O selecionado para o estágio atuará em várias áreas dentro da empresa. Atuará no fluxo de trabalho de campanhas de marketing digital, contato com clientes e organização de informações.
Detalhes da vaga
A agência de marketing digital é localizada em Taubaté e atende clientes em todo Brasil.
São 30h semanais divididas da seguinte forma:
• 3x por semana na agência;
• 2x por semana home office.
O Grupo Resolve está buscando um coordenador de marketing. A preferência é para quem resida em Taubaté. Veja na arte abaixo as especificações para a vaga:
Finalmente entrou em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. Inspirada na GDPR europeia, a lei formaliza a questão dos cuidados e regras com dados pessoais. Em linhas gerais, a LGPD determina que toda e qualquer marca que solicita, trata, controla e armazena dados de seus clientes tenha uma política declarada para o uso de dados. Inclusive, dá a prerrogativa de eliminação dessas informações por parte dos clientes.
Pertinente neste momento de transição midiática, a LGPD vai exigir esforço conceitual e técnico das marcas. Daqui pra frente, a lei vai estimular a minimização de solicitação de informações, bem como coibir a acumulação indiscriminada e uso indevido de dados.
A partir de agora, gestores das áreas de Tecnologia e Relacionamento com Cliente poderão, finalmente, construir processos bem estruturados. O mesmo vale para profissionais e equipes de comunicação das marcas, que terão a oportunidade de protagonizar a cultura de dados na empresa, sobretudo com projetos de mídia proprietária.
Diga-se de passagem, no longínquo ano de 2016, o estudo “Global Communications Report”, da Holmes Report, já previa que a área de Owned Media seria a frente de maior crescimento nas empresas até 2020. Acertaram na mosca. Mesmo antes da LGPD, muitas empresas já buscavam a desintermediação da relação com seu público, através de ativos digitais proprietários.
Ativos como, por exemplo, portais de conteúdo especializado, assinados por marcas relevantes. Esse tipo de projeto – conhecido como brand publishing – consiste no desenvolvimento de propriedades completas de conteúdo digital, com programas consistentes de publicação e distribuição de notícias, análises e informações, em plataforma própria.
A partir de agora, a marca que tiver legitimidade para se posicionar como publisher, além de reforçar sua autoridade e notoriedade, terá também a oportunidade de tornar sua plataforma uma fonte permanente de dados, em compliance com a LGPD.
Afinal, com a LGPD, a questão não fica restrita apenas à produção, curadoria e distribuição de conteúdo. Extrapola para a capacidade de transformar third party data em first party data. Ao atrair audiência de forma sistemática para uma plataforma própria, a marca estabelece uma fonte estruturada de dados, com processos técnicos bem definidos.
Processos integrados com o CRM das empresas, com clara distinção das fontes de origem e usos estritamente relacionados a cada ação. Muito mais que um programa permanente de conteúdo, a disciplina de brand publishing é capaz de desenvolver uma plataforma que transforma, de maneira lícita, dados terciários em dados primários.
Grupos como L’Oreal, GE e Amex são referências globais em brand publishing, com portais proprietários relevantes, pioneiros e longevos. No Brasil, marcas como ENGIE, PROTESTE e Transfero Swiss, também já estabeleceram suas plataformas de conteúdo, em linha com as boas práticas da LGPD.
Image by Wynn Pointaux from Pixabay
Com tudo isso, da mesma maneira que equipes técnicas vão ter que lidar com as novas regras, as equipes de comunicação também terão que amadurecer seus processos. Cabe aos profissionais da área desenvolverem portais proprietários de marcas, que serão verdadeiros ativos de negócios – inclusive para o tratamento adequado de dados.
Afinal, antes da LGPD, projetos de brand publishing – estado da arte em owned media – eram verdadeiros diferenciais competitivos de marcas relevantes. Com a LGPD, esse tipo de projeto passa a ser uma necessidade operacional.
*Formado em jornalismo pela PUC-Campinas, Paulo Henrique Ferreira também é mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP e possui MBA em Gestão pela Fundação Getúlio Vargas. É fundador e Diretor Executivo da Barões Digital Publishing, primeira empresa brasileira especializada em brand publishing, que tem entre seus clientes, o QuintoAndar, PROTESTE, ENGIE e Transfero. Paulo Henrique começou sua carreira em 2000, na Compera (atual Movile), desenvolvendo produtos editoriais para telefones celulares. De 2008 a 2015 liderou a área digital do LANCE!, o maior diário desportivo do Brasil. Dentre outras posições no mercado de publishing digital, também foi membro do Comitê de Estratégias Digitais da ANJ. Ferreira é pai do Pedro e marido da Márcia, além de sócio, na Barões, do Bruno Costa e João Gabriel dos Santos.
Com veiculação nacional em TV e estratégia digital, filmes abordam credibilidade dos serviços digitais
A Faculdade FAEL, pioneira em oferecer graduação e pós-graduação 100% online, acaba de entrar na mídia com sua campanha publicitária de matrículas para 2021. Protagonizada pelo ator Carlos Moreno, os filmes com veiculação nacional tem criação da agência G/PAC Comunicação Integrada e usam a confiança dos consumidores no online para destacar que o EaD sempre funcionou, dando a deixa para as matrículas abertas na FAEL.
Com veiculação em TV aberta, os filmes nas versões de 30, 15, 10, 6 e 5 segundos trazem Carlos Moreno no papel dele mesmo, apontando como mercado e academia online funcionam, e como agora, no atual contexto de pandemia, todos têm certeza que o online funciona. A partir daí, usa o gancho para apontar como a FAEL sempre teve essa certeza, e informa dos cursos com até 60% de desconto na instituição.
“Em 2020, as funcionalidades dos serviços online foram colocadas à prova, e, em sua maioria, aprovadas por centenas de milhares de brasileiros. Isso mostra que os serviços via internet são uma opção confiável e eficiente, uma questão que a FAEL acredita e investe desde o início. Já são mais de 20 anos que nos dedicamos a educação a distância e sempre acreditamos nesse modelo. Além de abrir a temporada de matrícula para novos alunos, com uma nova cara da campanha para 2021, o objetivo é também comunicar essa convicção de que o EaD funciona, e muito bem”, comenta Jefferson Francisco da Silva, Diretor de Marketing da FAEL.
Para completar, a campanha conta também com robusta estratégia digital, composta por SEO, conteúdo para redes sociais, mídias estratégicas regionais e versões do filme para o ambiente online.Toda a campanha on line foi desenvolvida pela E-tools, empresa do grupo G/PAC responsável pelas estratégias digitais.
Ficha Técnica
Título: EAD? Com certeza é FAEL.
Cliente: Faculdade FAEL
Agência: Grupo GPAC de Comunicação Integrada
Diretor de Criação: Juca Pacheco
Criação: Leandro Dena
Produção Digital: Rafael Fernandes
RTV: Marilia Lemos e Rafael Fernandes
Diretora de Atendimento: Nilcéia Rocha
Atendimento: Andre Edward, Anne Rinaldim, Taiani Rocha
Mídia: Bruna Reysel, Fernanda Cardoso, Karoline de Souza, Vivian Bueno