Mutato lança série original “Presentes Possíveis”

Mutato lança série original “Presentes Possíveis” para propor soluções em momento crítico após 1 ano de pandemia

Conteúdo proprietário da agência para IGTV traz reflexões e insights propositivos de especialistas e profissionais de diferentes mercados sobre convivência, carreira e entretenimento

O mês de março marcou um ano de pandemia. Passados mais de 365 dias de isolamento social, ainda é difícil prever por quanto tempo as medidas de restrição precisarão continuar em vigor, no momento em que o Brasil vive o momento mais crítico da crise sanitária.

Diante de perspectivas ameaçadas, planos cancelados e uma distância larga do futuro que prevíamos viver e nunca chegou, a Mutato lança uma série em 3 partes para discutir alternativas para o presente. Em “01 Ano de Pandemia: Presentes Possíveis”, especialistas de diferentes áreas trazem seus pontos de vista para uma análise sobre o agora, e como devemos nos preparar para atravessar um dos momentos mais desafiadores de nossa história. Cada um dos episódios foca em um eixo temático: comportamento, trabalho e cultura, e irão ao ar semanalmente no perfil da Mutato no Instagram (@wearemutato).

“Desde 2019 temos experimentado produção de conteúdo proprietário da agência, fortalecendo nosso domínio em criar conversas orgânicas e relevantes para as pessoas. Desde o início da pandemia tratamos do impacto nas nossas vidas e no mercado, e agora investimos em nossa primeira série original que busca criar uma conversa sobre como, juntos, podemos encontrar meios de passar pela maior crise global de nossa geração”, comenta Eduardo Zanelato, diretor de Cultura e Comunicação da Mutato, área que lidera a frente de Publishing da agência.

“Com os desafios impostos pelo isolamento social, pensamos num formato de produção e gravação que fortalecesse os depoimentos dos convidados também trazendo uma visão e linguagem contemporânea à plataforma”, comenta Jairo Neto, coordenador de Produção Criativa da Mutato. “Realizar esse projeto nos permitiu lidar com assuntos tão atuais e emergentes, conseguir encontrar uma sensibilidade na narrativa para que as pessoas encontrem novas formas de entender e encarar o momento que estamos passando”, complementa Camila Klinker, assistente de produção criativa da Mutato.

No primeiro episódio, Ana Carolina Martins (Diretora Criativa, A Visionária Lab), Tiago Gamaliel (Gerente de Operações, Tato) e Luiza Voll (sócia-fundadora, Contente), abordam formas de viver e se relacionar focando no agora. No segundo, Ana Leme (headhunter), Amanda Abreu (cofundadora, Indique uma Preta) e Levis Novaes (cofundador, MOOC), discutem ideias sobre como planejar e pensar na carreira e no trabalho de forma presente, olhando para a importância da diversidade. No episódio final, Andreza Delgado (criadora, Perifacon), Evandro Fioti (CEO, Laboratório Fantasma), Thati Almeida (Cineasta) e Anna Penteado (Diretora-geral, Vento Festival) apontam formas de lidar com os impactos da pandemia no mercado de entretenimento.

Veja o Teaser aqui 

Primeiro episódio aqui 

Ficha Técnica
Título: 01 Ano de Pandemia: Presentes Possíveis
Agência: Mutato
Cliente/Produto: Institucional
coCEOs: Andre Passamani e Eduardo Camargo
VP de Negócios: Decio Freitas

VP de Estratégia: Tullio Nicastro
VP de Operações: Daniel Cecconello

Concepção: Eduardo Duarte Zanelato
Estratégia e Coordenação de Conteúdo: Carinne Sandes
Conteúdo: João Arnaldo e Walter Myller
Produtora: Mutato Produção
Diretora Executiva de Produção Integrada: Lara Kaletrianos
Coordenação de Produção Criativa: Jairo Neto
Gerente de Produção: Erica Pavesi
Coordenação de Produção: Vinicius Curty e Breno Gonçalves
Assistente de Produção Criativa: Camilla Kinker

Assistente de Produção: João Alfonso
Coordenação de Pós-Produção: Rodrigo Burgos
Montagem: Henrique Hennies
Motion: Nilson Venâncio
Cobertura digital para assets: Walter Myller

Agência muda identidade visual

Rua Zero muda

A agência Rua Zero, sediada em Taubaté, mudou sua identidade visual. A novidade foi comunicada através dos perfis de rede social da agência. Segundo o que foi divulgado, o desejo de mudar já vinha de algum tempo e as postagens explicam alguns aspectos específicos da atualização da identidade.

Confira abaixo o que a agência comunicou a respeito de sua mudança de identidade visual:

 

Redes sociais ou blog? Afinal, qual é a melhor opção para destacar sua marca?

Porque as redes sociais não são tão sustentáveis como a consolidação por meio de um blog ou site especializado

Ao contrário do que as tendências atuais nos mostram, a construção de uma imagem, seja marca ou perfil, via redes sociais não é tão sustentável como a consolidação por meio de um blog ou site especializado.

Imagem de Werner Moser do Pixabay

Especialista em comunicação digital, Jennifer de Paula destaca que “a grande explicação é o volume de conteúdos que circulam nas redes sociais a todo instante e a velocidade com que eles surgem e desaparecem para o público”.

Além disso, os blogs permitem que empresas e pessoas tenham tempo e espaço para destacar seus pontos positivos sem a concorrência feroz que existem nas plataformas como Instagram, Twitter, Facebook, Tik Tok, etc. “Nos sites e blogs, é possível criar estratégias consolidadas e sólidas”, destaca a especialista: “A demora para a construção da imagem pelos blogs e sites especializados, muitas vezes, pode ser um ponto negativo para algumas marcas, porém, o trabalho bem-feito, ainda que moroso, é mais garantido que o feito rapidamente”.

Diante deste cenário, Jennifer lembra que “a melhor forma de se destacar é se tornando uma referência sobre o assunto que você trabalha. Por exemplo, um profissional do ramo da gastronomia, na rede social, apesar de alcançar um número grande de seguidores, não fideliza aquele público, muito menos o torna em cliente, já que as publicações acabam se misturando com outras do feed ou stories”. Por outro lado, “a pessoa interessada em comprar um produto ou serviço, vai buscar o conteúdo no Google e ter como resultado um site ou blog segmentado. Uma vez dentro do site, cativar o cliente é muito mais fácil, do que através de postagens em redes sociais”, completa.

Além disso, o especialista em produção web, Bendev Júnior, ressalta que “não somente a quantidade de conteúdo nas redes sociais podem ser um contratempo para uma empresa ou perfil profissional que precisa de engajamento ou alcançar mais pessoas, mas também para pesquisar. Afinal, um post em rede social não gera um conteúdo para o google indexar ou te deixar no topo das pesquisas”, explica.

Aliás, o programador lembra que, “querendo ou não, muitas pessoas buscam empresas ou profissionais pela barra de pesquisa, e isso pode sim aparecer o seu Instagram, Facebook, etc…” Mas, por outro lado, o que os buscadores mais valorizam são textos e blogs com material próprio, que não seja linkado a redes sociais: “Isso gera confiança e mais engajamento”, acrescenta Bendev.

Ele orienta ainda que uma página que apresente aquele conteúdo, ou o famoso “sobre”, que é tipo de uma biografia daquela empresa, “ficará facilmente no topo das pesquisas”, completa. “O google tem um sistema de painel de informações onde mostra o grau de relevância, por exemplo. Embora pareça ser algo muito complexo para seu empreendimento, é possível que um site criado por um especialista seja indexado pelo buscador e traga os melhores resultados quando este tipo de conteúdo for buscado na web”, salienta.

Afinal, como ele pondera, “um blog, além de trazer relevância e mostrar que domina o conteúdo, traz todas as respostas para seu produto”, observa. Um exemplo disso: “Se você vende chinelo, as pessoas querem saber detalhes essenciais do produto, como a matéria-prima, etc. No blog, é possível criar um artigo falando sobre o tema e quando este assunto for alvo de buscas no Google a sua página estará lá sendo mostrada, o que atinge este objetivo que estamos delimitando aqui”, reforça o programador.

Do lado oposto, ele ressalta, “a rede social pode trazer muita concorrência sobre este assunto, além de não exibir o seu texto com relevância no buscador, por isso investir no blog neste caso pode ser um grande diferencial à seu favor”, finaliza o especialista.

Fonte: MF Press Global

Coluna Propaganda&Arte

It’s all about the money? (Nem tudo, my friend)

Oh, as redes sociais! Nós vivemos em um sistema onde as marcas possuem dinheiro, onde a publicidade pode ser cara ou barata e onde os influenciadores recebem uma grana para falar do seu produto (ou fazem de graça!). Um ecossistema novo e imerso no capital. Difícil pensar algo sem ele, porém, podemos melhorar as relações (e muito!) quando falamos desse tema.

Você também está diretamente ligado a isso, comprando, trabalhando, vendendo e, muitas vezes, valorizando ou não o trabalho alheio. Essa relação com o dinheiro ainda é um pouco complexa quando falamos de marcas se posicionando no digital. Você ainda acha que tudo é sobre dinheiro? (It’s all about the money?) Então, saca só esse debate a seguir!

Influenciadores influenciando (para o bem ou mau?)

Tudo começa com um perfil despretensioso na rede social do momento. De repente, bate a casa do milhão de seguidores. Normalmente, as marcas vão procurar o superstar em questão para tentar espaço publicitário na rede social que está bombando.

Sem muito profissionalismo, o influencer aceita tudo, faz todo tipo de publicidade, se vende por completo e, com ele, seus valores pessoais e conexões com seguidores. De um dia para o outro, ele perde toda credibilidade. Quem pagar mais terá seu apoio. Os seguidores que não são bobos percebem tal mudança de postura, de originalidade no conteúdo, já não olham com os mesmo olhos. Sacou?

Essa história hipotética que contei pode resumir basicamente os últimos 10 anos de trabalhos de marcas e influenciadores no meio digital. Sem planejamento, sem olhar claro de valores e conexões entre marcas e pessoas (influenciadores de grande repercussão no digital). Isso se explica por uma falta de compreensão de seu papel, tanto da marca como do influenciador digital. Assim, todo mundo sai perdendo, mesmo que a pessoa envolvida receba uma grana alta. No final, você vai entender que não é só sobre dinheiro, calma aí.

Marcas buscando seus propósitos, isso parece promissor!

Com a evolução do Marketing, como diria Kotler, agora estamos em uma nova Era. Um Marketing 4.0 onde o que importa não é mais o produto, seus benefícios e diferenciais técnicos, até econômicos. Se os valores e princípios éticos da marca não baterem com o do público-alvo, ninguém vai comprar. Assim diz a teoria. E na prática? Será que estamos comprando conforme nossos valores pessoais e propósitos da marca? Sempre?

Da mesma forma que as marcas estão procurando e definindo seus propósitos, abraçando causas e mudando a forma de se posicionar no mercado, as pessoas também estão. Nessa hora, lembramos daquele influencer do início do texto, que acabou se vendendo e topando fazer qualquer tipo de inserção publicitária em um espaço que antes era todo seu, pessoal, personalizado e autêntico.

Talvez agora, ele, em conjunto com empresas e marcas mais conscientes, façam uma análise mais criteriosa para saber se uma parceria seria interessante para todas as partes envolvidas: marca, influenciador e público, sendo este último o mais importante. Pois não vai adiantar anunciar em parceria com alguém famoso se seus seguidores não consomem o produto ou nem têm interesse em tal.

O que também não justifica os valores estratosféricos para esse tipo de parceria, o que acaba gerando uma inflação no mercado digital, mexendo com egos, confundindo o que é trabalho oportuno com oportunista.

Troque valores por Valores

Já temos muitos exemplos de marcas que não souberam se posicionar no digital. Ou de influenciadores que se contradisseram ao anunciar um produto contrário aos seus valores iniciais.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

O público sabe muito bem ler as entrelinhas, sabe interpretar e sente na pele quando algo é forçado. Marca nenhuma vai passar batida se não tiver feeling para entender o influencer e quem segue ele. Qual o perfil, quais anseios e interesses reais dos seguidores?

Antes de ter estas respostas, não adianta fazer parceria com o cara ou a mina mais famosa da internet. Precisamos pensar cada vez menos em valores (dinheiro) e mais em Valores (princípios e propósitos), pois é isso que vai gerar conexões reais no final do dia e, se tudo estiver alinhado, concretizar em interesse de compra e vendas.

É melhor investir pouco e certo do que, muito e errado, pois se você colocar a sua marca em uma cilada, fazendo parcerias com influencers polêmicos, poderá gastar ainda mais grana para mudar a imagem da empresa (e pode nem conseguir).

Acredite, no final, pode até ser tudo sobre dinheiro, mas ele não é tudo.