Consumidor vai usar Black Friday para antecipar Natal

Consumidor planeja comprar na Black Friday, e pretende antecipar compras de Natal, afirma estudo da SBVC

A totalidade dos respondentes pretendem comprar algum produto na data este ano.

Black Friday já é a data mais importante para o e-commerce brasileiro. Segundo estudo do Ebit o comércio eletrônico deve faturar R$2,43 bilhões durante a Black Friday de 2018, alta de 15% na comparação com o ano passado. E o número de pedidos pode registrar uma expansão de 6,4%, passando de 3,76 milhões para 4 milhões.

Apesar da crise que o país vem enfrentando, o consumidor está animado e otimista para a Black Friday 2018. 100% dos entrevistados pretendem se arriscar nas promoções esse ano e pretendem gastar em média R$ 1.283,00. Em 2017 o gasto médio dos consumidores na data (soma de compras online e off-line) foi de R$ 1.178, segundo o Ebit.

As compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por Eletrônicos, Eletrodomésticos e Vestuários. Porém, parte dos respondentes (69%) pretendem gastar a mais pensando em compras para o final de ano, ou seja, planejam comprar para presentear no Natal. O valor destinado a compras de fim de ano se aproxima de 37% do total das compras da Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “O fenômeno Black Friday no varejo brasileiro”, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Ferraz Pesquisas, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

O estudo mostra que 57% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 47% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento. A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de comprar (84%) na Black Friday. Porém, a credibilidade (67%) em relação as promoções ainda não estão em um patamar sólido.

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 100% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites de busca, sites de lojas próprias e redes sociais. Assim como a busca por informações é online, o e-commerce (33%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (18%) no processo da compra, porém a maioria utiliza os dois canais para fazer suas compras (49%).

Metodologia

O estudo entrevistou 403 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

Disponível no site: http://sbvc.com.br/o-fenomeno-black-friday-no-varejo-brasileiro-2018/

Sobre a SBVC – Fundada em 29 de maio de 2014, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é uma organização sem fins lucrativos, aberta, multissetorial e com atuação complementar às demais entidades de classe do varejo. Sua missão é contribuir para o aumento da competividade do varejo, por meio de conteúdos e estudos de mercado, promovendo networking entre executivos do varejo de todos os segmentos. A entidade tem como objetivo defender os interesses do segmento e promover ações sociais. A SBVC é sustentada por quatro pilares fundamentais: Conteúdo, Relacionamento, Responsabilidade Social e Apoio Técnico.

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff – Coordenadora de Estudos e Pesquisas

Atuar como microinfluenciador pode ser uma opção de renda

Ser influenciador é alternativa para voltar ao mercado de trabalho

Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE no final de setembro, a queda da taxa de desemprego tem sido puxada pelo aumento do número de postos informais. Entre junho e agosto, foram registrados 12,7 milhões de desocupados, 4,8 milhões de desalentados e a taxa de subutilização era de 24,4%. Uma das alternativas encontradas por aqueles que não conseguem uma vaga formal é atuar em mídias sociais.

Chamadas de microinfluenciadoras, estas pessoas contam milhares de seguidores e atuam em nichos de mercado. Têm conhecimento sobre temas específicos e, por isso, chamam a atenção de alguns públicos que interessam às empresas. Por isso, acabam divulgando os produtos de forma efetiva, gerando mais conversões – negócios.

Mesmo que a pessoa esteja fora do mercado de trabalho, pode se engajar nas mídias sociais de forma a cativar públicos específicos. Ao fazer vídeos didáticos sobre como pintar uma parede, escolher a cor e como combinar com os móveis, um arquiteto conquista as pessoas que estão interessadas em reformar sua casa. Por que não associar uma marca a estas recomendações? Este tipo de material vale ouro para as empresas e muitas pessoas abandonaram seus empregos formais para viver disso.

Há influenciadores que têm poucos seguidores, mas que possuem grande credibilidade perante pessoas que se interessam por diferentes temas, desde informática a finanças, fitness a pets, o que permite que eles influenciem decisões de compra. É isso que as empresas querem, pois, ao invés de pagar fortunas para que uma celebridade mencione suas marcas nas mídias sociais eles têm o alcance sobre públicos que podem utilizar seus produtos e resultam em leads de melhor qualidade.

A valorização desse tipo de internauta se deve ao fato de que, com um investimento bem modesto, atingirem diretamente quem interessa às companhias. No entanto, as empresas que procuram influenciadores com esse perfil sofrem com um problema: ninguém sabe como encontra-los e mensurar o engajamento gerado. A questão que se impõe é como unir as empresas e estes influenciadores espalhados por todo o Brasil. Neste sentido, a tecnologia vem a facilitar a conexão. Plataformas específicas para isso, funcionam como uma espécie de “agência de modelos”, unindo o perfil do influenciador com a necessidade da empresa.

Além disso, o profissional de marketing consegue remunerar o microinfluenciador conforme seu alcance. O ideal é que as plataformas ranqueiem estes profissionais com notas diárias, pois sua influência muda a todo o momento. Ser influenciador pode ser uma saída para driblar o desemprego ou complementar a renda e a Inflr está entre as recrutadoras do mercado.

Thiago Cavalcante é sócio-fundador da Inflr

Fonte: Compliance Comunicação – Ana Borges

Instagram impulsiona vendas

Vendas no Instagram impulsionam comércio

Mensalmente, 90 milhões de contas acessam publicações de compras na rede. Especialista dá dicas para empresas interessadas no recurso

Desde que surgiu, em 2010, o Instagram se firmou como uma rede social visual, com foco em fotos e vídeos. Hoje, as empresas podem usar os recursos imagéticos do aplicativo para montar uma vitrine de vendas eletrônicas. Trata-se da funcionalidade Instagram Shopping, inaugurada no Brasil em 2018. Em abril, por exemplo, foram realizadas 180 milhões de transações no app.

A professora Maria Carolina Avis, especialista em Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, explica que o recurso foi uma grande “sacada” da rede social. “O principal fator para o sucesso é a facilidade de compra. O usuário consegue, de forma muito ágil, ter acesso às informações do produto e ir para a finalização da transação”, diz.

Segundo a rede, mensalmente 90 milhões de contas acessam publicações de vendas para saber mais sobre os produtos. “Para as empresas, houve uma facilitação na resposta sobre variedade de cor, disponibilidade, preço e forma de pagamento. A própria postagem disponibiliza esses detalhes”, explica.

Quem deve apostar no recurso

Desde o início do Instagram Shopping foi aferido um aumento de 25% no tráfego do aplicativo e de 8%, na receita. Isso significa que a rede social se tornou um ambiente propício para todos os tipos de lojas eletrônicas, desde que seu público-alvo seja usuário da rede. “É preciso ir onde seu público está”, recomenda Maria Carolina.

Para usar o Shopping, a empresa precisa comercializar produtos – e não serviços. Além disso, precisa ter um site próprio, para onde o usuário será redirecionado para finalizar a compra.

Mesmo já tendo um site próprio, a professora defende que a funcionalidade é vantajosa para as lojas. “O grande benefício é otimizar a experiência do usuário. No Instagram, ele escolhe o produto com mais facilidade e avança facilmente para o estágio de compra”, diz.

Ressalvas

Para aqueles que estão iniciando no Instagram, a professora ressalta algumas regras. Ao utilizar fotos de catálogo ou de outra empresa, por exemplo, é preciso fornecer os créditos da imagem. Também não é recomendado utilizar fotos de baixa qualidade ou resolução.

Algumas práticas são completamente proibidas pelo aplicativo, como realizar sorteios e trocar engajamento (curtidas e seguidores) por crédito na loja ou produtos. Postagens com esse teor podem ser retiradas do ar.

Fonte:Pg1 Comunicação – Lorena Oliva Ramos

A publicidade não vai parecer publicidade

Publicidade do futuro será personalizada, automatizada, imersiva, experimental e mensurável

A publicidade do futuro não terá nenhuma semelhança com o modelo atual. Esqueça as propagandas que você está acostumado a assistir porque elas estão com os dias contados. Afinal, a transformação digital tem revolucionado a forma como consumimos conteúdo e o futuro está logo ali. Em alguns anos, a publicidade não vai parecer publicidade. Para comprovar esse movimento, a Adobe compilou 15 estatísticas que mostram onde estamos e para onde vamos:

1. O total de gastos com anúncios de mídia em todo o mundo aumentará 7,4%, chegando a US$ 628,63 bilhões em 2018. A mídia digital será responsável por 43,5% dos investimentos. Até 2020, a participação digital no total da publicidade será de cerca de 50%. (Fonte: eMarketer)

2. O mobile será a maior parte desse gasto, com 67,3% da publicidade digital e 29,2% do total de anúncios de mídia este ano. (Fonte: eMarketer)

3. Nos EUA, especificamente, a publicidade digital alcançará US$ 107,3 bilhões em 2018, um aumento de 18,7% em relação aos US$ 90,39 bilhões de 2017. (Fonte: eMarketer)

4. Os anunciantes devem gastar US$ 66 bilhões globalmente em patrocínio neste ano, um aumento de 4,9% em relação ao ano anterior. Quando comparado com a mídia paga, o patrocínio é o segundo canal de publicidade que mais cresce atrás dos formatos da Internet. (Fonte: WARC)

5. A publicidade está certamente se tornando mais automatizada. Na verdade, os gastos com automação de marketing/publicidade devem chegar a US$ 25,1 bilhões por ano até 2023. (Fonte: MarTech Today)

6. Quando se trata de publicidade na TV, a maior parte ainda é comprada manualmente. Menos de um terço (28%) das marcas integraram dados de audiência digital em suas compras de anúncios de TV, embora 68% planejem fazê-lo nos próximos 12 meses. (Fonte: Adobe)

7. O marketing indireto em vários meios de comunicação e a publicidade em vídeo over-the-top (OTT) devem chegar a ganhos de dois dígitos devido ao aumento dos cancelamentos de serviços de TV a cabo e a tendência dos vídeos OTT. (Fonte: PQ Media)

8. Dois terços de todo o crescimento dos gastos com publicidade global entre 2017 e 2020 virão de paid search e mídia social. (Fonte: Zenith)

9. Metade da geração Z (50%) e 42% dos millenials disseram que os anúncios nas redes sociais são mais relevantes para eles, enquanto a geração X e os baby boomers disseram que ainda preferem publicidade na TV. (Fonte: Adobe Digital Insights)

10. Mais de 70% dos anunciantes acreditam que seus anúncios são relevantes para o público-alvo que eles estão segmentando. No entanto, apenas 8% das pessoas acham que os anúncios que veem on-line são sempre relevantes. (Fonte: Adobe Digital Insights)

11. Espera-se que o varejo seja a maior fatia do bolo de publicidade digital este ano, com uma estimativa de 21,9% do total de gastos com anúncios digitais. Os setores automotivo (10,4% do gasto total), financeiro (10,3%), produtos farmacêuticos/medicamentos (9,8%) e viagens e turismo (9,3%) completarão os cinco principais consumidores de publicidade digital. (Fonte: Marketing Charts)

12. Em média, os anunciantes gastarão mais de US$ 10 milhões anualmente com publicidade de suas marcas em vídeos digitais e móveis, um aumento de 53% em relação a dois anos atrás, em 2016. (Fonte: IAB)

13. 84% dos anunciantes disseram que iriam realizar cada vez mais funções de publicidade internamente este ano, anunciando diretamente ao consumidor. (Fonte: IAB)

14. 2018 tem sido o ano do marketing experimental, com nove em cada dez profissionais de marketing reconhecendo sua importância na condução do engajamento da marca. (Fonte: Freeman)

15. Espera-se que a receita de publicidade em mídia social atinja US$ 51,3 bilhões em 2018. São US$ 17,24 por usuário. Essa receita deve crescer 10,5% ao ano. (Fonte: Hootsuite)

Fonte: Adobe Systems Incorporated – RMA Comunicação – Alisson Costa