Tableau abre duas vagas
As vagas são para estágio em social media e webdesigner. Confira os requisitos de cada uma das vagas nas artes abaixo.
A APP (Associação dos Profissionais de Propaganda) do Vale do Paraíba realizou na manhã desta sexta feira, 26/08, palestra com o tema “Consumo, Mídia e Publicidade – Fatos e Expectativas”. A CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil, Melissa Vogel, fez uma apresentação mais focada em dados que comprovam a força do vídeo.
Melissa trouxe uma série de pesquisas que demonstram como o consumo de vídeo está distribuído em diferentes plataformas. Também mostrou como o comportamento de consumo mudou em função da tecnologia e da pandemia e que o mercado brasileiro está amadurecendo, ou seja, os consumidores acima de 45 anos estão aumentando de número.
A CEO do Kantar também apresentou dados que mostram a importância da construção de uma experiência figital, ou seja, que una os mundos e canais físicos e digitais.
Vários dos presentes disseram ter gostado muito do conteúdo e da objetividade da apresentação.

Parte da diretoria da APP Vale ao lado de Melissa Vogel, CEO da Kantar
Foto: Camila Carvalho – MDX Group
O evento aconteceu no Auditório do Ceplade (Bloco 8) da Univap Urbanova e contou com boa presença de público.
A palestra teve como apoiadores o Grupo Band Vale e a UNIVAP. Também contou com os patrocínios de Decoli Mídia e MDX Group.
por Ricardo Guerra
Eles estão em toda a parte, se multiplicando sem controle, dominando não apenas o metaverso (que nem existe ainda), mas o nosso universo também. Os avatares virtuais das empresas são o novo #trend, mas existe o risco de uma linda criação cair no terrível uncanny valley e é sobre essa hipótese muito real que precisamos falar hoje (antes que seja tarde!).
Para explicar esse “vale da estranheza” que nada mais é do que uma hipótese do japonês Masahiro Mori, eu posso mostrar simplesmente um gráfico.
Não entendeu? Tudo bem, vamos então explicar através dos avanços da robótica, mas pode ser aplicada em campos de computação gráfica também. A teoria proposta diz que nós (humanos) temos grande empatia e afetividade por seres que de alguma forma se parecem conosco. Um braço robótico, por exemplo, não possui quase nenhuma semelhança com um braço de carne e osso, mas o movimento nos é familiar e logo criamos uma boa impressão. Conforme criamos mais elementos, como cabeça, braços e pernas, ele pode ficar mais amigável e, com certeza, não iriamos fugir de um robozinho simpático, certo? A proposta aqui é justamente destacar o “vale da estranheza” quando o objeto/ser em questão começa a se aproximar demais do aspecto estético humano, mas você sabe que não é, gerando uma sensação de repulsa (aqui estão aqueles terríveis robôs humanoides, que tentam nos imitar, mas soam bizarros como o robô da imagem de destaque deste texto).
Após o vale, temos um crescimento da empatia, conforme cresce a verossimilhança ao ponto de se parecer 100% com um humano e voltamos a criar uma boa impressão e afeto com o objeto/ser. Aqui seria o caso de alguns robôs ultrarrealistas. Porém, essa linha (ou vale) é muito perigosa e é nessa hora que as empresas pecam em seus projetos de avatares de marca, que possuem justamente o objetivo contrário: criar empatia com o público.
Como vimos, o gráfico do começo do uncanny valley é super fofo! É nesse universo que estão os desenhos animados, robôs ajudantes e até alguns avatares famosos, como o Baianinho das Casas Bahia, tanto na versão antiga (2D) como na atual (3D). Ele não tem o compromisso de parecer 100% real, mas sim uma caricatura artística e essa é a estratégia mais conservadora, segura e comum de se seguir.
TOP 5 avatares que chegaram perto demais do uncanny valleyCriar um avatar virtual pode ser um projeto caro para uma marca. Alguns deles custam em média R$120 mil, só para se ter uma ideia. Além disso, quanto mais complexos, realistas e mais texturas tivermos, podemos colocar mais uma grana nesse custo inicial aí.
As marcas adoram surfar nas modas, porém, é preciso planejar muito bem como serão os aspectos técnicos da criação de um avatar, para não pecarmos nesse olhar humanizado e cair no “vale da estranheza”. Selecionei alguns avatares que correram esse risco.
1) Lu, do Magalu
2) Moça, do Leite Moça
3) Lil Miquela, influencer do Instagram
5) Mara, da Amaro.
Gostou? Veja se você não sente algo estranho com algum dos avatares e me diga sua opinião! Lembrou de algum outro avatar nesta mesma situação?
Sim, sim, esta coluna andou meio sumida mas já está de volta. E nada melhor que voltar mostrando a força das mulheres em nosso mercado de comunicação e marketing.
Dá só uma olhada no que anda acontecendo:
Helena Alves passa a responder pelo cargo de Head of Marketing no Grupo Oscar.
Camila Carvalho vinha atuando como freelance no MDX Group e agora assume o posto de Head de Marketing na holding.
A jornalista Bruna Lourenço inicia um novo ciclo no time de Relações Industriais & Comunicação na Bayer em São José dos Campos.