Startup revoluciona gestão da experiência do cliente com tecnologia de marketing inovadora e conquista ex-alunos de Harvard

Aporte do grupo Harvard Business School Alumni Angels amplifica martech paranaense

O universo das startups em 2020 passou com toda segurança pela pandemia e, com toda certeza, contribuiu para fomentar a economia atraindo cifras milionárias de investimentos. O mais novo exemplo disso é a startup Amplifique.me, uma plataforma de gestão da experiência do cliente e estratégias de marketing, que se tornou a nova aposta do Grupo da HBSAAB (Harvard Business School Alumni Angels of Brazil), que reúne ex-alunos que Harvard que buscam projetos promissores para investir no Brasil.

A Amplifique.me participou de um pitch, em fevereiro, antes da pandemia e ao longo do ano passou por diversas etapas até finalmente conquistar a banca de investidores e confirmar o aporte que foi recebido em setembro. Os associados da HBSAAB reconheceram o potencial de crescimento da startup que, além dos recursos, recebe apoio e expertise do grupo para ampliar os negócios. “Não estávamos em busca apenas do investimento financeiro, estávamos atrás do nosso espaço e, nesta rodada, o mais importante foi o reconhecimento dos investidores. Como são todos ex-alunos de Harvard e executivos de grandes empresas do Brasil, nos dão ainda mais energia ao reconhecerem o potencial do nosso negócio”, explica Cristiano Machado, CEO da Amplifique.me.

O aporte representa um impulso importante para o valuation da martech, definição para startup que atua na ampliação dos resultados de vendas a partir de marketing tecnológico. “O valor do investimento inicial pode aumentar, assim que conseguirmos atingir a meta indicada pelos investidores”, comemora Cristiano Machado, que está à frente da execução do planejamento da startup para buscar novos clientes e, para isso, aposta no ineditismo da oferta.

O reconhecimento de que a junção de todas as funcionalidades oferecidas pela plataforma representa um produto inédito também foi um dos motivos que atraiu os investidores. “Nós, associados da HBSA Angels of Brazil, buscamos sempre startups que além de um grande potencial de crescimento, atuem em um mercado promissor e de expansão inovadora. É exatamente o que encontramos na Amplifique.me. O mercado de marketing digital está em constante transformação e precisamos de novas ferramentas para ter sucesso nesse novo contexto”, ressalta Daniel Famano, associado da HBSA Angels of Brazil e investidor líder no acompanhamento da Amplifique.me.

A plataforma é a única no mundo que utiliza a automação de estratégias de marketing a partir da experiência do usuário. Para isso, concentra recursos em três pilares essenciais: gestão da experiência do cliente, gestão da reputação online e marketing de indicação, todas ferramentas que auxiliam na aquisição de novos clientes com baixo custo. O NPS (Net Promoter Score), métrica utilizada para medir o índice de satisfação e lealdade do cliente, sempre foi considerado uma revolução dos modelos de pesquisas de satisfação e na Amplifique.me as empresas podem ir além e solicitar, aos clientes promotores, indicações de amigos e conhecidos, para que comprem da empresa sugerida. Também é possível captar avaliações online dos usuários de forma automatizada. Esse fluxo de integrar as percepções dos clientes foi batizado de “Amplifique.me Customer Loop”, por isso a startup é pioneira. “O criador do NPS, Fred Reichheld, sugere em um de seus artigos que as empresas peçam a seus clientes promotores que indiquem as empresas ou façam avaliações online. E é exatamente isso que fazemos. Então, a gente não deve estar no caminho errado”, resume Cristiano.

“Não existe outra ferramenta que faça tudo o que a Amplifique.me oferece. Com essa integração, toda a jornada de experiência do cliente pode ser mapeada, trazendo para as empresas uma compreensão mais profunda de seu produto, permitindo que invistam exatamente onde podem obter melhores resultados. O potencial de crescimento da Amplifique.me no Brasil é enorme e rápido, já que a ferramenta é relevante para qualquer setor e, ainda, pode ser facilmente internacionalizada”, explica o investidor Daniel Famano.

“Ao longo dos anos as pesquisas mostraram muito do perfil de consumo. Uma delas indica que 83% dos consumidores satisfeitos tendem a indicar as empresas, mas sem estímulo apenas 29% deles o fazem. É para aumentar esse retorno que as estratégias de marketing boca a boca contribuem para que as empresas melhorem sua reputação online e também conquistem novos clientes com custos baixos. As pessoas têm 4 vezes mais chances de comprar um produto quando recebem indicação de um amigo. Então, se a empresa não tem um programa de marketing de indicação está perdendo dinheiro”, conclui o CEO da Amplifique.me.

Em tempos de transformação digital e alta competitividade, estar presente nos diversos canais online pode representar resultados de vendas e fidelização de clientes. Cada dia mais é preciso investir em estratégias eficientes de marketing que permitam monitorar, avaliar e atrair novos clientes e, se a tecnologia hoje permite concentrar tudo isso em uma só ferramenta, é sinal de que essa transformação não é só tecnológica, representa uma mudança de paradigmas para as empresas no ambiente digital, pois ela confirma a máxima de que dá para evoluir sempre, afinal, cliente satisfeito, sempre indica mais um.

Sobre a Amplifique.me

A Amplifique.me tem por essência amplificar o poder das marcas por meio de ferramentas de Gestão da Experiência do Cliente, Marketing de Indicação e Gestão da Reputação Online tudo integrado e de forma automatizada. Essas ferramentas possibilitam economia de tempo na análise e gerenciamento da reputação online e também representam redução no custo de aquisição de clientes. Além disso, ajudam a colocar a marca na primeira página do Google e indicam os pontos fracos e fortes a partir do feedback dos clientes.

Fundada em 2018, a Amplifique.me representa a soma das expertises dos quatro founders Cristiano Machado (CEO), Rafael Breus (CPO – Chief Product Officer), Robson Penteado (CTO – Chief Technology Officer) e Lincoln Valle (Customer Experience Director), que atuam em diferentes frentes para potencializar o resultado final.

Fonte: AIS Comunicação – Ligia Gabrielli

A evolução do e-commerce é agora

*Por Núbia Mota

Não é novidade que o varejo on-line ganhou ainda mais relevância diante da pandemia de covid-19. Com estabelecimentos fechados ou funcionando com restrições, além da adoção do home office, é natural que as pessoas passem a utilizar mais o e-commerce. Na verdade, até aqueles consumidores que não tinham experiência nesse meio tiveram de se adaptar — segundo pesquisa da Neotrust/Compre&Confie, 5,7 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra pela internet entre abril e junho deste ano.

Esse aumento de consumo no mundo on-line provocou expansão do próprio e-commerce para novos formatos de compra que transformam a jornada do consumidor. Logo, os lojistas que acompanharem as tendências e se adaptarem bem às diversas tecnologias disponíveis estarão à frente dos concorrentes quando essas mudanças se consolidarem. Ter um pé no futuro é importante para garantir a inovação contínua, que permite a criação de melhores experiências para os consumidores.

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Já muito comum nos Estados Unidos, a compra por comandos de voz no móbile, por exemplo, ainda não se popularizou aqui no Brasil, mas é uma tendência forte, pois o país já tem mais smartphones do que desktops.

Para pôr em prática as compras por voz, é preciso, primeiro, ter um site responsivo, com navegação própria para móbile. Muitos varejistas ainda não fazem isso porque o celular é um dispositivo usado mais para pesquisa, e não necessariamente traz conversão. Os consumidores podem, por exemplo, pesquisar uma peça de roupa enquanto assistem à TV, mas comprar apenas depois, via desktop. Além disso, as plataformas precisam ser flexíveis para permitir a integração com comandos de voz.

Apesar dos desafios, já existem empresas no Brasil inovando e adotando esse formato como o aplicativo Auto Busca, da Ford, que integra o comando de voz na plataforma.

Já os populares chatbots nem sempre oferecem uma boa experiência de compra. Quem nunca precisou tirar uma dúvida e tentou falar com um chatbot que não trazia as informações necessárias? É muito frustrante encontrar um meio que deveria facilitar o processo de compra, mas, em vez disso, se torna uma barreira. Se não forem bem desenvolvidos, os chatbots vão acabar gerando uma experiência ruim, em vez de ajudar os clientes.

Para criar um bom chatbot é preciso ter em mente que eles funcionam melhor para tarefas básicas, como consultar o status do pedido. Assim, eles são muito úteis para otimizar as operações, mas nem tanto quando o cliente precisa de um atendimento mais completo. A melhor forma de utilizar chatbots é desenvolvendo-os para executar tarefas operacionais, a fim de permitir que a equipe foque nas questões que necessitam de interação humana.

Outro formato que está se popularizando nas redes sociais é o de compras por vídeo, uma vez que já temos marcas nascendo primeiro nas redes sociais. É uma forma relativamente simples e barata de estruturar os negócios, e as próprias plataformas passaram a fornecer ferramentas para facilitar o comércio eletrônico, como o Facebook Marketplace e o recurso de compra dentro do Instagram. Ao todo, 100 milhões de pessoas assistem algum evento online no Instagram ou Facebook por dia, segundo dados da própria empresa.

Esse modo de venda é interessante porque traz maior interação e visibilidade do produto em uso ao mesmo tempo em que não requer uma grande produção — na verdade, ele traz uma aderência melhor quando é mais “natural”. Às vezes, simplesmente ver um influenciador usando determinado produto em um vídeo no story é o bastante para fazer um consumidor se interessar por ele. É um formato que funciona muito bem para lojistas com um público jovem.

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O comércio eletrônico brasileiro cresceu 47% no primeiro semestre de 2020 em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, segundo o relatório Webshoppers. Em um ambiente digital cada vez mais relevante e competitivo, os varejistas que conseguirem inovar e oferecer experiências únicas e excelentes são os que vão se destacar. Claro, nem todas as tecnologias são adequadas para todos os segmentos do varejo. É importante sempre avaliar o que faz sentido para sua marca e para o consumidor.

É preciso sair da caixa e desenvolver algo novo, porque é o mindset das pessoas que barra a inovação. A tecnologia está sempre à frente — ela já existe e está pronta para ser potencializada, adaptada e transformada. Só precisamos saber utilizá-la para inovar e nos desenvolver continuamente. O que é tendência agora será comum no futuro.

*Núbia Mota é Head de Marketing e Novos Negócios da Magento Commerce

Um dia especial

Hoje comemoramos o Dia do Publicitário

por Josué Brazil

A data de 01 de fevereiro foi escolhida para a comemoração do Dia do Publicitário no Brasil.

A data é a mesma da promulgação do Decreto nº 57.690, de 1º de fevereiro de 1966, que aprova o regulamento para a execução da Lei nº 4.680, de 18 de junho de 1965, que dispõe sobre o exercício da profissão de publicitário e de agenciador de propaganda no país.

De 1º de fevereiro de 1966 para cá muita coisa mudou na profissão. Novas tecnologias impactaram e seguirão impactando fortemente a atividade e o publicitário, que sempre teve que ser bom de adaptação e de criatividade, passou a ser ainda mais exigido.

Há pontos positivos e negativos neste histórico de mudanças. Isso é natural. Toda mudança implica nisso. Mas, como aquele que procura sempre ver o copo meio cheio, acredito que há mais ganhos para a atividade do que perdas. Os novos tempos precisam ser vividos e aproveitados em sua plenitude. Viver o seu tempo!

Talvez já não seja mesmo necessário apenas ter boas ideias e sim gerar boas soluções de negócios. Talvez já seja mesmo necessário gostar um tantão a mais de números e dados. Talvez experimentemos uma era em que muitos formatos diferentes do negócio publicitário existirão ao mesmo tempo. Sim… tudo isso é possível e muito disso tudo já é realidade.

A publicidade e propaganda está se reinventando e vai seguir assim. Sempre! E, como já foi título de uma palestra minha: a publicidade mudou… e ficou bem mais legal!

Viva a publicidade! Viva os publicitários!!!

Digital – além do simples marketing

*por CR.Andrade

A evolução tecnológica foi impulsionada pela pandemia, isso é inegável, mas o que vemos é ainda um amadorismo numa das mais importantes áreas do varejo: o marketing digital.

São empresas tidas como gigantes do varejo que ainda são traídas por bases obsoletas de negócios, que num mundo ágil como o de hoje não cabem mais.

A falta de entendimento do que é uma campanha digital, o que isso traz de benefícios para seu negócio e como identificar potenciais nichos foi o que levou muitas empresas ao declínio em 2020. Não podemos culpar somente a pandemia ou o cenário econômico que é desanimador há alguns anos, mas como alguns sobrevivem e a maioria não?

A resposta mais óbvia é: evoluir com aquilo que está evoluindo!

Completei, este ano, mais de uma década em consultoria na área de negócios digitais, para ser mais exato, 14 anos. A CLIKSS Brasil é uma das mais experientes agências do mercado e, mesmo assim, concorremos com sobrinhos, amigos e conhecidos que prometem entender tudo de Marketing Digital, mas falham ao entregar.

Pois sigo uma das frases que escutei de uma de minhas mentoras, Renata Rose Reggiani, que diz que “vendas é encantamento, sucesso é entrega”.

O Marketing Digital é algo complexo e tedioso para aprender quando uma pessoa não aprecia o sistema e não entende os seus resultados. Vai muito além de postar uma foto de um produto em redes sociais, fazer um vídeo caseiro ou um website sem suporte adequado para vendas.

Comunicar em 2021 é muito mais difícil do que era nos anos dourados da televisão ou do rádio, anunciar na internet, hoje, requer conhecimento de ferramentas programadas pelos mais inteligentes programadores da história, são complicadas e tendem a levar a despesas desnecessárias quem não as conhece por completo.

Fala-se muito em Apps, mas sem uma estratégia correta de comunicação, são apenas bloatware (aplicativos que somente preenchem a memória do telefone sem muita utilidade para o usuário), e nisso um gestor de negócios digitais pode ajudar.

Não estou dizendo que é possível acertar de vez em quando, sim, a Inteligência Artificial embutida em muitas ferramentas está ali justamente para isso, promover a análise rápida de dados que o usuário, por si só, não conseguiria.

O Digital é muito mais do que o Marketing, hoje é um fundamento básico de negócios, que sem ele, sua empresa, infelizmente, irá fechar.

São apps, websites, redes e marketplaces que precisam ter unidade e alcance, a constância necessária para se fazer presente na vida dos consumidores só é atingida com investimento. Aqueles que somente veem isso como despesa ou algo passageiro (e são muitos) em breve estarão fora do mercado.

A evolução tecnológica e do Marketing Digital persiste, com o content selling, focused consumer bias, entre outras coisas que logo serão apresentadas por agências sem experiência e que levarão muitos negócios à bancarrota.

Predizer o que irá acontecer é arrogância e especulativo, mas com certeza investir pesado em soluções digitais para vender mais é uma necessidade de todo empresário.

Cr.Andrade é CEO da CLIKSS BRASIL e trabalha com consultoria de marketing digital. Desde 2005 no mercado, acumula na bagagem ótimas experiências em diversos segmentos. Como empreendedor, CR.Andrade é focado em resultados reais e para isso conta com um time de alta performance para trazer as soluções práticas e efetivas em vez de um milhão de relatórios.

Fonte: Descomplica