que hoje, sem dados, não há campanha de marketing que consiga atingir os objetivos propostos, pelo menos não com o máximo de eficiência. “A digitalização dos dados para melhorar essa relação entre a empresa e o consumidor está sendo protagonizada pelas martechs”, analisa. As martechs já são muito populares entre os profissionais e agências de marketing e a tendência é que as ferramentas de inteligência artificial ganhem ainda mais mercado, já que têm o objetivo de melhorar estratégias de marketing e de vendas com base no comportamento do consumidor.

Sobre a PhoneTrack

Fundada em 2015, a PhoneTrack é uma startup que utiliza a inteligência artificial aplicada à voz para transformar a relação entre consumidor e empresa. Por meio de tecnologias como o call tracking e o speech analytics, a ferramenta fornece dados sobre campanhas on-line e off-line, como a quantidade de chamadas recebidas e perdidas, a média de duração de cada ligação e as principais palavras-chaves usadas durante o contato. Além disso, a PhoneTrack permite a comparação de resultados entre campanhas diferentes, melhorando o padrão do atendimento telefônico.

Fonte: Betini Comunicação

Pré lançamento do livro “Conteúdos Autênticos para Redes Sociais”

Paula Tebett, especialista em mídias sociais faz pré-lançamento online de seu livro: “Conteúdos Autênticos para Redes Sociais”

A especialista em mídias sociais Paula Tebett está fazendo o pré-lançamento online do seu livro “Conteúdos Autênticos para Redes Sociais” pela Editora Girafa. Entre os diferentes assuntos podemos destacar: a importância de se entender a sua audiência e fazer um planejamento de conteúdo direcionado a seus diferentes formatos para aumentar o alcance e o engajamentos nas redes sociais, como explorar a criatividade, dicas entre diversos temas importantes para se produzir um material autoral e que faça a diferença nas redes sociais.

Paula é profissional brasileira de marketing digital, jornalista, palestrante e criadora de conteúdo, seu promissor trabalho a fez ser capa e colunista da Revista High Profile, considerada a Rainha Brasileira da Mídia Social. Atualmente ministra palestras, treinamentos, cursos on-line e criação de conteúdo para diferentes empresas do Brasil.

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Humanização das marcas: a tecnologia como meio, e não fim

(*) Por Raphael Godoy

Não é nenhuma novidade que a tecnologia está no nosso dia a dia, com grande impacto também no mundo dos negócios. Os consumidores não querem só comprar pela internet. Querem ter o controle sobre a data de entrega, saber que podem se comunicar com a empresa pelos canais de sua preferência, ter sempre a oportunidade para avaliar a experiência, além de contar com as redes sociais como amplificadores de opinião. E em toda essa jornada, as empresas têm oportunidades únicas para usar a tecnologia a favor do seu relacionamento com o consumidor, seja para avisar sobre um prazo, enviar o código para pagamento, interagir com oportunidades de acordo com o perfil, dar as respostas certas no tempo esperado ou responder interações nas redes. Mas, mesmo com tanta importância, a tecnologia precisa ser entendida como meio, e jamais como fim. Digo isso me dirigindo a todos, mas com especial atenção às marcas, já que para estar perto de quem é importante para a empresa, tanto interna como externamente, é preciso se manter humano, não importando o quanto de tecnologia existe ao redor.

E se você não tinha essa dimensão, saiba que esta é a correlação de forças que tem tirado o sono de muitos líderes, em todas as áreas. O desafio pode parecer até simples mas, na prática, exige esforço, combinado a muita observação e a ações eficientes.

Raphael Godoy

Se focarmos no ponto de vista externo, é nítida a demanda dos consumidores por personalização e por interação humanizada com as marcas, nos diferentes pontos de contato. E isso não quer dizer somente falar com alguém que não é um robô. Mais do que isso, as pessoas querem respostas, na forma e no tempo corretos para elas, com simpatia e empatia.

O tão falado Customer Experience, analisado sob o prisma da comunicação, não se trata apenas de permitir que o cliente possa escolher o mais adequado entre os diferentes canais de comunicação. É preciso ir muito além. Uma marca que é tida como humanizada é aquela que conhece o perfil, estilo e, até mesmo, a linguagem das pessoas com as quais se relaciona. E, mais do que isso, utiliza todo esse conhecimento valioso não só para vender ou ter mais seguidores, mas para se posicionar de modo único nos corações e mentes de seu público alvo. Uma pesquisa da Forrester, realizada em 2020, mostrou que 25% das empresas poderiam perder mais de 1% de sua receita anual ao não responder satisfatoriamente aos problemas e eventos sociais com os quais seus clientes se identificam.

E isso vale para a esfera interna também. As empresas que já perceberam a importância de cuidar e valorizar seus colaboradores, e de proporcionar uma cultura organizacional saudável e diversa, hoje contam com profissionais mais felizes e engajados, o que no final do dia tem sido essencial para criar uma unidade, que acaba se refletindo na produtividade, no resultado financeiro e na percepção da marca.

Em um período tão marcado pelos desafios da pandemia e pelo aumento da competição no ambiente digital, uma vez que muitas empresas se viram forçadas a digitalizar as suas operações, o debate sobre humanização das marcas não é importante; é vital! E as companhias que souberem, genuinamente, melhorar seus processos e sua comunicação com esse princípio no campo das ideias, mas mais ainda no das ações, terá maior chance de conquistar o coração não só do consumidor, mas da sociedade toda. É assim que as grandes empresas se formam. E quanto mais humanas, melhor!

(*) Raphael Godoy é CMO da ZENVIA, plataforma de comunicação que empodera as empresas para criarem experiências únicas de comunicação para seus clientes.