4 perguntas que você precisa fazer sobre mensuração de mídia

Talvez seja hora de rever como você está abordando suas métricas de sucesso

por Fernando Teixeira

Você tem uma estrutura para medir e otimizar suas campanhas de publicidade com foco nas métricas mais importantes do seu negócio? E isso está tornando você mais inteligente como profissional de marketing ao longo do tempo?

Fernando Teixeira é Head of Practice – Advertising na Adobe

À medida que mais e mais formatos de mensuração de mídia são desenvolvidos, é essencial que se conectem as métricas aos objetivos. Infelizmente, muitos aderem a KPIs que podem ser facilmente manipulados e não transmitem valor real de publicidade ao comprador de mídia. Isso pode ser um desafio na hora de otimizar seu desempenho e aproveitar ao máximo os investimentos em anúncios digitais.

Dentro dessa cadeia, quatro questões-chave para pensar:

1. Estou comprando o que acho que estou comprando?

Parece simples, mas não é. Esta questão está relacionada à qualidade da mídia. Questões como visibilidade, fraude e segurança de marca têm sido as perguntas que mantêm os maiores anunciantes acordados à noite. Embora a otimização dessas métricas muitas vezes pareça um desafio já resolvido com tecnologias de ad cloud, pequenas alterações nas equações matemáticas que usamos podem ter grandes retornos.

Vamos começar com a visibilidade. Determinar se um anúncio é visível tem sido uma métrica com a qual a indústria normalmente está obcecada. Embora 100% de visibilidade seja uma meta razoável, nem sempre é a melhor medida de audiência real. As métricas de volume, como o número real de pessoas que podem ver o anúncio, são mais significativas. Portanto, você pode optar por analisar o CPM visível (viewable CPM), que leva em conta a visibilidade assim como o custo final e a contagem total dessas visualizações.

A seguir, está a segurança de marca: meus anúncios realmente são exibidos em um ambiente com o qual estou confortável? Eu comprei espaço nos aplicativos, sites e programas de TV que pretendia comprar? Depois, fraude: realmente exibi anúncios para seres humanos?

A maioria das plataformas de compra agora considera esses tipos de problemas por meio de recursos relacionados à transparência. E, embora as ferramentas não detectem todas as infrações, você pode reagir em tempo real diretamente nessas plataformas.

2. Estou investindo a quantia certa em uma determinada tática ou canal? Existe um ponto de saturação?

Em seguida vem o desafio de equilibrar alcance e frequência em cada canal de publicidade. Já cheguei a um ponto de retorno decrescente em determinada tática ou canal? Existe espaço para crescer? Investir mais dinheiro em uma determinada tática trará valor incremental à marca ou eu estarei alcançando os consumidores que alcancei em outro lugar? Basta lembrar de quantas vezes você viu um banner que não tinha nada a ver com você (ou com seu momento) para saber que a resposta provavelmente é não.

As campanhas de anúncios otimizadas para altos percentuais on-target ou taxas de conversão são inerentemente limitadas na escala de impacto que podem ter para uma determinada marca. Marcas com uma tolerância maior para “perder” em uma base de impressão por impressão, na verdade acabam tendo mais “hits” únicos nos clientes com os quais se importam. Considere a possibilidade de atualizar as métricas para recompensar o alcance exclusivo, analisando itens como Custo por alcance humano ou Custo por ponto único de contato.

3. Meus anúncios digitais estão funcionando para que? Eles, por exemplo, levam mais gente para a loja física?

Essa pergunta precisa entrar na mente do cliente: meu anúncio está funcionando? Quais mudanças de percepção estão sendo criadas que podem levar a mudanças comportamentais?

A clareza na mensuração é crítica aqui. Não é incomum que os compradores de mídia se concentrem em metas conflitantes. Quero ter alcance e frequência. Eu quero melhorar a reputação e vender. É essencial saber o que a campanha está tentando alcançar e alinhar as métricas com essas metas específicas.

Isso parece simples, mas é frequentemente ignorado. Conversões são o objetivo dos anunciantes em geral; mas as marcas que buscam experimentação, por exemplo, podem focar no aumento do número total de consumidores. Considerando marcas que trabalham com uma base de clientes já existente, um volume eficiente de conversões (custo por ação) é mais apropriado.

Você pode dar um passo adiante ao enriquecer essa “ação” no final do custo por ação. As marcas que se concentram na coleta de receita conhecida devem contar os totais de transações de cada ação. As marcas que conduzem o teste e a exploração podem querer analisar as métricas de pré-compra, como o tempo de permanência e as ações totais do site, o que pode sinalizar a exploração e a intenção de compra do produto. E se você é como a maioria das marcas de publicidade no mundo, as principais ações do consumidor acontecem off-line. O uso de feeds de atribuição off-line – como dados de ponto de venda, dados do cartão-fidelidade ou geolocalização – tornou-se algo bastante difundido para solucionar esse problema e muitas marcas agora operam com uma estrutura “aways on” para incorporar o comportamento off-line.

Mas essa compreensão mais rica do comportamento ainda é insuficiente para incorporar o sentimento, métrica que “gruda” tudo isso. Compreender como o sentimento pode se relacionar com o comportamento – em vez de tratá-lo como um objetivo final em si mesmo – pode levar a um entendimento muito mais claro de como seus anúncios estão funcionando e unir seus esforços de mídia e criação. Por exemplo, estabelecer uma correlação entre os picos nas métricas da marca e os comportamentos de compra resultantes da visualização de um anúncio específico pode fornecer insights para que isso seja incorporado em futuros processos criativos.

4. Estamos realmente estimulando novas vendas ou impactando pessoas que já iriam comprar de qualquer jeito?

Por último, a parte difícil. As marcas precisam, em última análise, saber se a campanha publicitária está causando um comportamento que não teria acontecido se elas não tivessem anunciado. Isso é complicado, pois o conceito de “atribuição” sugere que os consumidores que compram depois de ver um anúncio foram influenciados por esse anúncio – uma noção que infelizmente nem sempre é verdadeira.

Veja o exemplo daquele anúncio de calçado que acompanha os consumidores em todo o processo de compra que eles já pretendiam concluir, independentemente dos anúncios. Esses banners estão aí para irritá-lo por um motivo muito específico: os modelos de atribuição são recompensados ao colocar um cookie em você antes de fazer uma compra. Essa miopia é grave para o entendimento dos modelos de atribuição.

E se pudéssemos criar uma janela em que as ações do consumidor iriam ocorrer de qualquer maneira e, em seguida, removê-las da equação na hora de atribuir crédito? Este é o mundo dos testes incrementais que está surgindo rapidamente, impulsionado por um novo conjunto de ferramentas e um crescente entendimento das limitações das métricas de desempenho usadas até hoje.

Essa parte começa a parecer uma aula de ciências, com grupos de teste e controle, “pílulas de açúcar” ou placebos, e a necessidade de uma nova classe de analistas de mídia para interpretar e responder aos resultados. Se isso parece novo e desafiador para você como marca, você provavelmente não está sozinho. Enfatizar a importância das ferramentas de teste incremental com seus parceiros de tecnologia e começar a construir sua equipe para incorporar especialistas em experimentos de publicidade é uma obrigação para marcas que buscam maximizar o impacto de seus anúncios.

Uma pergunta que adoro fazer em reuniões é: “os seus resultados de conversão em mídia excluem o impacto nas pessoas que já iam comprar de qualquer jeito?” A maioria dos profissionais de marketing ainda trava na hora da resposta.

Se você for bem-sucedido nessas estratégias de mensuração avançadas, precisará ter o framework correto. Fazendo essas perguntas a você mesmo e ajustando seus KPIs para permitir a otimização de campanhas em tempo real nas métricas relevantes, você estará criando as bases necessárias para aproveitar ao máximo seus investimentos em compra de mídia.

OBS.: O artigo tem como base o texto original de Tom Riordan, Head of Measurement Services na Adobe

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Coluna “Discutindo a relação…”

Temos que amar um pouco mais os números

Dou aulas há 26 anos em cursos de publicidade e propaganda. Dou aulas de mídia há 26 anos. E vejo um certo desespero no rosto dos alunos quando falamos de números e nos aproximamos de qualquer coisa que pareça ser de exatas ou que de algum modo faça lembrar matemática.

Vejo a cara de quase angustia quando coloco o slide que mostra a fórmula do Custo por Mil, ou do GRP, ou do CPP. Mais recentemente, quando explico algumas métricas aplicadas a redes sociais o mesmo acontece.

É… esse povo de humanas sempre fugiu dos números!

Não trago, entretanto, boas notícias para essa galera. Os números estão se aproximando, estão nas nossas fronteiras… ou melhor, já invadiram nosso território. Eles estão entre nós!

Você já deve ter ouvido falar de monitoramento, métricas, B.I (Business Intelligence), Big Data, análise e tratamento de dados e etc, etc, etc… Não tem mais jeito. Entre as muitas mudanças da área de comunicação mercadológica esta é uma das mais definitivas. Os números vieram para ficar e estão se tornando cada vez mais relevantes no processo de tomada de decisões estratégicas e até, pasmem, criativas.

É claro que tudo isso implica em aspectos para lá de positivos: nunca tivemos tantos dados e informações disponíveis e a custo relativamente baixo (alguns até gratuitos) como temos agora. Montar um planejamento estratégico de comunicação hoje pode e deve contar com o apoio das informações coletadas no universo digital. Afinal de contas, as pessoas entregam seus hábitos, costumes, desejos, aspirações, vontades, angustias, dores e amores nas redes sociais sem que ninguém lhes peça.

Implica também em podermos saber se a linha criativa de uma campanha realmente impacta nosso público. E podemos fazer isso em tempo real. Ao vivo. Implica em colher dados ricos e necessários.

Há montanhas de programas de monitoramento e uma série de novas métricas que podem ser utilizadas.

Então, meu povo de humanas, gostemos mais de números. Tenhamos mais paciência e boa vontade para com as métricas. Façamos um desmedido esforço para amar mais esses novos vizinhos. Eles vieram pra ficar e vão nos ajudar. Bastante!

Parte importante do processo de adaptação e aprendizado é deixar de lado as brincadeiras bobas, o preconceito e o medo, parar de repetir mantras do tipo “gente de humanas detesta matemática” e buscar entender e aplicar as novas ferramentas e possibilidades.

Não precisa ser um gênio das exatas. Longe disso. Basta “ter coragem pra se libertar”. E amar. Amar os números. Eles são do bem. Estão nessa para somar (sem trocadilhos…rs).

GP traz curso de métricas

As métricas estão mudando o negócio de comunicação

Já estão abertas as inscrições para o novo evento do GP: “Como o uso de Dados e Métricas está mudando nosso negócio”.

Café da manhã, breve exposições do ponto de vista de cada convidado e, em seguida, um grande debate sobre o tema.

Quem?
Kauê Cury
Sênior Manager da Accenture Interactive

Guilherme Gomide
CEO LATIN America da Mirum

Marcela Doria
Diretora de Pesquisa do Twitter na América Latina

Heloisa Pinho
Account Executive, Google Brasil

Clineu Júnior
Sócio da Shopfully Group

Quando?
Dia 29 de agosto
9h às 11h

Onde?
Twitter
R. Prof. Atílio Innocenti, 642 – São Paulo

Quanto?
R$ 150,00 para não-sócios
R$ 100,00 para sócios do GP

Faça sua inscrição por aqui

Para trabalhar melhor com influenciadores

inCast agrega novas funcionalidades para que marcas possam medir resultados de campanhas com Influenciadores
inCast reposiciona sua marca para oferecer acesso a valores, alcance e pesquisa por segmento e nicho de influência, permitindo escolhas mais assertivas

A inCast (www.incast.com.br), primeiro banco de profissionais e empregos da economia criativa fundado em 2015, com mais de 20 mil profissionais reposiciona sua marca e lança uma nova plataforma, onde poderão ser encontrados os melhores influenciadores digitais e também criar campanhas de marketing no Instagram.

A novidade para os usuários é que, agora, a inCast intermediará as transações entre agências, empresas e influenciadores, identificando os que melhores se encaixam, de acordo com o perfil buscado. Além disso, ao final da campanha, a entrega um relatório com informações completas como engajamento, curtidas e comentários em todas postagens no Instagram.

De acordo com a CEO da inCast, Vera Kopp, o mercado tem direcionado o foco em uma demanda maior para a divulgação dos influenciadores digitais e ainda existe uma carência do mercado em acessar as informações desses profissionais, para fazerem as melhores escolhas e também o acesso aos dados de retorno das campanhas realizadas.

“A grande diferença deste lançamento é agregar maior valor às marcas e será possível gerenciarmos desde o encontro dos melhores influenciadores, distribuição do conteúdo, e levantamento ao final da campanha. A empresa ou agência interessada pode submeter sua campanha à inCast e nós encontraremos a melhor opção para ele e, assim que aprovado, faremos toda a gestão da campanha, garantindo para que o resultado seja alcançado. A inCast vai acabar com a dificuldade das empresas em encontrar influenciadores para suas marcas”, complementa a CEO.

O objetivo da inCast é ser um assistente digital para os profissionais postarem seus perfis e áreas de interesses onde os clientes poderão ter acesso aos micro-influenciadores e seus valores, realizando sua escolhas de uma forma simples e ágil. Além disso, por ter grande acesso às agências e aos influenciadores, a inCast consegue negociar valores melhores dos que os praticados pelo mercado. “Enquanto outras empresas cobram 40%, nossa porcentagem é de, apenas, 20% do budget total da campanha”, explica Vera.

Criada em 2015 pela modelo e empresária do mercado de entretenimento Vera Kopp, a inCast, conta com mais de 1500 influenciadores, 24 mil profissionais e alcance de mais de 100 milhões de seguidores. Atualmente, a inCast participa do processo de aceleração no @startup farm no Google Campus, em São Paulo, que é uma das aceleradoras mais conceituadas da América Latina.

Sobre a inCast
A inCast (www.incast.com.br) é uma plataforma para profissionais, celebridades e influenciadores digitais acessarem oportunidades de trabalho. A inCast amplia o alcance das marcas e contratantes e oferece uma busca avançada por tags de categorias profissionais, números de seguidores e nicho que abrangem. Atualmente, possui mais de 25 mil profissionais cadastrados, incluindo os maiores YouTubers do Brasil, tais como Whindersson Nunes, Kéfera, Felipe Neto, blogueiras de moda, entre outros. Entre as agências parcerias, IQ, Non Stop, Digital Stars, Hypno e MapBrasil.

Fonte: Hafiki Comunicação – Marcos Viesti

Métricas para mídia out of home

Empresas de mídia out of home apresentam sistema de métricas

Mapa OOH criado por Clear Channel, JCDecaux e Otima fornece dados para otimizar os investimentos no meio

O segmento de mídia out of home aumenta cada vez mais sua participação nos investimentos publicitários. Comprovar a eficácia desse meio tem sido uma das principais metas de grandes empresas do setor. Com esse objetivo em comum, Clear Channel, JCDecaux e Otima se associaram para criar o Mapa OHH, projeto que irá oferecer métricas e ferramentas permitindo a agências e anunciantes planejar e avaliar campanhas de OOH com dados de alcance e frequência.

O Mapa OOH oferecerá informações sobre mobilidade urbana da Grande São Paulo e Grande Rio de Janeiro. A metodologia utilizada cruzará dados dos inventários das empresas exibidoras, como tipos, quantidades de faces e geolocalização com dados de deslocamentos de pessoas em seus diversos trajetos diários, levando em conta os diferentes meios de transporte.

O projeto segue as recomendações da European Society for Opinion and Marketing Research (ESOMAR), principal órgão internacional de desenvolvimento de estudos e pesquisas de mídia. Além disso, o Mapa OOH utilizará pesquisas de fornecedores nacionais e internacionais com larga experiência em seus campos de atuação, como Ipsos Connect Brasil, Ipsos UK, MGE Data e Luca D3.

De acordo com Sérgio Viriato, coordenador do Mapa OOH, o objetivo é alcançar um share de investimento próximo ao de países, como Japão, França e Inglaterra que já usam métricas semelhantes as implantadas no Brasil. “Para o fortalecimento do setor nada melhor do que a união de players que representam uma importante parcela dos investimentos em mídia OOH no Brasil. Temos certeza de que brevemente outras exibidoras irão se juntar ao projeto”, relata.

O lançamento do serviço está previsto para o início do segundo semestre, mas alguns dados iniciais já comprovam a força da mídia exterior.

A primeira prévia dos resultados de mobilidade foi extraída de dados levantados pela IPSOS Connect em 2016 numa amostra de cerca de 3 mil domicílios. Os resultados mostram que, em uma semana, os moradores da Grande São Paulo e do Grande Rio de Janeiro realizam quase 400 milhões de trajetos. Esses caminhos abrangem, entre origens e destinos, casas, trabalhos, escolas, compras, atividades de lazer, entre outros. “Considerando que em cada uma dessas viagens, esse público é exposto a várias mensagens publicitárias da mídia out of home nas ruas, prédios comerciais, shoppings e meios de transportes, o resultado mostra o enorme potencial de impactos das campanhas de OOH”, explica Viriato.

Relevância do OOH – Também de acordo com a pesquisa, a mídia OOH é a com a maior exposição entre a população economicamente ativa (PEA). Na Grande São Paulo, o setor é destaque com 88% de exposição, seguida de perto pela TV aberta (87%). Na sequência estão internet (79%), rádio AM e FM (68%), revista (49%), TV paga (48%), jornal (44%), e cinema (23%). Já na Grande Rio de Janeiro os dados são bem similares aos de São Paulo, com o OOH (86%) praticamente empatado com a TV aberta (87%). Os demais meios representam a seguinte exposição: internet 66%, rádio AM e FM 62%, TV paga 48%, jornal 47%, revista 35% e cinema 17%.

Em ambas as regiões, o out of home e a TV aberta são os meios de maior exposição em todas as classes sociais e faixa etária. Para as classes sociais A e B e público de 15 a 24 anos, destaca-se também a internet.

“Mais do que mostrar quantas pessoas passam em frente a peças de mídia exterior, iremos apresentar resultados da probabilidade real do contato que elas tiveram com cada uma das peças. Esses dados irão permitir o cálculo da audiência, alcance e frequência das campanhas. Estamos ansiosos para avançar nas próximas etapas do projeto e comprovar a força e a eficácia do segmento” conclui Viriato.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Vaga aberta para produção e mídia

Molotov busca alguém para atuar como Mídia e Produção

Tipo de profissional: Mídia / Produção

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Descrição: cursar a partir do 3° ano de Publicidade e Propaganda, ter experiência em agência de propaganda, ter conhecimento em produção gráfica, comunicação visual, desenvolvimento de plano de mídia, domínio do pacote Office (avançado em Excel e Powerpoint), além de habilidade para negociação com veículos de comunicação e fornecedores gráficos.

Desejável: conhecimento em compra e métricas de mídias digitais.

Disponibilidade: para participar de cursos, feiras, seminários e treinamentos da área.

Agência: Molotov Propaganda
Local:Taubaté-SP
Contato: Envie seu CV para fernando@molotovpropaganda.com.br

Coluna {De dentro pra fora}

O que aprendi com a crise

Vitor 2016

Em tempos de vacas magras, a verba de comunicação é uma das primeiras a ser cortada, certo? Errado. E, se é assim, a culpa é toda nossa. Reflita aí: como estamos acompanhando e entregando os resultados de ~comunicação~?

Mês passado, estava num dos principais congressos de Comunicação Interna do Brasil e achei muito curioso a abordagem que os temas foram ganhando. Meu Diretor de Estratégia fez um comentário que resume tudo: “discutimos muito menos sobre comunicação e muito mais sobre engajamento, transparência, reputação, gestão, liderança, temas fundamentais para a recuperação das organizações e das atribuições que envolvem os comunicadores” – José Luis Ovando/Supera Comunicação.
Esse é um dos primeiros pontos. Entender como a comunicação afeta outros temas dentro das organizações e, mais que isso, como ela pode colaborar para outros índices importantes.

E o segundo é como estamos mensurando tudo isso. Não estamos? Então, precisamos falar sobre isso. Nesse cenário instável, mensurar é ainda mais importante. (Aliás, sempre foi, né?).

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A Ligia Vannucci (Corporate Communications Manager da Braskem) também disse uma frase que parece simples, mas me deixou pensando por horas: “não existe área de comunicação sem números”. Sabe aquela história de que somos de humanas? Esquece. Precisamos encarar os números e trazê-los para a nossa realidade. Mais que isso, precisamos obter esses números, aprender a analisá-los e usá-los para decisões mais certeiras.

E, quando a gente fala em mensuração, ela vai desde indicadores básicos até os mais complexos. Se você ainda não faz nenhum, comece pelos básicos e vá aprimorando suas mensurações. Você pode começar analisando quais assuntos seus canais de comunicação interna mais abordam, quais assuntos têm mais audiência pelo seu público. Depois, analisar se esses assuntos são os temas mais relevantes para a sua empresa nesse momento. Lá na frente, você pode aprimorar essa análise e mensurar se os colaboradores realmente entenderam as mensagens. Mensurar é um pouco complexo, então chame uma agência que domina o assunto para ajudá-lo. O que não dá pra fazer mais é esperar. Se queremos mais verba, se buscamos reconhecimento, se acreditamos na comunicação como uma ferramenta de desenvolvimento das organizações, precisamos comprovar com dados.

Coluna “Discutindo a relação…”

“Sei que nada será como antes…”

Josué coluna correto

 

Todo mundo está cansado de saber que a comunicação digital e a mídia e o marketing digital causaram imensos impactos e mudanças no cenário da comunicação como um todo. Mudanças irreversíveis e desafiadoras.

Todos estão aprendendo a lidar (ainda) com esse cenário em que o antigo receptor passivo passou não só a interagir, mas também a produzir conteúdo e influenciar pessoas. Os “influenciadores” estão aí para provar o que eu digo e para ganhar uma grana preta das marcas(rsrs).

Uma contribuição enorme que vejo emergir deste crescimento rápido das mídias digitais é a mensuração. O uso de métricas cada vez mais sofisticadas e complexas – muitas delas gratuitas – têm fornecido dados em quantidade e qualidade nunca antes vistos na indústria da comunicação.

Zeff e Aronson, lá em 1997, já listavam o rastreamento como uma das principais características e vantagens da internet.Desde o início, quando o que predominava na internet eram os sites, já era possível “rastrear o modo como os usuários interagem com suas marcas e localizar o que é do interesse dos consumidores e prospects”.

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Para agências regionais sempre foi um martírio não poder contar com dados de pesquisa de público consumidor e de mídia. Detectar hábitos, costumes, tendências e comportamentos do público de sua marca/empresa/serviço/produto custava e custa caro para empresas regionais sem muita verba de investimento em marketing e comunicação. A restrição de verbas também afeta a compra de pesquisas de mídia.É quase como se mover na escuridão…

Com a presença dos anunciantes na internet (em suas diversas possibilidades), o rastreamento, a mensuração de seus contatos e interações com o público passou a ser um trunfo. De maneira gratuita e/ou com baixo investimento é possível, a partir da fanpage da marca no Facebook, por exemplo, começar a entender bem melhor o que o público pensa, sente, quer e como reage a temas propostos na comunicação.

Mesmo para os grandes anunciantes esse novo volume de dados tem sido decisivo. Eles ajudam a fomentar não só a estratégia de comunicação digital da empresa, mas também toda sua comunicação, on e off.

Esses novos e promissores dados ajudam a criação a produzir conteúdos de comunicação mais relevantes e pertinentes. Ajudam o planejamento a ajustar ainda mais as estratégias e escolhas, ajudam a mídia a tomar decisões mais acertadas em relação a espaços (mídias, veículos) mais valorizados pelos públicos da marca.

Com a chegada e estabelecimento da internet e de todo seu universo digital de informações, métricas e mensuração, definitivamente, nada será como antes.

IVC e AAM firmam parceria

IVC e AAM estabelecem aliança global para combate de fraude digital e promoção de informações seguras

Duas das principais auditorias independentes de mídia do mundo se unem para formar a Aliança Global para Confiança Digital

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A Alliance for Audited Media (AAM), dos Estados Unidos, e o Instituto Verificador de Comunicação (IVC) acabam de firmar parceria para criar a Aliança Global para Confiança Digital. O convênio entre duas das principais auditorias independentes de mídia do mundo será dedicado a ajudar o segmento a lidar com fraude em publicidade on-line, tráfego inválido, visibilidade de publicidade on-line e transparência de métricas e práticas de publicidade digital para ajudar os anunciantes, agências e empresas de mídia a negociar com maior confiança e segurança.

Os órgãos americano e brasileiro de auditoria são respeitados internacionalmente com profundo conhecimento nos meios de comunicação e publicidade digitais. Com esta nova parceria, estão se alinhando para padronizar técnicas e melhores práticas de auditoria digitais, desenvolver conjuntamente tecnologias e ferramentas de verificação e compartilhar recursos e conhecimentos globais personalizados para os mercados locais.

A natureza internacional da mídia digital – com seus lados positivos e negativos intrínsecos – é uma razão fundamental para a formação da aliança. Padrões e métricas podem variar ligeiramente de país para país, mas as questões de responsabilidade, transparência e fraudes avançam pelas fronteiras. AAM e IVC percebem muitas questões comuns em sua atuação e esta aliança é uma forma de unir forças para compartilhar soluções comuns para os editores, profissionais de marketing, agências de publicidade e plataformas tecnológicas de publicidade.

O primeiro produto desenvolvido no âmbito da parceria é chamado de Site Certifier, que fornece, em tempo real, verificação independente das métricas mensais de audiência digital dos editores conforme medido por ferramentas de web analytics como Google Analytics ou Adobe Analytics. O produto, inicialmente desenvolvido pelo IVC no Brasil, verifica independentemente medidas importantes de navegação na web, seja em computadores, smartphones ou tablets, ajudando os editores a fornecer aos anunciantes medições de mídia multiplataforma, constatadas de forma destacada por auditores digitais confiáveis. Os dados são consolidados nos respectivos bancos de dados do IVC e da AAM para ajudar anunciantes e agências no planejamento de seus investimentos em mídia digital. O serviço está atualmente disponível pelo IVC no Brasil e a AAM espera lançá-lo no primeiro trimestre de 2016 nos EUA e no Canadá.

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Os parceiros também estão desenvolvendo soluções técnicas adicionais para lidar com algumas das questões atualmente mais polêmicas da publicidade digital. Um novo serviço planejado para 2016 ajudará a publicidade a monitorar campanhas digitais em tempo real prevenindo fraudes, tráfego inválido de robôs, impressões visíveis (viewability) e segmentação de campanhas. Outro produto futuro lidará com o bloqueio de publicidade, permitindo que os editores possam contabilizar acessos ao seu site feitos com software de bloqueio de publicidade instalado.

Com isso poderão entender melhor este impacto no seu negócio e tomar decisões balizadas em relação ao conteúdo e a estratégia de publicidade.

Por meio da parceria, ambos os órgãos continuarão a promover e apoiar padrões desenvolvidos pelos Media Rating Counsel (MRC), Interactive Advertising Bureau (IAB), Mobile Marketing Association (MMA) e Trustworthy Accountability Group (TAG). Esses padrões consensuais da publicidade cobrem uma série de recomendações para a medição publicidade, programas antifraude e antipirataria e transparência em torno das práticas de publicidade digital, incluindo compra de mídia programática.

A Aliança Global para Confiança Digital será aberta seletivamente para outras organizações internacionais de auditoria que compartilhem missão e objetivos comuns e desejem colaborar com AAM e IVC na garantia de melhores práticas, padrões e técnicas digitais.

A informação auditada da AAM e do IVC é amplamente demandada pela indústria da publicidade como uma fonte independente e confiável para o planejamento e investimento em canais de mídia premium. Como exemplo, as informações AAM estão inseridas em um sofisticado banco de dados on-line, o Media Inteligence Center, que é amplamente utilizado por anunciantes, agências de publicidade e editores norte-americanos. Esta informação auditada também é difundida pelos principais fornecedores da indústria, como Gfk MRI e Kantar Media SRDS, distribuído diretamente para muitas agências de publicidade importantes e para os anunciantes. Ao todo, os dados da AAM são consultados ou visualizados mais de cinco milhões de vezes por ano.

A informação do IVC está disponível por intermédio de um banco de dados on-line que inclui ferramentas personalizadas, como o MediaPlanner, TotalView e TotalReaders, com gráficos personalizáveis e visualizações de dayparts e geolocalização. Esta informação auditada é utilizada pelos editores auditados e por mais de 270 agências filiadas ao IVC.

Sobre a AAM – A Alliance for Audited Media (AAM) é uma organização representante da indústria sem fins lucrativos fundada pela Associação Nacional dos Anunciantes para garantir a transparência e a confiança da mídia. A AAM fornece serviços de verificação independente e de informação para milhares dos principais editores, anunciantes, agências de publicidade e plataformas tecnológicas de publicidade para facilitar o planejamento, compra, venda e entrega de mídia tradicional e digital. A organização também é uma das fornecedoras mais experientes da indústria de auditoria de certificação de tecnologia em relação às normas estabelecidas pelo Media Rating Council, Trustworthy Accountability Group, Interactive Advertising Bureau e Mobile Marketing Association. Visite o site da AAM para saber mais (http://auditedmedia.com/).

Sobre o IVC – O IVC é uma entidade nacional sem fins lucrativos responsável pela auditoria multiplataforma de mídia. Seu objetivo é fornecer ao mercado dados isentos e detalhados sobre comunicação, incluindo tráfego web, tanto de desktops quanto de smartphones, tablets e aplicativos, bem como circulação e eventos. Para isso, conta com plataforma única que interliga números de diversas audiências às agências mais importantes de todo o País. A entidade é composta por representantes de anunciantes, agências de propaganda e editores. IVC Brasil – A verdade allmedias. Para mais informações sobre o IVC Brasil acesse: www.ivcbrasil.org.br.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone