Criteo revela que consumidores iniciam jornada de compras de final de ano em outubro

Conversões começam em novembro com forte influência da Black Friday e dispositivos móveis crescem como canal para conclusão de pedidos

Quando o assunto são as compras de final de ano, a antecipação tem sido a palavra de ordem para os consumidores brasileiros que fazem suas aquisições pela Internet. De acordo com o estudo Criteo Shopper Story 2017, da Criteo (NASDAQ: CRTO), líder em marketing para e-commerce, as pessoas começam a pesquisar os presentes mais caros (como televisores e videogames) em outubro e as conversões iniciam em novembro.

A Black Friday tem papel importante nessa antecipação. Importada dos Estados Unidos, a data vem ganhando cada vez mais representatividade no Brasil. De 2012 para 2016, as vendas aumentaram quase cinco vezes, atingindo um crescimento de 465%.

“Tudo o que sempre foi verdade absoluta sobre sazonalidade do varejo está começando a mudar, pois agora os consumidores compram quando bem entendem. As marcas e as lojas precisam estar lá com seus produtos durante toda a sinuosa jornada de compra, que para muitas pessoas começa em outubro”, comenta Alessander Firmino, diretor da Criteo para América Latina e Brasil.

Dados da empresa ainda revelam que o uso de dispositivos móveis é cada vez maior nas transações pela Internet. No quarto trimestre do ano passado, 24% de todas as compras online do País foram concluídas no ambiente mobile. E os consumidores esperam ter a mesma experiência que têm no computador em seus tablets e smartphones.

“Os varejistas precisam traçar estratégias que foquem no consumidor e não apenas no canal ou dispositivo. Em média, a jornada de compra é 1,5 vez mais longa do que o visto em análises que consideram apenas um device”, explica Firmino.

A jornada até a compra

O estudo Criteo Shopper Story 2017 analisou o comportamento de mil consumidores omnichannel do Brasil para entender melhor suas influências e motivações. A pesquisa abrange as palavras mais buscadas na Internet e também milhões de carrinhos de compra dentro de uma rede que conta com mais de 15 mil anunciantes, incluindo os principais varejistas do Brasil, além de marcas de segmentos variados, como eletrônicos, moda, artigos esportivos e eletrodomésticos. Mais descobertas seguem abaixo:

As pessoas usam a internet para pesquisar produtos que compram na loja física (webrooming). Por outro lado, muitos clientes na loja física fecham a compra online (showrooming). De acordo com a pesquisa, 80% dos consumidores omnichannel agem das duas formas.

O e-commerce brasileiro vem ficando mais competitivo graças à expertise cada vez maior dos grandes anunciantes e ao aumento da concorrência online. Agora com mais escolhas, os consumidores fazem compras em vários sites, comparando disponibilidade, opções de frete e informações do produto, além dos preços. O cross-shopping é especialmente comum na categoria “Eletroeletrônicos”, na qual 47% dizem visitar regularmente vários sites para fazer comparações.

A pesquisa revela ainda que antes da conversão, as pessoas costumam manter o carrinho de compras online cheio. Essa prática é mais forte na categoria “Roupas”. Neste caso, um terço dos consumidores inclui itens no carrinho, mas não conclui o pedido na hora.

Fonte: FirstCom Comunicação – Eduardo Mustafa

Clear Channel e In Loco Media promovem integração inédita entre out of home e mobile

Parceria oferece campanhas digitais que alcançam a mesma audiência nos dois meios por meio do retargeting

A Clear Channel, uma das maiores empresas de mídia out of home no mundo, e a In Loco Media, primeira rede de publicidade mobile baseada em localização indoor do mundo, firmam parceria e promovem, pela primeira vez, a integração das mídias Out-of-Home (OOH) e mobile. O objetivo é oferecer aos anunciantes campanhas em OOH e mobile, direcionadas a mesma audiência, por meio do retargeting. A junção das duas mídias possibilita o planejamento de campanha de forma unificada por meio do serviço que ganhou o nome de Clear Channel Mobile Extended Media.

A novidade apresenta diferenciais concretos ao mercado na busca pela efetividade das campanhas e despertando interesse, por exemplo, da Globo, que contratou a ferramenta para a campanha de lançamento da série Filhos da Pátria, que estará disponível, a partir do dia 3 de agosto, pelo Globo Play. A ação terá duração de uma semana, com veiculação no Rio de Janeiro.

Com o Clear Channel Mobile Extended Media, agências e anunciantes poderão veicular campanhas nos 100 relógios digitais da Clear Channel localizados na capital fluminense. A partir deste momento, as pessoas impactadas no OOH recebem um novo anúncio ao abrir um dos 600 aplicativos móveis parceiros da In Loco, sendo redirecionadas para um website promocional ou mapa que indica a loja mais próxima.

A aliança entre as duas empresas tem potencial imenso, permitindo milhões de impactos semanais por meio do circuito de relógios digitais e no mobile. Muito além dos números, o serviço permite um caminho inédito, promovendo a execução de ações multiplataformas e facilitando o planejamento de mídia.

“De um lado temos os smartphones da rede In Loco, que são mais de 55 milhões no Brasil, e, do outro, o OOH, com 88% de exposição do público ao meio. Juntos, oferecemos opções de campanhas cada vez mais criativas e com foco preciso”, explica André Ferraz, CEO da In Loco Media.

Lizandra Freitas e André Ferraz

De acordo com Lizandra Freitas, CEO da Clear Channel, atualmente vivemos uma cultura multitela em que a complementariedade de mídia se tornou essencial para um bom plano. “É inegável que hoje as pessoas passam a maior parte do tempo fora de casa. E neste trajeto, cada vez mais longo, estão sempre conectadas por meio de seus smartphones. A parceria inédita com a In Loco coloca o Out of Home em um patamar sem precedentes, reforçando o nosso compromisso constante com a inovação para o meio”, enfatiza.

Fonte: Tatiane Oliveira – Lucia Faria Comunicação

Mais mobile nas férias

Mobile: pesquisa da RTB House revela aumento no uso dos dispositivos móveis durante as férias

A sazonalidade nas campanhas de marketing não deve considerar apenas datas comemorativas ou períodos de promoções, mas também o tipo de dispositivo que os consumidores usam para pesquisar e comprar produtos online. Foi isso que a RTB House, uma empresa global que fornece tecnologia de ponta para retargeting, concluiu ao constatar que as atividades de smartphones e tablets cresceram mais de 30% durante as férias de julho no ano passado.

O poder crescente dos dispositivos móveis já foi comprovado pelo relatório sobre Receita de Publicidade na Internet, desenvolvido pela PricewaterhouseCoopers em conjunto com o Interactive Advertising Bureau. O levantamento mapeou que 51% dos US$ 72,5 bilhões gastos com anúncios digitais em 2016 vieram de plataformas móveis – movimentando um total de US$ 36,6 bilhões. Agora, a RTB House constatou também que as atividades em smartphones e tablets ficam particularmente mais intensas durante as férias.

O mapeamento levou em conta uma base em dados de mais de 40 mercados em toda a Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África. De maneira geral, o número de conversões de dispositivos móveis aumentou em julho e agosto de 2016, onde a participação nos smartphones foi de 27% a 36% superior à média do ano. Os smarphones e tablets geraram, em conjunto, 28% do número total de conversões no primeiro mês e quase 30% no último mês – os smartphones representaram mais 24% e 25%, respectivamente, enquanto os tablets representaram mais de 4% em ambos.

Rodrigo Lobato, country manager da RTB House no Brasil, aponta que, com a quantidade crescente de dispositivos móveis, os anunciantes precisam estar conscientes da sazonalidade na utilização dos smartphones e tablets. “O uso de celular aumenta significativamente, pois as pessoas gastam mais tempo fora de casa, saem de férias ou vão viajar. As atividades baseadas em performance com o uso de campanhas cross device podem direcionar as pessoas em seu percurso, permitindo que os anúncios aproveitem não apenas as temporizações em suas ofertas, mas os canais mais prováveis de serem usados”.

Lobato também observa que “com as ferramentas de retargeting corretas, os comerciantes podem reagir rapidamente ao comportamento dos clientes em diferentes estágios do caminho de compra. Sabendo como e quando os consumidores estão envolvidos com plataformas específicas, eles podem planejar estratégias de publicidade por diferentes segmentos de usuários – visitantes, consumidores frequentes ou aqueles de primeira viagem – e entregar mensagens mais precisas e personalizadas durante os horários de pico”.

Essa tendência de mobilidade nas férias reflete uma maior área de crescimento no mercado de marketing móvel. Em 2016, a participação média dos dispositivos móveis de janeiro a maio representou cerca de 19% de conversões. Em 2017, esse valor cresceu para mais de 28%, o que representa um crescimento de quase 50% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Podemos assumir que durante as férias de 2017 teremos um pico igual ou talvez maior”, avalia Lobato.

O estudo baseia-se em dados coletados de mais de 1.000 campanhas realizadas no modelo RTB, uma tecnologia de anúncios online que permite a compra e a venda de visualizações de anúncios individuais em tempo real. Eles foram compilados no Device Report, pesquisa desenvolvida a partir do painel de clientes de retargeting personalizado da RTB House.

A RTB House é uma das poucas empresas do mundo que desenvolveu e implementou sua própria tecnologia para compra de anúncios no modelo RTB (lances em tempo real). A empresa atua em todo o mundo e opera campanhas para marcas globais em 40 mercados da Europa, América Latina, Ásia e Pacífico, Oriente Médio e África.

Fonte: Diego Segura

Comércio eletrônico precisa de uma boa estratégia

E-business de sucesso pede transformação digital

* por Roberto Atayde

O consumidor de hoje possui vários dispositivos – smartphones, tablets, computadores, relógios etc – e espera uma experiência de compras on-line rápida, fácil e, acima de tudo, amigável.

Muitas empresas têm buscado no e-commerce uma saída para melhorar resultados sem, no entanto, se atentarem ao entorno de uma maneira mais detalhada.

Essa atitude geralmente leva a uma grande miopia na concepção de uma estratégia adequada ao negócio. Na maioria das vezes, na tentativa de utilizar os mesmos processos para reduzir custos ou por receio do novo, do desconhecido, os gestores optam por adaptações que acabam sendo desastrosas e fazem com que grandes empresas que deram grandes passos recuem em suas estratégias e criem um novo modelo, porém digitalmente pensado.

Mas a dura realidade é uma só: lojas sem presença online estão destinadas a desaparecer!

A presença digital deve ser pensada como um novo negócio, planejada desde sua concepção até a sua implementação, lembrando que o sucesso está diretamente ligado às estratégias adotadas previamente. Dependendo do negócio, do público, da natureza da operação, os resultados podem se mostrar ainda melhores se, por exemplo, um aplicativo, atrelado ao e-commerce, for concebido para alavancar a empresa digitalmente.

Esse processo de planejamento estratégico geralmente aponta diversas disfunções e demandas e o gestor tem que estar preparado para encarar as mudanças requeridas antes da construção de um e-business, mas nem sempre eles têm conhecimentos suficientes que os permitam se desafiar e encarar uma transformação digital sozinhos, sem o suporte de especialistas que conseguem ter uma visão mais ampla e isentada organização nesse processo de digitalização.

Uma coisa é certa: quem não fizer agora, fará num futuro muito próximo ou não terá a chance de fazê-lo, pois não se trata apenas de uma oportunidade, mas de uma questão de sobrevivência que está ameaçada, face à rápida adoção dos meios digitais que crescem e se tornam mais intuitivos a cada nova geração.

Essas constantes inovações e o ritmo acelerado que acontecem, demandam contínua atenção, questionamentos e reavaliações dos modelos tradicionais para atender gerações muito distintas – desde uma pessoa mais idosa que mal utiliza o controle remoto da televisão, até a geração mais nova que já nasce digital. Surgem novos modelos de negócios que terão um grande impacto no e-commerce, nos aplicativos e na cadeia de valor da indústria e do comércio, atentando ainda aos comportamentos e expectativas dos consumidores que estão evoluindo e ficando cada vez mais exigentes.

Hoje, o comércio eletrônico é em grande parte, impulsionado por preço e conveniência, porém um número cada vez maior de consumidores está começando a querer mais do comércio eletrônico, por exemplo, a capacidade de descobrir produtos exclusivos que não serão encontrados em grandes redes de varejo. Isso fará com que essa experiência de comércio eletrônico mude drasticamente.

A tendência é que cada comprador tenha acesso a conteúdos exclusivos, recebendo recomendações de produtos e acessórios definidos com base em suas preferências, localização geográfica, tendências de mercado, grupo demográfico, experiência de compras anteriores e interações de marca – tudo de forma totalmente natural. É como se uma transferência do conhecimento dos vendedores físicos que sabiam seu nome e suas preferências, migrassem para o mundo virtual.

A conexão entre o que o cliente vê online e o que ele recebe deve ser completa. Ele deve ter acesso a todas as informações de forma clara e um processo fácil do início ao fim. Aproximadamente 92% dos usuários da internet buscam regularmente informações de produtos e comentários de outros compradores, isso porque ainda existe a incerteza, um imenso obstáculo para compras on-line. Quanto mais informações sobre um produto existir (fotos, comentários, descrições, especificações, etc.), maior a chance de conversão.

E para fazer da compra uma experiência única, seja nas lojas ou no ambiente virtual, com o objetivo de aprimorar e diferenciar a proposta de valor de uma marca, ela deve ser altamente envolvente, inclusive utilizando-se de recursos tecnológicos como a realidade aumentada, que na maioria das vezes desempenha um papel fundamental e decisivo. Imagine conseguir “ver” aquele apartamento que ainda está na planta, já mobiliado com os móveis que você idealizou, podendo-se inclusive, caminhar dentro dele sem na verdade sair do lugar. Todos os ajustes são realizados antes e, quando o projeto se materializa, já estará perfeito, sem necessidade de retrabalho e sem causar surpresas indesejadas.

A transformação digital transcende as barreiras do virtual. Para a geração que adora fazer check-in por onde passa e compartilhar suas experiências em mídias sociais, nada melhor do que um ambiente apropriado, já que no mundo das “selfies”, uma foto num local “descolado” pode promover produtos e ganhar escala rapidamente e com baixíssimo custo, motivo da busca incansável da integração da mídia social com o varejo em lojas, no intuito de estimular as compras socialmente impulsionadas além de impactar significativamente a relevância da marca, que é percebida muito rapidamente.

As variáveis são inúmeras, muitas são as dúvidas e questionamentos e as respostas, difíceis e pouco óbvias. Desconstruir conceitos para construir relevância, exige coragem e determinação, mas é o que garante a continuidade. Sem estratégia, não tem transformação digital. Sem transformação digital, não existe e-business de sucesso. Sem e-business de sucesso, não tem cliente.

*Roberto Atayde é adviser da Topper Minds.

Ferramenta gera solução de engajamento mobile

In Loco lança In Loco Engage, solução de geo engajamento mobile

Ferramenta viabiliza que desenvolvedores de aplicativos tenham maior retenção de usuários por meio de mensagens contextualizadas e push geolocalizado

De acordo com o relatório da BI Intelligence, a quantidade de aplicativos utilizados pelos usuários de smartphones não mudou ao longo dos últimos anos, demonstrando que os usuários navegam com frequência em seus apps favoritos. Além disso, mais de 75% dos novos usuários não retornam após a primeira semana da instalação do app.

Pensando nisso, a In Loco, primeira rede de publicidade mobile baseada em localização indoor do mundo, anuncia o lançamento do In Loco Engage, solução que utiliza uma exclusiva tecnologia de geolocalização indoor para impactar usuários mobile com notificações push contextualizadas com as suas atividades.

Para apoiar os desenvolvedores de um aplicativo em suas estratégias de retenção de usuários, o In Loco Engage viabiliza a criação e a adaptação de mensagens específicas ao universo dos usuários do app. Por exemplo, um turista pronto para explorar uma nova cidade, pode receber através do aplicativo do hotel onde está hospedado sugestões de locais em que ele certamente gostará de visitar próximo à região.

As notificações push geolocalizadas se diferenciam das comuns porque são contextualizadas com a atividade que o usuário está realizando no momento em que é notificado. Ao invés de ser estimulado a utilizar o aplicativo em um momento inoportuno como, por exemplo, durante o trabalho, o usuário impactado pelo push geolocalizado poderá receber a notificação de um aplicativo fitness quando estiver na academia ou receber uma oferta do aplicativo do seu restaurante preferido assim que colocar os pés no local.

A ferramenta destina-se à empresas e marcas que possuem aplicativos mobile como peças fundamentais para os seus negócios. Diferente das atuais soluções disponíveis no mercado, o In Loco Engage não utiliza apenas tecnologias de geofence ou GPS, mas sim a tecnologia exclusiva da In Loco, baseada em sinais wi-fi, GPS e sensores inerciais do smartphone – acelerômetro, giroscópio e campo magnético, eleita como a mais precisa do mercado global pela Microsoft Research, em 2014. O resultado disso é a garantia do disparo de notificações push 100% contextualizadas com a rotina dos usuários, já que os dados geolocalização da In Loco se destacam no mercado por causa de sua precisão.

Outra vantagem do In Loco Engage é a facilidade de integração com ferramentas de automação populares como Amazon SNS e Firebase. De acordo com Pedro Macêdo, Head of Product da In Loco, “a integração com o In Loco Engage é muito simples para que os desenvolvedores possam focar no que realmente importa: engajar a sua base de usuários”.

Para os mais de 600 aplicativos parceiros da In Loco a solução será gratuita. “O In Loco Engage chegou para curar uma dor antiga do mercado: impactar os usuários através de uma tecnologia de geolocalização precisa e confiável”, conclui André Ferraz, CEO e cofundador da In Loco.

Fonte:Yonara Santana

Rede social de casamento para noivos e convidados

Rede social de casamento estimula interação entre noivos e convidados

App iCasei ganha linha do tempo e outras facilidades para gerir a espera do “sim”

O smartphone já é uma extensão do corpo humano para a maioria das pessoas, seja para trabalho, diversão ou grandes eventos. Pensando nisso, o iCasei (www.icasei.com.br), plataforma referência em serviços de casamento, reformulou seu app e o transformou em uma rede social para noivos e convidados interagirem em um ambiente exclusivo por meio de uma linha do tempo, como o Facebook e o Instagram.

A ideia é disponibilizar no aplicativo o acesso a todos os recursos da plataforma para facilitar a atualização e a troca de informações ao longo dos meses que antecedem o tão esperado dia. Ele permite aos convidados publicarem fotos e histórias, confirmarem presença e presentearem os noivos. O casal pode gerenciar o conteúdo, acompanhar as novidades e se emocionar a cada mensagem recebida.

Segundo o CCO da plataforma, Diego Magnani, o aplicativo foi reformulado “para que casais compartilhem sua história de amor de uma forma prática e intimista com seus familiares e amigos. Por isso, cada detalhe foi planejado para trazer o melhor da tecnologia ao altar”.

Pioneiro no desenvolvimento de soluções para facilitar os preparativos até a hora do “sim”, o iCasei disponibilizou a nova versão do seu aplicativo para Android e iOS e já ultrapassa a marca dos 100 mil downloads.

Fonte: Press Works

IA para revolucionar o e-commerce

Três soluções de Inteligência Artificial que prometem revolucionar o e-commerce

por Rodrigo Lobato*

A indústria do e-commerce produz hoje uma gigantesca quantidade de dados diariamente, mas analisar e entender esse grande amontoado de informações ainda é um desafio para a maior parte dos comerciantes. Nesse contexto desafiador, a Inteligência Artificial parece ser a chave para simplificar a forma como os e-commerces lidam com a jornada do consumidor, tornando os processos online ainda mais precisos e eficientes.

Rodrigo Lobato

Veja abaixo três inovações importantes que prometem revolucionar o e-commerce a partir de tecnologias de Inteligência Artificial:

Pesquisa de produtos: algoritmos que reconhecem imagens

A tecnologia de reconhecimento de imagens já está disponível há um bom tempo, mas a Inteligência Artificial está finalmente tornando-a popular e extremamente poderosa. O reconhecimento de imagens baseado em IA permite que você tire uma foto de um produto com o smartphone e obtenha informações precisas sobre ele, incluindo o seu preço e onde comprá-lo. Você certamente já viu algo que queria muito comprar, mas não tinha ideia de onde encontrar o produto, certo? Pois com a Inteligência Artificial isso será diferente.

Este tipo de reconhecimento de imagem baseado em Inteligência Artificial pode ser extremamente útil para a indústria de comércio eletrônico. Mercados, sites agregadores (como motores de comparação de preços) ou e-commerces que precisam moderar milhões de imagens podem agora fazê-lo automaticamente. A tecnologia também abre novos caminhos para as experiências dos clientes – sobretudo em uma época em que os smartphones e as mídias sociais são tão populares e as pessoas produzem uma enorme quantidade de imagens e vídeos relacionados às marcas. A compreensão profunda desse conteúdo é um passo incrivelmente valioso para a verdadeira personalização.

Decisão de compra: tecnologia que faz recomendações ultra-precisas

Vamos falar novamente sobre a jornada do consumidor. Digamos que você viu algo que queria comprar em uma foto, verificou o site da loja e quase fez uma compra. Porém, algo interrompeu você, ou você teve dúvidas, fundos insuficientes, etc. Isso acontece muito. E os banners publicitários personalizados funcionam justamente criando um impulso para que você tome essa decisão final, seja lembrando-o do produto ou mostrando itens similares.

Claro que esta já é uma tática bem conhecida para os comerciantes. No entanto, uma perspectiva interessante é o deep learning, um ramo inovador da IA que resolve problemas imitando o trabalho do cérebro humano, e que tem o potencial para levar as campanhas de retargeting a novos patamares.

Algoritmos de deep learning são usados ​​para reconhecer a atitude, intenção e o estado geral de cada usuário que visita um site. Com base nesse conhecimento, é capaz ainda de preparar recomendações de produtos altamente direcionados, em um modelo mais inteligente e assertivo do que os sistemas baseados em Machine Learning tradicional. O deep learning ainda faz tudo isso sem a necessidade de qualquer intervenção humana.

O verdadeiro poder do deep learning para o e-commerce é que a tecnologia consegue analisar uma enorme quantidade de dados para aprender e agir como seres humanos, tudo sem a necessidade de instruções ou regras específicas. Com isso, não há nenhuma suposição com relação aos potenciais picos de vendas ou cenários de como as pessoas reagem. As decisões ficam totalmente com os algoritmos.

Dados levantados pela RTB House indicam que essa precisão pode tornar as atividades publicitárias até 50% mais eficientes do que com a abordagem típica de aprendizagem mecânica.

Algoritmos que preveem a sua decisão

Vamos tentar imaginar que o iTunes pode, por exemplo, filtrar perfeitamente suas tags para indicar as músicas em que você mais provavelmente estaria interessado, com base em sua biblioteca existente. Indo mais além, com Inteligência Artificial, seria capaz de ir em frente e decidir qual adicionar à sua biblioteca, mesmo fazendo uma compra em seu nome.

Isso é semelhante ao que a Amazon planeja fazer com o chamado “envio antecipado”. O sistema de rede e distribuição definirá os padrões de compra do cliente de maneira ultra-precisa para prever o produto, incluindo faixa de preço e marca, que será comprado por ele. Após esta previsão, os itens podem ser enviados para centros de distribuição próximos antes que o pedido seja feito – o que significa que o pacote já estará no hub de transporte ou em um caminhão antes que o cliente saiba. Isso funciona ainda melhor com produtos do dia-a-dia, como um simples chá. Basta imaginar: se algoritmos podem antecipar a oferta e a procura, você nunca vai ficar sem o seu chá favorito, e os comerciantes vão se beneficiar com vendas mais rápidas.

Se aplicada adequadamente, essa ideia pode levar a análise de dados e a logística para um novo patamar, permitindo que as empresas reajam rapidamente (e automaticamente) com base nas necessidades das pessoas, expandindo sua base de clientes satisfeitos e fiéis.

Imaginando o e-commerce de amanhã

E-commerces se baseiam em dados por natureza, e os comerciantes, anunciantes e distribuidores já viram o potencial da Inteligência Artificial (ao menos o que seria a ponta do iceberg) com os assistentes pessoais, chatbots, merchandising automatizado e sistemas de retargeting. Mas combinar o novo Deep Learning com o comércio eletrônico ainda não é algo comum – pelo menos não no que diz respeito à utilização de redes neurais em uma base típica.

Isso pode contribuir para tornar as compras online mais fáceis, mais eficientes, mais envolventes e mais ajustadas às necessidades pessoais – em todas as fases do processo de tomada de decisão. Ao combinar a Inteligência Artificial com dados maciços, o futuro do comércio eletrônico verá um ecossistema de compras mais inteligente e autossuficiente, que pode tomar boas decisões por conta própria. Algo que há uma década só poderia fazer parte de nossa imaginação, mas que hoje já é definitivamente possível.

*Rodrigo Lobato é country manager Brasil da RTB House, uma empresa de tecnologia europeia focada em oferecer um serviço completo e personalizado de retargeting baseado em algoritmos de deep learning. A RTB House opera atualmente mais de mil campanhas exclusivas para marcas globais em mais de 40 mercados da Europa, América Latina, África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

Fonte: Diego Segura

A experiência do usuário em primeiro lugar!

Coloque a experiência do usuário no topo da lista de prioridades

por Karin Lublin*

Os smartphones tornaram as pessoas mais conectadas entre si e com as várias possibilidades de empresas e serviços. Mas, por outro lado, desenvolveram um novo comportamento que exige das companhias mudanças contínuas em diversos aspectos do negócio.

Tendo tudo na palma da mão e cada vez mais pressa, as pessoas não estão mais dispostas a esperar, por isso, o tempo passou a ser determinante na experiência. Se antes aguardar seis segundos para um site carregar era normal, hoje um segundo já faz a diferença entre ficar ou sair de uma página.

Então, não basta ter um portal atrativo, cheio de funcionalidades e design, e uma comunicação bem estruturada para captar a atenção do potencial cliente e fidelizar a audiência. Muito mais importante e decisivo é entender com quem você se comunica e quais são os gostos, desafios, problemas e inquietudes desse público, para que a sua empresa possa ofertar a solução mais acertada, aquela que fará o consumidor se decidir de imediato. Essa tendência, que está fazendo companhias em todo o mundo se tornarem mais competitivas e distribuírem os investimentos assertivamente é a UX, ou User Experience (experiência do usuário).

As companhias que querem ter negócios online precisam entender muito bem como proporcionar a melhor experiência ao usuário para alcançar o sucesso, que deve refletir não apenas na relação com o consumidor, mas também nas métricas mais importantes.

As maiores referências em vendas online já perceberam o valor da UX. A Amazon, por exemplo, uma das maiores no segmento de tecnologia, descobriu que 100 milissegundos de atraso no carregamento do site reduzem em 1% a receita. Assim, conseguiu aumentar em 2% a receita depois de elevar em 500 milissegundos o carregamento de suas páginas. Já o Walmart, em análise de 2012, constatou que quando o tempo de carregamento do site varia entre 1 e 4 segundos, a taxa de conversão cai consideravelmente. Por outro lado, a cada 1 segundo a menos no load das páginas, a taxa de conversão aumenta em 2%.

E não é só o tempo de carregamento. Os caminhos para encontrar as soluções também são extremamente importantes para que o cliente consiga chegar rapidamente ao que procura e precisa. A UX exige que a empresa esteja comprometida em aprender e conhecer como as experiências digitais podem se desenvolver da melhor maneira para o público que se pretende impactar.

Se a companhia ainda não tem um site ou aplicativo, a experiência do usuário deve ser pensada desde o início, com base no estudo do comportamento da audiência. Mas se o portal já está em funcionamento – hoje a realidade de praticamente todas as empresas -, o caminho é buscar melhorias, seja por meio de testes gratuitos de navegabilidade disponíveis na internet ou com o suporte de uma empresa especializada, que te ajudará a descobrir as diversas variáveis que impactam sua marca para identificar como melhorar a web performance, reduzindo o tempo de navegação, aprimorando a experiência nas páginas e diminuindo a taxa de abandono, por exemplo.

Como toda quebra de paradigma, o início da adoção da UX pode não ser tão confortável. É preciso fazer testes para achar um caminho que corresponda realmente ao que o usuário quer, e não ao que você pensa que ele pode querer.

É um trabalho contínuo, que exige renovações frequentes, testes AB e atenção às novas possibilidades de mercado quanto a modelo, desempenho e identificação de uso do usuário. A novidade do momento neste universo é a personalização, onde a comunicação da empresa com seus consumidores precisa ser pensada de forma a tornar o cliente agente, entendendo que é ele quem comanda a navegação.

É preciso entender que tudo é digital. Se antes os clientes guardavam as experiências com as marcas para si, hoje compartilham nas redes sociais e são capazes de levar a mensagem para milhares de pessoas em todo o mundo. Saber como impactar positivamente essas pessoas com as suas ofertas e com web performance é o que determinará o sucesso dos seus negócios.

*Karin Lublin é especialista em User Experience (UX) na Exceda, líder na América Latina em soluções de segurança e web performance e representante da Akamai.

Fonte: Grupo RMA

A transformação digital

Quando se trata da experiência do seu cliente, a dica é simples: seja digital!

*por Laura Bassett

O futuro dos negócios, na verdade, o futuro da experiência do cliente, é a vida como a conhecemos – aqui e AGORA. O sucesso organizacional neste momento, no entanto, depende de uma coisa: a transformação digital.

Laura Basset

A transformação digital pode significar muitas coisas, mas inclui uma ideia fundamental – aplicar tecnologias digitais a todos os aspectos da vida. Para os consumidores isso já é uma realidade: eles usam seus smartphones, laptops, tablets e aplicativos favoritos para fazer tudo durante todo o dia. Para as organizações, isso significa descobrir como aproveitar as tecnologias digitais (aplicativos, processos, procedimentos) e recursos existentes (essencialmente o talento de seus funcionários) em seus negócios de maneira estratégica para atender as necessidades dos consumidores a qualquer momento – o tempo todo. E fazer melhor do que a sua concorrência. A transformação digital também se trata de analisar seus aplicativos de negócios, aplicativos móveis, processos, procedimentos e talentos existentes com um outro olhar.

A transformação digital bem-sucedida requer uma mudança no comportamento organizacional e na mentalidade cultural da empresa. Isso quer dizer que é necessário criar um roteiro estratégico que descreva a implementação e a melhoria contínua dos processos. E talvez o ponto mais assustador de todos, significa que as empresas precisam trabalhar para verdadeiramente conhecer e entender seus clientes, ou seja, os líderes das empresas devem ter um controle real sobre os dados gerados que alimentam suas organizações.

A realidade de um mundo inteligente e digital é clara. Tecnologias avançadas como a Internet das Coisas e a realidade virtual não são mais ficção científica, já se tornaram realidade e devem ganhar cada vez mais espaço. Tanto que, em apenas três anos, espera-se que 100 milhões de consumidores comecem a fazer compras utilizando a realidade virtual e até 20 bilhões de objetos serão habilitados para a Internet. Enquanto isso, a automação e a análise de dados evoluíram de artigos de luxo para processos essenciais para a empresa. Impulsionados por esse rápido ritmo de mudança digital, os analistas preveem que 65% das crianças hoje vão crescer para trabalhar em funções que ainda não existem.

As empresas precisam se tornar digitais de forma bem-sucedida para permanecerem ágeis, integradas e à prova do futuro, de forma que possam dar suporta a esse futuro do tudo. A boa notícia é que 80% atualmente identificam a “transformação digital” como sua principal prioridade estratégica. As más notícias? Essas mesmas empresas estão realmente enfrentando dificuldades para migrar de seus processos antigos, sistemas e arquitetura ultrapassados. Veja por exemplo o segmento governamental, onde 71% dos tomadores de decisão de TI federais ainda usam sistemas operacionais antigos para executar aplicativos importantes. Como eles podem se tornar digitais sem ter as plataformas mais recentes para suportar um ambiente digital?

As organizações não conseguem re-imaginar as operações, refazer a engenharia de processos críticos ou alinhar áreas de negócios importantes da maneira que precisam, insistindo em tecnologias antiquadas. Mas falar sobre criar um caminho de migração é mais fácil do que fazer isso de fato. Eu já disse isso antes e vou dizer novamente: vai muito além da tecnologia.

Parece desafiante, mas não é impossível. Para isso, é necessário entender os principais desafios de transformar as experiências ultrapassadas para o mundo digital e definir os passos a serem seguidos para minimizar a interrupção e impulsionar a adoção de novas capacidades digitais.

*Laura Bassett é diretora de Marketing para soluções Customer e Team Engagement da Avaya

TecnoMultimídia apresenta novidades da indústria audiovisual

Evento traz o ambiente ideal para quem busca se atualizar sobre as novas tecnologias que impactarão o setor

TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2017, maior feira do setor audiovisual, que acontece de 23 a 25 de maio, no São Paulo Expo, irá reunir os principais fabricantes mundiais, assim como distribuidores regionais, nacionais e as mais importantes empresas integradoras no São Paulo Expo.

Voltada ao mercado de sistemas de áudio, vídeo, automação residencial, digital signage e comunicações unificadas, a feira traz para os profissionais da área o ambiente ideal para quem busca se atualizar sobre as novas tecnologias do setor. Entre as empresas já confirmadas estão: Aureside, Arthur Holm/Albiral España, Barco Brasil, Benq Brasil, Casio, Crestron Latin America, Epson, Dealer Tech, Grupo Discabos Brasil, Kramer Electronics Brasil, Milestone AV Technologies, Munddo Distribuidora, Neocontrol, Panasonic Brasil, Ricoh Brasil, SBUS Automação, Shure e Sony Latin America. Veja a lista com todos os expositores no link: http://www.tecnomultimidia.com.br/expositores.html

Os sistemas de projeção estão entre as novidades mais aguardadas. A Casio apresenta seu novo projetor 4K, em primeira mão para o Brasil. A BenQ lança a linha completa de projetores 4K para home cinema, o primeiro no mundo com a tecnologia DLP (Processamento Digital da Luz) e que pode ser desenvolvido sob medida para ambientes residenciais. Mas para quem busca projeções para grandes áreas, eventos e de vídeo mapping, o grande destaque da Epson será a linha profissional Epson Pro L, que incorpora uma fonte de luz laser para uma incrível qualidade de imagem, durabilidade e confiabilidade.

Os visitantes poderão conferir também as soluções de automação residencial e comercial. O Grupo Discabos, apresenta as soluções de automação da SBUS, uma linha cabeada e Wireless com Energy Cloud – sistema de gestão e controle para eficiência energética, e as tecnologias para o mercado AV da ATEN, uma solução para controle de salas de áudio e vídeo, com equipamentos para gestão de energia em racks – PDU.

A Munddo Distribuidora, importadora e distribuidora de sistemas inteligentes para automação residencial e predial, que está lançando o iEAST, sistema para sonorização de ambientes sem fio, compatível com os principais serviços de música online. Em paralelo, a Flex Automation traz a nova linha Hubless, sistema para automação com infravermelho e que não necessita de central para ser comandada por smartphones e tablets.

A feira também apresenta soluções para o ambiente corporativo. AKramer mostra o VIA GO, que permite conexão instantânea para iniciar apresentações com a mais alta qualidade, e o VIA AWARE, que pode exibir até seis telas de usuário em uma principal ou até 12 telas em dois monitores, dependendo do hardware. Além de possibilitar a interação e colaboração entre salas e escritórios, seja em prédios, cidades ou países diferentes, essa tecnologia também pode ser utilizada na área educacional, já que os alunos com acesso remoto podem facilmente participar da turma e colaborar em tempo real com videoconferências e aplicativos de escritório de terceiros.

“A TecnoMultimídia InfoComm é uma oportunidade para os profissionais acompanharem toda a evolução dessa indústria. Além do que está em alta e lançamentos, a feira também conta com fóruns, palestras, programas acadêmicos e seminários”, diz Victor Alarcón, gerente de projetos da feira.

Sobre a TecnoMultimídia InfoComm Brasil

A TecnoMultimídia InfoComm Brasil, organizada pela Latin Press Inc., é a principal feira da indústria de áudio, vídeo, iluminação e sistemas profissionais integrados realizada no Brasil. Realizada pela AVI Latinoamérica e InfoComm International, a feira apresenta aos visitantes os avanços tecnológicos em AVI e reúne os principais fabricantes mundiais, bem como distribuidores regionais e nacionais, incluindo também empresas integradoras. A feira reúne em três dias tudo o que de melhor e mais moderno o mundo audiovisual tem a oferecer. Para mais informações, visite: www.tecnomultimidia.com.br.

Serviço:

TecnoMultimídia InfoComm Brasil 2017

Data e horário: de 23 a 25 de maio (de terça-feira a quinta-feira), das 13h às 20h

Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo/SP

Website: www.tecnomultimidia.com.br.

Fonte:Douglas Cruz – Maria Eugenia Lucci