mLabs e Stone fecham acordo

mLabs fecha sociedade com a Stone para expandir a plataforma de marketing digital

Com a sociedade, a mLabs irá acelerar o crescimento da plataforma, que já é a líder de marketing digital do Brasil

A mLabs, startup que oferece serviços para gerenciamento de redes sociais, acaba de anunciar sociedade com Stone, fintech de serviços financeiros e de pagamentos, focada no desenvolvimento de soluções para PMEs.

Com o acordo, a mLabs entra para o roll de soluções Stone.co, que, além do processamento de cartões, conta com amplo portfólio de empresas focadas em trazer soluções para ajudar o segmento de pequenas e médias empresas a crescer e gerenciar melhor seu negócio.

De acordo com o co-fundador e CMO da mLabs, Rafael Kiso, “a sociedade com a Stone é um passo fundamental no nosso propósito de inclusão dos micros e pequenos negócios no marketing digital, através das redes sociais”. Além de acelerar as ações previstas no nosso roadmap, esse investimento agregará com conexões estratégicas e, claro, com a bagagem de uma empresa do porte da Stone”, ressalta Kiso.

A Stone nasceu com o desejo ser protagonista na transformação da indústria de pagamentos, evoluindo um mercado até então monopolizado por grandes bancos para um modelo capaz de impulsionar verdadeiramente o empreendedor brasileiro. “Temos como propósito ajudar o nosso cliente a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer. Muitos deles tiveram que reinventar o modelo de negócio para o mundo digital. A parceria com a mLabs atende exatamente a essa necessidade, contribuindo para um ecossistema de soluções cada vez mais completo para esse público”, afirma o presidente da Stone, Augusto Lins.

A mLabs conta hoje com milhares de clientes ativos, sendo que 90% dos perfis cadastrados na ferramenta são micros, pequenas e médias empresas. “Sempre tivemos a intenção de ser uma ferramenta que entregasse valor mesmo para quem não entende de marketing. Daí vem o slogan ‘redes sociais para todos’. Mas, com o tempo e o crescimento da mLabs, entendemos que estávamos caminhando para nos tornar uma ferramenta de impacto social, assim como a Stone é hoje. Tenho certeza de que, com a sociedade, conseguiremos acelerar esse crescimento e entregar, cada vez mais, uma solução completa tanto para as MPMEs, quanto para as pequenas agências de marketing, que são fundamentais na inclusão digital desses negócios”, firma Caio Rigoldi, CEO da mLabs.

Com a parceria, a mLabs vai investir de forma significativa nos times de produto, tecnologia, atendimento e marketing. A sociedade foi anunciada na divulgação resultados do primeiro trimestre da Stone na bolsa americana Nasdaq, no último dia 26 de maio.

Sobre a mLabs: Fundada em 2015, a mLabs é uma ferramenta de gerenciamento de redes sociais que simplifica e otimiza a gestão dos canais de uma marca em diferentes mídias. A startup tem sede em São José dos Campos e, em 2019 inaugurou sua primeira rodada de investimentos com aporte recebido pela Domo Invest. Com a nova rodada, a Stone passa a ser a única sócia da mLabs.

Sobre a Stone: A Stone é uma empresa de solução de pagamentos cujo propósito é melhorar a vida do empreendedor brasileiro, ajudando-o a vender mais, gerir melhor o seu negócio e crescer sempre. Por meio de tecnologia e inovação, contribui para o fortalecimento e a evolução do mercado. Com clientes espalhados por todo o Brasil, desenvolve um relacionamento próximo e personalizado com cada um dos lojistas que atende.

Fonte: Deborah Costa – Assessora de Imprensa

Aumento de publicidade online abre espaço para mídia em Apps

Projeções apontam que até 2023 marcas brasileiras vão investir mais verba em formatos digitais

De acordo com um levantamento da PwC, atualmente o investimento feito em publicidade digital no Brasil equivale a aproximadamente 30% do valor total que as empresas empregam na divulgação de suas marcas. A consultoria estima que, em 2023, a fatia do bolo equivalente ao digital deva se igualar às demais mídias. Ou seja: para cada real gasto em publicidade offline¸ outro será investido no digital.

À mesma velocidade, o mercado de aplicativos tem crescido exponencialmente. Apenas no primeiro trimestre de 2020, houve aumento de 30% no número de downloads, comparado ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o último levantamento da Apps Annie, que também demonstrou que apenas em março deste ano, somando as compras em lojas da App Store e da Google App Store houve uma soma de R$123 bilhões, um total de 31 bilhões de dowloads, destes 40% eram jogos.

“O aumento de downloads de apps de jogos é um número muito grande e existem jogos para todas as faixas etárias. Todo mundo precisa se divertir, relaxar, esquecer da rotina por alguns minutos, que na verdade, os dados já nos mostram que não são minutos, são horas, o que, quando encaramos os apps de jogos como uma plataforma de mídia, nos oferece a oportunidade de levar ao encontro do público a mensagem de forma extremamente qualificada”, comenta André Sales, consultor técnico e comercial para América Latina da YZ Media, startup focada em melhorar a performance de aplicativos por meio de campanhas que incentivam o download pelo público.

Quando mídias digitais como anúncios em websites, Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, entre outras ferramentas começaram a surgir, muitas agências, e por vezes até mesmo clientes, eram resistentes em incluir verbas em campanhas online, mas atualmente lançar uma campanha sem presença digital é inimaginável, pois tudo já é planejado para conquistar seguidores, engajamento, leads, novos clientes, visibilidade e reunir todos os dados em um resultado de mensuração que apenas AI é capaz de oferecer.

Para Sales, o mercado de Mobile Ads está em expansão e oferece inúmeras oportunidades.

“O objetivo é incentivar o usuário não só a fazer download de um novo app, mas também a promover a interação e rentabilização desses apps através de uma compra, cadastro ou de qualquer outra ação que seja objetivo da marca anunciante. Se ele já é usuário de um app, já estamos a meio caminho andado. Usuários de jogos são heavy users de smartphones e estão acostumados a fazer tudo pelo celular, então se a marca precisa melhorar a performance de seus produtos via app, ela deve pensar em estratégias de interagir com seu público também por apps. Existe forma correta, linguagem, abordagem, não deixa de ser publicidade, e também não deixa de ser uma interrupção em meio a um jogo, então tudo tem que ser planejado para oferecer uma experiência interessante para usuário e anunciante, lembrando que precisamos ligar essas duas pontas”, finaliza.

Fonte: Arebo – Paulo Scalabrin

WhatsApp cresce 900%

Número de usuários mensais do WhatsApp cresceu 900% nos últimos 7 anos

Manter-se em contato constante com as redes de amizades e de apoio é da vontade de todos, principalmente com a ajuda da tecnologia. Sabendo que o WhatsApp garante tal relação com apenas um clique, o Cuponation, plataforma de descontos online e integrante da alemã Global Savings Group, reuniu informações sobre a mídia social no mundo e também indica o por quê de este ser um dos aplicativos mais usado pelos brasileiros.

Recentemente a plataforma Statista divulgou uma pesquisa realizada entre 2013 e 2020 na qual registra, em milhões, o número de usuários ativos mensalmente no WhatsApp em todo o mundo. Os dados apontam que, desde março deste ano, cerca de dois milhões de indivíduos estão conectados o mês inteiro no App.

Analisando os pulos de crescimento desses números, o Cuponation observou que entre o começo e o fim do estudo o WhatsApp conquistou por volta de 900% de novos usuários mensais, já que em abril de 2013 havia em média 200 milhões de pessoas apenas.

Comparando a informação de 2020 com o penúltimo dado levantado na pesquisa lá em dezembro de 2017, a diferença é menos gritante, mas ainda assim significante: houve um aumento de 98,67% de usuários. Veja a pesquisa completa no infográfico interativo do Cuponation.

Anteriormente, a plataforma de estatísticas já havia produzidos outros dois levantamentos sobre a penetração global de uso ativo das principais redes e as mídias sociais mais populares do mundo, ambas em 2020.

Com semelhanças, nos dois estudos o WhatsApp garantiu o terceiro lugar, ficando atrás do Facebook e do Youtube. Enquanto no primeiro levantamento o assunto penetração mundial do uso regular do aplicativo foi de 48% (ou seja, quase metade do mundo), a segunda proposta aponta que o app conseguiu se posicionar em tal colocação justamente por causa dos dois milhões de usuários ativos que vem mantendo nas últimas semanas.

No Brasil, nem há a necessidade de qualquer comprovação: o Whatsapp é uma das “redes sociais” mais utilizadas pela população. Não porque é possível enviar isso ou aquilo, mas por que é fornecido de forma gratuita no país, já que o sistema de SMS e ligações é pago – ao contrário dos Estados Unidos, por exemplo, em que este sistema é 100% de graça, o que torna o aplicativo quase desconhecido pelos norte americanos.

Fonte: Comuniquese – Giovanna Rebelatto

Dia do social media: quem é esse profissional e qual a sua importância?

Especialista comenta sobre o trabalho de gestão das redes sociais, comemorado no dia 30 de junho

Você já deve ter ouvido falar em social media. É uma profissão que vai ganhar ainda mais mercado no futuro, mas que já se faz presente e ajuda a manter a comunicação certeira em tempos de crescimento do marketing digital e relacionamentos entre pessoas e empresas via internet. No dia 30 de junho é comemorado o dia desse profissional, constantemente posto à prova para mostrar que o trabalho vai além de ser um usuário assíduo das redes sociais.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

O social media é, hoje, alguém capacitado que se especializa em diferentes ferramentas da comunicação digital e trabalha em conjunto com outras áreas da comunicação para fazer a mensagem chegar clara e precisa ao potencial cliente de uma empresa via mídias digitais. Quem explica é a especialista em marketing digital Paula Tebett, defensora da valorização da função que exige estudo em múltiplas competências.

“Não basta apenas a formação em comunicação para saber expressar um posicionamento pelas plataformas digitais. É preciso atualização constante em relação a ferramentas da tecnologia. Também é difícil pensar em conteúdo, estratégias, saber como e onde se marcar posição, os melhores dias de postar, criar anúncios e estar bem informado. Para ser social media precisa entender um pouquinho de tudo, da criação ao tráfego de dados”, afirma Paula. Ela considera ainda que existe algum preconceito sobre o social media, principalmente por falta de conhecimento sobre o que ele é capaz de produzir.

“Ainda há essa relutância, que pode ser percebida, principalmente, por parte das pessoas de gerações mais velhas, muitas delas empresárias que estão presas ao marketing tradicional offline. Mas esses também têm que entender que é um bom investimento ter um social media para cuidar das marcas, e não um gasto”, diz a especialista.

Paula Tebett

Ainda segundo Paula Tebett, o marketing digital é a primeira estratégia de vendas para profissionais de diversos segmentos, o que reforça a tendência e a necessidade de ter gente especializada capaz de anunciar nas redes sociais. No Brasil, a relevância é maior ainda quando se sabe que, em média, os brasileiros já estão usando a internet por quase 9h ao dia, sendo o uso das redes sociais correspondente a quase 5h diárias. Dentre as principais vantagens de se fazer o marketing digital, está a possibilidade de perceber alguns resultados gratuitamente, e, por isso, pensar e adaptar a comunicação estratégica com os potenciais clientes nas redes.

“Em mídias sociais a gente consegue fazer análises e ter métricas de forma mais simples e diretas, como respostas e comentários nos posts, sejam positivos ou negativos, curtidas e salvamento das postagens, além de rastrear cliques. Em mídias tradicionais como o outdoor, rádio e TV não existe isso. Tem como fazer estimativas de alcance, mas não se sabe quem, de fato, gravou a mensagem de uma marca, sem contar que hoje ainda é bastante caro investir em mídias físicas. Na mídia digital dá para atingir objetivos gastando menos”, pontua Paula, que começou a carreira ligada às mídias sociais em um período anterior ao marketing digital. “Eu fazia o marketing com publicações de forma orgânica, usando o Orkut, o MSN, o ICQ. Era muito primitivo, não existia anúncio nem plataformas próprias, mas a internet já indicava um caminho a ser seguido”, lembra Paula, que, atualmente, cria conteúdos para plataformas do Brasil e do exterior, como a MLabs, e cuida digitalmente da marca Insetisan.

Fonte: Goldoni Conecta – Assessoria de Imprensa