Conheça o ClubHouse

Quer entrar no Clubhouse? Conheça a nova rede social

*por Vinícius Taddone

O Clubhouse é a rede social que está deixando o Brasileiro maluco pela descoberta. Vou explicar para você de que se trata essa rede tão viciante que todos estão falando.

O que é o Clubhouse?
Uma rede social de áudio. Não tem texto, nem foto, nem vídeo. Apenas áudio.

Se assemelha a uma rádio de notícias, mas com todos seus ídolos influenciadores digitais, amigos ou artistas que você segue.

Como faço para entrar?
Primeiramente tem que ter iPhone. Exatamente! Por enquanto, apenas funciona na versão IOS.

Ao baixar o App na AppStore, você já pode fazer um login e garantir o seu “@“. Essa é a primeira dica que deixo aqui para você.

Mas isso não basta. Pois, sua entrada só se concretiza quando alguém que já está na rede, atribua um acesso de permissão a você.

Sentimento de Exclusividade
Como neste início, as entradas estão restritas, gera um efeito de exclusividade nas pessoas. Essa sensação de pertencimento e de permissão ao restrito, está deixando as pessoas enlouquecidas.

Quando você entra para a rede, você consegue 2 convites apenas para chamar, 2 pessoas que você quiser à rede.

Mas conforme seu engajamento, ou seja, participando das salas de bate-papo, você pode conseguir mais convites.

A Interface
Conta com um estilo hype alternativo. A interface é minimalista e bem intuitiva. O que ajuda e é favorável a quem entra, embora apenas esteja disponível no idioma inglês. (Para alguns isso pode ser um problema).

Como nas outras redes você cria seu perfil, mas o diferencial é que sua bio pode ser mais extensa. Você pode incluir bem mais caracteres do que o Facebook, por exemplo.

Não funciona hashtags, até porque é uma rede social para você falar!

Permite apenas conexão com Instagram e Twitter. E muito legal mostrar quem foi que te fez o convite. Não se um dia isso irá desaparecer, mas isso engrandece sua conexão e achei bem simpático da rede.

Nesta imagem abaixo, estou dentro de uma sala de bate-papo. Note o quão é valioso estar num ambiente com tantas pessoas inteligentíssimas falando sobre os mais diversos assuntos.

Quando a pessoa está falando, fica uma borda bege em torno da foto.

No menu inferior, sutilmente mostra que você pode sair da sala sem ser notado, com um emoji de paz e amor ✌🏼 que deixa bem simpática a coisa também. Do outro lado, você pode adicionar pessoas a adentrarem à sala ou ainda, levantar a mão 🤚 para pedir participação ao debate, onde só então, aparecerá o ícone com o microfone 🎙.

Por fim, você pode seguir seus amigos, participar de Clubs, criar e agendar salas de bate-papo onde aparecerá como eventos. Veja no botão verde em destaque como é fácil criar uma sala:

Crie sua sala aberta, fechada ou apenas com moderadores que você tem como amigo. Pode inclusive adicionar um título chamativo à sala, para a audiência saber que se trata a conversa.

A febre
O Clubhouse está se popularizando por aqui aqui no Brasil, neste último fim de semana, mas a rede foi lançada em Abril de 2020.

Claro que conta com perfis importantíssimos como de Elon Musk e Mark Zukerberg, e o mais louco é que você pode ouvi-los se estiverem na mesma sala.

Avaliado em cerca de 1 Bilhão de dólares, já possui cerca de 6 Milhões de usuários.

Já é o App mais baixado na semana:

Como aproveitar à rede para os negócios?
Trabalhe para aumentar suas conexões e participar de temas que tenham sinergia com você e seu negócio.

Peça permissão e contribua com sua opinião sobre os assuntos. Mostre seu potencial e divida seu conhecimento. É uma ótima forma de construir sua autoridade.

Chame pessoas que queiram participar de uma discussão sobre determinados temas e monte uma sala, uma excelente oportunidade de interação.

PodCasts estão em alta… que tal ter o seu, de graça, com o Clubhouse?
Você pode concretizar a vontade em ter seu próprio PodCast. Único ponto, é que não ficam gravados episódios ou discussões.

Mas aproveite a adrenalina do AO VIVO.

Agende um evento, com tema, data e hora, e divida seu conteúdo!

Tem sala que vale mais do que um MBA
Reveja o print acima onde mostro as pessoas na sala. Só neste frame entenda o que quero dizer.

Quanto custa uma palestra de Flávio Augusto ou Cris Arcangeli? Junte com ícaro de Carvalho, Marcos Paulo e Carol Cantelli.

O poder de reunir grandes referências, interagindo sobre negócios, empreendedorismo e marketing digital, podem te trazer insights fantásticos. E de graça!

Eu também tenho participado já de algumas salas. Se você quer interagir comigo, me procure como sempre em @vtaddone, será um prazer trocar experiências com você.
Sobre Vinícius Taddone (www.vtaddone.com.br)

*Vinícius Taddone fundou a VTaddone Studio em 2011 com intuito de ajudar pequenas e medias empresas que necessitam de Marketing diferenciado para crescimento de receita. Taddone passou por agências de turismo, e a última, ocupou o cargo de Coordenador de Marketing por 6 anos. Ele é bacharel em Planejamento de Marketing, Turismo e possui MBA em Marketing todas conquistadas pela Universidade Anhembi Morumbi. Possui as certificações em Marketing Digital na Prática (Endeaver), Java Script, Lógica em Programação e Flash CS3 pela Impacta Tecnologia e tem experiência em Marketing Workshop na Walt Disney World Resort em Orlando.

Publicidade digital – Onde estará nosso consumidor em 2021?

As redes sociais, Gaming e TV Conectada e OTT são os espaços em que as marcas devem estar para interagir com os seus públicos

*por Alberto Pardo

A forma como nos comunicamos, nos relacionamos e consumimos mudou radicalmente com a pandemia. Da mesma forma, mudou a maneira como as pessoas vivem, pensam sobre o quê e como compram. O canal online se consolidou como o preferido dos consumidores em todo o mundo. De acordo com um estudo recente da eMarketer, a América Latina posicionou-se no ano passado como o mercado com o maior crescimento no varejo eletrônico (36,7%), seguido pela América do Norte (31,8%). E, no top 10 dos países classificados, o Brasil ocupou a 4ͣ colocação, com 35%, atrás, apenas, da Argentina (79%), Singapura (71,1%) e Espanha (36%), e à frente do Reino Unido (34,7%), Finlândia (33,5%), Filipinas (33%), Estados Unidos (32,4%), Noruega (32,2%) e Índia (30%). O País ficou acima da média mundial que foi de 27,6%.

O comércio eletrônico não foi o único favorecido no último ano. As redes sociais ganharam ainda mais destaque, não só na vida dos consumidores, mas, também, para as marcas. O orçamento de publicidade migrou para canais online, tendo como principal objetivo encurtar a jornada do consumidor: menos cliques para mais conversões. O que popularizou ainda mais os formatos de publicidade voltados para compras online, os chamados Shoppable Ads, uma solução que permite o acesso rápido, simples e intuitivo aos produtos e / ou serviços que as marcas oferecem nos canais digitais.

Um fator que as marcas devem levar em consideração para atingir seus objetivos é entender onde estão os públicos ou clientes. E, então, entender bem o que eles querem fazer. Tentativa e erro acaba sendo uma boa estratégia para começar, pois permite medir ações e tomar as melhores decisões com base nos resultados. A mudança de mentalidade da sociedade traz grandes desafios para as marcas, mas, também, oportunidades de falar sobre você para o seu consumidor.

Os conteúdos devem agregar cada vez mais valor ao usuário que os consome e oferecer informações úteis: Como? Onde? O quê? ou Por que? Sempre haverá perguntas para avaliar se o conteúdo é relevante. As pesquisas na Internet, se já eram importantes, para muitos tornaram-se a porta de entrada dos consumidores, onde mídia, redes sociais, games e TV conectada e OTT são os formatos preferidos para entreter e interagir com outras pessoas:

Jogos para celular e redes sociais

Os jogos serão uma das futuras fronteiras da publicidade. Hoje, 2,4 bilhões de usuários jogam algum tipo de game por mês. É muito! Um número quase comparável ao tamanho das redes sociais, que têm, aproximadamente, 3 bilhões de usuários. Instagram e Tik Tok têm sido os fenômenos e continuarão sendo, porque chegou a era de desapegar do “comércio social”, que faz uso das ferramentas das redes mais procuradas como Facebook Business ou Instagram Shops, além do Google com suas ferramentas de compras.

Conteúdos via streaming

Outra tendência global que continuará em ascensão é o consumo de conteúdo via streaming, por meio das plataformas Connected TV e OTT, onde o espectador busca um conteúdo atraente com base em seus gostos e interesses e, por sua vez, decide como e quando consumi-los. O público mais jovem tem mais probabilidade de ser espectador de CTV, embora os mais velhos estejam acompanhando. Dados publicados no eMarketer apontam que os telespectadores da CTV dos EUA, em 2020, totalizaram 45,7 milhões para a Geração Z; 56,5 milhões de Millennials; 48,5 milhões da Geração X; e 32,8 milhões de baby boomers.

Todos esses canais de comunicação nos oferecem uma grande oportunidade de falar ao público certo com mensagens relevantes. E, trabalhando por meio de big data e geolocalização, as campanhas se tornam mais eficazes e lucrativas.

A América Latina é um continente com um grande número de jovens conectados. Temos cerca de 50% da população conectada à Internet. Hoje, existem quase 200 milhões de pessoas na América Latina que compram online. Este é um dado importante para as empresas começarem a prestar atenção nos canais digitais e traçar suas estratégias, analisando onde e com quem querem interagir.

* Alberto Pardo, CEO & Fundador de Adsmovil

Startup revoluciona gestão da experiência do cliente com tecnologia de marketing inovadora e conquista ex-alunos de Harvard

Aporte do grupo Harvard Business School Alumni Angels amplifica martech paranaense

O universo das startups em 2020 passou com toda segurança pela pandemia e, com toda certeza, contribuiu para fomentar a economia atraindo cifras milionárias de investimentos. O mais novo exemplo disso é a startup Amplifique.me, uma plataforma de gestão da experiência do cliente e estratégias de marketing, que se tornou a nova aposta do Grupo da HBSAAB (Harvard Business School Alumni Angels of Brazil), que reúne ex-alunos que Harvard que buscam projetos promissores para investir no Brasil.

A Amplifique.me participou de um pitch, em fevereiro, antes da pandemia e ao longo do ano passou por diversas etapas até finalmente conquistar a banca de investidores e confirmar o aporte que foi recebido em setembro. Os associados da HBSAAB reconheceram o potencial de crescimento da startup que, além dos recursos, recebe apoio e expertise do grupo para ampliar os negócios. “Não estávamos em busca apenas do investimento financeiro, estávamos atrás do nosso espaço e, nesta rodada, o mais importante foi o reconhecimento dos investidores. Como são todos ex-alunos de Harvard e executivos de grandes empresas do Brasil, nos dão ainda mais energia ao reconhecerem o potencial do nosso negócio”, explica Cristiano Machado, CEO da Amplifique.me.

O aporte representa um impulso importante para o valuation da martech, definição para startup que atua na ampliação dos resultados de vendas a partir de marketing tecnológico. “O valor do investimento inicial pode aumentar, assim que conseguirmos atingir a meta indicada pelos investidores”, comemora Cristiano Machado, que está à frente da execução do planejamento da startup para buscar novos clientes e, para isso, aposta no ineditismo da oferta.

O reconhecimento de que a junção de todas as funcionalidades oferecidas pela plataforma representa um produto inédito também foi um dos motivos que atraiu os investidores. “Nós, associados da HBSA Angels of Brazil, buscamos sempre startups que além de um grande potencial de crescimento, atuem em um mercado promissor e de expansão inovadora. É exatamente o que encontramos na Amplifique.me. O mercado de marketing digital está em constante transformação e precisamos de novas ferramentas para ter sucesso nesse novo contexto”, ressalta Daniel Famano, associado da HBSA Angels of Brazil e investidor líder no acompanhamento da Amplifique.me.

A plataforma é a única no mundo que utiliza a automação de estratégias de marketing a partir da experiência do usuário. Para isso, concentra recursos em três pilares essenciais: gestão da experiência do cliente, gestão da reputação online e marketing de indicação, todas ferramentas que auxiliam na aquisição de novos clientes com baixo custo. O NPS (Net Promoter Score), métrica utilizada para medir o índice de satisfação e lealdade do cliente, sempre foi considerado uma revolução dos modelos de pesquisas de satisfação e na Amplifique.me as empresas podem ir além e solicitar, aos clientes promotores, indicações de amigos e conhecidos, para que comprem da empresa sugerida. Também é possível captar avaliações online dos usuários de forma automatizada. Esse fluxo de integrar as percepções dos clientes foi batizado de “Amplifique.me Customer Loop”, por isso a startup é pioneira. “O criador do NPS, Fred Reichheld, sugere em um de seus artigos que as empresas peçam a seus clientes promotores que indiquem as empresas ou façam avaliações online. E é exatamente isso que fazemos. Então, a gente não deve estar no caminho errado”, resume Cristiano.

“Não existe outra ferramenta que faça tudo o que a Amplifique.me oferece. Com essa integração, toda a jornada de experiência do cliente pode ser mapeada, trazendo para as empresas uma compreensão mais profunda de seu produto, permitindo que invistam exatamente onde podem obter melhores resultados. O potencial de crescimento da Amplifique.me no Brasil é enorme e rápido, já que a ferramenta é relevante para qualquer setor e, ainda, pode ser facilmente internacionalizada”, explica o investidor Daniel Famano.

“Ao longo dos anos as pesquisas mostraram muito do perfil de consumo. Uma delas indica que 83% dos consumidores satisfeitos tendem a indicar as empresas, mas sem estímulo apenas 29% deles o fazem. É para aumentar esse retorno que as estratégias de marketing boca a boca contribuem para que as empresas melhorem sua reputação online e também conquistem novos clientes com custos baixos. As pessoas têm 4 vezes mais chances de comprar um produto quando recebem indicação de um amigo. Então, se a empresa não tem um programa de marketing de indicação está perdendo dinheiro”, conclui o CEO da Amplifique.me.

Em tempos de transformação digital e alta competitividade, estar presente nos diversos canais online pode representar resultados de vendas e fidelização de clientes. Cada dia mais é preciso investir em estratégias eficientes de marketing que permitam monitorar, avaliar e atrair novos clientes e, se a tecnologia hoje permite concentrar tudo isso em uma só ferramenta, é sinal de que essa transformação não é só tecnológica, representa uma mudança de paradigmas para as empresas no ambiente digital, pois ela confirma a máxima de que dá para evoluir sempre, afinal, cliente satisfeito, sempre indica mais um.

Sobre a Amplifique.me

A Amplifique.me tem por essência amplificar o poder das marcas por meio de ferramentas de Gestão da Experiência do Cliente, Marketing de Indicação e Gestão da Reputação Online tudo integrado e de forma automatizada. Essas ferramentas possibilitam economia de tempo na análise e gerenciamento da reputação online e também representam redução no custo de aquisição de clientes. Além disso, ajudam a colocar a marca na primeira página do Google e indicam os pontos fracos e fortes a partir do feedback dos clientes.

Fundada em 2018, a Amplifique.me representa a soma das expertises dos quatro founders Cristiano Machado (CEO), Rafael Breus (CPO – Chief Product Officer), Robson Penteado (CTO – Chief Technology Officer) e Lincoln Valle (Customer Experience Director), que atuam em diferentes frentes para potencializar o resultado final.

Fonte: AIS Comunicação – Ligia Gabrielli

A evolução do e-commerce é agora

*Por Núbia Mota

Não é novidade que o varejo on-line ganhou ainda mais relevância diante da pandemia de covid-19. Com estabelecimentos fechados ou funcionando com restrições, além da adoção do home office, é natural que as pessoas passem a utilizar mais o e-commerce. Na verdade, até aqueles consumidores que não tinham experiência nesse meio tiveram de se adaptar — segundo pesquisa da Neotrust/Compre&Confie, 5,7 milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra pela internet entre abril e junho deste ano.

Esse aumento de consumo no mundo on-line provocou expansão do próprio e-commerce para novos formatos de compra que transformam a jornada do consumidor. Logo, os lojistas que acompanharem as tendências e se adaptarem bem às diversas tecnologias disponíveis estarão à frente dos concorrentes quando essas mudanças se consolidarem. Ter um pé no futuro é importante para garantir a inovação contínua, que permite a criação de melhores experiências para os consumidores.

Image by justynafaliszek from Pixabay

Já muito comum nos Estados Unidos, a compra por comandos de voz no móbile, por exemplo, ainda não se popularizou aqui no Brasil, mas é uma tendência forte, pois o país já tem mais smartphones do que desktops.

Para pôr em prática as compras por voz, é preciso, primeiro, ter um site responsivo, com navegação própria para móbile. Muitos varejistas ainda não fazem isso porque o celular é um dispositivo usado mais para pesquisa, e não necessariamente traz conversão. Os consumidores podem, por exemplo, pesquisar uma peça de roupa enquanto assistem à TV, mas comprar apenas depois, via desktop. Além disso, as plataformas precisam ser flexíveis para permitir a integração com comandos de voz.

Apesar dos desafios, já existem empresas no Brasil inovando e adotando esse formato como o aplicativo Auto Busca, da Ford, que integra o comando de voz na plataforma.

Já os populares chatbots nem sempre oferecem uma boa experiência de compra. Quem nunca precisou tirar uma dúvida e tentou falar com um chatbot que não trazia as informações necessárias? É muito frustrante encontrar um meio que deveria facilitar o processo de compra, mas, em vez disso, se torna uma barreira. Se não forem bem desenvolvidos, os chatbots vão acabar gerando uma experiência ruim, em vez de ajudar os clientes.

Para criar um bom chatbot é preciso ter em mente que eles funcionam melhor para tarefas básicas, como consultar o status do pedido. Assim, eles são muito úteis para otimizar as operações, mas nem tanto quando o cliente precisa de um atendimento mais completo. A melhor forma de utilizar chatbots é desenvolvendo-os para executar tarefas operacionais, a fim de permitir que a equipe foque nas questões que necessitam de interação humana.

Outro formato que está se popularizando nas redes sociais é o de compras por vídeo, uma vez que já temos marcas nascendo primeiro nas redes sociais. É uma forma relativamente simples e barata de estruturar os negócios, e as próprias plataformas passaram a fornecer ferramentas para facilitar o comércio eletrônico, como o Facebook Marketplace e o recurso de compra dentro do Instagram. Ao todo, 100 milhões de pessoas assistem algum evento online no Instagram ou Facebook por dia, segundo dados da própria empresa.

Esse modo de venda é interessante porque traz maior interação e visibilidade do produto em uso ao mesmo tempo em que não requer uma grande produção — na verdade, ele traz uma aderência melhor quando é mais “natural”. Às vezes, simplesmente ver um influenciador usando determinado produto em um vídeo no story é o bastante para fazer um consumidor se interessar por ele. É um formato que funciona muito bem para lojistas com um público jovem.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

O comércio eletrônico brasileiro cresceu 47% no primeiro semestre de 2020 em relação ao resultado do mesmo período do ano passado, segundo o relatório Webshoppers. Em um ambiente digital cada vez mais relevante e competitivo, os varejistas que conseguirem inovar e oferecer experiências únicas e excelentes são os que vão se destacar. Claro, nem todas as tecnologias são adequadas para todos os segmentos do varejo. É importante sempre avaliar o que faz sentido para sua marca e para o consumidor.

É preciso sair da caixa e desenvolver algo novo, porque é o mindset das pessoas que barra a inovação. A tecnologia está sempre à frente — ela já existe e está pronta para ser potencializada, adaptada e transformada. Só precisamos saber utilizá-la para inovar e nos desenvolver continuamente. O que é tendência agora será comum no futuro.

*Núbia Mota é Head de Marketing e Novos Negócios da Magento Commerce