Méqui convida Erick Jacquin para uma nova experiência

Vídeo publicado nas redes sociais do chef retrata o quanto a marca se preocupa em ouvir seus consumidores

Após um post de Erick Jacquin, em que ele reclamava de um pedido do McDonald’s, ganhar repercussão nas redes sociais, a marca usou de sua escuta ativa e convidou o chef a ter uma nova experiência com seus produtos para reforçar o compromisso em oferecer produtos e serviços de alta qualidade. A ação, que foi ar neste domingo nas redes sociais de Jacquin, ressalta o intuito do Méqui de melhorar cada vez mais a experiência de todos os seus consumidores.

“Cada reclamação que recebemos é uma oportunidade de identificarmos uma falha e poder corrigi-la. Temos diversas iniciativas para estarmos cada vez mais próximos do nosso consumidor, mas para isso é imprescindível ter uma escuta ativa, ou seja, ouvi-lo pelos diferentes canais de comunicação, e ter a agilidade para fazer as adaptações necessárias na velocidade exigida”, afirma João Branco, CMO do McDonald’s no Brasil. “Agradecemos ao chef Jacquin por nos dar a chance de reforçar nosso compromisso de tornar a experiência do McDelivery cada vez melhor para todos os consumidores. Hoje 1,5% dos nossos clientes do delivery têm alguma reclamação sobre o serviço e nosso grande objetivo é chegar o mais perto possível de zero”, completa.

Ainda como parte do movimento da marca em aprimorar a experiência do consumidor de delivery, desde o início do ano o McDonald’s dobrou sua equipe de Serviço de Atendimento ao Consumidor no Brasil e destinará R$ 2,5 milhões para reforçar a estrutura de delivery em seus restaurantes.

Confira o vídeo aqui

Pedido de desculpas aceito!

Neste domingo (13), de maneira bastante descontraída, em parceria com a marca o chef aparece em um vídeo dublando uma paródia bem-humorada da música “Rita”, de Tierry, dizendo que desculpa a marca e que “sua ausência está fazendo mais estrago que a sua vacilação”.

Ao som da música sertaneja, Jacquin reconhece que deslizes podem acontecer e sabe que a marca escuta as críticas e trabalha para garantir a melhor experiência a todos os consumidores. Por fim, o chef perdoa o incidente e ainda ressalta que ficar sem matar a Fome de Méqui é muita “sofrência”.

Fonte: InPress-PorterNovelli

O que o consumidor espera das marcas com a pandemia da Covid-19

Preço baixo, qualidade alta, comunicação com propósito e transparência estão entre os principais pontos

Camila Maquea Leite

Em tempos de incertezas, informações relevantes e atuais são ainda mais essenciais para os negócios, especialmente na área de vendas e marketing. Com base em recentes pesquisas de mercado, a Coordenadora de BI, Inteligência e Comunicação de Negócios da RPC, Camila Maquea Leite, analisou pontos de mudança no comportamento do consumidor em decorrência da pandemia da Covid-19. O assunto foi debatido em um webinário organizado pela Amcham Curitiba (Câmara Americana de Comércio). Confira o que o consumidor espera das marcas atualmente:

Confiança abalada

Uma pesquisa da consultoria McKinsey & Company, realizada em fevereiro e março de 2021, mostrou que a maioria dos brasileiros (46%) acreditam que a economia será impactada por seis a 12 meses ou mais. Os otimistas, que esperam que a economia vá se recuperar dentro de dois a três meses, representam 39% da população e 14% estão pessimistas, acham que a Covid-19 terá um efeito duradouro na economia. “O brasileiro tem como marca registrada o otimismo e a ideia de que tudo vai ficar bem, mas de acordo com os números da pesquisa notamos o consumidor mais com os pés no chão e fazendo escolhas mais qualitativas”, comenta a coordenadora da RPC.

Choque à fidelidade

85% dos brasileiros experimentaram novas marcas ou lojas durante a crise e o principal motivo é a busca por menor preço, de acordo com a pesquisa da McKinsey & Company. Para Camila, a área de negócios e vendas deve se preocupar mais em proteção ao consumidor fiel, explorar novos níveis de conexão afetiva entre marca e consumidor, aumentar os estímulos à experimentação para conquista de novos consumidores, especialmente oferecendo uma boa relação custo x benefício e melhorar o nível de sua execução online e experiência na loja física.

Baixo custo e qualidade alta

Na nova economia, o público busca baixo custo, alta qualidade. Exemplos disso são o Airbnb, Uber e Netflix. “Na pandemia, esse comportamento aumentou ainda mais. O poder aquisitivo da população ficou mais limitado e o cliente tolera mais os problemas com um determinado produto ou serviço desde que a empresa o resolva, prioriza a boa entrega e o investimento baixo ao mesmo tempo”, explica Camila. O crescimento de opções como cashback e período grátis de degustação de produtos são consequências desse movimento.

Propósito

Nas propagandas publicitárias, as pessoas querem ver mais o propósito das marcas do que a venda por si só. Segundo a pesquisa COVID-19 Barometer, da consultoria Kantar, o público quer saber o que as marcas estão fazendo para ajudar os seus funcionários (78%), o cliente (71%) e a comunidade (75%). Apenas 28% querem ver propagandas normais, como antes da crise. A coordenadora da RPC relembra que viemos de um período de propagandas focadas em ações de varejo, hoje vemos que o público se importa muito mais com o propósito das empresas.

Marcas fortes, recuperação rápida

Um estudo da BrandZ mostrou que as marcas mais valiosas tiveram menores perdas nas ações quando a pandemia começou. A análise também indicou que marcas mais fortes se recuperam nove vezes mais rapidamente de períodos de crise do que a média. “O consumidor está mais consciente e atualmente quer fazer boas escolhas e prefere ter poucos e bons produtos. Prefere ter um bom tênis, que não dê problemas, do que vários que durem poucos meses”, destaca Camila.

Fonte: Página 1 Comunicação

Beleza e elegância marcam o Dia dos Namorados em São José

Nova pesquisa ACI/Unitau revela que tíquete-médio para a data deve ficar entre R$ 101 e R$ 200

Roupas, perfumes, cosméticos e perfumes serão os presentes preferidos neste Dia dos Namorados, revela pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, em parceria com a Universidade de Taubaté.

Considerada uma das principais datas do comércio, o Dia dos Namorados vai ser comemorado no próximo sábado, dia 12 de junho.

Imagem de Free-Photos do Pixabay

Realizada para identificar o comportamento do consumidor em relação ao Dia dos Namorados, a pesquisa foi feita nos dias 27 de maio e 1o. de junho, em locais de grande concentração do comércio: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, Rua 15 e shoppings CenterVale, Centro, Colinas e Vale Sul. Os técnicos do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais) da Unitau ouviram 119 pessoas. A margem de confiança do estudo é de 95%.

Segundo o levantamento, os presentes preferido este ano são roupas (38,46%), perfumes e cosméticos (23,08%), outros presentes (13,85%), e calçados (10,77%). Eletrônicos e viagens/passeios aparecem empatados, com 3,08%.

O tíquete-médio de presentes para a data deve ficar entre R$ 100,1 e R$ 200 para a maioria dos entrevistados (47,69%), seguido de R$ 50,01 a R$ 100 para 20%, aponta a pesquisa ACI/Unitau. E a forma de pagamento preferido deve ser a vista (73,85%), por meio de cartão de débito (46,15%). Outros 30,77% preferem usar cartão de crédito, 21,54% falam que vão pagar em dinheiro e 1,54% vão lançar mão do crediário das lojas. Não foi identificado uso de cheques.

Local
O levantamento ACI/Unitau revela também que os shoppings devem ser os locais preferidos pelos namorados para fazer compras. Os centros de compra foram citados por 41,45% dos entrevistados, contra lojas do centro da cidade (24,62% internet (21,54%) e lojas de bairro (3,08%).

Tendência
A pesquisa ACI/Unitau revelou também que 333,61% dos consumidores planejam comprar presentes neste Dia dos Namorados. As razões para o índice são várias: muitas pessoas disseram que não estão namorando, outras afirmaram não festejar a data e parte dos consumidores disse não ter dinheiro para presentes este ano. O índice de 33,61% fica abaixo da intenção medida na pesquisa de 2019, fixada em 58%. Em 2020, em razão da fase crítica da pandemia, não foi realizada pesquisa.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho

Agência lança infoprodutos

Futureon Comunicação lança infoprodutos

A FutureOn Comunicação, empresa que está há um ano no mercado, acaba de lançar infoprodutos destinados a empresários e prestadores de serviços. O primeiro é um kit contendo um Guia prático do Off para o On, 200 ideias de enquetes para stories, a diferença entre persona e público alvo, datas comemorativas, técnicas de copywriting e gatilhos mentais. Quem aderir ganha de brinde um calendário digital que pode ser utilizado para programação de posts. O segundo infoproduto é o e-book Shadowban, voltado para pessoas que querem atrair seguidores fiéis, aumentar ou recuperar o engajamento nas redes sociais, além de mais de 100 hashtags que não devem ser usadas.

A FutureOn foi fundada pela jornalista e pedagoga empresarial de São José dos Campos, Açucena Morais. Sua equipe presta os serviços de social media, marketing de conteúdo, produz websites, projetos de design gráfico, edita vídeos e presta consultorias. Um dos diferenciais da empresa é oferecer suporte em inglês para os clientes. Mais informações podem ser obtidas no perfil @futureoncomunicacao.