Clubhouse e o potencial para marketing e negócios

*por Talita Scotto

Se tem um aplicativo que está bombando no Brasil é o Clubhouse, uma nova rede social de áudios que está ganhando popularidade entre profissionais, executivos e aficionados pelo formato, que é baseado na voz. O Clubhouse ganhou fama após a entrada de nomes como, Oprah Winfrey e bilionário Elon Musk, que ajudaram no interesse do app.

Para se ter uma ideia da força que aplicativo ganhou, a busca pelo nome “Clubhouse” no Google cresceu 525% nas duas primeiras semanas de fevereiro de 2021. Atualmente, o aplicativo é exclusivo para usuários do iPhone, ao menos por enquanto, e apenas para quem tem convite.

Talita Scotto

Não sabemos ainda até quando o Clubhouse terá este formato. Por isso, interessados em conhecer a rede social podem baixar o aplicativo e já reservarem os seus nomes de usuário, de modo a garantir seu espaço no app.

O que é Clubhouse?

O Clubhouse é uma rede social que traz salas de bate-papos com temas diversos, de entretenimento a negócios e até mentorias, onde as pessoas podem encaminhar dúvidas, participar da conversa ou comentar o que está rolando – sempre por mensagens de áudio. Você também pode apenas ouvir o que está rolando, sem que precise participar. As discussões não são gravadas ou salvas.

Para participar de uma conversa você pode levantar a mão, cujo ícone é um emoji. Além disso, o moderador da sala pode selecionar quem participará do bate-papo, quem estará com o microfone aberto ou outras permissões.

O Clubhouse é uma rede social sem foto ou vídeo, sendo que o único campo disponível para isso é o perfil do usuário. Lá é possível trazer mais detalhes sobre o que você faz, qual é sua profissão e especialidade, além de vincular a conta com o perfil do Twitter e Instagram.

Por que usar o Clubhouse?

Afinal, quais são os benefícios do Clubhouse para negócios e por que sua marca deve estar nesta rede social? Não há como prever o futuro do aplicativo, mas já é visível que o formato agrada, tem grande potencial de gerar conexão entre pessoas, já está atraindo CEOs, personalidades e pode gerar negócios no futuro.

A rede social tem características mais voltadas para o aprendizado e a troca de conhecimentos. Abaixo, conheça algumas vantagens que o Clubhouse pode trazer para o universo do marketing:

Escolha entre os três tipos de sala

No Clubhouse você pode criar sua estratégia e definir os bate-papos, que podem se adequar ao tipo de sala, que são:

Abertas: Qualquer usuário pode entrar

Sociais: Apenas para quem você segue

Privadas: O usuário escolhe quem pode participar.

Desta forma, o aplicativo permite ao marketing explorar a exclusividade e a estratégia da escassez, além da monetização que pode acontecer conforme o aplicativo se consolide com o tempo – algo ainda em debate.

Humanização e engajamento

Com tempo determinado em cada sala e com capacidade para até 5 mil ouvintes ao mesmo tempo, o Clubhouse te oferece engajamento em tempo real e capacidade de promover interação entre profissionais, celebridades e o acesso a grandes nomes do mercado de maneira simples, rápida e a qualquer hora.

Conexão e vínculo

Não há filtro para que as pessoas estejam inseridas em uma discussão ou para ouvir uma celebridade, por exemplo. Por enquanto, temos um aplicativo que traz a troca de conhecimento, informação e experiência num formato que já agrada o público. Isso é uma oportunidade para o marketing como um todo, pois o Clubhouse traz a conexão com pessoas como ponto alto do app.

Já temos marcas presentes

A Audi, por exemplo, foi a primeira montadora a estar presente no Clubhouse quando levantou o tema sobre “A Era dos Carros Elétricos”, mediando um bate-papo com jornalistas e criadores de conteúdo, além de convidados, conforme noticiou o Portal UOL. Este caso mostra que o app é capaz de trazer mais inovação nos formatos de conteúdo, no vínculo e no valor que se espera gerar entre consumidores e marcas.

Potencial do Clubhouse

No Clubhouse todos são bem-vindos para uma conversa, por isso, o app traz o diferencial do networking, do “aprender em tempo real” e de ser ouvinte com a sensação de se estar em um grande evento, mas a realidade é que se está ao toque de pesquisar assuntos que agradam e entrar e sair de salas de bate-papo.

Mesmo estando no começo, o Clubhouse é uma rede social que terá muito espaço para crescer e grande potencial para ser explorado. Com mais uma rede social disponível, definir estratégias e canais se tornarão determinantes para a indústria da comunicação: disputa por audiência, geração de conteúdo em formatos distintos e um futuro promissor.

*Talita Scotto é diretora da Agência Contatto, que há 11 anos tem como foco a comunicação 360 para negócios envolvendo estratégias de assessoria de imprensa 4.0, redes sociais e marketing de influência. É jornalista especializada em marketing e comunicação integrada. No Clubhouse está como @agenciacontatto.

Fonte: Agência Contato – Yasmim Vital

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Kantar lança e-book com resoluções para as marcas em 2021

Livro traz artigos de executivos do Brasil e América Latina com tendências para o próximo ano

Sabemos que muitos de nós já estamos ansiosos para arrancar a última folha do calendário e deixar 2020 para trás. Mas 2021 será repleto de desafios, um ano que carregará nas costas uma bagagem de grandes mudanças, principalmente no comportamento dos consumidores. Tivemos que reaprender a se conectar, rever e fortalecer nossos posicionamentos de marca, nos adaptar, muitas vezes revendo e modificando planejamentos inteiros.

Desde o começo da pandemia, a Kantar, uma das maiores empresas de pesquisa do mundo, lançou edições quinzenais e mensais do seu Barômetro COVID-19, trazendo novas informações, sempre atualizadas, sobre como os brasileiros – e as populações de outros 29 mercados – foram afetados e reagiram a todas as mudanças causadas pelo coronavírus.

Com tudo o que foi apresentado, a empresa termina o ano lançando um e-book com artigos sobre o que esperar para 2021: Resoluções para Marcas em 2021 traz seis textos assinados por diferentes executivos da Kantar no Brasil e América Latina, com perspectivas atualizadas e previsões sobre temas como CX, inovação, marca, analytics e mais.

“Nós planejamos esse ebook como uma lista de resoluções de fim de ano, que todos nós costumamos fazer, com a diferença que ele contém previsões que servirão como metas para as marcas, ajudando-as a navegar os mares incertos de 2021”, afirma Valkiria Garré, CEO de Insights da Kantar Brasil.

Entre os temas abordados no e-book, estão:

– Como transformar uma marca em 2021

– Como avaliar o CX de forma diferente e inovadora

– Como descobrir o que os consumidores esperam para esse novo ano

– Como fazer uma marca continuar atual

– Como descobrir novas tendências

– Como converter inovação em crescimento

O e-book Resoluções para Marcas em 2021 está disponível para download gratuito aqui.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues

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Soft Skills: quais são as habilidades do profissional do futuro?

Mais do que dominar habilidades técnicas, livro inédito no Brasil destaca que profissionais do futuro serão selecionados pelo comportamento

Você sabia que a revolução digital transformou as relações humanas até mesmo profissionalmente? Um estudo recente realizado pela IBM em 50 países, com 5.800 executivos, corrobora com a afirmativa e aponta que, os próximos três anos, mais de 120 milhões de profissionais deverão se recapacitar para trabalhar nesses modernos ambientes digitais. Ao contrário do que pode parecer, o maior desafio está na ausência de habilidades comportamentais por parte dos candidatos.

Mas o que as Soft Skills têm a ver com essa nova realidade? Tudo. Soft Skills é um termo em inglês usado, sobretudo, por profissionais da área de recursos humanos para definir habilidades comportamentais.

A frase de Peter Drucker permanece uma máxima nos dias atuais: “As pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas, mas são demitidas pelos seus comportamentos”. Sabe-se que nove em cada 10 profissionais, cerca de 90% das pessoas, são contratadas pelo currículo (Hard Skills) e demitidas pelos comportamentos (Soft Skills). A informação é do levantamento de 2018 da Page Personnel, consultoria global de recrutamento. Os dados destacam que não basta profissionais qualificados tecnicamente, com ótimos cursos e atividades complementares para serem selecionados para uma vaga. Relacionamento interpessoal, comunicação, liderança, negociação, empatia etc., são algumas das Soft Skills mais buscadas pelas empresas nos candidatos e que vão muito além dos bancos de faculdade.

Do mesmo modo que a tecnologia e a inteligência artificial avançam rapidamente, é fato que as Soft Skills dificilmente serão copiadas pelos robôs. É o que revela o livro Soft Skills: competências essenciais para os novos tempos, que será lançado pela Literare Books International em novembro. Lucedile Antunes coordenadora editorial dessa obra de coautoria, conseguiu reunir grandes especialistas que compartilharam seus conhecimentos e valiosas experiências. Os capítulos são apresentados em um estilo que irá prender a atenção do leitor, do prefácio ao epílogo.

Dentre esse grupo seleto de autores, o livro reúne CEO’s, C-levels da área de desenvolvimento humano, terapeutas, coaches e médicos comportamentais. A obra traz um conteúdo prático de como desenvolver as principais Soft Skills mais buscadas pelos profissionais no mercado dos tempos atuais e como dar os passos para o seu autodesenvolvimento.

Livro inédito no Brasil
O livro Soft Skills: competências essenciais para os novos tempos será lançado virtualmente pelo canal da editora Literare Books no Youtube (http://youtube.com/literarebooks). O lançamento da obra foi planejado para o formato virtual devido à pandemia do novo coronavírus.

A obra foi estruturada em 33 capítulos, além da introdução e epílogo. Dentro desse livro, o leitor encontrará tudo o que precisa saber para se tornar um ser humano ainda melhor e, acima de tudo, um profissional destacado no mercado. “Ao longo do livro você entenderá quais são as exigências comportamentais que o mundo nos desafia a aprender, passando pela importância das inteligências emocional, espiritual, lúdica e relacional”, informa a coordenadora editorial Lucedile Antunes.

Ao final de cada capítulo o leitor encontrará dicas incríveis de como desenvolver cada Soft Skill. A autoconsciência, a sensibilidade e uma ampla gama de linguagens do corpo e do coração (emoções e comportamentos) não podem ser facilmente reproduzidas pelos robôs. É por isso que as Soft Skills se tornarão cada vez mais os nossos verdadeiros diferenciais. Uma obra imprescindível para os dias atuais.

Empatia, comunicação intrapessoal, coragem, resiliência, inteligência lúdica, emocional, espiritual e relacional, adaptabilidade, lifelong learning (capacidade de aprendizagem ao longo da vida), trabalho em equipe, autoliderança, atitude positiva, criatividade e aprendizado, sensibilidade, resiliência, resolução de problemas, humor, netweaving, autenticidade, altruísmo, escuta ativa, negociação, pensamento empreendedor, experimentação, colaboração, reflexão sobre os seus pontos fortes, o poder do autoconhecimento e da gestão das emoções e ansiedade, estão entre os temas abordados, em uma brilhante síntese do que precisamos saber para nos reinventar em um mundo que não para de se transformar.

Sobre o Livro
Soft Skills: competências essenciais para os novos tempos
Coordenação editorial: Lucedile Antunes
Literare Books International – 1ª edição – 258 páginas
Formato: 23×16
ISBN: 9786586939903
Amazon: http://bit.ly/livro-soft-skills
Loja Literare Books: http://bit.ly/loja-literare-soft-skills

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Pense 2019 de olho na jornada digital

Jornada digital: reflexões para seu planejamento em 2019

Por Enio Klein, CEO da Doxa Advisers; Professor de Pós-Graduação na Business School SP; Especialista em TI e Vendas; Coach pessoal e profissional pela International Association of Coaching – IAC/SLAC

Segundo pesquisa do Gartner Group, realizada em 2018, 64% dos CEOs tem algum tipo de estratégia digital. Enquanto 54% destes pensam em transformar o negócio, para 46% a ambição digital é otimizar o negócio existente. Qual a diferença?

Enquanto a transformação digital repensa o negócio sob a perspectiva de novos fluxos de receita a partir de novos produtos e novos segmentos de clientes, a otimização atua sobre a receita e processos existentes, melhorando o desempenho e a experiência do cliente. Enquanto a transformação digital cria um novo negócio a partir do uso da tecnologia, a otimização digital transforma empresas em organizações enxutas ou ágeis.

Entre os principais obstáculos na jornada da otimização digital estão a falta de padronização dos métodos de trabalho e na definição de prioridades, papéis e responsabilidades. Estas questões impactam diretamente em métricas importantes como a transparência na execução, baixos níveis de serviço com o cliente, atrasos em tarefas e projetos, tendo como consequência a baixa rentabilidade e resultados pouco expressivos. A baixa maturidade na gestão de processos é a causa mais frequente destes obstáculos. E como avaliamos esta maturidade?

É muito comum, quando chegamos em alguma empresa, os executivos recomendarem que a gente escute alguns funcionários considerados chave para entendermos como as coisas funcionam. “Sente ao lado dele ou dela e veja com eles fazem no dia a dia. É a única forma de saber exatamente como funciona a empresa”. Quando isto acontece, estamos diante do nível de maturidade mais baixo: “depende de pessoas”. E isso, além de não ser bom, não permite qualquer otimização. Documentação, sistematização, implantação e automatização. Muita coisa falta para que se esteja em um estágio que permita otimização.

Sua jornada começa nesta avaliação: entender onde está e desenvolver um plano de ação para a melhoria. Qual a abrangência, profundidade e o tempo necessário dependerá do seu negócio, das suas capacidades atuais e de onde quer chegar. Contudo, para que possa ser uma organização ágil, você precisará criar um ambiente que promova eficiência, alivie gargalos, atenda às expectativas de clientes externos e internos e gere resultados econômicos previsíveis e robustez financeira. Somente com estas condições atendidas você poderá pensar em futuras transformações.

Precisamos lembrar que o mundo dos negócios não é feito somente de startups que partem do novo e iniciam novos negócios. A maior parte da economia é construída de empresas que já existem e precisam se modernizar, eliminar desperdícios para a partir das novas capacidades desenvolvidas, criarem novos negócios e alçarem novos voos. Inovação e disrrupção existem e são necessárias tanto na transformação quanto na otimização. E isso inclui todas as empresas. Inclusive a sua.

O ano está começando. A jornada da transformação digital está aí. As empresas estão utilizando a tecnologia para otimizar os negócios existentes ou criar modelos de negócio completamente disrruptivos. Estude, avalie e considere tendências, ferramentas e outras informações para ajudar a se planejar, considerando como as estratégias digitais poderão melhorar o desempenho organizacional e qual será o seu papel e de sua área.

Fonte: FGR Comunicação – Flávia Ghiurghi

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Planejamento de longo prazo na era digital

Na era da transformação digital, planejar a longo prazo pode ser fatal

por Wagner Bernardes*

CEOs, CIOs e todo o board têm de lidar com um complexo combinado de variáveis na definição da estratégia de negócios: de um lado, são impelidos a adotar mudanças rapidamente, já que a transformação digital acelera tanto o surgimento de tecnologias revolucionárias quanto o de concorrentes que, pela característica nativa digital, são mais ágeis e inovadores. Do outro, a instabilidade econômica e política enfrentada em alguns países da América Latina demanda cautela na definição de rotas, principalmente as que apontam para novos cenários. Em meio ao caos, organizações que não conseguirem ajustar o timing da tomada de decisão colocam em xeque sua sobrevivência – e isso não é exagero ou alarmismo.

Foto:  PWP Studio – Corporate Event Photographers

A inércia não pode ser considerada uma opção, assim como manter o jeito antigo e moroso de planejar e executar também é uma atitude perigosa. Adotar o conceito ágil e interativo – errar rápido para corrigir e acertar na mesma velocidade – nunca foi tão essencial. A meta de longo prazo para a transformação digital pode e deve ser definida, mas sua execução deve ser feita por fases, com objetivos claros e de rápida realização.

Dessa forma, é preciso construir, hoje, um ambiente maleável, que permita aumentar ou diminuir a infraestrutura e as soluções, conforme a necessidade da empresa para atender às demandas que surgem, muitas vezes, de forma inesperada. E tudo isso sempre atendendo ao compliance da companhia, para garantir que qualquer mudança que ocorra no ambiente de TI esteja sob gestão e crivo do CIO e sua equipe, garantindo compliance e segurança da informação.

A necessidade de uma gestão mais ágil da TI já foi percebida pelos líderes. Uma pesquisa realizada com 500 organizações dos Estados Unidos, desenvolvida pela CompTIA, por exemplo, descobriu que apenas 34% delas desenvolvem um plano de arquitetura de TI com uma janela que vai além de 12 meses. Antigamente, era normal que durassem até dez anos, para boa parte das corporações – considerando a efervescência do mercado, hoje, uma decisão dessas pode ser fatal.

Também vale um alerta: há armadilhas do próprio mercado de tecnologia da informação, que tem disponível uma infinidade de opções que nem sempre serão úteis para a organização. Nesse cenário, ganha ainda mais força o discurso sobre a importância de uma TI estratégica e próxima das áreas de negócios. Afinal, todo o processo de adaptação pelo qual passamos visa a proporcionar robustez para a empresa crescer ao mesmo tempo em que a tecnologia avança. Do contrário, pode se tornar apenas mais um documento burocrático.

Não existem regras ou um passo a passo para constituir um plano de transformação digital que funcione para todas as empresas. Mas, uma coisa é certa: espera ou lentidão não representam um plano seguro. É preciso começar hoje para garantir a sobrevivência amanhã.

*Wagner Bernardes é diretor de vendas da Orange Business Services

Fonte: aboutCOM – Natalia Diogo

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Debate-almoço do LIDE

Empresários da região tem encontro marcado com Ex-Ministro do Desenvolvimento e Chairman do LIDE em Almoço-Debate

O Presidente do LIDE Internacional e Chairman Of the Board do LIDE, Luiz Fernando Furlan, vem a região como convidado do LIDE Vale do Paraíba para falar sobre “O Brasil Pós-Crise”, em mais um Almoço-Debate. O evento será realizado no dia 17 de outubro, das 12h às 14h30, no Tangaroa Garden em Taubaté, sob o comando do Presidente da unidade, Marco Fenerich.

Na ocasião, o ex-Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e presidente do Conselho da BRF falará sobre as expectativas e projeções do cenário econômico nacional, uma vez que o retorno dos indicadores positivos à economia injetaram ânimo nas empresas e indicam a volta da aceleração do crescimento e dos investimentos. “Uma oportunidade ímpar para os empresários locais, que terão acesso às informações exclusivas e importantes para as tomadas de decisão do próximo ano”, completa Marco Fenerich, presidente da unidade.

Luiz Fernando Furlan assumiu sua função no LIDE em 1º de outubro de 2015 e, desde então, vem contribuindo com expertise e o fomento do relacionamento nacional e internacional do grupo. “Participei da gênese do LIDE em 2003. Para mim, é um orgulho ver o crescimento do Grupo e fazer parte dele. Tenho aceitado diversos desafios com o objetivo de compartilhar experiências e contribuir com a expansão do LIDE”, afirma Furlan, que acumula a posição de presidente do LIDE INTERNACIONAL, hoje com 15 unidades no Brasil e outras 15 no exterior.

Pela primeira vez em Taubaté, o encontro deve reunir cerca de 80 CEO’s de empresas do Vale, além de autoridades, imprensa e convidados de forma exclusiva. Outros eventos são previstos até o fim do ano.

Fonte: Pilares Relações Públicas – Mariana Guedes

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Como os CEOs podem lidar com a transformação digital

Transformação Digital e os CEOs

Atualmente o termo “Transformação Digital” está apavorando os CEOs de grandes empresas. Esse termo está sendo utilizado em todas áreas de negócios e em todos os lugares, mas por que causa tanto apavoramento?

Antes de explicar o porquê, vamos entender melhor o significado de Transformação Digital.

Fabio Correa

Transformação Digital é um processo em que as empresas se utilizam da tecnologia para aumentar a velocidade de resposta, fornecer um atendimento personalizado, melhorar o desempenho e aumentar o alcance da sua marca, priorizando seus clientes e funcionários.

Para as empresas aplicarem a transformação digital, elas precisam dar atenção a todo o processo, em especial à:

· Experiência do Cliente
Um dos itens mais importantes no processo, pois interfere na decisão final dos consumidores. Para uma melhor análise, as empresas utilizam ferramentas para identificar oportunidades, segmentar seu público alvo, monitoramento de rede social, marketing de precisão, a adoção de processos simplificados e atendimento ao cliente;

· Processos Operacionais
Um pouco mais complicado que o primeiro,tende a ser mais eficiente e envolve muitas áreas. Para que os processos operacionais sejam estruturados é necessária umarápida comunicação, integração entre as áreas, transparência organizacional e decisões em base de dados;

· Modelo de negócio
Outro item não menos importante que os demais,os modelos de negócio ganham novos formatos ao serem incluídos no mundo digital como: a ampliação de oferta de produtos e serviços, a transição do físico para digital ea criação de produtos digitais e serviços compartilhados;

Por esta razão os CEOs tendem a ficar preocupados, pois para fazer uma pequena transformação é necessário investimento em novas ferramentas, muito esforço de todos na companhia e o principal, agradar os consumidores os quais mudam de opinião a todo momento.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities.

Fonte: Conecte Comunicação – Eliane Tanaka

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Formando os melhores

Pesquisa revela que FGV forma os melhores CEO’s do mundo

Nesta quinta-feira, 5 de setembro, a revista britânica Times Higher Education (THE) listou os 100 melhores locais para formação de diretores executivos, e a Fundação Getúlio Vargas, liderando o ranking brasileiro, está entre as melhores instituições de ensino para a formação de CEO’s do mundo.

Denominado Alma Mater Index: Global Executives, o ranking coloca a Fundação Getúlio Vargas à frente de universidades como Princeton, nos Estados Unidos, e Cambridge, no Reino Unido.

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Os critérios de avaliação do levantamento tomam como base a relação das 500 maiores empresas do mundo em 2013, elaborada pela revista norte-americana Fortune.

Foram analisados os currículos dos CEO’s das principais organizações em todo o mundo e a Fundação Getúlio Vargas está presente no histórico de três desses profissionais.

A FGV está presente no Vale do Paraíba através da Conexão FGV e é reconhecida como uma das melhores instituições de educação executiva da região.

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