Vaga para Social Media

Polipet busca profissional para atuar como Social Media

Descrição da Empresa

A Polipet foi fundada há mais de 40 anos, inicialmente com o Hospital Veterinário Ipiranga, e posteriormente expandiu com a loja Polipet, uma varejista de produtos para pets. Eleita pelos consumidores o “Melhor Pet Shop Online” em 2022 e 2023, a empresa oferece uma experiência única para pets e tutores, com produtos e serviços da mais alta qualidade.

A empresa acredita que os pets são membros da família, e trabalha com dedicação para garantir seu bem-estar. O compromisso é inovar, investir em tecnologia e parcerias, e proporcionar sempre a melhor experiência.

Descrição do Cargo

A Polipet esta à procura de um profissional de Mídias Sociais para integrar sua equipe em São José dos Campos, SP. Este cargo de tempo integral envolve a criação e gerenciamento de conteúdos para nossas plataformas sociais, visando uma comunicação eficaz com nosso público.

As responsabilidades diárias incluem:

  • Criação de posts
  • Gravação de conteúdos em vídeo
  • Disponibilidade para ir à eventos e fazer cobertura e transmissão nas redes oficiais da Polipet
  • Atendimento ao cliente nas redes sociais
  • Edição de fotos e vídeos
  • Monitoramento e análise de desempenho das postagens e interação com os seguidores para aumentar o engajamento e a visibilidade da marca.
  • Apoio para equipe de marketing em atividades diversas

Este cargo requer presença no local.

Qualificações

  • Marketing e Mídias Sociais: Experiência em marketing de mídias sociais, com habilidades em criação de conteúdo para plataformas sociais e estratégia de marketing digital.
  • Comunicação: Habilidade para comunicar-se de forma clara e eficaz, tanto verbalmente quanto por escrito, garantindo interação produtiva com a audiência.
  • Edição de foto e vídeo

Além dessas habilidades, será considerado um diferencial ter experiência com ferramentas de análise de dados, conhecimento em SEO e formação em áreas afins como Marketing ou Comunicação.

Se identificou com a vaga?
Envie seu currículo para o e-mail luiz.delboux@polipet.com.br

Pesquisa do Figma revela que quase metade dos designers no Brasil já participa da definição de produto

Nova pesquisa do Figma traça um retrato do design no país e aponta caminhos para fortalecer a colaboração entre times e o uso de IA no processo criativo

Interessado em entender os desafios e oportunidades do design no Brasil, o Figma — uma plataforma de design e desenvolvimento para pessoas que constroem aplicativos, sites e outros produtos digitais em conjunto — conduziu uma pesquisa com profissionais da área e uma das descobertas diz respeito ao papel cada vez mais estratégico que o design vem ocupando nas empresas. Quase metade dos respondentes (47%) afirmou participar diretamente da definição de produto, estratégia e visão de negócio, enquanto 26% disseram ser consultados em algumas decisões, ainda que o design costume entrar no processo após o escopo já estar definido.

A relevância da área é reforçada ainda pela percepção da liderança e das demais equipes. Segundo 91% dos participantes, as pessoas reconhecem de alguma forma o valor que o design agrega aos resultados da empresa — um dado que consolida a importância desses profissionais para além da execução visual. “O design se tornou um diferencial estratégico — seja nas startups brasileiras criando experiências digitais inovadoras ou em grandes empresas que estão escalando seus sistemas de design para atender a uma demanda crescente”, explica Yuhki Yamashita, Chief Product Officer do Figma.

Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (02/07) durante um evento em São Paulo, que reuniu membros da comunidade local, lideranças do ecossistema digital, e clientes, como Nubank, Ifood, Mercado Livre e Itaú. O encontro marcou um passo estratégico na consolidação do Figma na América Latina, com o anúncio da chegada da versão em espanhol focado nos países da região, após o lançamento recente da versão em português do Brasil.

A pesquisa, realizada em parceria com a MindMiners, ouviu 300 profissionais brasileiros em cargos de liderança nas áreas de design, engenharia e produto. O objetivo foi entender como a inteligência artificial vem sendo integrada às empresas locais e mapear os desalinhamentos e contradições que ainda marcam sua aplicação na prática.

As ferramentas por trás do resultado

Em maio, a plataforma anunciou a localização completa de seu produto para o português do Brasil. “A América Latina é um polo vibrante de criatividade e talento em design”, afirma Débora Mioranzza, Head para a América Latina no Figma. “Estamos nos aproximando ainda mais da nossa comunidade e oferecendo um produto totalmente localizado, para que empresas de toda a região possam criar as melhores experiências digitais para seus públicos.”

A nova versão inclui a tradução integral da interface, adaptações culturais e suporte dedicado em português, o que deve facilitar a adoção por novos usuários e reduzir barreiras no uso cotidiano. Isso porque a pesquisa também mostrou que 31% concordam que o uso do inglês limita a adoção de uma ferramenta de design ou exige esforço adicional da equipe.

A relação do design com IA

Apesar dessa inovação já estar presente em quase 90% das empresas, quando a pesquisa investigou o nível de maturidade no design, os resultados se mostraram bem variados. Hoje, só 16% indicam já ter integração ampla e consistente da inteligência artificial nos seus fluxos e 13% sinalizam um uso estruturado em partes do processo de design.

Do outro lado, 32% dos respondentes dizem que a IA ainda está em fase exploratória no seu trabalho, com testes pontuais; enquanto 27% têm algumas aplicações em uso, mas sem processos estruturados. Ou seja, embora essa tecnologia já faça parte do cenário, ainda há um longo caminho até sua adoção plena e madura no design brasileiro.

Parte disso pode ser explicado pelo fato de que o equilíbrio entre suporte organizacional e capacitação da equipe ainda não é pleno em muitas empresas. De acordo com o levantamento, 55% dos respondentes indicam que suas empresas oferecem suporte e recursos adequados, e contam com equipes capacitadas para aplicar IA no dia a dia do design. Esse grupo reúne as duas condições necessárias para uma aplicação consistente da tecnologia.

No entanto, 45% dos respondentes ainda relatam algum grau de desalinhamento entre estrutura organizacional e preparo das equipes:

  • 25% afirmam que a empresa já disponibiliza suporte e recursos, mas a equipe ainda não está plenamente capacitada.
  • 11% indicam o cenário inverso: a equipe já possui conhecimento e competências, mas a organização ainda carece de suporte e infraestrutura suficientes.
  • 4% apresentam carências simultâneas — tanto em capacitação quanto em suporte organizacional.
  • 5% dizem que o tema ainda não foi discutido internamente ou que não sabem responder a questão.

Quando essas duas condições forem alcançadas, entretanto, é esperado que isso resolva outro desafio identificado pela pesquisa: o melhor uso do tempo.

Aliás, durante o Config 2025, o Figma anunciou uma nova geração de produtos com foco em inteligência artificial justamente para enfrentar esse desafio. O Figma Make, por exemplo, permite criar protótipos a partir de descrições em linguagem natural, enquanto o Figma Sites elimina etapas técnicas ao permitir que uma só pessoa crie e publique um site completo sem sair da plataforma.

Recurso desperdiçado

Segundo 64% dos respondentes, grande ou significativa parte da rotina de trabalho ainda é consumida por tarefas repetitivas e só 9% indicam que a maior parte do tempo está dedicada a atividades criativas ou analíticas.

Esse descompasso é ainda mais curioso quando confrontado com a percepção positiva declarada em relação à IA: 83% dos designers dizem que a IA aumenta significativamente a eficiência do seu trabalho. Além disso, 82% concordam que essa inovação permite dedicar mais tempo ao aperfeiçoamento de sua especialidade profissional.

Isso significa que, mesmo com um alto reconhecimento do potencial da tecnologia para aumentar a eficiência e liberar tempo para atividades de maior valor, o cotidiano de design parece amplamente capturado por demandas operacionais repetitivas. A saída? Avançar na consolidação da IA como parte estruturante do processo de design — com ferramentas integradas, treinamento contínuo e apoio organizacional claro.

As novidades apresentadas pela plataforma também respondem a esse gargalo de produtividade. O Figma Buzz, por exemplo, foi desenvolvido para equipes de marketing que precisam produzir peças em escala, com consistência visual e menor carga operacional. Já o Grid automatiza a geração de código CSS e facilita o handoff entre design e desenvolvimento.

Fonte: Figma – Gabriela Cardoso

Dança das cadeiras

Julho acabou de começar e já esquenta as turbinas

Veja um pouco da movimentação dos profissionais da nossa região no mercado de comunicação, propaganda e marketing.

O estudante João Gabriel Mendes de Morais começa a atuar como Estagiário de jornalismo na Rede Vanguarda.

A publicitária Millena Mariotto é do Vale do Paraíba e passa a trabalhar como Redatora publicitária na Agência CZ de Campinas.

Formada em Design Gráfico pela Unitau, Raíssa Andrade está começando em um novo cargo de Designer gráfico na ResultPubli, de Maringa (Paraná).

Autenticidade vs. Artificialidade no branding: o desafio das marcas na era da IA

Imagem gerada pela IA do Canva

Por Amanda Paribello Mantovani*

Você sente que está falando com marcas ou com máquinas? Em 2025, essa dúvida tornou-se rotina para consumidores cada vez mais atentos — e impacientes. No universo saturado por mensagens automatizadas, a autenticidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma questão de sobrevivência para as marcas.

A popularização da inteligência artificial no marketing trouxe ganhos evidentes: eficiência operacional, personalização em escala e agilidade na produção de conteúdo. Segundo dados da Salesforce, 68% dos líderes de marketing globais já utilizam IA generativa em suas campanhas. No entanto, apenas pouco mais da metade acredita que está usando essa tecnologia de forma realmente criativa e autêntica. O resultado disso é um aumento de campanhas genéricas, diálogos frios e experiências impessoais, que acabam distanciando as marcas de seus públicos.

O público, cada vez mais consciente e crítico, reconhece rapidamente discursos vazios ou desalinhados com a prática. De acordo com o Edelman Trust Barometer 2024, 71% dos consumidores abandonam marcas que soam artificiais ou descoladas da realidade. A confiança, hoje, não nasce de promessas, mas da coerência entre o que a marca diz e o que ela realmente entrega. E não há algoritmo capaz de sustentar essa consistência sem propósito.

É nesse cenário que ganha força o conceito de branding híbrido, no qual a tecnologia é usada como aliada — e não como substituta — do toque humano. A IA pode ser poderosa para gerar insights, antecipar comportamentos e personalizar jornadas, mas o conteúdo precisa continuar sendo construído com emoção, empatia e senso de comunidade. A tecnologia deve liberar tempo das equipes para que elas pensem estrategicamente e criem com mais profundidade, e não apenas acelerar a produção de mensagens automáticas.

Para manter a autenticidade em tempos digitais, algumas práticas têm se mostrado eficazes. A primeira delas é a transparência: consumidores querem saber quando estão interagindo com uma máquina e quando existe envolvimento humano real. A clareza nesse processo aumenta a confiança e fortalece o vínculo com a marca. Outra prática essencial é manter consistência no tom de voz. A identidade precisa ser preservada em todos os pontos de contato, mesmo com o uso de ferramentas automatizadas. Além disso, é cada vez mais relevante incluir o consumidor como parte ativa da narrativa, escutando suas opiniões e cocriando experiências em tempo real.

O mercado também começa a priorizar parcerias com influenciadores autênticos e comunidades reais. Em vez de apostar apenas em grandes celebridades, marcas têm investido em microinfluenciadores que possuem forte identificação com nichos específicos. A lógica é simples: confiança e relevância pesam mais do que alcance bruto. A personalização, nesse novo cenário, só faz sentido quando está a serviço de experiências que gerem pertencimento e conexão genuína.

A era da inteligência artificial não representa o fim da autenticidade — ao contrário, ela a coloca à prova. Marcas que conseguirem equilibrar eficiência tecnológica com humanidade verdadeira vão liderar o movimento de reconexão com as pessoas. Porque, no fim das contas, o público não quer perfeição. Quer verdade.

*Amanda Paribello Mantovani é especialista em marketing e eventos, atua no desenvolvimento de estratégias criativas para fortalecer marcas, engajar públicos e potencializar resultados. Com sólida experiência em planejamento, organização e execução de eventos corporativos e campanhas de comunicação, alia visão analítica à paixão por inovação e relacionamento, entregando experiências memoráveis e impacto real para empresas e clientes.