Vai rolar o primeiro evento de Business Intelligence da FAAP São José dos Campos. O objetivo é trazer uma discussão sobre a importância do profissional de análise de dados na publicidade.
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Quanto mais dado melhor? – A importância da jornada de dados para sua empresa
Por Felipe Stutz*
Um trilhão de gigabytes ou 163 zettabytes. Você já pensou em quanta informação esse número representa? Apesar de ser uma quantia inimaginável, esse é o número de dados digitais que o mundo terá em 2025, de acordo com estudo do IDC. Esse valor é 10 vezes maior do que o que foi gerado em 2016, por exemplo.
Em teoria, empresas de diversos setores utilizam a análise de dados para tomar decisões de negócios, entender clientes e parceiros, ou ainda tomar decisões estratégicas e fazer diagnósticos de problemas internos. Para essas organizações, parte-se do princípio que essa quantia de dados que geraremos nos próximos anos seja excelente para a inteligência estratégica.
No entanto, na prática, é muito fácil ser rico em dados, mas pobre em insights para o negócio, caso tudo que for coletado não seja analisado de maneira eficiente. Para fazer uma análise inteligente dos dados gerados por uma empresa, e da relação com clientes e parceiros, é necessário saber separar o que é crucial para a tomada de decisões do que é menos relevante.
Apesar de faltar 7 anos para a previsão do IDC se cumprir, é fundamental começar desde já a se preocupar com isso, até porque, a quantidade de dados gerados atualmente pelas empresas já é bastante grande.
Para lidar com essa demanda, as empresas precisam adotar procedimentos e tecnologias que permitam que em poucos anos consigam utilizar as informações geradas para liderar boa parte de suas decisões de negócios.
A jornada de dados é um passo importante nesse sentido. As organizações necessitam pensar inicialmente na coleta de dados, em como transportá-los, protege-los, e armazená-los, mas também, no que farão a partir daí. Estes dados precisam ser encaminhados para plataformas que permitam seu processamento e posterior análise, para então se identificar o que é válido.
Ou seja, a partir de tecnologias de análise de dados e o estudo de uma equipe de cientistas da informação, é possível entender o que deve ser descartado ou mantido. A partir disso, a área encarregada poderá definir para quais setores da empresa as informações coletadas trazem maior inteligência e definir como serão utilizadas.
Para se ter uma ideia, isso é tão importante que, segundo a pesquisa Global Data and Analytics survey, da PWC, 39% das empresas se veem como altamente direcionadas por dados, sendo que 36% delas conseguem prever melhor do que as demais organizações os próximos passos a tomarem. Ao mesmo tempo, até as empresas que não se veem como data-driven, percebem essa necessidade crescente e têm a consciência que suas organizações poderiam confiar muito mais em análise de dados e menos na intuição de seus gestores.
Isso mostra que a urgência da jornada de dados existe e já é percebida inclusive por empresas que ainda não adotaram qualquer medida de transformação digital. Em um mundo altamente conectado, muitas informações continuarão sendo geradas, e isso não é necessariamente bom. É preciso cuidado para não cair na armadilha de que ter uma imensa quantidade de dados será um diferencial para os negócios. As empresas que já se preocupam em processar, analisar e tomar decisões inteligentes com base nos dados coletadas certamente terão vantagem nessa corrida.
*Felipe Stutz é Diretor de Soluções da Orange Business Services para América Latina
Estudo ACIT aponta que inadimplência do consumidor em Taubaté caiu 0,2% em maio
Um estudo realizado pela Boa Vista SCPC, parceiro da Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), aponta que o Indicador de Registros de Inadimplentes caiu 0,2% em Taubaté, na comparação mensal de maio contra o mês anterior.
No resultado acumulado, a inadimplência obteve queda de 1,3%, enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador cedeu 4,5%.
A recuperação de crédito do consumidor, por sua vez, aumentou 0,9% na comparação mensal de maio contra o mês anterior. No resultado acumulado, a recuperação avançou 0,3% enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador recuou 8,4%.
Para levantamento desses dados, a Boa Vista utiliza o indicador de registro de inadimplência, que é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras.
O índice calculado pela média móvel dos últimos 12 meses do mês de referência, tendo como ano base a média desses valores em 2011 (base = 100). A partir de março de 2016, as séries dessazonalizadas (as quais utilizavam o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau) foram descontinuadas.
Confira os dados dos indicadores no quadro:
A Boa Vista SCPC é parceria da ACIT e oferece serviços aos associados há alguns anos. A empresa está no mercado há mais de 60 anos, com atuação no segmento de inteligência analítica sobre consumidores e empresas e tem como diferencial a transformação de dados de pessoas físicas e jurídicas em informações inteligentes para o mercado. Destacam-se as campanhas de renegociação de dívidas (como a “Acertando suas Contas”, realizada junto com a ACIT no final de 2017 em Taubaté), a consulta gratuita de CPF pela internet e o monitoramento para proteção a fraudes. Além disso, ela oferece o Cadastro Positivo, que apresenta às empresas credoras o histórico de pagamentos honrados pelos consumidores, aumentando suas chances de conseguirem crédito no mercado.
Pesquisa da CRESCER revela que 38% das crianças de até 2 anos possuem algum dispositivo eletrônico
Estudo também traz queda positiva no comportamento dos pais ao liberarem os gadgets na hora das refeições: 37% liberam o uso, atualmente, contra 84% em 2013
A tecnologia digital e a internet fazem parte do nosso dia a dia e da rotina das crianças. E tudo indica que esse é um caminho sem volta. Uma pesquisa realizada pela CRESCER, e que estará nas páginas da edição de julho da revista a partir do próximo dia 27, revela a influência da tecnologia no dia a dia das crianças brasileiras. Segundo o levantamento, feito com 2.044 pais e mães, com filhos de 0 a 8 anos, 38% das crianças já têm um dispositivo eletrônico, como celular, tablet, computador, videogame ou TV.
Para este estudo, também foi feito um comparativo com dados de outra análise similar de 2013, com 1.045 participantes com filhos na mesma faixa etária. Neste mesmo quesito, no passado, só 6% eram donas de um aparelho. Isso significa um aumento de seis vezes em cinco anos.
Outro destaque do levantamento é que 47% das crianças têm algum influenciador digital ou canal que acompanha com frequência. Para este caso, a neuropediatra Liubiana Arantes de Araújo, presidente do Departamento de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, alerta que é preciso avaliar se o conteúdo é violento, sexual ou incentiva o consumismo, o que é comum em vídeos feitos para e por crianças. “É natural que as crianças copiem os gestos, o linguajar e até a forma de pensar dos youtubers, o que nem sempre condiz com a educação que a família preconiza”, afirma a médica.
Entre os achados que mais se destacam, eis uma boa notícia: caiu o número de famílias que permitem o uso de aparelhos eletrônicos durante as refeições ou antes de dormir. Por outro lado, aumentou o tempo que meninos e meninas passam diante de algum tipo de tela – dos televisores aos smartphones. Hoje, 47% deles gastam mais de três horas com a atividade. Há cinco anos, o volume era de 35%.
Confira dados da pesquisa completa:
Aumentou o número de crianças com seu próprio gadget
● 38% das crianças até 2 anos possuem algum dispositivo (computador, smartphone, tablet, TV, videogame). Em 2013, apenas 6% tinham seu próprio aparelho.
● 49% das crianças já têm seu próprio tablet.
● 20% das crianças já têm seu próprio smartphone.
O computador é o dispositivo mais compartilhado na casa pela criança com os outros moradores e/ou irmão (93%). Na sequência aparecem TV (83%), Smartphone (80%), tablet.
● 47% das crianças têm algum influenciador digital e/ou canal que acompanha com frequência.
● 45% das crianças passam mais de 3 horas por dia no videogame.
● 5% das crianças até 2 anos já têm perfil nas redes sociais (em 2013, apenas 1% tinha perfil).
Cresce o tempo das crianças gasto em frente as telas
● 43% das crianças passam mais de 3 horas em frente ao computador. Em 2013, somente 2% ficavam em frente a essa tela nesse mesmo período de tempo
● 30% passam mais de 3 horas diárias no tablet.
● 26% passam mais de 3 horas diárias no celular.
Comportamento dos pais
● 60% acham que os dispositivos preparam melhor o filho para o futuro.
● 59% acreditam que os gadgets são importantes para distrair os filhos enquanto fazem suas atividades.
● 51% ficam preocupados com o fato de o filho deixar de brincar para usar os gadgets.
Queda positiva
● Em 2013, 84% dos pais deixavam o filho usar algum dispositivo na hora de ele comer. Em 2018, somente 37% permitem esse hábito.
● A maior preocupação de 83% dos pais em relação aos dispositivos é sobre os conteúdos impróprios para a idade
Atividade preferida
O que as crianças mais gostam de fazer nos gadgets é assistir a vídeos, sendo essa atividade preferida para:
● 72% no smartphone
● 67% no tablet
● 65% no computador
Fonte: Assessoria de imprensa Revista Crescer – Giuseppe Mari