SJCampos terá maratona de conteúdo digital

Maratona Digital Content em São José dos Campos

O Marketing Digital tornou-se, há alguns anos, a bola da vez para os anunciantes. Não há empresa ou marca que não atue ou não pense em atuar neste universo onde o consumidor chegou para ficar. Neste mundo cheio de oportunidades, comprar palavras-chave no Google Adwords ou impulsionar posts no Facebook está longe de ser garantia de retorno. Quem quer alcançar bons resultados precisa, antes de tudo, apostar na produção do elemento essencial para qualquer estratégia de Marketing Digital: conteúdo relevante.

Os profissionais que atuam com comunicação precisam saber como criar conteúdos que atraem e encantam consumidores hiperconectados e saturados de informação. E para ajudá-los, a Frase School, núcleo de treinamentos da Frase Conteúdo Estratégico, liderado pelo especialista em conteúdo estratégico, Rodolfo Dantas, lança a Maratona Digital Content.

Antes de seguir para as capitais do país onde a Frase School promove treinamentos há 9 anos (São Paulo, Florianópolis, Belo Horizonte e Porto Alegre), este curso inédito no Brasil terá sua única edição no Vale do Paraíba, nos dias 27 e 28 de maio, das 09h às 18h. O local será o despojado Espaço Co-Necta Coworking, no bairro da Vila Ema, em São José dos Campos.

A metodologia do treinamento é baseada no conceito de Gamification. Trata-se de um processo que usa elementos, mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar e direcionar comportamentos de jogadores dentro de um contexto lúdico do aprender. Ou seja, transformar a aquisição de conhecimento em algo desafiador e prazeroso.

A programação inclui o planejamento e a produção de conteúdos relevantes para storytelling, Facebook, Blog, Instagram, Inbound Marketing e Youtube, entre outros temas.

O treinamento será ministrado por Rodolfo Dantas, Diretor de Conteúdo da Frase Conteúdo Estratégico, empresa que, sob a liderança do especialista, atende importantes marcas como Santander, Unilever, Bradesco, Embraer, Cinepolis e Carvajal, entre outras.

Mestre em Comunicação Social, na área de Propaganda e Marketing, pela Universidade Metodista de São Paulo – UMESP e graduado em Comunicação Social pela FAAP de São Paulo, tem 19 anos de carreira.

O curso já está no terceiro lote, a R$ 475 à vista com possibilidade de parcelamento. Garanta a sua inscrição no site fraseconteudo.com.br ou entre em contato por telefone 12-3204-4599 ou e-mail pamela@fraseconteudo.com.br

Fonte: Frase Conteudo – Ana Flávia Leite

Pesquisa aponta marcas que conseguem construir laços com seus públicos

Youpper apresenta pesquisa “Construindo laços fortes de consumo” em redes sociais

Estudo indica que Coca-Cola, Natura, Adidas, Netflix, Dafiti, Magazine Luiza, Netshoes, Samsung, Nestle e Itaú são as marcas que melhor entenderam como criar verdadeiros laços fortes com consumidores por meio das mídias sociais

Capitaneada por Diego Oliveira e Marcelo Santos, a empresa de consultoria transdisciplinar de comunicação Youpper – Consumer & Media Insights lança o estudo “Construindo Laços Fortes de Consumo”, cuja apresentação dá início a um roadshow pelas principais cidades do Brasil. A pesquisa parte do principio da informação de que, com a tecnologia digital e as redes sociais, tanto os laços sociais e quanto os de consumo mudaram.

Diante disso, o objetivo da pesquisa foi descobrir como as atuais formas de construir laços por meio de redes sociais digitais afetam as relações de consumo das pessoas. De acordo com o estudo, o boca-a-boca, que sempre existiu, é potencializado pelas novas mídias e aproxima atores que jamais se relacionaram fora da rede digital, inclusive as próprias marcas e consumidores. Entre as conclusões está o fato de que os hábitos de consumo no Brasil, com relação às redes sociais, é dominado pelos Smartphones. E conclui que dentro dessas redes de contato a interação e conversa com os mais próximos são as máximas prioridades no aspecto social.

Ou seja, mais do que nunca o boca a boca se tornou fator decisório em qualquer planejamento de comunicação que pretende ser eficiente e, com isso, cada vez mais as marcas precisam estar aptas a explorar todo o potencial da nova arquitetura da participação popular nas redes sociais. 95% das pessoas ouvidas pela Youpper utilizam, por exemplo, o Facebook e o WhatsApp para se comunicar principalmente com parentes e amigos, mas também com marcas e corporações.

O estudo também indica que 7 a cada 10 consumidores usam as redes sociais para obter dicas de seu interesse ou buscar informações sobre determinados assuntos, ver vídeos para se divertir, pesquisar informações antes de efetivar uma compra, assim como participar de promoções, além de acompanhar perfis de marcas e produtos. Os usuários das redes sociais tecem laços principalmente com amigos e parentes para falar sobre notícias, coisas divertidas e práticas de consumo e, cada vez mais, o que eles gostam é de interagir com as marcas.

Ainda sobre as redes sociais, a pesquisa conclui que as marcas precisam explorar todo o potencial dessa arquitetura da participação criada pelo meio digital, o que remete a uma cobertura maior entre os consumidores para gerar mais chances de envolvê-los na jornada de consumo.

Outro aspecto abordado foi o comportamento dos usuários em relação aos “ídolos”, pois segundo o estudo a maioria das pessoas apenas segue e observa o perfil dessas celebridades e 25% delas nem mesmo os seguem.

Com relação aos amigos e parentes, o comportamento das pessoas nas redes sociais se dá muito mais com seus contatos mais próximos, sendo que a maioria interage com comentários ou curtindo nas postagens. E tiram proveito das mídias sociais as marcas que melhor entendem como se posicionar diante de comentários aos quais são relacionadas e também o timing para começar a falar com cada pessoa e também para finalizar uma conversa.

“Quando se fala de marcas e empresas, a maior parte das marcas usam as redes sociais de maneira similar aos famosos, criando a sensação de distanciamento. Por isso os consumidores concentram sua interação em laços fracos, reativos, apenas observando e curtindo os conteúdos. Eles não se sentem convidados a participar de conversas com as marcas. Esse é um sinal claro de que, com maior abertura, é possível se conectar intimamente com o consumidor”, afirma Diego Oliveira, CEO da Youpper.

Comportamento de consumo e relacionamento com marcas
A pesquisa da Youpper conclui que os consumidores estão de olhos e mentes abertos para serem impactados e motivados pelas marcas. Segundo o estudo, 9 a cada 10 consumidores já descobriram marcas e produtos pelas redes sociais, assim como 7 a cada 10 consumidores já deixaram de seguir o perfil de alguma marca pelo tipo de postagens que consideram “irrelevantes” ou “chatas”. Das pessoas ouvidas no estudo, 70% acabaram comprando um produto por recomendações de outras pessoas.

Quando o assunto é tirar dúvidas e saber detalhes, 8 em cada 10 entrevistados pela Youpper afirmaram que vão às redes sociais para buscar informações sobre como os outros consumidores avaliam marcas e produtos. Sendo assim, as corporações precisam estar preparadas para não apenas fornecer conteúdo, mas também responder quem navega nas redes.

“As mídias sociais transformaram os laços de consumo, pois potencializaram o boca a boca. Antes uma pessoa não gostava de um determinado produto, ela compartilhava a sua opinião com uma dúzia de amigos, parentes ou vizinhos mais próximos. Hoje, essa opinião é reverberada à enésima potência com a utilização das redes sociais”, explica Oliveira.

O estudo mostra ainda que os sites das marcas, assim como os mecanismos de buscas, são os canais de acesso preferidos dos consumidores, provando ainda haver diversas oportunidades de negócios a serem exploradas nas redes sociais. Para os ouvidos pela pesquisa, os canais preferidos são site (55%), redes sociais (23%), e-mail institucional (10%), loja física (7%) e telefone (5%). “Por mais que as marcas migrem para as redes sociais, elas não são, de forma alguma, seus ambientes proprietários. Se um player qualquer nas redes sociais é fechado, por exemplo, a marca deixa de ter aquele ponto de contato com seus consumidores, o que não aconteceria nunca com seus sites”, analisa o CEO.

Quando questionados por que as redes sociais mudaram seu comportamento na relação com as marcas, os consumidores alegam que é pela rapidez, praticidade, facilidade, recomendação, interatividade, opinião, acessibilidade e cobertura e comodidade. E como são vistos os posts patrocinados? A maioria não se importa com a característica do “patrocinado”, desde que o conteúdo seja relevante e gere identificação, fazendo jus ao espaço cedido na sua timeline. “Entende-se que seja uma oportunidade para se pensar no potencial da mídia programática, mas também não fazer com que a mídia programática se transforme em mídia problemática, pois a abordagem aos consumidores precisa ser realizada de maneira inteligente e correta”, completa Oliveira.

Para o consumidor, os perfis das marcas nas redes sociais precisam ser atraentes, contagiantes, originais, inovadores, transparentes, passar confiança, oferecer promoções e descontos, objetividade, interação, qualidade, conteúdo e caráter.

O estudo da Youpper indica também quais marcas já entenderam como usar as redes para uma comunicação capaz de criar verdadeiros laços fortes com seus consumidores e, dentre elas, estão as top 10: Itaú, Nestle, Samsung, Netshoes, Magazine Luiza, Dafiti, Netflix, Coca-cola, Adidas e Natura.

SOBRE A YOUPPER
A Youpper nasceu de um sonho e de uma necessidade. O sonho era de poder construir uma marca que valorizasse a relação com os clientes e consumidores, entendendo essas construções como os principais ativos da empresa, estando bem acima das questões burocráticas ou processuais às quais grande parte das agências e consultorias se prendem. A necessidade era de ter um espaço de expressão para testar inovações, para compartilhar insights, para agregar pessoas diversas de todas as idades e culturas, com ideias incríveis e claro que precisava ser um espaço moderno, que inspirasse sujeitos e marcas. Além disso, esse espaço teria que primar pelo respeito às diferenças de idade, sexo, gênero e todas as demais, pois teria que ser um espaço em que a soma das diferenças se fizesse maior e mais significativa que as individualidades que podem ser excludentes.

Claro que tanto esse sonho quanto essa necessidade foram sendo cultivados ao longo de mais de 15 nos de atuação de seu criador, Diego Oliveira, no mercado de pesquisa, onde teve o privilégio de conhecer grandes profissionais das mais diferentes áreas, como mídia, agências, anunciantes e consultorias, sempre trabalhando para marcas, em projetos desafiadores. A Youpper encara seus trabalhos como desafios produtivos, plenos de motivação, com respeito e consideração pelas pessoas, agregando diferentes talentos em busca de soluções inusitadas, pertinentes e valiosas. Por isso, atua em três dimensões de plataformas de serviços: analitics, consumer e experience. Para cada plataforma oferece algumas atividades que estão sempre focadas na capacidade de gerar insights e promover experiências.

Fonte: Casa do Bom Conteúdo – Nathália Pelegrina

Hostelworld lança tradutor que permite aos viajantes “falar” em 43 idiomas

Aplicativo “Speak the World” traduz imediatamente até 43 línguas

O Hostelworld, a plataforma líder global de reserva de hostels, lançou esta semana uma extensão da sua aplicação para sistemas iOS e Android, permitindo aos usuários traduzir instantaneamente até 43 idiomas.

Utilizando o software Google Cloud Translate o tradutor “Speak the World” permite aos usuários, através da aplicação do Hostelworld, reservar mais de 35.000 hostels e também falar fluentemente em 43 idiomas. Ao eliminar as barreiras linguísticas, o “app” ajuda os viajantes a afastarem-se ainda mais dos destinos mais populares e a mergulharem totalmente na cultura local.

A empresa com sede em Dublin – que está neste momento recrutando 50 profissionais das áreas da tecnologia para um novo escritório no Porto (http://www.hostelworld.com/blog/emprego-porto) disponibiliza o “Speak the World” em 43 idiomas, incluindo bengali, inglês, francês, hindi, japonês, romeno, espanhol, português ou tailandês. Disponível para iOS e Android, o aplicativo permite aos viajantes globais ultrapassarem as barreiras linguísticas em tempo real de forma divertida.

Com apenas alguns toques o tradutor está pronto para funcionar; basta falar para o microfone do dispositivo e aguardar que as palavras sejam traduzidas. Em seguida, a funcionalidade “ouve” a resposta e traduz de volta para o utilizador, e assim sucessivamente. Além disso, é possível definir a tela do dispositivo para apresentar uma boca e lábios cômicos que se movem com as palavras, criando o melhor um momento de descontração para conhecer novas pessoas… Tal como demonstrado neste vídeo gravado com o comediante Phil Wang na Indonésia: https://youtu.be/pFEhUCaUFGk.

Por detrás desta tecnologia está a tradução automática neural do Google Cloud Translate, que utilizou modernas técnicas de treino para conseguir as maiores melhorias conhecidas até ao presente na qualidade de traduções automáticas.

“O aplicativo Hostelworld já permite às pessoas encontrar e reservar hospedagem econômica de qualidade, com roteiros personalizados que mostram o melhor que há para fazer durante a viagem. Com o lançamento do “Speak the World”, o aplicativo permite agora aos viajantes afastarem-se ainda mais dos destinos mais populares e mergulharem totalmente na cultura local. A nossa fabulosa seleção de mais de 35.000 hostels já ajudou os jovens viajantes a ultrapassar a barreira do custo e agora, com a ajuda da nova tecnologia, vamos ajudá-los também a ultrapassar a barreira linguística de uma forma divertida”, explica Breffni Horgan, diretora de produto da Hostelworld.

O Hostelworld está disponível para download na Apple AppStore e no Google Play.

Sobre o Hostelworld
O Grupo Hostelworld é a plataforma líder de reservas de hostels e conta com o site Hostelworld, Hostelbookers e Hostels.com no seu portfólio de operações em 19 idiomas diferentes. Conectando jovens viajantes através de hostels em todo o mundo, o Hostelworld tem mais de 8 milhões de comentários e avaliações para cerca de 33.000 estabelecimentos em mais de 170 países.

Os clientes Hostelworld não são os turistas habituais; eles interessam-se mais por experiências do que por lembranças e querem estar no centro da ação. Eles querem conhecer o mundo (“Meet The World”), e é a natureza sociável dos hostels que facilita as aventuras de viagem.

O Grupo Hostelworld está cotado em bolsa desde Novembro de 2015, nas principais bolsas de Londres e Dublin. Com sede em Dublin, o Hostelworld tem escritórios em Londres, Xangai, Sydney, Seoul e Porto, e foi recentemente premiado – pelo segundo ano consecutivo – como Melhor Empresa Para Trabalhar pela Great Place To Work Institute.

Fonte:BelPress Comunicação

Artigo aborda relação branding e perfomance

Mas afinal, existe branding sem performance?

Por Gabriela Viana*

Recentemente, estive em pelo menos dois eventos nos quais o assunto de marca e performance foram direta ou indiretamente discutidos, bem como apresentações de uma empresa sobre plataformas tecnológicas para marketing. Entre os comentários feitos durante os eventos, os que mais me chamaram a atenção foram:

— Por que empresas de tecnologia estão agora assumindo que fazem marketing?

— Grande parte do que essa empresa de tecnologia acaba de apresentar, nós nem sabemos para o que serve.

— Branding é branding, e performance é performance.

Mais de um cliente ou representante de agências de publicidade questionou a tecnologia, os impactos negativos do seu uso, a invasão de empresas de tecnologia e outras frases de estranhamento ao assunto chato da performance – e ao uso da tecnologia para garantir performance. Uma pergunta (a meu ver, retórica), não saiu da minha cabeça durante os eventos:

— Existe branding sem performance?

A abertura do IAB Branding & Performance deste ano, por exemplo, teve um manifesto do IAB a respeito de Brand Safety: como plataformas digitais e a compra programática de mídia podem garantir que comerciais das marcas não apareçam próximos a conteúdos impróprios. Também incluiu discussões sobre Fake News e o impacto que a disseminação de notícias falsas nas plataformas digitais tem, por exemplo, na política.

Com dois sinais tão claros de que a tecnologia transformou de forma radical a mídia, não deveríamos estar discutindo se cabe ou não o uso da tecnologia e dos dados na construção das marcas. Deveríamos evoluir na discussão de que, para construir marcas, são mandatórios grandes investimentos em mídia. Deveríamos estar discutindo quais as tecnologias eficientes na construção de marcas – e como usá-las.

Existem impactos negativos no uso prevalente de tecnologia? Sim, também. Estamos renegociando vários aspectos da nossa vida, nossa matéria profissional sendo apenas uma parte afetada.

Isso não quer dizer que não haja qualquer impacto negativo em como o marketing tradicional ainda é feito. Desde alocar investimento em um único tipo de mídia até considerar que a comunicação realmente vive apartada da experiência: um comercial lindo, uma experiência com a marca não tão linda.

Experiência! A comunidade do marketing não pode opor branding à performance, como se existissem como elementos isolados. Menos ainda pode seguir adiante usando a tecnologia como mero acessório – obrigatório, porém marginal. Mesmo a frase tantas vezes repetida como um mantra – “a tecnologia é apenas um meio” –, é perigosa, pois aparta. Define a tecnologia como canal e não como centro nevrálgico do que estamos presenciando como uma revolução que já está em curso.

Usemos a Netflix e a Amazon como exemplos. Outras perguntas – retóricas, novamente:

Podemos argumentar que não são grandes marcas? E podemos, realmente, questionar o quanto de tecnologia – e portanto, performance também – está envolvido em entregar a experiência de conteúdo e compras que ambas entregam?

Essas marcas não foram construídas a partir de “campanhas 360” e comerciais no horário nobre da TV. O uso da tecnologia é irreversível, simplesmente porque os consumidores aprenderam a usar – e a gostar – da experiência. Estamos falando de apenas duas marcas que já existem e são gigantes em suas áreas, não sobre marcas que ainda vão surgir. A Netflix vai tão longe quanto criar uma série baseada no perfil de uso da sua audiência. É informação em escala alterando o produto, e não a entrega do produto, nem apenas comunicando a existência do produto.

Uma estratégia de marketing baseada em dados, informação e criatividade é fundamental para criar uma experiência de impacto que seja tanto individual quanto escalável. Isso obviamente não elimina a criatividade. Pelo contrário, a coloca a serviço da entrega de boas experiências aos consumidores.

Será que nós, profissionais de marketing e agências, se pudéssemos escolher, ficaríamos só com o branding? O branding aqui entendido como: “vamos ter uma ideia bem legal e então criar uma campanha linda”? Já perdi a conta das vezes em que me pediram para indicar “alguém bom em digital”. Quantas empresas ainda estão terceirizando atividades que envolvam dados e informação sobre seus próprios clientes? Ou empresas que não fizeram distinção entre mídia e tecnologia na hora de escolher parceiros.

O uso da tecnologia não pode ser entendido como uma simples maneira de mensurar os resultados (como algo que acontece isolado no tempo). A performance faz parte da experiência do consumidor, tanto quanto a ideia criativa. Toda a experiência do consumidor com a sua marca – e o quanto desta experiência demonstra que você o reconhece e o quanto a experiência se transforma ao reconhecer esse consumidor – será determinante para a construção de marca.

Novas marcas nascem de um novo uso ou aplicação dada à tecnologia e outras marcas se transformam, e se mantêm relevantes, ao também encarar a tecnologia como um aspecto indissociável do negócio – e da marca.

Então, vamos à boa (ou à má, dependendo do ponto de vista) notícia: não vai ter branding sem performance. Escolha um caminho através do qual esta seja uma boa notícia para a sua empresa. Comece aprendendo para que servem os produtos criados pelas intrometidas empresas de tecnologia de marketing e então tome decisões sobre quais das soluções disponíveis vão ajudar a sua marca a entregar incríveis experiências de consumo.

*Gabriela Viana é diretora de Marketing da Adobe Systems para a América Latina