Grupo EP lança estudos sobre rádio com foco em atuação regional

Estudos gratuitos trazem insights do meio que segue evoluindo e conquistando o público brasileiro

Grupo EP divulga estudos sobre força e relevância do meio clássico e com dados inéditos sobre o veículo no interior paulista – Crédito: Divulgação

No dia 13 de fevereiro (ontem) comemora-se o Dia Mundial do Rádio. O Grupo EP, conglomerado de mídia com atuação no interior de São Paulo e no sul de Minas Gerais, divulga estudos sobre força e relevância do meio clássico e com dados inéditos sobre o veículo no interior paulista. A empresa possui em seu portfólio de veículos as rádios CBN Campinas, CBN Ribeirão Preto, Jovem Pan Ribeirão Preto, EP FM Araraquara, EP FM São Carlos e EP FM Campinas, a mais recente do grupo, lançada em outubro. A EP FM Araraquara e São Carlos celebraram seu primeiro aniversário no dia 01 de fevereiro. Os estudos estão disponíveis nos links: Campinas e Ribeirão Preto.

O estudo revela como o rádio permanece como um dos meios de comunicação mais democrático do país, com suas transmissões alcançando as áreas mais remotas, mostrando como ele é um meio relevante para a população e para o mercado publicitário. Na região de Campinas, por exemplo, em um mês o rádio alcança 75% da população.

Principal expoente do áudio na mídia, o estudo aponta como o rádio se mantém em constante evolução, se atualizando para estar sempre presente na jornada dos ouvintes em vários conteúdos e formatos. Sua capacidade de fornecer informações confiáveis, cobertura abrangente e uma conexão genuína com as comunidades locais fazem dele um meio de comunicação insubstituível e uma voz confiável em um mundo em constante mudança, criando conexões emocionais duradouras com seu público.

De acordo com o estudo, a credibilidade do rádio se fortaleceu no interior paulista ao longo dos anos. Entre as características e sentimentos que a população relaciona ao meio estão informação (56%), emoção (55%), companheirismo (38%) e diversão (35%). Além disso, 76% dos ouvintes de rádio acreditam que o meio vem se modernizando em seus conteúdos e formatos.

Stéfani Espinosa, coordenadora de Inteligência de Mercado do Grupo EP, ressalta que o estudo demonstra que o rádio desempenha um papel vital na construção de comunidades fortes e bem informadas. “O rádio está em todo lugar e acompanha a evolução do consumo de mídia da população, sendo uma constante na vida dos brasileiros. Esse é mais um estudo fruto do trabalho do Grupo EP em gerar insights importantes para a comunicação estratégica de nossos clientes”, diz.

Segundo o estudo em questão, o investimento publicitário no rádio cresceu 14% no primeiro semestre de 2023 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Dados mostram, ainda, que um dos pontos mais valiosos das campanhas de rádio é a criatividade ao utilizar os recursos do veículo para estimular a imaginação dos ouvintes. “As rádios do Grupo EP possuem uma audiência qualificada e estão sintonizadas com o mercado publicitário. Do entretenimento à informação, o ouvinte fica por dentro das novidades de sua região de abrangência, do país e do mundo, contando com a possibilidade de acompanhar a programação via streaming”, complementa Stefani Espinosa.

Os estudos estão disponíveis neste link

Fonte: Agência ERA® – Mariana Cruz

Pesquisa revela o posicionamento dos influenciadores digitais sobre a regulamentação da profissão

Influenciadores digitais produzem conteúdo na internet e cobram por parceria com marcas. A profissão não é regulamentada, mas 80% deles gostariam que fosse

São mais de 500 mil influenciadores no Brasil com, pelo menos, 10 mil seguidores. Assim, o total de influenciadores no País supera a quantidade de engenheiros civis (455.000), de dentistas (374.000) ou de arquitetos (212.000). O contingente só fica empatado com o de médicos (502.000).

Levando em conta os influencers com mais de 1.000 seguidores, o número salta para 20 milhões, o que equivale a 10% da população brasileira. Mesmo com esse mercado expressivo, a profissão ainda não é regulamentada. Pesquisa realizada pela Influency.me, empresa especializada em campanhas com influenciadores, questionou ao mercado se a regulamentação é vista como positiva.

Pesquisa é unânime: profissão precisa de regulamentação

Participaram da pesquisa mais de 350 respondentes, contemplando todos os segmentos que atuam no marketing de influência.

De forma unânime todos eles acreditam que a profissão deva ser regulamentada. Do ponto de vista das marcas, 92% delas acreditam que a regulamentação seja importante; 93% dos assessores dos influenciadores concordam com a afirmação; 80% dos influenciadores também enxergam que regulamentação seja um bom caminho; e 81% das agências compartilham da mesma opinião.

Recentes polêmicas

Com as recentes polêmicas envolvendo influenciadores divulgando casas de aposta e jogos de azar, o debate sobre os limites da influência reascendeu.

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) elaborou o Guia de Publicidade por Influenciadores Digitais, que traz orientações na hora de gravar publicidade. O material destaca que, ao retratar uma experiência pessoal, seja genuíno e contenha apresentação verdadeira do produto ou serviço anunciado”. Nessa atividade, o influenciador acaba sendo caracterizado como um agente de publicidade, sujeito então à regulação aplicável, em especial do Código do CONAR.

“As orientações do Conar não têm força de lei, mas são instrumentos muito importantes para guiar os influenciadores na hora da gravação de conteúdo. Os limites já impostos por outras leis brasileiras também se aplicam aos influenciadores, como a necessidade de apresentar fatos verídicos, não agir de má fé e não divulgar produtos potencialmente prejudiciais à saúde”, destaca Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.

Pesquisa recente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) destacou que 73% das pessoas físicas que realizaram o primeiro investimento, tomaram essa decisão com base em informações de influenciadores. “Um consultor financeiro precisa ter credenciais específicas que o habilitem a trabalhar nessa área. Já os influenciadores não têm, o que abre espaço para conselhos nem sempre adequados serem difundidos”, complementa o CEO da Influency.me.

Para Azevedo, a regulamentação da profissão pode ser trabalhada nos próximos anos. “É importante que possíveis leis estejam alinhadas com o dia a dia do profissional para não cercear seu trabalho e, ao mesmo tempo, garantir a segurança física, emocional e financeira de quem segue esse influenciador. A regulamentação da profissão no Brasil deve ocorrer e, sendo construída de forma conjunta pela sociedade, terá muito a acrescentar”, finaliza Rodrigo Azevedo.

Fonte: Trama Comunicação – Flávia Salmázio

Snack Content apresenta o primeiro ranking do ano, ‘Top 10 marcas mais engajadas em Janeiro no Youtube Brasil’

Com 247 marcas envolvidas, se destacam a Growth Suplementos, Guaraná Antarctica e Mercado Livre

A Snack Content, data driven content studio da B&Partners, lança neste começo de mês o primeiro ranking de 2024 que traz a temática ‘Top 10 marcas mais engajadas em Janeiro no Youtube Brasil’. Os vencedores foram: em primeiro lugar o canal Growth Supplements da Growth Suplementos, em segundo o canal Coisa Nossa de Guaraná Antarctica – o canal conta com estratégia, criação e produção da Snack Content desde o seu lançamento – e em terceiro o canal Mercado Livre. A ideia do ranking não é provocar uma disputa, mas sim trazer junto insights de estratégia e criação para marcas e creators.

“Este ranking é fascinante, pois revela que as marcas mais envolventes foram aquelas que utilizaram principalmente o YouTube Shorts. Estaremos testemunhando a ‘tiktokenização’ do YouTube? Simultaneamente, podemos observar uma tendência clara: as marcas não estão apenas interessadas em investir em podcasts famosos, mas sim em criar seus próprios podcasts. Isso é uma maneira de promoverem suas identidades de marca de forma mais autêntica, por meio de uma linguagem nativa. Isso substitui os longos vídeos de manifesto, já que o debate está inclinado para a promoção da marca.” explica Nelson Botega, CO-CEO da Snack Content

No ranking inaugural, 247 marcas (ficaram de fora marcas de mídia e streamers) foram analisadas sendo 1797 vídeos postados em janeiro com 663 milhões de visualizações. Para fazer o ranking, a Snack levantou através de sua ferramenta de dados, a Tubular Labs, o engajamento dos perfis, tratando-se da soma de qualquer interação em seus perfis proprietários – likes, comentários, compartilhamentos – e a taxa de engajamento onde os engajamentos são divididos pelo número de visualizações.

O Ranking foi elaborado para trazer as Top 10 marcas mais engajadas no mês de Janeiro no Youtube Brasil e o resultado foi:

PRIMEIRO lugar o canal Growth Supplements da Growth Suplementos com 636k engajamentos;

SEGUNDO lugar o canal Coisa Nossa de Guaraná Antarctica com 632k de engajamentos;

TERCEIRO canal o canal Mercado Livre com 573k de engajamentos;

QUARTO lugar o canal Burguer King com 437k de engajamentos;

QUINTO lugar o canal Bradesco com 327k de engajamentos;

SEXTO lugar o canal Embelleze com 307k de engajamentos;

SÉTIMO lugar o canal Renner com 176k de engajamentos;

OITAVO lugar o canal Samsung com 162k de engajamentos;

NONO lugar o canal Nestlé com 149k de engajamentos e em

DÉCIMO lugar o canal Banco Itaú com 140k de engajamentos.

“Outro aspecto notável é que Guaraná e Growth se destacam há anos devido à consistência de suas postagens, ao uso da linguagem nativa e à construção de comunidades sólidas. Este é o jogo do YouTube. Além disso, um dado interessante é que o número de vídeos postados pelas mesmas marcas foi semelhante ao de 2023, com quase o mesmo número de visualizações, mas uma grande diferença: um engajamento 4 vezes maior esse ano. Isso demonstra que a plataforma está impulsionando organicamente aqueles que criam vídeos curtos.” finaliza Nelson Botega

Para o longo do ano a Snack Content já traçou uma série de rankings que vão envolver realitys, influenciadores e marcas.

Fonte: Bia Ribeiro – Assessoria de Imprensa

ACI divulga projeções para o Carnaval em São José dos Campos

Entrada de 30 milhões de reais e expectativa de 4 mil vagas temporárias

Com uma população aproximada de 700 mil habitantes, São José dos Campos se prepara para celebrar o Carnaval, e a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos (ACI-SJC) apresenta projeções para a economia local durante as festividades.

Com base em dados nacionais, estima-se que cerca de 30 milhões de reais serão injetados na economia durante o período carnavalesco, impulsionada principalmente pelo aquecimento dos setores de comércio e serviços. As empresas, que mantêm seus estoques abastecidos, devem contribuir para a dinamização econômica, favorecendo o aumento das transações comerciais.

Um dos pontos destacados pela ACI é a previsão de mais de 4 mil vagas temporárias geradas durante o Carnaval. Este número representa um crescimento expressivo em comparação ao ano anterior, indicando um ambiente propício para oportunidades de emprego sazonais. Os setores mais beneficiados incluem moda e beleza, que tradicionalmente atraem grande demanda durante o período festivo.

Profissionais ligados aos segmentos de maquiagem, venda de roupas, calçados, acessórios e, em especial, a comercialização de fantasias, tanto infantis quanto adultas, devem experimentar um aumento significativo na procura. A ACI destaca que a oferta de produtos relacionados ao Carnaval é um fator relevante para o crescimento das vendas nesses setores.

Para José de Mello, Vice-Presidente da ACI, “o crescimento econômico fortalece a confiança empresarial, possibilitando a expansão, investimentos e a criação de empregos temporários. O aumento do poder de compra da população surge ainda como propulsora desses setores, gerando significativas oportunidades de trabalho sazonais. Quanto mais gente busca por produtos e serviços, mais o mercado vai trabalhar para entregar essa demanda.”

Comparando os dados de 2023, quando foram criadas cerca de 2000 vagas temporárias, a expectativa para 2024, com a possível geração de 4 mil vagas, reflete um ambiente econômico fortalecido. A ACI observa que essa tendência positiva pode contribuir para a consolidação do Carnaval como um período propício ao impulso econômico local.

Fonte: Mônica Lima – Assessora de Imprensa