Atuará com marketing em ambiente digital e, junto a um diretor de arte, formará uma nova dupla de criação na agência. Ambos terão uma missão diária de fortalecer marcas e tornar supérfluo o esforço de vender produtos. Farão isso através de conteúdo relevante em canais sociais como Facebook, Twitter, Instagram, YouTube, LinkedIn, Vine, entre outros, assim como em veículos de mídia com Google Adwords, Facebook Ads, Twitter Ads, e eventuais mídias planejadas em campanhas.
Fará parte do seu trabalho, conhecer e entender os consumidores das marcas para adequar linguagem, criar conteúdo e ideias engajadoras, seja para posts diários ou para campanhas sazonais.
Buscar técnicas de redação para engajar, gerar buzz positivo, e fidelizar clientes nas redes sociais, assim como estar antenado nas estratégias de SMM (social media marketing) e de sCRM (Social Customer Relationship Management).
Pré-requisitos?
Formação superior em letras, jornalismo, comunicação, marketing, publicidade e afins;
Domínio da língua portuguesa e habilidade com redação publicitária;
Vivência em agências de publicidade;
Resiliência e atitudes hands-on;
Amplo repertório cultural e familiaridade com novidades e plataformas de mídias sociais online.
E os diferenciais?
Vivência no digital.
Características
Tipo de Contratação
Tempo integral
Confira na arte abaixo a vaga aberta pelo CIEE – Centro Integração Empresa Escola. Ela está aberta tanto para cursos técnicos como para cursos superiores de Publicidade e Propaganda, Marketing e que tenham conhecimento de redes sociais.
Estrategicamente é melhor divulgar uma marca do que centenas de produtos, diz especialista
Na era da informação, é necessário escolher o melhor canal e as ferramentas adequadas para divulgar os produtos e serviços do seu negócio.
Foto: divulgação
Você já ouviu falar na expressão “zapear”? O termo significa ficar trocando de canal constantemente, ou seja, mudar de forma rápida e repentinamente o canal de televisão ou a frequência de rádio, até encontrar algo interessante para assistir ou ouvir. Hoje em dia, a expressão ganhou as redes sociais, onde os usuários passam o feed de publicações até encontrar algo que gostem e que chamem a sua atenção.
Na era da informação, as pequenas e grandes empresas precisam otimizar o tempo para conseguir alcançar os potenciais consumidores de seus produtos e serviços. E isso não é uma tarefa fácil. O empresário e consultor em gestão de marcas, Maka Werner, explica que, estrategicamente os resultados são muito mais satisfatórios quando as empresas se voltam a divulgar a sua marca, e não, centenas de produtos. “Além do valor investido ser menor, após a fidelização de um consumidor por determinada empresa, todos os produtos acabam virando sinônimo de qualidade. Em vez de divulgar mil produtos, divulgamos apenas uma única marca”, diz.
Para isso se tornar realidade, a estratégia precisa ser pensada com muito cuidado. A escolha das melhores ferramentas e canais para divulgar uma marca, deve ser escolhida após uma série de análises, verificando tanto a estrutura interna da empresa, a capacidade de gerar conteúdo, e, também a mídia mais conveniente ao seu publico e ao tipo de conteúdo do negócio. “Muitas empresas acreditam que precisam estar em todas as plataformas, acho que isso dificulta o trabalho e acaba tomando um tempo desnecessário, onde este tipo de esforço poderia gerar um conteúdo mais adequado e profundo em outro canal”, explica Werner.
Para conquistar a atenção do público, as marcas precisam remodelar o seu modelo de propaganda. Para isso, torna-se necessário entender que os consumidores não são todos iguais. Diante disso, o Branded Content está cada vez mais em alta no mercado. “Ainda assim, as empresas precisam entender que o termo não é a nova propaganda, mas sim, uma poderosa ferramenta para auxiliar neste mix de marketing. A propaganda se reinventou muito nos últimos anos e vem se atualizando mais e mais a cada dia, disseram que ela morreu, quando na verdade ela se atualizou e ganhou novas ferramentas que vieram para somar”, comenta.
O consultor ainda destaca que o Branded Content possui uma força especial para trabalhar a relação entre os consumidores e as marcas, já que quanto mais investimentos em conteúdo, menos é necessário investir em divulgação de produtos, porém, ainda sim as empresas precisam divulgar os produtos.
Para elaborar uma estratégia para divulgar a sua marca no mercado, o especialista explica que a parte principal é ter propósito. “Não se pode mais vender apenas um produto, isso todo mundo vende. O mesmo produto que você vende, está em todas as esquinas, isso eu garanto. O que precisamos é saber vender a nossa essência, a nossa imagem. Isso precisa ser verdadeiro, ter propósito e ser real, não pode ser uma mentira. Uma padaria vende pãozinho, assim como todas as outras, mas o que te leva a ir em determinada padaria comprar aquele pãozinho? Não pode ser o pão, pois se trocarmos o paradeiro podemos fechar a padaria, certo? Precisa ser algo a mais, algo único, algo que transmita uma experiência verdadeira para seus consumidores e que tenha um propósito maior do que somente vender pãozinho”, conta Werner.
Para alcançar o sucesso e firmar o nome no mercado, as empresas precisam se comunicar mais com seus consumidores, pensarem mais em experiências do que em produtos. Isso pode ser difícil e doloroso no começo, mas, o resultado a longo prazo é mais assertivo. “As marcas precisam começar a plantar essa ”raiz” da experiência e do conteúdo de marca com propósito e posicionamento sempre alinhado ao DNA da empresa, e, desde o início, fazer um trabalho mais próximo aos consumidores que possuem a mesma essência”, revela Maka.
Para finalizar, a dica do especialista é investir na sua marca. “Ela é o bem ativo mais valioso que uma empresa possui, depois dos seus colaboradores, é claro”, conclui.
Proporção Áurea: deu branco? Antes de criar, não perca a razão
Nós criativos gostamos de dizer que criamos tudo. Adoramos mostrar que nossos “filhos” são bonitos e esteticamente perfeitos. Talvez eles nem sejam e, se são, talvez você nem saiba o motivo. A proporção áurea pode ser a resposta.
Eu gosto de acreditar que os verdadeiros cientistas são os filósofos, pois eles vivem da observação da vida. Em todas as suas formas, sem um manual para seguir. Realmente livres para pensar e formular suas teorias. Foi com essa liberdade de observação que Pitágoras (o de Samos) percebeu que na natureza tudo crescia e tudo se formava com base em uma razão, em uma proporção que mais tarde seria chamada de proporção áurea ou regra de ouro. Ele então verificou e resumiu seu estudo dizendo que “tudo é número”, como o interior da concha de um caramujo, por exemplo.
Pitágoras tinha toda a “razão”
A verdade é que ele estava com certa “razão” (perdoe o trocadilho), mas desde seu tempo vemos grandes artistas utilizando desta técnica, passando por Monalisa, de Da Vinci, alguns textos de Shakespeare que seguem um ritmo que simula a razão áurea, bem como artistas mais contemporâneos, como o Rob Janoff, o cara que criou a maçãzinha mais querida e conhecida dos nossos tempos, eu falo da Apple. Isso mesmo, a marca foi criada respeitando algumas proporções interessantes. Adivinhem… 1, 2, 3, 5, 8, 13… A sequência de Fibonacci, que também contém a razão 1,618 (resumidamente), que é a própria proporção áurea, tema deste texto. Ou seja, está tudo ligado.
Se você está duvidando de quão mágico é esse número, pegue a sua mão. Abra ela na sua frente e veja as seguintes medidas:
-1: a distância do seu dedo indicador até o seu mindinho.
-2: a distância do seu polegar até o seu mindinho.
-3: a distância da parte interna da sua mão, em uma linha horizontal.
Você vai chegar a essa razão cruzando duas dessas três medidas, vai encontrar a proporção. Mas a coisa é muito mais instigante quando percebemos que o nosso corpo inteiro: pernas, cabeça, tronco, também respeita essa razão, bem como nossos braços e partes correspondentes, orelhas e por aí vai. Parece que somos uma obra de arte e tanto, cheio de conhecimentos escondidos.
Conhecimentos escondidos? Nem tanto
Nem tão escondidos, pois essa técnica é usada hoje no cinema, para fazer a melhor distribuição da ação, pontos focais, apresentação de uma cena, dando o devido foco para o que se quer. Tudo usando proporção áurea.
Vale assistir aos filmes de Kubrick ou de Wes Anderson, eles estão na mesma escola e se preocupam demais com métricas e proporções. O resultado? Beleza e mais beleza.
Se você ainda não se atentou a este número que basicamente está presente em tudo (até em você), pegue esse atalho e veja como seus layouts e artes ficarão mais bonitos. Dá um Google e veja como usar os retângulos a seu favor.
Claro, você estará “hackeando” a vida e como tudo nela se equilibra, como se a vida tivesse uma razão que a rege. Como se essa fosse a música presente em todas as coisas, de galáxias a conchas, passando por seres vivos e até a sua próxima marca. Já fez o teste? Quanto de proporção áurea tem nos seus trabalhos? É consciente ou inconsciente?
A regra de ouro pode estar na palma da sua mão
Acredite, se você fizer o dever de casa suas marcas e artes ficarão mais belas e apaixonantes. Para entender como isso é hipnotizante, veja dois filmes: O iluminado e O Grande Hotel Budapeste dos cineastas que já citei há pouco. São ótimas inspirações. Mas se não quiser se basear em artistas famosos, tudo bem, pegue sua própria imagem e se olhe no espelho. Você irá descobrir que a beleza está em tudo, ela só precisa ser desvendada. Depois disso, seus trabalhos vão elevar um nível. Afinal, você estará se espelhando simplesmente no maior criador de todos os tempos. No próprio Criador.