Como distribuir a verba entre canais on e offline sem cair no achismo

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

Definir a verba de propaganda já é um desafio. Mas decidir como distribuí-la entre canais on e offline é onde a estratégia realmente começa. Não existe fórmula mágica — existe contexto. Como defendem Philip Kotler e Hermawan Kartajaya em Marketing 4.0, o consumidor transita entre o mundo digital e o físico o tempo todo. Logo, a marca precisa pensar de forma integrada, e não escolher “um lado”.

O primeiro critério para distribuir a verba é o objetivo da campanha. Se a meta é performance imediata (leads, vendas, cadastros), os canais digitais costumam oferecer melhor rastreabilidade e otimização em tempo real — algo amplamente discutido por autores como Ryan Deiss, no universo do marketing digital. Já se o objetivo é alcance massivo e construção de marca, meios offline como TV, rádio e mídia exterior continuam extremamente relevantes, como mostram relatórios do mercado publicitário brasileiro divulgados pelo CENP-Meios.

Outro ponto essencial é o estágio da marca. Startups ou negócios locais, com orçamento mais enxuto, tendem a concentrar esforços no digital pela segmentação e pelo controle de investimento. Marcas consolidadas, por outro lado, costumam operar em lógica omnichannel, combinando presença digital com mídia tradicional para ampliar lembrança e autoridade. Byron Sharp, em How Brands Grow, defende que crescimento de marca depende de alcance amplo — e isso muitas vezes exige canais de massa.

Também é fundamental considerar o comportamento do público-alvo. Jovens entre 17 e 25 anos passam horas no ambiente digital, especialmente em redes sociais e plataformas de vídeo. Porém, isso não significa que o offline morreu. Eventos, ativações, mídia em pontos estratégicos e experiências físicas continuam gerando impacto e memória. Segundo dados recorrentes do DataReportal (Digital Global Overview Report), o tempo médio diário online é alto — mas ainda coexistindo com consumo de mídia tradicional.

Na prática, muitos planejadores utilizam uma lógica híbrida: uma base de investimento em canais digitais para gerar dados e conversão, combinada com ações offline para fortalecer marca e ampliar alcance. O segredo não está em dividir 50/50, mas em alinhar verba com estratégia. Como ensina o próprio Kotler, orçamento deve seguir objetivo — não tendência.

Para quem está começando na publicidade, fica a lição: distribuir verba não é escolher o canal “mais moderno”. É entender o papel de cada meio dentro da jornada do consumidor. Quando on e offline trabalham juntos, a marca deixa de apenas aparecer — e passa a construir presença.

Shopping Jardim Oriente realiza ações e roda de Bate Papo sobre o Fevereiro Roxo

Mês de conscientização sobre doenças crônicas: Fibromialgia, Lúpus e Doença de Alzheimer. O Bate Papo será com a médica especialista Dra. Laura Beatriz Vieira Fernandes e mediação da jornalista Michelle Sampaio

O Shopping Jardim Oriente, em São José dos Campos, juntamente com o Hospital Pio XII e Faculdade de Medicina Anhembi Morumbi realizarão ações com o objetivo de orientar o público geral sobre a importância de reconhecer sinais, procurar avaliação médica e entender que, mesmo quando não existe cura, há alternativas para o cuidado.

PIO XII: Roda de Conversa com Mediação de Michelle Sampaio

A Roda de Conversa sobre Fibromialgia e Lúpus será no dia 26 de fevereiro, às 19h, na Praça de Alimentação, com Laura Beatriz Vieira Fernandes, da clínica médica do Hospital PIO XII, ela é, especialista em Reumatologia e Doenças Autoimunes É formada e foi residente pela FAMEMA, fez residência em Reumatologia pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE), é Membro da Diretoria do GARE (Grupo de Amigos da Reumatologia) e Coordenadora do Núcleo de Doenças Autoimunes do COE- Oncologia e Doenças Autoimunes

A Programação será realizada em etapas, confira:

Exposição Fotográfica Hospital Pio XII
De 19 de fevereiro a 22 de março, durante o funcionamento do Shopping, em frente ao Cinépolis. A exposição reunirá a história da instituição.

Ação de Conscientização – Parceria Anhembi Morumbi

No dia 23 de fevereiro, das 13h às 17h, os estudantes orientados por supervisores irão realizar gratuitamente: orientações educativas e informações sobre fibromialgia, lúpus e Alzheimer. Como realizar o autocuidado e a importância da atividade física como prevenção (alongamentos, mobilidade e respiração)

Bate Papo

No dia 26 de fevereiro, às 19h com a médica especialista Laura Beatriz Vieira Fernandez. No palco da Praça de Alimentação, com a mediação da Jornalista Michelle Sampaio. O público poderá fazer perguntas presencialmente, com direito a receber brindes ou pelo Instagram do Shopping, ao vivo.

Fonte: Solução Textual Assessoria – Renata Vanzeli

Tem operação nova no Vale do Paraíba

Do caos ao negócio próprio

A publicitária Giovanna Monti, com passagens por Locomotiva Marketing, Código BR Marketing e Gmídia Marketing, acaba de anunciar que está empreendendo.

Em um vídeo que fez circular nas redes sociais a profissional atrela as ideias que ouviu de André Kassu (Crispin – SP) em sua palestra no último Fest’up Vale (Abrace o caos) com sua iniciativa de começar o próprio negócio.

De sua necessidade de trabalhar a partir de seus valores, sentimentos e percepção de mercado surge a Montistudio.

O texto de lançamento da agência no Instagram afirma:

Nós somos um estúdio que une pensamento estratégico à produção de conteúdo.

Para nós, uma marca forte nasce da montagem certa: o que você diz (estratégia) unido ao que as pessoas veem (vídeos e fotos). É assim que transformamos seu produto ou serviço em um conteúdo que realmente constrói valor para o seu negócio.

Aqui, estratégia e criatividade são melhores amigas quando o assunto é entregar resultados de sucesso.

Confira o vídeo no qual ela explica a decisão de criar a nova empresa aqui.

O Publicitando deseja todo sucesso à nova empreitada!

Fim do “achismo criativo”: AdTech brasileira lança plataforma que explica, com dados, por que um anúncio vende

Unite transforma inteligência criativa usada por grandes anunciantes em SaaS e promete até triplicar o ROI ao eliminar testes cegos em mídia digital

Em um cenário em que os algoritmos das grandes plataformas digitais tornaram a compra de mídia cada vez mais automatizada e previsível, uma nova dor passou a dominar a agenda dos diretores de marketing: entender por que um anúncio funciona – ou deixa de funcionar. Apostando na inteligência criativa como principal diferencial competitivo da nova era da publicidade digital, a AdTech brasileira Unite anuncia o lançamento da Unite Optimize, plataforma SaaS que traduz dados de performance em direcionamento claro para criação.

A proposta é simples e impacta um dos maiores gargalos do marketing atual: o distanciamento entre os times de mídia e criação. Hoje, marcas sabem qual anúncio performou melhor, mas raramente conseguem explicar os motivos por trás desse resultado. A consequência é um processo baseado em tentativas, desperdício de verba e dificuldade para replicar o sucesso.

“O jogo mudou. As otimizações técnicas que antes funcionavam deixaram de mover o ponteiro. O único caminho real para aumentar o ROI hoje é a otimização criativa. A ideia certa, no criativo certo”, afirma Weverton Guedes, fundador da Unite. “O problema é que a maioria das marcas opera no escuro. Elas sabem o que vendeu, mas não sabem por quê.”

A ponte entre dados e criatividade

A Unite Optimize atua exatamente nesse vácuo. Enquanto plataformas como Meta, Google e TikTok entregam métricas de resultado, e as agências oferecem repertório criativo e intuição, a Unite conecta os dois mundos. A plataforma utiliza visão computacional e inteligência artificial para “assistir” a vídeos e imagens de anúncios, identificar padrões visuais e narrativos e cruzar esses elementos com dados reais de venda.

Na prática, isso permite responder perguntas que hoje ficam sem resposta no mercado, como: foi o gancho inicial, a trilha sonora, a expressão do ator, a forma de mostrar o produto ou a cor do botão que fez aquele anúncio converter mais?

“Nenhuma plataforma de mídia diz que seus vídeos convertem mais quando um benefício específico aparece nos primeiros três segundos, ou quando a narrativa é construída de um determinado jeito. Nós fazemos a engenharia reversa do sucesso criativo que o gerenciador de anúncios não mostra”, explica Guedes.

Do teste cego à decisão orientada por receita

Segundo o executivo, o principal erro das marcas hoje é tratar a produção de criativos como uma loteria: produzir múltiplos anúncios, colocá-los no ar e torcer para que um funcione. Quando funciona, o motivo raramente é compreendido, o que impede a escala.

Um caso recente em uma operação de varejo digital ilustra o ponto. A marca tinha um vídeo com alta taxa de parada de scroll, retenção e cliques, mas conversão baixa. A análise do Unite Optimize revelou uma desconexão entre o gancho inicial e a oferta apresentada no final do vídeo. Com um ajuste pontual na narrativa dos segundos finais, alinhando expectativa e proposta, o criativo deixou de atrair curiosos e passou a converter compradores.

“Transformamos um anúncio que seria descartado em top performer sem refazer tudo. Apenas entendendo, com dados, o que precisava mudar”, afirma Guedes.

Impacto comprovado e acesso democratizado

Durante sua fase de uso em operações de grande porte no modelo enterprise, a tecnologia foi aplicada em um grande player do setor de bens de consumo com canal direct-to-consumer, ao longo de um ano e meio de operação, resultando em ganhos de eficiência que chegaram a até três vezes de melhoria no retorno sobre investimento.

Agora, com o lançamento do modelo SaaS, a Unite busca democratizar esse tipo de inteligência. A plataforma passa a estar disponível para marcas e agências com investimento mensal em mídia digital a partir de R$ 50 mil, com planos acessíveis e foco em reduzir desperdício desde os primeiros dias de campanha.

IA como copiloto, não substituta

Apesar de ser baseada em inteligência artificial, a Unite se posiciona alinhada ao movimento crescente do mercado de que não existe IA sem inteligência humana. O conceito central da plataforma é o de “copiloto de performance criativa”.

“A nossa IA faz o trabalho pesado de analisar milhares de variações de criativos e dados de performance. O humano entra com o que a máquina não tem: empatia, leitura cultural e construção de narrativa”, diz Guedes. “A criatividade deixa de ser um chute e passa a ser uma intuição informada.”

Para o fundador, o futuro da publicidade não será menos criativo, mas mais consciente. “Acaba a era do ‘eu acho que assim fica melhor’. Começa a era do ‘os dados mostram que isso converte mais, então vamos criar a melhor história possível a partir disso’.”, finaliza Weverton.

Sobre a Unite: A Unite é uma AdTech especializada em Inteligência Criativa. Nascida desenvolvendo soluções de IA customizadas para resolver desafios complexos de marketing para o mercado Enterprise, a empresa pivotou para o modelo SaaS com a Unite Optimize, ajudando marcas e agências a escalar resultados através da decodificação de dados criativos.