Facebook tem crescimento no número de usuários

Usuários do Facebook cresceram 23% em 3 anos

Vem pandemia, vai pandemia: mesmo com a normalidade voltando a alcançar o mundo novamente e a população sendo liberada a sair de casa para socializar pessoalmente neste final de 2021, o número de pessoas usando as redes sociais diariamente continua crescendo. Tendo isso em mente, a plataforma de descontos online CUPONATION reuniu alguns dados sobre as performances das plataformas no mundo.

Apesar das mídias sociais crescerem de forma exponencial a cada dia, o Facebook é um gigante que parece não se abalar com nada, e uma nova pesquisa internacional comprovou esse achismo ao revelar que mesmo depois de quase 20 anos no mercado, continua sendo a rede social mais consagrada.

Com a chegada do segundo semestre do ano, a plataforma alcançou seus 2.853 bilhões de usuários ativos mensalmente conectados de todos os cantos do mundo, o que significa um aumento de 2% de pessoas acessando a mídia em um período de 6 meses, conforme um estudo semelhante divulgado no início de 2021 pela mesma companhia.

Ocupando o primeiro lugar no ranking das ferramentas de comunicação há anos, o levantamento mostrou que seu crescimento foi realmente significante para Mark Zuckerberg, que viu sua plataforma subir de 2320 bilhões de conexões para o número atual desde 2019, somando quase 23% de aumento em 3 anos.

Apresentando mais de 15 redes sociais que fazem sucesso ao redor do globo, o Youtube e o WhatsApp estacionaram em segundo e terceiro lugares do ranking e desbancaram o Instagram, somando 2,291 bilhões e 2,000 bilhões de usuários ativos todo mês, nesta sequência. Veja a pesquisa completa no ingráfico interativo do CUPONATION.

O levantamento ainda registrou que os populares Facebook Messenger, Tik Tok , Pinterest e o Twitter também aparecem na lista, com este último ficando em penúltimo lugar e somando 397 milhões de usuários acessando todo dia mensalmente.

Fonte: Fonte: Comuniquese – Giovanna Rebelatto

Brinquedos estão em alta neste Dia das Crianças

Pesquisa ACI/Unitau revela que 64% dos consumidores de São José dos Campos vão comprar presentes nesta data e reforça tendência de recuperação da economia

Uma boa notícia para a criançada: neste Dia das Crianças, os brinquedos estão em alta na lista de compras.

Isso é o que revela a mais recente pesquisa de intenção de compras feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio do Nupes (Núcleo de Pesquisas Sócio-Econômicas), com foco no Dia das Crianças, em 12 de outubro. O levantamento ouviu 322 pessoas entre os dias 23, 24 e 29 de setembro e 1o. de outubro, em locais de grande concentração de consumidores: praça Afonso Pena, Rua 15, Calçadão da Rua 7 e nos shoppings CenterVale, Centro, Jardim Oriente e Vale Sul. O grau de confiabilidade do levantamento ACI/Unitau é de 95%.

Segundo a pesquisa, 70% dos consumidores disseram que vão comprar brinquedos neste Dia das Crianças, seguido de roupas, com 19,6% de citações. O índice está bem acima do patamar de 2018 e de 2019, quando a preferência por brinquedos ficou na faixa de 50,3% e 58%.

Mas nem só as crianças têm uma boa notícia para esta data, os lojistas também têm o que comemorar. O levantamento ACI/Unitau revela que 64% dos consumidores de São José dos Campos planejam comprar presentes neste Dia das Crianças, com 48% declarando que vão gastar mais este ano do que em 2020. Esse índice (64%) é levemente superior ao registrado em 2019. No ano passado, é sempre bom lembrar, o Dia das Crianças coincidiu com um período de restrição parcial na abertura do comércio e não houve rodada da pesquisa ACI/Unitau.

Outro indicador positivo: este ano, o tíquete-médio de presentes deve ficar na faixa de R$ 50 a R$ 100, valor citado por 51,4% dos entrevistados, com 24,5% dos consumidores optando por compras acima de R$ 101.

As datas comemorativas do comércio, como Dia das Mães e Dia dos Namorados, têm mostrado uma recuperação crescente da economia, com as vendas voltando a patamares pré-pandemia – disse Eliane Maia, presidente da ACI. Segundo ela, as vendas do Dia das Crianças caminham para acentuar essa tendência. “É um sinal claro da força da economia”, disse.

Tendência

O levantamento revela ainda uma predileção do consumidor pelas lojas físicas. Segundo a pesquisa, 70% dos consumidores preferem fazer suas compras em lojas físicas, principalmente por gostarem de ter contato direto com o produto (56,3%). Esse número, no entanto, é bem abaixo do levantamento anterior: em 2019, as lojas físicas respondiam por 90% da preferência dos consumidores no Dia das Crianças.

O levantamento apontou ainda que:

  • 36,27% dos consumidores farão suas compras em lojas do centro;
  • 30,88% vão optar por lojas instaladas nos shoppings;
  • 74,5% dos consumidores disseram que vão pagar suas compras à vista, usando cartão de débito (41,2%) ou dinheiro (30,4%); esse índice é menor que em 2019, quando 81% disseram que iriam pagar suas compras à vista;
  • 46% dos entrevistados afirmaram pesquisar preços antes das compras.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho

Pesquisa VanPro mostra melhoria expressiva do cenário para as agências de publicidade

Realizada pelo Sistema SINAPRO/FENAPRO, junto a 293 agências do País, a sondagem mostra que 64% delas apontam perspectiva mais favorável e 39% conseguiram elevar ou manter o faturamento no segundo trimestre

O processo de retomada do mercado de publicidade segue avançando e abrindo um cenário mais positivo para as agências de publicidade do País, segundo mostra a nova edição da pesquisa VanPro, importante termômetro dos negócios e da gestão das empresas do setor, realizada pelo Sistema SINAPRO/FENAPRO. Segundo os dados apurados junto a 293 agências de 20 estados e do Distrito Federal o índice de agências que veem melhores perspectivas de mercado cresceu 28%, representando 64% do total das empresas entrevistadas em setembro, ao mesmo tempo que 62% conseguiram manter ou elevar seu faturamento no segundo trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2020.

Daniel Queiroz – Presidente da Fenapro

Entre as agências entrevistadas, 39% aumentaram o faturamento, 30% mantiveram e 18% perderam 30% ou mais. Para o futuro, as perspectivas também são positivas. As que preveem estabilidade são 26% e as que consideram o cenário negativo são 5%, algumas inclusive não descartando a interrupção das atividades, enquanto 5% não têm uma previsão.

“A pesquisa VanPro mostrou que os maiores impactos da pandemia já foram superados, e que as perspectivas de futuro são muito melhores do que no mesmo período de 2020. As agências brasileiras encontraram seus caminhos para a sustentação ou retomada do crescimento, estão recuperando ou mesmo aumentando sua receita, embora ainda persistam desafios”, afirma Daniel Queiroz, presidente da FENAPRO.

Entre os desafios que as agências precisam equacionar está o desequilíbrio entre demanda e remuneração. Apenas 15% das agências entrevistadas avaliam que a carteira tem um equilíbrio de 70% ou mais entre demanda e remuneração. Em contrapartida, 55% consideram que há sobrecarga de demandas sobre a equipe e apenas 7% têm algum tipo de folga operacional.

“Mesmo com o aumento na receita, há mais desequilíbrio do que equilíbrio contratual, em relação a demanda versus remuneração, o que indica uma oportunidade para as agências renegociarem seus contratos junto aos clientes”, observa Ana Celina Bueno, diretora da FENAPRO, ao ressaltar que, apesar do desequilíbrio, o relacionamento com os clientes é de parceria, segundo 84% das agências entrevistadas, e neutro para 12% delas – apenas 4% apontam alguma divergência.

Práticas de gestão, uso de sistemas e o desempenho das lideranças

A pesquisa VanPro também analisou a gestão das agências, os sistemas utilizados por elas e o desempenho das lideranças. Os dados levantados até o mês de julho apontam que ainda é preciso avançar em termos de gestão, e obter maior dedicação ao tema da parte das lideranças e maior engajamento das equipes.

Quase a metade das agências (47%) vê o nível de engajamento de suas equipes com a gestão em níveis moderados, comparativamente a 43% que consideram o engajamento alto ou muito alto. Por outro lado, as lideranças têm dedicado apenas 18% de seu tempo às atividades de gestão, comparativamente a 38% do tempo gasto com atividades operacionais; 28%, ao relacionamento com o cliente, e 16%, em atividades burocráticas.

“A pesquisa mostra que boa parte das empresas ainda pode ‘subir a régua’ do investimento em modelos de gestão que permitam às pessoas darem o seu melhor e ter um engajamento genuíno. As próprias lideranças das agências devem se engajar mais, pois hoje dedicam apenas 18% do seu tempo, em média, com a gestão”, destaca Daniel Queiroz. “Em contrapartida, os níveis de atividades burocráticas parecem excessivos para um mercado que exige tanta velocidade e altos níveis de carga operacional. Por isso, é preciso engajar as equipes com práticas e sistemas de gestão, principalmente quando os times têm autonomia moderada.”

Em relação às práticas de gestão, prevalecem aquelas consolidadas e tradicionais, como o planejamento estratégico (65%) e orçamentário (59%) e acompanhamento de indicadores / KPI (28%), seguidas por aquelas que tratam da gestão de recursos humanos, como feedback gerencial (48%), avaliação de desempenho (46%), programa de remuneração variável (30%) e pesquisa de clima (25%).

Iniciativas estruturadas de desenvolvimento vêm em terceiro lugar (22%), com planos de desenvolvimento individual, no mesmo patamar de programas de desenvolvimento gerencial e de liderança (22%), e seguidos por programas de mentoria interna (17%). Práticas relacionadas ao relacionamento com clientes vêm em quarto lugar, com pesquisas de satisfação e NPS (20%) e uso de CRM (14%). Práticas mais ousadas como a gestão ágil (18%), OKRs (14%) e avaliações 360º (13%) aparecem em penúltimo lugar no levantamento, sendo que as práticas relacionadas à inovação, como design sprint (8%), colegiados de inovação (7%) e hackathons (6%) vêm em último lugar.

“O fato de as práticas relacionadas à inovação empresarial e à inovação em gestão estarem nas últimas posições, indica que, embora isso seja esperado na maioria das localidades, é crucial que se modifique, em um mercado que está em transformação acelerada”, completa Ana Celina.

Perfil das agências entrevistadas

O perfil predominante dos participantes da sondagem VanPro é de agências full-service (96%), sendo 41% com faturamento até R$ 1 milhão: 28%, entre R$ 1 milhão e R$ 3 milhões; 10% entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões; 11%, entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões e outros 10% acima deste patamar. A maioria das empresas têm mais de 20 anos de existência (39%) ou entre 11 e 20 anos (37%); 91% são associadas ao Sinapro (Sindicato das Agências de Propaganda) de seu estado e 78% ao CENP (Conselho Executivo das Normas-Padrão).

Para acessar a pesquisa acesse esse link

Uso da internet atingiu 81% da população em 2020

Pesquisa mostra que o Brasil tem 152 milhões de usuários; crescimento de uso doméstico requer atenção com segurança digital

A quantidade da população brasileira que utiliza a internet aumentou em 2020, passando de 74% da população em 2019 para 81% no ano passado, o que representa 152 milhões de usuários acima de 10 anos. O crescimento do uso da rede de computadores foi maior nas classes econômicas mais baixas e impulsionado pela pandemia. Os dados são da pesquisa TIC Domicílios, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em agosto deste ano.

Type on the keyboard at home office

O levantamento mostra um aumento da proporção de usuários de internet na comparação com 2019, com mais força entre os moradores das áreas rurais – de 53% em 2019 para 70% em 2020; entre os habitantes com 60 anos ou mais (de 34% para 50%); no meio daqueles com Ensino Fundamental (de 60% para 73%); e entre as mulheres (de 73% para 85%). A pesquisa também revelou que o acesso tecnológico teve aumento, principalmente, nas residências das classes C e D/E. Na classe C, passou de 80% para 91%. E nas classes D/E de 50% para 64%. Porém, as classes mais altas, com maior escolaridade e mais jovens, ainda é a faixa com maior acesso à internet.

Segundo o estudo, houve um crescimento na quantidade de computadores nos domicílios: a porcentagem saltou de 39% em 2019 para 45% da população em 2020. O coordenador de Data Center e Administração de Redes do Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), Elton Vinicius Rauh, comenta que a alta no número de equipamentos é consequência da necessidade de realizar algumas atividades em casa durante o ano de pandemia, em 2020. “Como diversas empresas migraram para o home office, houve uma procura maior por notebooks e computadores. Além disso, as crianças começaram a estudar em casa. Então, muitos pais precisaram se adaptar a essa nova realidade”, explica.

Segundo Elton, com um número maior de usuários e conectividade mais expressiva, é preciso estar atento às questões de segurança digital. “É sempre importante reforçar que é necessário cuidado no momento de acessar informações na internet. Os usuários devem evitar salvar suas senhas no computador. Além disso, a orientação é trocá-las periodicamente”, destaca. Ter atenção aos downloads e aos falsos e-mails e anexos também são recomendações do coordenador. “Verificar se o site é realmente confiável para que seus dados não fiquem desprotegidos. Atualizar o antivírus é um auxílio na segurança do computador também”, garante.

Com o maior acesso à internet entre crianças e adolescentes, recomenda-se que os pais também fiquem atentos ao uso da tecnologia pelos filhos. “Os pais precisam orientá-los sobre os riscos da divulgação de informações pessoais na internet. Também para que tenham cuidado com os sites que podem estar sendo acessados. Depende disso a proteção e segurança do aparelho. E lembrar de dialogar com a criança sobre os conteúdos e sobre com quem estão tendo contato na internet”, comenta.

Sobre o ICI

O ICI – Instituto das Cidades Inteligentes é uma organização criada em 1998, com atuação em todo o território nacional, referência em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas de TIC para a gestão pública. Mais informações: www.ici.curitiba.org.br.

Fonte: Central Press