Mais um shopping da região é finalista em premiação da ABRASCE

Colinas Shopping é finalista do Prêmio Abrasce com campanha de Natal protagonizada por Mr. Gift

Centro de compras de São José dos Campos concorre na categoria ‘Eventos e Promoções de Natal’; premiação ocorre no dia 9 de setembro, no Tom Brasil, em São Paulo

Com o desafio de vincular Black Friday e Natal, mantendo a magia do período natalino, o Colinas Shopping ganhou destaque em 2018 ao apresentar a campanha “A Fantástica Fábrica de Presentes”, estrelando o personagem Mr. Gift, criado especialmente para o período. A proposta, que foi destaque no mercado do setor, é uma das finalistas do Prêmio Abrasce, da Associação Brasileira de Shopping Centers, o principal e mais desejado reconhecimento do segmento no Brasil.

Na premiação, que ocorre no dia 9 de setembro, em noite de gala no Tom Brasil, em São Paulo, o Colinas Shopping concorre na categoria “Eventos e Promoções de Natal”. A banca responsável por avaliar os candidatos é composta por 10 especialistas de reconhecidas instituições, que indicarão prêmios em nove categorias.

A campanha que rendeu a indicação ao Colinas Shopping teve como proposta projetar na imaginação do público quais atividades o Papai Noel exerce entre janeiro e novembro, e como era possível entregar tantos presentes no fim do ano. O desafio, no entanto, foi incluir um novo personagem, sem deixar de lado a figura do bom velhinho como a principal estrela da campanha.

“Com o tema ‘Presentes’ na decoração de Natal do Colinas Shopping’ e o conceito ‘A Fantástica Fábrica de Presentes’, criamos um personagem exclusivo e real, o ‘Mr. Gift’, que é o gerente da fábrica de presentes”, afirma a gerente de marketing do Colinas Shopping, Margarete Sato.

Inspiração no cinema
Para inserir o público no ambiente mágico da fábrica de presentes, o shopping se inspirou em obras do cinema. “A Fantástica Fábrica de Chocolates” e “Grande Hotel Budapeste”, do diretor Wes Anderson, direcionaram o figurino e os cenários da campanha. O personagem “Mr. Gift” nasceu da mistura de personalidades de Willy Wonka e Gustave G.

O carisma do “Mr. Gift” trouxe ao período da Black Friday uma magia especial. Com ele, o mall realizou ações de interação com os clientes, como quando, acompanhado de um mágico, o gerente da fábrica de presentes abordava os passantes com truques e promoções exclusivas tiradas da cartola.

“Dentro das estratégias de estímulo, incorporou-se a Black Friday à campanha de Natal, premiando os clientes que antecipassem suas compras com 2 vales-compra no valor de R$ 5.000. Era a primeira fase da campanha, com protagonismo do ‘Mr. Gift’. Outro ponto relevante foi incorporar a Black Friday ao Natal. Com isso, potencializamos as duas ações: a Campanha de Natal ganhou um importante apelo promocional e a Black Friday ficou ainda mais atrativa, pois além dos descontos, o cliente poderia concorrer aos prêmios de Natal”, comenta Margarete.

Fonte: CABANA | Suzane Rodrigues Ferreira

Coluna Propaganda&Arte

Proporção Áurea: deu branco? Antes de criar, não perca a razão

Nós criativos gostamos de dizer que criamos tudo. Adoramos mostrar que nossos “filhos” são bonitos e esteticamente perfeitos. Talvez eles nem sejam e, se são, talvez você nem saiba o motivo. A proporção áurea pode ser a resposta.

Eu gosto de acreditar que os verdadeiros cientistas são os filósofos, pois eles vivem da observação da vida. Em todas as suas formas, sem um manual para seguir. Realmente livres para pensar e formular suas teorias. Foi com essa liberdade de observação que Pitágoras (o de Samos) percebeu que na natureza tudo crescia e tudo se formava com base em uma razão, em uma proporção que mais tarde seria chamada de proporção áurea ou regra de ouro. Ele então verificou e resumiu seu estudo dizendo que “tudo é número”, como o interior da concha de um caramujo, por exemplo.

Pitágoras tinha toda a “razão”

A verdade é que ele estava com certa “razão” (perdoe o trocadilho), mas desde seu tempo vemos grandes artistas utilizando desta técnica, passando por Monalisa, de Da Vinci, alguns textos de Shakespeare que seguem um ritmo que simula a razão áurea, bem como artistas mais contemporâneos, como o Rob Janoff, o cara que criou a maçãzinha mais querida e conhecida dos nossos tempos, eu falo da Apple. Isso mesmo, a marca foi criada respeitando algumas proporções interessantes. Adivinhem… 1, 2, 3, 5, 8, 13… A sequência de Fibonacci, que também contém a razão 1,618 (resumidamente), que é a própria proporção áurea, tema deste texto. Ou seja, está tudo ligado.

Se você está duvidando de quão mágico é esse número, pegue a sua mão. Abra ela na sua frente e veja as seguintes medidas:

-1: a distância do seu dedo indicador até o seu mindinho.
-2: a distância do seu polegar até o seu mindinho.
-3: a distância da parte interna da sua mão, em uma linha horizontal.

Você vai chegar a essa razão cruzando duas dessas três medidas, vai encontrar a proporção. Mas a coisa é muito mais instigante quando percebemos que o nosso corpo inteiro: pernas, cabeça, tronco, também respeita essa razão, bem como nossos braços e partes correspondentes, orelhas e por aí vai. Parece que somos uma obra de arte e tanto, cheio de conhecimentos escondidos.

Conhecimentos escondidos? Nem tanto

Nem tão escondidos, pois essa técnica é usada hoje no cinema, para fazer a melhor distribuição da ação, pontos focais, apresentação de uma cena, dando o devido foco para o que se quer. Tudo usando proporção áurea.

Vale assistir aos filmes de Kubrick ou de Wes Anderson, eles estão na mesma escola e se preocupam demais com métricas e proporções. O resultado? Beleza e mais beleza.

Se você ainda não se atentou a este número que basicamente está presente em tudo (até em você), pegue esse atalho e veja como seus layouts e artes ficarão mais bonitos. Dá um Google e veja como usar os retângulos a seu favor.

Claro, você estará “hackeando” a vida e como tudo nela se equilibra, como se a vida tivesse uma razão que a rege. Como se essa fosse a música presente em todas as coisas, de galáxias a conchas, passando por seres vivos e até a sua próxima marca. Já fez o teste? Quanto de proporção áurea tem nos seus trabalhos? É consciente ou inconsciente?

A regra de ouro pode estar na palma da sua mão

Acredite, se você fizer o dever de casa suas marcas e artes ficarão mais belas e apaixonantes. Para entender como isso é hipnotizante, veja dois filmes: O iluminado e O Grande Hotel Budapeste dos cineastas que já citei há pouco. São ótimas inspirações. Mas se não quiser se basear em artistas famosos, tudo bem, pegue sua própria imagem e se olhe no espelho. Você irá descobrir que a beleza está em tudo, ela só precisa ser desvendada. Depois disso, seus trabalhos vão elevar um nível. Afinal, você estará se espelhando simplesmente no maior criador de todos os tempos. No próprio Criador.

Coluna “Discutindo a relação…”

Perdendo ídolos e esquecendo a razão

Eu tentei fugir deste assunto… Tentei encontrar alguma outra coisa sobre a qual escrever esse mês. Mas o coração falou mais alto, embora estivesse encolhido…

O assunto é a saída do Fábio Fernandes da F/Nazca, agência que fundou ao lado de dois outros sócios e que rapidamente se firmou como uma das maiores e mais criativas do mercado brasileiro. O Fabio e a F/Nazca fizeram muita coisa maravilhosa para a Skol (o maravilhoso conceito “Desce redondo” que está aí até hoje), fez o adorável Formigas para a Philco e o Grand Prix de Filme em Cannes 2015 para a Leica, intitulado “100”.

A F/Nazca soma nada mais nada menos do que 70 leões em Cannes desde o seu lançamento.

A notícia caiu como uma bomba e me deixou abalado. Chateado mesmo. Pensei: ah, não, mais um craque se vai… mais um ídolo da minha profissão meio que se despede dos gramados publicitários. E o pior: sai da agência que criou dizendo claramente que não saiu por uma decisão sua!

Foto by Meio&Mensagem

A notícia também me deixou reflexivo.Fiquei a pensar em que caminhos a atividade publicitária está tomando ou irá tomar. Pelo menos nos grandes grupos, nas grandes redes de agências, parece que ou o mais importante é aumentar a rentabilidade e aumentar o valor das ações para os acionistas (não importando muito a qualidade da entrega) ou os chefões acreditam que essa geração não é capaz ou adaptável o suficiente para encarar os novos desafios dos novos cenários que aí estão. Não sei…

Só sei que a emoção acabou vencendo a razão e eu só consegui ficar triste e lembrando todos aqueles que recentemente deixaram de trabalhar com minha querida propaganda: Washington Olivetto, Marcelo Serpa, Alexandre Gama, Celso Loduca…

Muitos dirão que eles já eram, que tudo mudou, que a vida é assim mesmo, que é preciso renovar, que o cenário é outro, que o digital hoje manda, que o data é soberano e etc etc etc.

Não quero saber da razão! Não!

Assisti palestra com esses caras, li muito sobre eles – livros, entrevistas, artigos etc – admirei cada campanha “ducaralho” que fizeram, vibrei com cada leão que conquistaram. Tenho o direito de ficar p da vida, de ficar chateado pra caramba!

Tomara que os novos rumos que a propaganda brasileira escolher trilhar daqui para a frente valham muito a pena! Eu acho que gente como o Fabio Fernandez tem muita lenha – da boa – para queimar ainda.Tomara que eu esteja só triste e não pensando com a cabeça…

Tomara!

Tomara que meus alunos agora no início, meio ou fim da faculdade possam ter ídolos do calibre que eu tive.

Tomara!

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