Autorregulação: Central de Outdoor lança Manifesto de OOH Brasileiro durante o OOH Summit 2026

O Manifesto do OOH Brasileiro consolida princípios de autorregulação, estabelecendo diretrizes de ética, transparência e responsabilidade na atuação da mídia exterior – Crédito: Aline Sol

Documento estabelece princípios de autorregulação e reforça compromisso do setor com a regeneração das cidades; Mídia exterior é a terceira que mais recebe investimentos publicitários

A Central de Outdoor, maior associação de mídia OOH do país e uma das cinco maiores do mundo, apresentou oficialmente o Manifesto do OOH Brasileiro durante o OOH Summit 2026, evento que reúne mais de 700 lideranças do setor para discutir os caminhos e o futuro da mídia exterior, terceiro meio que mais recebe investimentos publicitários (CENP-Meios). O documento integra o Plano Nacional de Autorregulação das afiliadas da entidade e estabelece diretrizes que orientam a atuação responsável das empresas exibidoras em todo o território nacional, reforçando princípios como ética, legalidade, segurança operacional e respeito à paisagem urbana. O Manifesto, que conta com apoio das entidades FENAPEX, e CONAR, pode ser acessado na íntegra pelo link: https://centraldeoutdoor.org.br/ebooks

O crescimento da mídia exterior no Brasil vem sendo construído ao longo dos últimos anos. Um estudo da Tendências Consultoria, em parceria com a Central de Outdoor, mostra que o OOH respondeu por 10,8% dos investimentos publicitários em 2023, já entre os três maiores meios de comunicação do país.

Em 2024, esse espaço aumentou ainda mais, chegando a 11,3%, acompanhando a evolução do setor, cada vez mais conectado a dados, tecnologia e novas formas de planejar comunicação .

E o movimento continua. Dados mais recentes do CENP Meios 2025 indicam que o OOH já alcança cerca de 12,1% do investimento publicitário, reforçando sua consolidação no mix de mídia e seu papel como o terceiro maior meio do país.

O lançamento do manifesto integrou a programação oficial do evento em um painel dedicado ao tema autorregulação que reuniu representantes de entidades como FENAPEX, CONAR e da Central de Outdoor. O debate abordou a importância das boas práticas, da transparência e da governança para a construção de um mercado mais maduro, sustentável e alinhado às transformações das cidades e do consumo.

A presença da comunicação exterior pode contribuir para qualificar o espaço urbano, destaca Halisson Pontarola, presidente da Central de Outdoor – Crédito: Alê Oliveira

A iniciativa parte do reconhecimento de que a mídia OOH ocupa um papel relevante na dinâmica das cidades, conectando marcas, pessoas e territórios. Diante dessa presença, o setor assume publicamente a responsabilidade de atuar de forma equilibrada e harmonizada com o espaço urbano, priorizando qualidade, organização visual e responsabilidade social.

Para Halisson Pontarola, presidente da Central de Outdoor, o documento representa um marco na consolidação de um modelo mais maduro e responsável para o setor. “Acreditamos no conceito de mídia regenerativa, em que a presença da comunicação exterior pode contribuir para qualificar o espaço urbano, estimular boas práticas e fortalecer a relação entre cidade, marcas e sociedade. O Manifesto do OOH Brasileiro consolida esse compromisso do setor com um modelo mais responsável, equilibrado e alinhado ao futuro das nossas cidades”, afirma.

Halisson Pontarola, presidente da Central de Outdoor, e Fabi Soriano, diretora executiva da entidade, durante o OOH Summit Brasil 2026 – Crédito: Alê Oliveira

A construção do manifesto foi resultado de um processo amplo de escuta e colaboração do setor, que contou com a consultoria do especialista Sérgio Rizzo, da RS Projetos. “Este é um trabalho que levou mais de um ano para ser desenvolvido, reunindo diferentes olhares do mercado com o objetivo de fortalecer ainda mais o segmento, trazer clareza sobre as boas práticas e contribuir para a evolução sustentável da mídia OOH no Brasil”, destaca Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor.

Com OOH consolidado como terceiro meio de comunicação que mais recebe investimentos, o lançamento do manifesto marca o avanço de um setor mais compromissado com as cidades e a população – Crédito: Aline Sol

Entre os pilares do documento estão dez princípios estruturantes que orientam a presença responsável do OOH nas cidades, incluindo o distanciamento adequado entre peças publicitárias, a rarefação, baseada no conceito de “menos é mais”, a conservação das estruturas, a segurança técnica das instalações, a sustentabilidade das operações, a transparência nas métricas e o compromisso social do meio, com a destinação de espaços para campanhas de utilidade pública.

O manifesto também estabelece diretrizes relacionadas à governança e à legalidade, reforçando a importância do cumprimento da legislação municipal, do respeito a áreas protegidas e patrimônios históricos e da adoção de normas técnicas que garantam segurança e qualidade na operação do inventário publicitário.

Com o lançamento do Manifesto do OOH Brasileiro, a Central de Outdoor reforça a importância da autorregulação como instrumento para fortalecer a credibilidade do setor e ampliar o diálogo com o poder público e a sociedade.

Fonte: Agência ERA®

Publicidade estratégica acompanha geração Z mais consciente e ligada ao wellness

Marcas passam a incorporar o bem-estar como nova linguagem de campanhas e diferencial estratégico de posicionamento

A publicidade segue por um momento importante e atento de transformação impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor, especialmente da geração Z. Mais atentos à saúde física e mental, esses jovens têm influenciado marcas a repensarem produtos, narrativas e posicionamentos. Nesse cenário, o chamado mercado wellness deixou de ser apenas uma tendência e passou a se consolidar como uma verdadeira linguagem social, impactando diretamente a forma como empresas se comunicam e se posicionam.

Cada vez mais, campanhas publicitárias dialogam com valores ligados ao equilíbrio, autocuidado, alimentação consciente, prática de atividades físicas e bem-estar emocional. O resultado é um movimento que vai além da estética fitness e trata-se de uma nova cultura de consumo, na qual as marcas precisam demonstrar coerência entre discurso, produto e propósito.

Para Caroline Ferrari, Diretora de Novos Negócios Corporativos da Octopus, agência de publicidade e propaganda, essa mudança reflete um novo momento da publicidade. “A geração Z trouxe uma mudança importante para o mercado, ela não quer apenas consumir produtos, mas experiências alinhadas ao seu estilo de vida. O wellness virou um código cultural que influencia desde o desenvolvimento de produtos até a narrativa das campanhas. Hoje, marcas que conseguem integrar bem-estar, socialização e propósito em suas estratégias conseguem dialogar de forma muito mais autêntica e eficiente com esse público”, afirma.

Um exemplo recente dessa mudança foi a chegada da Heineken 0.0 Ultimate, nova versão da cerveja sem álcool da Heineken. A bebida amplia essa linha e chega ao mercado com a proposta de oferecer uma experiência ainda mais leve, eliminando álcool, açúcar e calorias. O lançamento começa pelos Estados Unidos e a Polônia, com testes em outros mercados, como a Holanda, acompanhando o crescimento da categoria de cervejas sem álcool entre consumidores que desejam participar de momentos sociais sem os efeitos do álcool.

Fonte: Máxima Assessoria de Imprensa

Cenp-Meios: Sudeste concentrou R$ 5,6 bilhões de investimento em publicidade no Brasil

Painel aponta que região recebeu 19,44% do valor total investido em mídia no país; setor cresceu 10% no Brasil em 2025, movimentando R$ 28,9 bilhões de reais

Os estados da Região Sudeste do Brasil receberam um investimento de R$ 5,6 bilhões em mídia durante o ano de 2025, de acordo com dados compilados pelo Painel Cenp-Meios, divulgado pelo Cenp, Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário. A região teve participação de 19,44% do valor total nacional, que atingiu R$ 28,9 bilhões – crescimento de 10% sobre o ano anterior, em desempenho quatro vezes melhor que o PIB nacional de 2,3%, recentemente anunciado pelo IBGE.

O painel, que reúne dados de 330 agências no Brasil (258 matrizes e 72 filiais), reflete o faturamento dos Pedidos de Inserção (PIs) efetivamente veiculados e consolidados por meio, período, estado e região. As veiculações nacionais responderam por 68% do total investido. As realizadas na região Sudeste concentraram 19,4%, seguidas por Nordeste (4,5%), Sul (4%), Centro-Oeste (2,9%) e Norte (1,1%).

A expansão dos investimentos publicitários no ano passado acontece após um 2024 marcado por grandes eventos midiáticos, como os Jogos Olímpicos de Paris, e pelo calendário eleitoral.

“Mesmo num ano sem grandes marcos, o mercado publicitário brasileiro demonstrou resiliência e dinamismo”, diz Luiz Lara, presidente do Cenp. “Fazemos parte de um setor estratégico, que une negócios, criatividade e conexão com os consumidores, que gera empregos de qualidade e ajuda a impulsionar a economia. É um setor que cresce porque se transforma e continua a gerar valor para as empresas e para a sociedade.”

O Painel Cenp-Meios é acompanhado pelo Núcleo de Qualificação Técnica (NQT), organismo estatutário especializado no setor de pesquisa, mídia, circulação e métricas, composto por representantes de anunciantes, agências, elos digitais e veículos de comunicação. O Cenp-Meios também conta com a aferição da KPMG, responsável pela análise de integridade e pela segurança do sistema.

Veja, a seguir, mais dados relativos ao investimento publicitário no ano de 2025:

 

Região ganha nova operação focada em digital

Surge a Contraponto Digital

O Vale do Paraíba ganha mais uma operação de comunicação, propaganda e marketing focada em digital.

A Contraponto é fruto do trabalho de duas sócias, Julia Lucci e Mariana, e segundo postagem em seu perfil de Instagram, acredita que marca forte não nasce de tendência. Nasce de posicionamento. A nova agência aposta em construir negócios que não dependem de sorte, mas de clareza. Que não crescem no impulso, mas na estratégia.

Buscam se diferenciar no mercado apostando em um olhar individual, pois partem da convicção que  nenhuma empresa é igual à outra, e a comunicação também não deveria ser.

O nome Contraponto vem de um desejo de ouvir, conhecer e praticar diferentes pontos de vista, de não repetir fórmulas e modelos genéricos.