Eventos B2B crescem 22% em São Paulo e geram impacto recorde de R$ 14 bilhões em 2025

Barômetro UBRAFE/SPTuris aponta avanço do número de eventos, alta no público e consolidação das feiras de negócios como principal formato presencial

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), em parceria com a São Paulo Turismo (SPTuris), divulga a edição 2025 do Barômetro Eventos B2B, que consolida um marco histórico para o setor de eventos presenciais na cidade de São Paulo. Ao longo do ano, foram realizados 1.511 eventos de grande porte, número jamais registrado anteriormente e que representa um crescimento de 22% em relação a 2024.

O levantamento considera eventos com mínimo de 700 participantes, incluindo feiras, congressos, convenções e grandes encontros corporativos, com públicos que podem chegar a 150 mil pessoas por evento. O desempenho expressivo reflete dois vetores centrais: a valorização definitiva do presencial no período pós-pandemia e o ano de 2025 como o primeiro ano completo de operação do Distrito Anhembi após sua reinauguração, ocorrida no segundo semestre de 2024.

Além do avanço no número de eventos, o Barômetro registra aproximadamente 8 milhões de participantes únicos ao longo do ano, alta de 2,5% na comparação com 2024, consolidando um novo patamar para o setor de eventos de negócios. Esse fluxo gerou um impacto econômico estimado em R$ 14 bilhões na cadeia de hospitalidade da cidade de São Paulo, outro recorde histórico.

Do total de participantes, 70% residem no estado de São Paulo, o equivalente a cerca de 5,6 milhões de pessoas, enquanto 30% são turistas de negócios vindos de outros estados e do exterior, somando aproximadamente 2,4 milhões de visitantes. “A presença desse público reforça o papel estratégico dos eventos B2B como indutores de turismo qualificado com foco na geração de negócios, com elevado impacto em hospedagem, alimentação, transporte e serviços”, afirma o diretor-executivo da UBRAFE, Paulo Octávio Pereira de Almeida (P.O.).

As feiras de negócios seguem como o principal formato presencial do setor. Em 2025, elas concentraram 6 milhões de participantes, o que corresponde a 75% do público total dos eventos B2B de grande porte, reafirmando sua relevância como plataforma de geração de negócios, relacionamento e inovação. Dentro desse universo, a UBRAFE estima que mais de 600 mil turistas de negócios internacionais tenham participado das feiras realizadas na cidade, com destaque para visitantes oriundos da China, Estados Unidos e países da Europa.

O estudo também evidencia a importância dos eventos no calendário estratégico da cidade de São Paulo. Em um cenário com mais de 70 eventos B2B e B2C de grande porte considerados estratégicos, as feiras associadas à UBRAFE representam quase 50% desse total, com cerca de 30 feiras estratégicas. Ao longo de 2025, a capital paulista recebeu mais de 250 feiras de negócios, consolidando-se como o principal hub de eventos B2B do país.

O Barômetro Eventos B2B UBRAFE/SPTuris é construído a partir dos dados fornecidos pelos recintos associados à entidade na cidade de São Paulo e se mantém como uma das principais referências para análise da evolução do setor. A UBRAFE trabalha para ampliar gradualmente a abrangência do índice, incorporando outras cidades e avançando na mensuração do impacto econômico total dos eventos presenciais no Brasil.

Sobre a UBRAFE

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) é a única entidade representativa do setor de feiras e centros de eventos B2B no Brasil. Fundada em 1986, atua na representação institucional e política do segmento junto aos diversos setores da economia, com a missão de reunir, fortalecer e dar voz às empresas de promoção comercial. A entidade abrange toda a cadeia de valor do setor, defendendo os interesses de promotoras e organizadoras de feiras e exposições, centros de eventos (venues), empresas de logística internacional, infraestrutura e serviços especializados. Seu quadro associativo reúne as principais promotoras de feiras e eventos de negócios do país, além dos maiores e mais relevantes recintos de eventos do país. De acordo com dados da UBRAFE, o Brasil realiza mais de 2.000 feiras e eventos anualmente, movimentando mais de R$ 1 trilhão em negócios por ano.

Saiba mais em ubrafe.org.br

Nove em cada 10 trabalhadores da economia criativa preveem que a IA mudará suas profissões nos próximos 5 anos, aponta pesquisa

Relatório ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’, da consultoria brasileira Deck, registrou a visão de mais 1,5 mil profissionais sobre possíveis impactos da IA.

Profissões ligadas aos diferentes setores da ‘Indústria Criativa’ no Brasil, que movimentou mais de R$ 393 bilhões no ano de 2023 e corresponde à 3,5% do PIB nacional, segundo a Firjan, já sentem os impactos do avanço da inteligência artificial. Para contribuir com o debate sobre a IA e criatividade, a consultoria brasileira Deck – Inteligência Digital para a Cultura acaba de divulgar os resultados da pesquisa inédita ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’.

O estudo reuniu 1,5 mil profissionais da cultura e da economia criativa, atuantes em 16 áreas diferentes, como música, cinema, artes visuais, artes cênicas, design, publicidade e gestão cultural. Os dados foram coletados entre junho e setembro de 2025, de forma voluntária entre os participantes do curso de ‘Inteligência Artificial aplicada à Cultura’, promovido pela Escola Solano Trindade de Formação e Qualificação Artística, Técnica e Cultura (Escult), do Ministério da Cultura (MINC), em parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O curso foi concebido e ministrado pela gestora cultural Beth Ponte, autora da pesquisa e consultora da Deck.

Trazendo pela primeira vez a opinião de profissionais jovens e sêniores da indústria criativa, a pesquisa aborda o uso, percepções e expectativas de profissionais da área, diante da expansão da IA generativa. A iniciativa replicou algumas das perguntas da ‘Ipsos Monitor AI’ (2025), levantamento internacional de referência com 32 países, incluindo o Brasil – permitindo uma comparação entre os resultados com foco no setor criativo.

Entre os destaques, o levantamento da Deck mostra que 93,5% dos entrevistados consideram “provável” que a IA altere a forma como seu trabalho é realizado, pelos próximos cinco anos. No comparativo com a Ipsos, esse percentual chega a 61%, comprovando que os profissionais da cultura e da economia criativa, enquanto grupo, possuem uma expectativa de transformação mais intensa e generalizada sobre o impacto da IA em sua profissão, do que a população em geral.

Essas mudanças já começam a ser percebidas nas rotinas criativas. Para Beth Ponte, é essencial olhar para os impactos da IA em setores baseados na criatividade e reconhecer a diversidade desses setores. “Ao incluir 16 diferentes setores criativos, a pesquisa evita generalizações e reconhece que a incorporação da inteligência artificial no setor cultural não pode ser pensada de forma homogênea. As realidades são diversas, assim como os impactos e os ritmos de adoção. Por isso, qualquer estratégia precisa considerar as especificidades da área (cinema, ensino, artes, editorial, museu e patrimônio, gestão cultural), faixa etária dos indivíduos, vínculos profissionais, escolaridade, gênero, cor e raça; equilibrando inovação, formação profissional e responsabilidade ética”, conta Beth.

Beth Ponte – Foto: Divulgação – Florian Boccia

Prova disso é que, apesar do uso crescente das ferramentas de IA generativa, ainda há um descompasso significativo entre adoção e compreensão do digital. Segundo a pesquisa, 62% dos ‘profissionais da cultura e da economia criativa’ afirmam não saber identificar quais produtos e serviços utilizam inteligência artificial no seu dia a dia – um percentual similar, mas superior a 56% da população nacional, segundo a Ipsos.

A familiaridade com a tecnologia também diminui, de maneira consistente, com o avanço da idade. Entre os jovens de 18 a 24 anos, 52% afirmam saber identificar produtos e serviços que utilizam inteligência artificial, enquanto a partir dos 45 anos predominam respostas de “desconhecimento” ou incerteza, que somam cerca de dois terços dos entrevistados.

Ao mesmo tempo, o estudo revela tensões e preocupações. Pelo menos 35,5% dos entrevistados consideram provável que seus empregos sejam substituídos por sistemas de IA nos próximos cinco anos. No entanto, essa percepção é mais acentuada nos setores de Cinema, Rádio e TV (44,9%) e Música (44,3%), que demonstram maior apreensão devido à digitalização e automação de conteúdo.

Ainda assim, o sentimento predominante é de otimismo: 66,2% dos participantes acreditam que a IA tem potencial para melhorar o mercado de trabalho criativo no médio prazo – resultado similar aos 65% do levantamento da Ipsos. Apesar da dualidade do assunto, a consultora da Deck e revisora da pesquisa, Letícia Fernandes, reforça que existe um interesse do setor em participar de mais capacitações e cursos sobre IA. A pesquisa também apresenta caminhos para o desenvolvimento e formação profissional em IA aplicada à cultura.

“Em um contexto de grandes transformações tecnológicas, é essencial pensar em ações de capacitação para setores e profissionais afetados. Essa é inclusive uma das principais recomendações da UNESCO na publicação ‘Recomendações sobre a ética da Inteligência Artificial’. Por isso, a pesquisa também aponta que esse é o momento de priorizar estratégias como o ‘reskilling’ (requalificação profissional) e o ‘upskilling’ (aprimoramento de competências)”, explica Letícia.

Leticia Fernandes – Foto: Divulgação – Luke Garcia

Entre as principais demandas citadas pelos entrevistados estão formações voltadas à automação de tarefas e processos de trabalho (65%); à elaboração e gestão de projetos culturais com uso de IA (64,8%); e à aplicação prática de ferramentas em áreas específicas, como música, audiovisual e design (64,4%). Questões relacionadas a direitos autorais, propriedade intelectual e regulação das IA’s também aparecem como prioridade para 57% dos profissionais.

Em meio ao ‘Ano da Criatividade no Brasil’ (2026), instituído pela World Creativity Organization, os resultados do estudo contribuem para o debate sobre uso e adoção da IA entre empresas e profissionais da cultura e economia criativa.

Clique aqui e acesse gratuitamente o estudo “Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa” na íntegra.

Confira os top insights da pesquisa de ‘Percepção da IA na Cultura e Economia Criativa’ abaixo:

93,5% consideram ‘provável’ ou ‘muito provável’ que a inteligência artificial altere a forma como seu trabalho é realizado nos próximos cinco anos;

  • 35,5% consideram provável a substituição de seus empregos por IA nos próximos cinco anos, com maior percepção de risco nos setores de Cinema, Rádio e TV (44,9%) e Música (44,3%);
  • 62,3% dos respondentes utilizam ferramentas de inteligência artificial generativa com frequência;
  • 66,2% acreditam que a IA tem potencial para melhorar o mercado de trabalho criativo nos próximos anos;

A pesquisa contou com respostas de 1555 profissionais de 16 setores da cultura e da economia criativa. Áreas de atuação mais representadas: Gestão e/ou produção cultural (31%), Cinema, rádio e TV (11%), Ensino e/ou pesquisa (10,3%), Artes visuais e fotografia (9%), Música (8%) e Artes Cênicas (7,6%);

Vínculos profissionais: 55,5% trabalham de forma autônoma em diferentes formatos (MEI, freelancer, empresa própria) e 25,4% possuem vínculo empregatício fixo (CLT ou serviço público);

Perfil dos respondentes: A amostra da pesquisa é composta majoritariamente por adultos entre 35 e 54 anos (55,5%), com participação significativa de jovens e jovens adultos entre 18 e 34 anos (26,3%). Em termos de escolaridade, 84,5% dos respondentes possuem graduação completa ou pós-graduação. Quanto à composição de gênero, 55,1% se identificam como mulheres, 41,4% como homens, 1,7% como não bináries, e 2,5% com outras identificações. Em relação à cor/raça, 47,6% se declararam brancos, 48,5% negros (sendo 33,3% pardos e 15,2% pretos), 1,2% indígenas e 1,1% amarelos;

Fonte: Antonio Anselmo – Assessoria de Imprensa

Viagens no Carnaval devem ter gasto médio entre R$1 mil e R$4 mil reais

Pesquisa do Sebrae-SP revela perfil do consumidor no Carnaval e número de pequenos negócios beneficiados pela data

A pesquisa “Carnaval 2026 – viagens e turismo”, realizada pelo Sebrae-SP, revela que neste Carnaval a maioria dos consumidores que pretendem viajar (cerca de 55%) devem gastar entre R$1 mil e R$ 4 mil reais. Esse valor inclui as despesas como locomoção, alimentação, hospedagens e passeios.

A maioria dos moradores de São Paulo, que deverá viajar, pretende realizar as viagens dentro do próprio estado (70%), sendo o litoral o destino mais citado (49%). O feriado também deve beneficiar cerca de 183 mil pequenos negócios do estado de São Paulo, sendo 85,8 mil MPEs e 97 mil de MEIs.

Para o consultor do Sebrae-SP Pedro João Gonçalves, o Carnaval é muito mais do que uma festa: trata-se de um motor econômico para quem empreende, pois representa visibilidade, fluxo de caixa e a chance de testar novos produtos e estratégias em um ambiente de alta demanda.

“Sem dúvidas é uma data que deve ser tratada de forma estratégica para os pequenos negócios. Além de ser um dos maiores eventos culturais do país, o Carnaval impulsiona o consumo em setores como alimentação, bebidas, moda, turismo, transporte, beleza e economia criativa. Para as micro e pequenas empresas é uma oportunidade concreta de aumento de faturamento em curto prazo, além da conquista de novos clientes”, destaca o consultor.

A viagem familiar é o estilo mais citado na pesquisa, com 40% dos respondentes. A existência de uma programação para o Carnaval contribui para a escolha do destino: 64% irão para bloquinhos de rua; 27% irão em desfiles de escolas de samba e 24% para festas temáticas.

Com relação ao planejamento da viagem, 50% destacaram que organizam tudo com antecedência. O preço é o atributo mais considerado nesta decisão (35%), seguido pela qualidade dos serviços (33%) e limpeza, organização e conforto das instalações (29%).

Ainda de acordo com o levantamento, 55% planejam gastar mais do que o ano anterior, sendo que 41% destes pretende gastar mais de 5% a 10% do que no ano anterior. Por outro lado, 15% vão gastar menos do que o ano anterior e 30% pretendem manter os gastos no mesmo nível de 2025.

Sobre a Pesquisa

A pesquisa “Carnaval 2026 – viagens e turismo” foi elaborada a partir de duas sondagens. A sondagem com consumidores, pessoas físicas, foi realizada por e-mail, pelo Instituto Consulting do Brasil. O levantamento foi realizado entre 5 e 18 de janeiro de 2026. A segunda sondagem, com a opinião dos empreendedores, foi realizada por telefone. Essa sondagem é um suplemento da pesquisa Indicadores Sebrae-SP, realizada com a colaboração da Fundação Seade.

Fonte: Selma Viana – Assessoria de Imprensa – Print Comunicação

Pesquisa GPTW revela avanço da participação feminina nas agências de publicidade

  • Estudo mostra que as mulheres representam 55% do quadro de colaboradores das empresas premiadas; inovação aparece como diferencial competitivo, mas índice de permanência dos profissionais segue como desafio no setor
  • Remuneração, benefícios e estabilidade ganham relevância e contribuem para permanência de talentos
  • Criação de ambientes de confiança e cultura organizacional saudável estimulam a inovação e a competitividade das agências brasileiras

Pesquisa realizada pelo Great Place To Work® (GPTW), consultoria global referência em cultura organizacional e ambientes de trabalho saudáveis, revela as principais perspectivas do setor com a 13ª edição do Ranking das Melhores Empresas para Trabalhar™ – Agência de Publicidade. O estudo mostra avanços relevantes na participação feminina e no impacto da confiança para estimular a inovação. Por outro lado, o tempo de permanência nas posições segue como desafio.

Na edição de 2025 da pesquisa, 109 agências participaram do processo, impactando mais de 7.116 colaboradores. O levantamento reconheceu 20 organizações, sendo 10 de pequeno porte e 10 de médio porte, que se destacaram com práticas consistentes de gestão de pessoas em um mercado dinâmico e altamente competitivo.

A pesquisa evidencia a concentração do mercado publicitário em polos estratégicos, com presença das agências premiadas em oito estados brasileiros. São Paulo lidera com oito agências reconhecidas, seguido por Paraná e Rio Grande do Sul, com três cada, e Rio de Janeiro, com duas. Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Santa Catarina aparecem com uma agência premiada cada, indicando a capilarização de práticas de excelência para além do eixo tradicional.

Perfil etário

A análise revelou mudanças na composição das equipes. No conjunto, 71% da força de trabalho está concentrada nas faixas etárias iniciais, evidenciando setor jovem, dinâmico e fortemente influenciado por novas gerações.

Em 2025, profissionais com até 25 anos passaram a representar 28% do total, avanço de três pontos percentuais em relação ao ano anterior. Em contrapartida, a faixa entre 26 e 34 anos, ainda majoritária, apresentou retração de três pontos percentuais. A faixa entre 35 e 44 anos manteve estabilidade, com 22% dos colaboradores. Já os profissionais de 45 a 54 anos representaram 6%, registrando leve variação de um ponto percentual. A participação dos colaboradores com 55 anos ou mais permaneceu estável em 2%, tanto em 2024 quanto em 2025.

Tempo de casa

O tempo de permanência nas agências também revela que o mercado possui dinâmica intensa. Em 2025, 60% dos colaboradores tinham até dois anos de empresa, registrando leve crescimento em relação a 2024 e um aumento de quatro pontos percentuais quando comparado a 2023. A participação de profissionais com dois a cinco anos de casa também avançou, passando de 29% para 31%. Por outro lado, colaboradores com maior tempo de casa continuam sendo minoria: apenas 6% estão entre seis e dez anos; 2% entre 11 e 15 anos; e outros 2% possuem 16 anos ou mais de empresa.

Fatores de permanência

O estudo identificou mudanças nos fatores que influenciam a permanência dos colaboradores. Remuneração, benefícios e estabilidade ganharam relevância ao longo dos últimos anos. A remuneração cresceu dois pontos percentuais em relação a 2024 e quatro pontos quando comparada a 2023, enquanto a estabilidade avançou dois pontos percentuais nos dois últimos rankings.

Ainda assim, oportunidades de crescimento seguem como o principal motivo de permanência, citadas por 38% dos colaboradores, seguidas por qualidade de vida (34%) e alinhamento de valores (12%). Esses três indicadores, no entanto, apresentam queda de dois pontos percentuais em relação a 2023, indicando mudança gradual nas prioridades dos profissionais diante de um mercado mais instável e competitivo.

Perfil por gênero

Neste recorte, a pesquisa aponta que as agências de publicidade reconhecidas no ranking GPTW se destacam pela maior representatividade feminina, com 55% de mulheres em seus quadros, percentual superior ao observado em outros rankings setoriais. Apesar do crescimento moderado em relação a 2024, esse dado reforça os esforços constantes das agências para ampliar e manter a diversidade de gênero.

Liderança

A análise entre gênero e nível de gestão mostra uma retomada importante da presença feminina na alta liderança. Em 2025, houve avanço de seis pontos percentuais, com mulheres ocupando 40% dos cargos de alta gestão, frente aos 34% registrados no ano anterior. Já em 2023, esse índice era de 45%.

Na média liderança, observa-se uma leve retração ao longo dos últimos anos, passando de 57% em 2023 e 53% em 2025. Já nas demais posições de liderança, a participação feminina apresentou queda mais expressiva, chegando a 49% em 2025. O conjunto dos dados indica que, apesar dos avanços na alta liderança, ainda existem desafios para fortalecer a diversidade de gênero em todos os níveis de gestão, etapa fundamental para a consolidação de culturas organizacionais verdadeiramente For All.

Índice de Inovação (IVR)

A diferença entre as agências premiadas e não premiadas permanece significativa: no estágio avançado de inovação, a distância é de 29 pontos percentuais. Além disso, o estudo identificou que as empresas reconhecidas apresentam percentual 21% menor de organizações em estágio de atrito, reforçando como ambientes de trabalho saudáveis e de confiança impactam a inovação do negócio.

Em 2025, 30% das empresas premiadas operam no estágio funcional de inovação, avanço de dez pontos percentuais em relação ao ranking anterior. O estudo também identificou redução de cinco pontos percentuais (35%) em relação ao último ranking, de empresas nos estágios de atrito e acelerado.

Confira o ranking neste link

Fonte:  Tamer Comunicação