Shoppings em ação

Oficina gratuita no Shopping Pátio Pinda ensina como se sair bem em entrevistas de emprego em inglês

A atividade incentiva o desenvolvimento pessoal e profissional, com dicas para processos seletivos bilíngues ou internacionais

No próximo sábado (23), o Shopping Pátio Pinda, que faz parte do portfólio de administração e investimentos do Grupo AD, recebe a Oficina Job Interview, realizada em parceria com a KNN Idiomas. A atividade é gratuita e acontece das 14h às 16h, no Espaço Kids, próximo à loja DoRéMi.

Dog Fashion Day acontece neste domingo (24) no Taubaté Shopping com programação especial para tutores e pets

Evento contará com desfile de animais, feira de adoção e caminhada solidária, em uma megaestrutura preparada para receber o público

O Taubaté Shopping, administrado pelo Grupo AD, recebe neste domingo (24), a partir das 9h, a nova edição do Dog Fashion Day 2025, um dos maiores eventos da região dedicados a tutores e pets. Após o sucesso da estreia no centro de compras, a ação retorna, ocupando o estacionamento com uma programação especial voltada ao bem-estar, lazer e solidariedade pela causa animal.

A programação contará com desfile de cães, concurso de beleza, feira de adoção, brindes e exposição de produtos e serviços voltados ao bem-estar animal. Entre os destaques está a Caminhada Solidária, com inscrição gratuita disponível pelo link https://www.sympla.com.br/evento/dog-fashion-day-taubate/3055476.

Cultura e diversão: Taubaté Shopping comemora o Dia do Folclore com espetáculos infantis gratuitos

Programação especial reúne entretenimento e aprendizado em homenagem às lendas e símbolos do folclore

Em comemoração ao Dia do Folclore, celebrado em 22 de agosto, o Taubaté Shopping, administrado pelo Grupo AD, preparou uma programação especial com duas apresentações teatrais infantis gratuitas que valorizam os personagens e tradições da cultura popular brasileira.

A primeira acontece nesta sexta-feira (22), às 19h, na Praça de Alimentação, com a peça “Acho que vi o Curupira”, que promete encantar o público ao contar de forma lúdica e divertida a história desse importante guardião das florestas.

Já no domingo (31), às 16h, o tradicional projeto “Domingo Encantado” também será dedicado ao tema, trazendo o espetáculo “O Mistério de Iara”, reforçando a importância de preservar e transmitir às novas gerações as lendas, músicas e tradições que fazem parte da identidade cultural do país.

“O Dia do Folclore é uma oportunidade de aproximar as famílias das nossas raízes e mostrar às crianças, de forma leve e divertida, a riqueza cultural do Brasil”, destaca Lilian Giacomini, Coordenadora de Marketing do Taubaté Shopping.

2ª Copa São José de Bocha Paralímpica será no Shopping Jardim Oriente, com atletas medalhistas da Rio 2016 e Paris 2024

Nos dias 30 e 31 de agosto, São José dos Campos sediará a 2ª Copa São José de Bocha Paralímpica, uma competição que promete reunir grandes nomes da modalidade e fortalecer ainda mais o esporte na região. O evento será realizado no Shopping Jardim Oriente, administrado pelo Grupo AD Shopping, com entrada gratuita ao público.

Focada nas classes BC3 e BC4, a Copa contará com a participação de atletas locais, entre eles os medalhistas paralímpicos de ouro, como: Antônio Leme e Evani Calado, destaques nos Jogos do Rio 2016 e convidados especiais. O evento também receberá atletas que representaram o Brasil nas Paralimpíadas de Paris 2024, além de multimedalhistas da cidade, reforçando a força do paradesporto joseense.

Visão de marca, visão de mundo e de negócios

Foto: Altair Emboava de Araujo e Arison Sonagere – Divulgação

Por Josué Brazil

Na noite de ontem, 21 de agosto (quinta-feira), às 19h, tivemos o #RitualDoHITT “Visão de marca: Branding e comunicação estratégica para negócios” com Arison Nakazato Sonagere, publicitário e arquiteto, com MBA em Gestão Empresarial Avançada (FAAP), e mais de 30 anos de atuação na criação e liderança de projetos estratégicos.

Fundador da Atributo Branding e diretor da APP Vale (Associação de Profissionais de Propaganda do Vale do Paraíba), desenvolveu e reposicionou marcas como Jacareí Shopping, Oscar Calçados e WK Diagnose. Recebeu prêmios como o Profissionais do Ano da Rede Globo e atua como docente desde 2010 em cursos de Publicidade, Arquitetura, Design e Mídias Sociais. Desde 2025, é professor concursado na UNITAU e também na Anhanguera.

Arison apresentou uma base teórica mesclada a apresentação de três cases de sua autoria. E insistiu na necessidade de entender a marca, os valores que ela quer e deve transmitir e a busca por posicionamento e diferenciação.

Essa edição do #RitualDoHITT  foi uma ação realizada em parceria com a APP Vale do Paraíba (Associação de Profissionais de Propaganda). E contou com a presença de outros dois diretores na platéia: esse que vos escreve e Lara Soares.

Arison Sonagere, Josué Brazil e Lara Soares. Foto: Ana Victória de Cássia M. Nery

O evento contou com uma boa presença de público. Na sequencia da fala do Arison ainda tivemos a apresentação do case de reposicionamento de marca da MoviXpress, startup residente no HITT.  Ao final, nos debates, a platéia participou bastante e engrandeceu ainda mais o encontro.

Foto: Ana Victória de Cássia M. Nery

Ao final, fica o recado de que investir desde sempre e para sempre em sua marca é fundamental para aumentar as possibilidades de sucesso continuado e perene no seu segmento de atuação.

Branding e propósito: a conexão inadiável na era da autenticidade

Imagem gerada pela IA do Canva

*Por Ricardo Fadul

O mercado publicitário e de comunicação vive uma transformação sem precedentes. Se antes o foco estava em comunicar atributos de produtos e serviços, hoje a conversa mudou. Consumidores, cada vez mais informados e exigentes, buscam empresas que não apenas vendam, mas que representem algo maior. Eles querem organizações com um propósito claro, refletido em todas as suas ações.

Essa demanda crescente por autenticidade e responsabilidade social está redefinindo o papel do propósito no branding. Negligenciar essa conexão genuína entre valores e ações pode levar à perda de credibilidade e relevância.

Mais do que bens ou serviços, as marcas contemporâneas oferecem sonhos, valores e impacto positivo. O propósito é o alicerce dessa construção, definindo identidade, tom de voz e posicionamento no mercado. Em um mundo saturado de informações, o que diferencia uma organização é sua capacidade de gerar sentido.

Quando autêntico, o propósito cria uma conexão emocional profunda com o consumidor, transformando-o de mero comprador em defensor fiel. Exemplos como o cheiro característico da marca ou uma assinatura sonora, tornam a marca memorável e mostram como o marketing sensorial personaliza a experiência. Além disso, o marketing de causa – que abraça questões sociais e ambientais, como a não testagem de produtos em animais, por exemplo – tem se destacado como diferencial competitivo, atraindo consumidores que buscam alinhamento de valores. Por fim, há também a possibilidade de ações como a criação de uma rádio interna, como ferramenta de endomarketing.

Nesse contexto, a transparência tornou-se essencial. Vivemos em um cenário no qual a reputação de uma empresa pode ser construída ou destruída em segundos. Promessas precisam ser cumpridas, sob pena de perder ativos valiosos como confiança e credibilidade.

A comunicação eficaz do propósito vai além das campanhas externas. Ela deve refletir a cultura organizacional, começando de dentro para fora. Quando todos na empresa – do estagiário ao CEO – vivem os valores propostos, eles se tornam genuínos e evitam o ceticismo do público. Organizações que alinham suas práticas a iniciativas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) demonstram compromisso com o coletivo, ampliando a transparência e conectando seus objetivos a causas reais e mensuráveis.

Além disso, o propósito não se limita ao consumidor externo. Ele é o motor que constrói uma cultura organizacional forte, gerando pertencimento genuíno entre os colaboradores. Profissionais, especialmente das novas gerações, buscam mais do que um salário. Eles querem fazer parte de algo maior, sentir que seu trabalho tem significado e impacta positivamente a sociedade.

Para alcançar esse engajamento, é fundamental reforçar diariamente a missão, os valores e a essência da empresa por meio de uma comunicação interna consistente e viva. Ferramentas como rádios e TV corporativas, podcasts e redes sociais internas são cruciais para manter os valores ativos. Além disso, criar um ambiente que promova pertencimento e reconhecimento é indispensável para atrair e reter talentos que compartilhem os mesmos ideais.

Para permanecer relevante, os valores de uma organização precisam ser dinâmicos e capazes de se adaptar às mudanças sociais e ambientais, sem perder sua essência. A longevidade de uma empresa depende de sua capacidade de cultivar esses princípios diariamente, envolvendo todos os níveis da organização. Estar antenado ao contexto, mapeando tendências e comportamentos do consumidor, é indispensável.

O conceito de lifelonglearning é uma prática essencial para que o propósito evolua sem perder sua essência. O grande desafio é equilibrar adaptabilidade com consistência. Ser coerente não significa ser rígido, mas ter clareza de valores e flexibilidade nas formas de expressão. Quem não se reinventa perde relevância; quem se reinventa sem raízes perde identidade.

Imagem gerada pela IA do Canva

Em um cenário de excesso de informação e consumidores protagonistas, propósito e branding tornaram-se sinônimos de relevância. Empresas que compreendem essa interconexão não apenas conquistam clientes fiéis, mas constroem comunidades engajadas, mobilizam colaboradores e geram impacto real na sociedade.

O desafio para os profissionais de marketing e comunicação é cultivar uma cultura forte, ética e inclusiva, capaz de se atualizar sem renunciar ao que a organização representa de mais genuíno. Afinal, comunicar propósito é tornar comum aquilo que, de fato, faz sentido.

*Ricardo Fadul é professor de Processos Criativos e Tecnologias Mediáticas, Criação Publicitária e Produção de Áudio para Publicidade na Universidade de Franca.

IA na publicidade: a revolução que está redefinindo o jogo das agências

O presidente da Abradi, Carlos Paulo Jr.

Enquanto Sam Altman prevê que 95% do trabalho criativo será automatizado, presidente da Abradi aponta caminhos para profissionais se reinventarem no novo cenário

A publicidade vive seu momento mais disruptivo desde a migração para o digital. Se antes a transformação veio com Google e Meta ‘roubando’ verbas da TV e jornais, agora a inteligência artificial está mexendo com algo que parecia intocável: a criatividade humana. E não estamos falando de um futuro distante, isso já está acontecendo. O CEO da OpenAI, Sam Altman, afirma que a IA executará 95% do trabalho de marketing criativo e Mark Zuckerberg vai na mesma linha, prometendo que as marcas logo poderão simplesmente dizer seus objetivos e orçamento para a Meta, que “fará o resto”.

Declarações assim fazem qualquer publicitário engolir seco. Mas será que é realmente o fim da linha para as agências tradicionais? Google, Meta, ByteDance e Amazon controlam agora mais da metade do mercado global de publicidade. Mas o que realmente chama atenção é como essas plataformas estão avançando na criação de conteúdo, território que sempre foi das agências. O TikTok agora gera comerciais de vídeo a partir de textos simples. A Meta personaliza automaticamente textos publicitários para diferentes públicos em dez idiomas. A Kalshi criou um comercial cinematográfico completo em 48 horas, gastando apenas US$ 2 mil, usando ferramentas do Google.

Reinvenção, não extinção

Carlos Paulo Júnior, presidente da Abradi, não vê essa transformação como uma sentença de morte. Para ele, é hora de reposicionar competências. “A IA executa tarefas repetitivas com rapidez, mas decisões estratégicas complexas ainda dependem do entendimento humano”, explica. Ele afirma que os profissionais precisam focar em quatro pilares fundamentais: pensamento estratégico e crítico; curadoria e supervisão criativa; integração tecnológica (saber quando, como e por que usar cada ferramenta de IA na prática) e inteligência emocional (gestão de pessoas e aspectos relacionais que a IA simplesmente não consegue replicar). “Enquanto a IA resolve o operacional, humanos ainda dominam as decisões complexas que definem o rumo das campanhas, como desenvolver a habilidade de orientar e refinar resultados gerados por IA, garantindo originalidade e alinhamento com valores da marca”, destaca Jr.

Quando máquinas passam a consumir anúncios

Talvez a mudança mais radical esteja no próprio conceito de audiência. Estamos entrando numa era onde agentes digitais “consomem” anúncios e fazem recomendações para humanos. Quando alguém pergunta ao ChatGPT sobre a melhor marca de lençóis, a resposta não vem de pesquisa tradicional, mas do que a IA “aprendeu” sobre essas marcas. “O cenário onde agentes digitais consomem anúncios altera profundamente a relação marcas-consumidores”, observa Carlos Paulo. “O foco se desloca de persuasão direta para otimização técnica de conteúdo para influenciar algoritmos.”

Isso criou uma corrida completamente nova. Empresas agora produzem conteúdo especificamente para “alimentar” modelos de IA. Descrições detalhadas de produtos que fariam qualquer humano adormecer podem ser cruciais para convencer um algoritmo a recomendar determinada marca. “Marcas precisarão criar conteúdos e dados estruturados específicos para influenciar diretamente as recomendações dos LLMs”, explica o presidente da Abradi. Isso significa desenvolver técnicas especializadas de SEO algorítmico e construir reputação digital sólida.

Equipes híbridas: o futuro já chegou

Muitas empresas já aplicam agentes de IA em todos os processos corporativos, inclusive no marketing. Nesse cenário, Carlos Paulo enfatiza a importância de “definir claramente o papel da IA e dos humanos nas equipes, destacando complementação, não substituição”. Para ele, empresas devem investir em treinamento contínuo e promover cultura aberta à inovação.

Diante desse novo cenário, o presidente da Abradi destaca que as empresas devem manter o foco na construção de reputação digital. “É preciso garantir credibilidade e clareza nas informações fornecidas online, que serão consumidas por LLMs para gerar recomendações. Outras recomendações são a utilização do SEO e da otimização algorítmica avançada para influenciar positivamente modelos de IA.”

Toda essa transformação traz dilemas complexos. Como garantir transparência quando consumidores interagem com conteúdo mediado por IA? Como proteger privacidade dos dados? Quem é responsável quando um agente digital faz recomendação problemática? “Empresas deverão ter clareza sobre suas responsabilidades ao influenciar agentes digitais, evitando preconceitos e discriminação de qualquer natureza”, alerta Carlos Paulo. A implementação de políticas rigorosas de transparência torna-se essencial.

A revolução da IA na publicidade não é mais possibilidade futura, é realidade presente. Carlos Paulo Júnior e a Abradi apostam que quem abraçar, entender e souber utilizar a tecnologia terá seu lugar de destaque. A questão não é se a IA vai transformar a publicidade, mas quem vai liderar essa transformação. As próximas jogadas determinarão se as agências tradicionais se tornarão peças de museu ou evoluirão para algo ainda mais poderoso: orquestradoras de uma sinfonia onde humanos e máquinas criam juntos o futuro da comunicação.

Fonte: Moneta Comunicação Estratégica – Beatriz Torrecilia Mendes