Estágio em marketing

Vale Infusões busca estagiário em marketing

A vaga é para São José dos Campos. Confira todos os detalhes na arte abaixo

Supera Comunicação abre vaga de estágio

A Supera Comunicação está buscando alguém para Estágio em Conteúdo.

Pré-requisitos:
• Residir em São José dos Campos ou região;
• Cursando Ensino Superior em Jornalismo ou áreas correlatas;
• Portfólio – trabalhos de faculdade são bem-vindos;
• Conhecimento do Pacote Office;
• Organização, senso de responsabilidade, comprometimento e boa comunicação.

Esta vaga combina com você ou conhece alguém que se encaixe no perfil? Mande currículo e portfólio para selecao@superacomunicacao.com.br até 30/9. No e-mail, coloque o nome da vaga.

Coluna Propaganda&Arte

Elas “entrarão” em nossa casa, “roubarão” tudo

Imagem criada pela IA do Midjounrey com a minha orientação

Precisei apelar para um meme que brinca com o uso errado do tempo verbal para dizer que o futuro chegou, ele pode até ser mais divertido e bonito, mas não menos complexo e desesperador. As IAs (Inteligências Artificiais) chegaram pra ficar e algumas profissões já correm risco!

Você não ouviu falar do Midjourney? Mas já deve ter visto.

Nos últimos anos, alguns programas de inteligência artificial que cruzam dados textuais e imagens estão sendo desenvolvidos e aperfeiçoados. O mais famoso dele tem sido a IA do laboratório de pesquisas Midjourney. Isso porque ela é de simples utilização (você coloca frases, textos descritivos das cenas, elementos importantes como acabamentos da arte e tudo mais que achar válido) e em poucos segundos vê uma obra de arte de primeira qualidade se formando na sua frente.

Essa inteligência artificial utiliza seu grande repertório para criar obras dignas de prêmio! E isso tanto é verdade que um artista venceu um prêmio de desenho usando essa IA no estado do Colorado-EUA e foi alvo de críticas, pois o trabalho mais complexo da arte é toda feita pela inteligência artificial, dando ao artista apenas a função de testar algumas frases e realizar pequenos retoques finais em programas de edição da imagem (se quiser).

Photo by: KOAA News5

O problema não é apenas sair com as glórias de uma obra bela como essa acima, mas lucrar com esse trabalho fácil. Já pensou nisso?

Uma nova Era da arte: IArte

A linguagem artística trabalha com arquétipos, imagens e o que estes programas fazem é justamente mesclar essas imagens significativas ligando os pontos que são as palavras que você coloca para a IA do Midjourney executar. Os críticos estão falando sobre a ética artística que esse tipo de artifício pode abalar, uma vez que esse novo “artista” acaba apenas se especializando em escolher as palavras certas e fazer uma curadoria depois de centenas de resultados que obteve escolhendo aquela imagem que achou mais bonita. Todo o trabalho conceitual, de técnica e inspiração típicas de um artista tradicional simplesmente são jogados no lixo. Essa é a visão de quem é contra esse tipo de uso e, realmente, é uma revolução!

Inspiração ou atalho preguiçoso

Como o uso dessa ferramenta ainda está em fase beta, acreditamos que muito pode-se evoluir ainda, chegando a resultados estéticos ainda mais surpreendentes. Por ser uma novidade, muitas pessoas estão se aproveitando disso, criando e vendendo imagens geradas pela IA como se fossem os autores, ou ainda, colocando-se como principal autor, mesmo que dando crédito para a IA. Isso poderia gerar lucros absurdos para um trabalho infinitamente menor do “artista” e pode acabar com toda uma gama de profissionais, sejam ilustradores, artistas conceituais, ilustradores de capa de livro, quadrinhos, dentre outros. Fica difícil competir com um novo mercado que cria imagens em minutos, com uma riqueza imensa de detalhes, milhares de imagens de repertório e ainda por preços extremamente baixos, pois a plataforma é free (pelo menos para os desenhos iniciais de teste).

Precisamos acompanhar de perto essa revolução ou ENTRARÃO e ROUBARÃO aquilo que até então nos diferenciava do restante dos animais: a nossa capacidade criativa.

Como a tecnologia tem ajudado as marcas a chegarem em todo o mundo

por Adalberto Generoso*

Todo mundo sabe reconhecer uma marca bem sucedida. É a do jingle, da frase, ou até mesmo daquele comercial que te fez chorar ou morrer de rir. O reconhecimento e a conquista do status de inesquecível é algo construído e pavimentado por um trabalho árduo que, acredite, vai muito além da criatividade das mentes brilhantes dos profissionais da publicidade e do marketing.

Imagem de Pete Linforth de Pixabay

É que para chegar ao público, a marca passa por um processo intenso de criação, produção, distribuição e divulgação e isso exige muita, mais muita organização. Na era da informação e da digitalização, essa competência vira um desafio e, até mesmo, um problema para as marcas. Isso porque um terço dos materiais digitais produzidos por grandes corporações não são utilizados, são subutilizados, ou são consumidos fora de vigência. Ineficiências que geram prejuízos de até U$D 3.17 milhões por ano, inclusive, podendo se estender para passivos jurídicos no caso de utilização de materiais fora de vigência, segundo pesquisas da Adobe.

Em busca de suprir esse gargalo do mercado publicitário, novas soluções tecnológicas estão surgindo para organizar toda a bagunça digital do marketing. A principal delas é o gerenciamento de ativos digitais por meio do DAM (Digital Asset Management), plataforma que armazena, organiza e torna útil toda a biblioteca de ativos digitais – fotos, áudios, vídeos, contratos, e absolutamente tudo que pode ser armazenado em nuvem – pelas marcas.

Por definição da jornalista especializada em martech, Pamela Parker, “um DAM é a fonte única da verdade”, onde os profissionais de marketing, por meio de metadados anexados, conseguem saber qualquer coisa antes de usar o ativo, como se a empresa possui os direitos de imagem de determinado ator, ou se a equipe jurídica aprovou determinada campanha.

Assim, o primeiro ganho percebido para as empresas é o dinheiro economizado, principalmente em meio a um cenário de crise financeira e de recuperação do setor do tombo histórico causado pela pandemia – segundo report da Gartner, em 2021, houve uma alta de 6,4% nos investimentos em marketing globalmente.

Mas ainda mais do que a certeza da economia é a potencialização e fortalecimento do seu brand. Esse, considero o maior dos benefícios da gestão de ativos digitais. Sua marca manterá a força em todos os canais e pontos de vendas, físicos ou on-line, uma vez que TODOS os ativos digitais distribuídos, em todos os canais seguem o mesmo padrão, são consistentes e mantêm a mesma qualidade e versão. O colaborador da China terá o material correto na mesma hora que o do Uruguai e o do Brasil também. É a maximização da eficiência que a longo prazo gerará lucro e mais lucro. É sua marca, de fato, chegando em todo o mundo.

*Adalberto é empreendedor serial e tem mais de 10 anos de experiência em marketing digital. já ganhou 3 Cannes Lions e mais 10 prêmios internacionais de publicidade digital. foi um dos idealizadores do GuiaBolso e ex-sócio e CMO da Cheftime, foodtech adquirida em 2019 pelo GPA. Além disso, é mentor de marketing, tecnologia e growth para startups e atua como palestrante para a turma do curso de Marketing Digital do Núcleo de Empreendedorismo Tech da USP.