No próximo dia 22 de fevereiro Silvia Ferreira ministrará palestra na FAAP de São Jose dos Campos sobre humanização de marcas. Por um marketing com mais empatia!
O ingresso é solidário (2 pacotes de folha de sulfite ou R$10,00 em benefício da APAE).
TIM estreia na Campus Party com foco em inovação e relacionamento com participantes
Empresa se aproxima do mercado geek e de clientes que valorizam alta qualidade e experiência única em ultra banda larga fixa e serviços móveis
Pela primeira vez, a TIM estará entre as principais patrocinadoras da Campus Party Brasil, evento que é considerado a maior experiência tecnológica do mundo nas áreas de Inovação, Criatividade, Ciência, Empreendedorismo e Entretenimento Digital. A nova parceria vem ao encontro do posicionamento da operadora, que tem focado cada vez mais na oferta de serviços inovadores e de alto valor para clientes e no forte investimento em infraestrutura de rede para atender à crescente demanda por dados.
“A Campus Party é um evento muito importante e que reúne um público segmentado e relevante para a TIM. Queremos estar perto dos mais diferentes consumidores e a chance de patrocinar a Campus Party surgiu no momento certo. Esperamos que seja uma parceria de longo prazo”, destaca Rogerio Takayanagi, CMO da TIM Brasil.
Ações na Campus Party
A TIM, que assumiu neste ano a liderança na cobertura 4G no Brasil, realiza grandes investimentos em suas redes fixa e móvel para alcançar novos mercados e atender às necessidades dos consumidores. Na Campus Party, a operadora irá destacar dois produtos muito aderentes ao público presente no evento: a ultra internet fixa Live TIM e o plano TIM beta, plataforma voltada para os jovens e que conta com uma oferta criada em uma ação de crowdsourcing nas redes sociais.
A operadora terá dois estandes, em áreas distintas do evento. O maior, com 100 metros quadrados, estará próximo à entrada principal da feira e trará – além de degustação de Live TIM com computadores e games – uma ação de foto 360º. O participante poderá posar da forma como quiser em uma pequena arena no centro do estande, rodeada por 60 câmeras e equipada com uma cama elástica. As câmeras farão a captação da imagem em todos os ângulos, criando uma espécie de GIF que poderá ser postado nas redes sociais do “campuseiro”. Já o segundo estande, dentro da área onde acontecem as apresentações, será focado na experiência TIM beta. No local, haverá a customização de devices (smartphones, tablets e notebooks) com adesivos produzidos na hora por um ilustrador.
Os “campuseiros” também poderão participar de um “aulão” sobre desenvolvimento de games, oferecido pelo Instituto TIM por meio do projeto TIM Tec – plataforma MOOC (Massive Open Online Courses) desenvolvida em software livre, na qual são disponibilizados cursos online gratuitos alinhados ao “Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação” do PRONATEC. Qualquer pessoa pode se inscrever para fazer os cursos de TIM Tec (mooc.timtec.com.br), que ensinam programação de games, desenho de jogos, linguagens de programação, banco de dados, criação de websites, entre outros. O “aulão” será oferecido pelo Instituto TIM no Palco Principal na quarta-feira (27/01).
O Instituto TIM também estará presente com o programa Academic Working Capital (awc.institutotim.org.br), que apoia universitários no desenvolvimento de produtos e concepção de negócios tecnológicos a partir dos seus projetos de final de curso (TCC) – um público e período que não é atendido pela maioria das iniciativas de fomento existentes no Brasil. No evento, jovens que participaram da primeira edição do AWC, em 2015, apresentarão seus produtos e negócios na Arena, em uma área especial do Instituto TIM, entre os dias 27 e 30 de janeiro. Serão apresentados quatro projetos que, no ano passado, receberam apoio tanto financeiro quanto profissional e de negócios. Além disso, o Instituto TIM explicará como funciona o programa no Palco Startups & Makers, na quarta-feira (27/01), às 19h45. A intenção é convidar jovens universitários a participarem da edição de 2016 do AWC, que abrirá novas inscrições, a partir de fevereiro.
SERVIÇO
TIM na Campus Party
De 26 a 31 de janeiro de 2016
Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana) / São Paulo- SP
Espaço Live TIM: Espaço Experience
Espaço TIM Beta: Espaço Arena
“O que você precisa saber para criar um game – by Instituto TIM / TIM Tec”
Facilitadores: Fabio Flatschart (autor do livro “HTML5 – Embarque Imediato” e responsável pelo curso “HTML5 – Introdução ao Front-End” do TIM Tec) e João Bernardes (Doutor em Ciências pela USP e responsável pelo curso “Programação de Games” do TIM Tec)
Data: 27/01 (quarta-feira) | 21h30
Local: Palco Principal
“Academic Working Capital – Como funciona? – by Instituto TIM”
Facilitadores: Anna Carolina Meireles (Instituto TIM) e Diogo Dutra (AWC)
Data: 27/01 (quarta-feira) | 19h45 às 20h00
Local: Palco Startups & Makers
Exposição dos projetos do Academic Working Capital 2015
Data: 27 a 30 de janeiro
Local: Bancada do Instituto TIM
Horário: 10h às 18h
GDG Vale do Paraíba realiza encontro de Diretivas 2016 e planejamento das ações
Neste encontro serão apresentadas as diretivas do GDG para 2016 e serão levantadas ideias e ações em conjunto com os participantes para planejar os próximos meetups. O encontro ocorrerá dia 28 de Janeiro de 2016, uma quinta feira, das 19:00 às 21:00.
Todos estão convidados para trazer ideias e temas que vocês podem palestrar e compartilhar nos próximos meetups.
Por limitação de espaço este meetup será limitado a 30 pessoas. Se você tiver certeza que vai participar, confirme sua presença. Caso contrario, deixe o lugar para as pessoas que realmente querem e podem participar.
Nas últimas duas semanas este blog postou um grande número de vagas abertas no mercado de comunicação do vale do Paraíba. Tem sido até surpreendente tal movimentação em função do cenário de alta retração na economia do país. Esse texto, entretanto, não quer discutir ou apontar os motivos por trás desse número grande de vagas ofertadas. Não! Esse texto quer comentar as reações às vagas ofertadas.
Vamos lá!
Uma das motivações para esse artigo foi este post no Facebook de minha ex aluna e ex orientanda Juliana de Oliveira:
“Ultimamente, vendo vagas abertas para a área de Comunicação, não sei se sou eu é quem está por fora ou se as agências e/ou empresas que ‘exageram’ na procura do candidato. Nos requisitos a gente vê cada exigência que eu fico tipo ‘ué?’. Se é para estágio, tem que dominar quase todas as ferramentas de edição de imagem; tem que dominar as redes sociais; tem que dominar everything! [mas acabou de entrar tem que saber tudo isso?] Se é para um emprego, tem que ter tido vasta experiência; ter atuado como social media; conhecer marketing, planejamento, redes sociais, e edições de imagem, excel, word, access [acabou de se formar, quer ter uma experiência e nem olham o currículo]. Quem está numa Pós, aprendendo tudo isso, mesmo sem ter trabalhado em áreas afins, é quase que eliminado? Mandar currículo é fácil: anexar e enviar. Mas cadê o retorno? Nem do tipo: ‘obrigado pelo interesse, deixaremos seu currículo aqui e se precisar entraremos em contato’. Muito menos um: ‘venha nos fazer uma visita; seja voluntária; obtenha prática’. Nem isso as empresas/RH fazem.”
Quero num primeiro momento dizer que divulgo quase 100% das vagas de estágio ou emprego que chegam até meu conhecimento sem fazer julgamento de qualquer ordem. Faço isso porque acredito que toda oferta de emprego ou oportunidade de estágio tenha que ser divulgada. Se boa ou ruim o tempo e a experiência de quem preencheu a vaga dirá. Quem nunca teve um emprego ruim que levante a mão. Eu tive. E mais de um. Mas aprendi neles. Aprendi principalmente o que não queria e não deveria fazer. Aprendizados não surgem apenas de boas experiências, mas também das que não são boas.
Depois devo dizer que há muita vaga ofertada incorretamente. Sim, é verdade! Muitas vezes isso ocorre por desconhecimento (principalmente quando a vaga é ofertada por empresas que não são de comunicação). Há confusão de funções e atividades, marketing e propaganda/comunicação principalmente. Temos que entender que o mercado contratante tem pouca e em alguns casos nenhuma informação sobre tais atividades.
Quando a vaga é ofertada por uma agência ou empresa de comunicação considero o erro mais grave. Agências querem pessoas com múltiplas funções. Um dos erros mais frequentes é pedir um estagiário ou profissional de criação. Oras, a agência quer um diretor de arte ou um redator? Querer um super profissional que faça as duas coisas bem feito é incorrer num erro primário. Outro erro frequente é querer que a pessoa entenda de mídias sociais, criação(?), produção e edição de vídeos e marketing.
Outra falha comum tanto entre agências como entre empresas é exigir experiência quando se trata de estágio. Não existe estagiário experiente, certo? Estamos combinados? Estagiário irá para sua empresa para ganhar experiência e contribuir com alguns novos conhecimentos que por ventura traga das universidades que frequentam.Estágio foi feito para aprender e ganhar experiência e, como já escrevi outras vezes, de preferência deve haver um plano de estágio e profissionais seniores que trabalhem com os garotos e garotas. Um estagiário NÃO DEVE ser a área toda de comunicação de uma empresa!!!
Acredito que um caminho para que agências e empresas acertem ao ofertar vagas com perfil bem definido é refletir com profundidade sobre quais necessidades e/ou demandas de comunicação precisam ser atendidas com a contratação de um estagiário ou profissional. Caso sejam muito amplas, o ideal é agrupar tarefas por afinidade e abrir mais de uma vaga. Caso exijam muito conhecimento e experiência, a opção deve ser por um profissional e não por um estagiário. Ou até mesmo contratar uma agência/empresa de comunicação (no caso específico de empresas que não sejam de comunicação).
Em todas as situações o que DEVE prevalecer é o bom senso e a honestidade. Contratar bem para resolver bem suas demandas de comunicação significa oferecer condições justas, adequadas e, sobretudo, atraentes. Bons profissionais e aprendizes são atraídos por desafios interessantes e uma combinação equlibrada de boa remuneração e bom ambiente de trabalho. Há muita oferta de mão de obra e muitos jovens talentosos e dedicados espalhados pelos bancos das nossas universidades (especificamente as do Vale do Paraíba). Uma boa oferta de vaga e uma seleção criteriosa podem lhe garantir uma ótima equipe.
Como há muitas atividades e funções novas em função principalmente do amplo desenvolvimento das plataformas digitais de comunicação, ainda vão ocorrer grandes e pequenas confusões na hora de definir e ofertar uma vaga. Portanto devemos ter também uma boa dose de paciência neste período.
E boa sorte tanto para contratantes quanto para contratados!