Pesquisa ACI-Unitau mostra que maioria dos consumidores de São José dos Campos planeja comprar presentes neste Dia dos Namorados
O amor está em alta: apesar da crise, a maioria dos consumidores de São José dos Campos planeja comprar presentes neste Dia dos Namorados.
Isso é o que aponta a nova rodada de pesquisas feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, feita por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Segundo o levantamento, 52,2% dos consumidores da cidade pretendem comprar presentes nesta data. Dos 47,8% restantes, quase 60% tem um só motivo: disseram não estar em um relacionamento sério.
A pesquisa ACI-Unitau ouviu 382 consumidores entre os dias 29 e 31 de maio no Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e nos shoppings CenterVale e Vale Sul. O nível de confiança do levantamento é de 95% e a margem de erro é de 5 pontos para mais ou para menos.
“O Dia dos Namorados é uma das datas mais importantes do ano para o comércio. E os números da pesquisa deixam o setor otimista” disse Humberto Dutra, presidente da ACI. Para ele, o trabalho da ACI-Unitau ajuda o setor a ajustar suas estratégias de venda nesta reta final de compras para o Dia dos Namorados.
A pesquisa ACI-Unitau mostra que roupas e acessórios são os presentes preferidos neste Dia dos Namorados (36,1%), seguidos de calçados (11,3%) e perfumes e cosméticos (10.9%). E que o tíquete médio a ser gasto pelos consumidores deve ficar entre R$ 100,1 e R$ 200, valor considerado positivo pelos lojistas.
O levantamento revela também que 67,7% dos consumidores planeja pagar suas compras à vista, utilizando dinheiro ou cartão de débito (68,2%). Compras em cartão de crédito são opção para outros 31,3% dos consumidores. Apenas 0,5% disseram que preferem pagar utilizando o crediário das lojas. Não houve citação sobre uso de cheques. Mas, comprar mesmo, só depois de pesquisar preços, segundo 62,8% dos entrevistados.
Na geografia das compras, as lojas dos shoppings são preferidas por 58,6% dos consumidores, seguidas do centro da cidade, com 26,8% das citações.
Consumidor opta por cartão de crédito no Dia das Mães
Pesquisa ACI-Unitau revela perfil das compras feitas no comércio de São José dos Campos neste Dia das Mães; levantamento sobre o Dia dos Namorados sai na próxima semana
Os consumidores de São José dos Campos optaram por comprar apenas um presente no Dia das Mães e gastaram um tíquete médio de R$ 100,1 a R$ 200. Mais: apesar de terem dito que pagariam as compras em dinheiro, a maioria deles optou pelo cartão de crédito.
Esse é o perfil é revelado pela nova rodada de pesquisas feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento foi realizado entre 22 e 25 de maio. Foram entrevistados 194 empresários de lojas que vendem produtos ligados ao Dia das Mães, localizadas no Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e nos shoppings CenterVale e Vale Sul. A margem de erro é de 5 pontos percentuais para mais oi para menos.
Os dados sobre o Dia das Mães são uma prévia da pesquisa principal, focada no Dia dos Namorados, que será divulgada pela ACI na próxima segunda-feira.
Em relação ao desempenho geral para o Dia das Mães, 38,1% dos comerciantes classificaram as vendas como regulares e 35,6% definiram as vendas como boas. Para 19,1% dos empresários, no entanto, o nível de vendas foi ruim, seguidos de 6,2% que classificaram as vendas como péssimas. Na outra ponta, 1% dos lojistas definiu o movimento como excelente. Na somatória geral, 36,6% aprovaram o resultado (bom + excelente) e 25,3% consideram o desempenho negativo (ruim + péssimo).
“De modo geral, a pesquisa mostra o consumidor receoso, o que é natural em relação ao momento do país. Isso exige que o comerciante inove cada vez mais em estratégias para estimular as vendas”, disse Humberto Dutra, presidente da ACI.
Em relação ao ano passado, houve um equilíbrio: enquanto 34,1% dos empresários classificaram as vendas de 2017 acima do patamar de 2016 (melhor + muito melhor), 35,1% disseram que as vendas foram abaixo de 2016 (pior + muito pior). Para 25,3%, as vendas foram iguais e 5,7% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa revela também que a grande maioria dos lojistas não contratou mão de obra extra para o Dia das Mães: dos 194 pesquisados, 163 não contrataram temporários (84%) e apenas 31 lojistas disseram ter contratado pessoal para a data (16%).
Dois lados
A comparação entre as duas pesquisas realizadas pela ACI-Unitau este ano, uma com consumidores e outra com lojistas, mostra uma divergência. Na pesquisa feita em abril, a maioria dos consumidores disse que faria compras em dinheiro ou com cartão de débito (70%), com apenas 25,4% optando pelo cartão de crédito. Na pesquisa mais recente, feita após o Dia das Mães e com lojistas, o retrato foi outro: o cartão de crédito foi usado em 79,4% das compras. As compras em dinheiro ou cartão de débito ficaram em 16,5% das transações.
“Isso nos leva a acreditar que muitos consumidores tiveram a intenção de não contraírem dívidas com a data, mas, não tendo dinheiro, acabaram indo para o cartão de crédito”, disse o professor Laureano Rosa, um dos coordenadores da pesquisa, ao lado do diretor da Fapeti, Eduardo Enari.
Você já deve ter estudado sobre Marketing, sobre a importância de um bom atendimento, de entender os seus clientes e posicionar uma marca no mercado. Então, em algum momento você deve ter ouvido falar de Marketing Olfativo. Se não, já deve ter ao menos sentido esse mercado. O perfume, nesse caso, pode ser a essência de uma marca.
Empresas grandes e médias já utilizam cheiros personalizados: Nike, Natura, Danone, Castelo Ra-tim-bum, Novotel, só para citar alguns casos. Como podemos ver as marcas não utilizam apenas as essências diretamente em seus produtos, mas também em seus ambientes e lojas.
Sabe aquela loja de roupas que ao entrar você sente um perfume marcante? Que faz nos sentir modernos, atualizados e dispostos a comprar algo para confirmar isso?
Se já sentiu algo parecido, você estava sob o efeito do Marketing Olfativo da melhor qualidade. A ideia dessa estratégia é agregar às mensagens visuais e sonoras, seja de uma loja ou de um hotel, mais sensações incríveis e únicas.
Uma lembrança inesquecível. Um cheiro marcante. Uma marca inesquecível.
Seguindo essa lógica, o aroma de uma marca/produto tem forte poder de emocionar, convencer e criar um ambiente diferenciado de experiência de marca. Afinal, o olfato está ligado aos mecanismos do cérebro que regem as emoções. Por isso, alguns cheiros nos remetem a lembranças da infância, acontecimentos ou pessoas marcantes.
Nesse momento, em que vivemos bombardeados de anúncios, músicas, jingles e outros elementos comunicacionais, o olfato parece o mais sutil e, ao mesmo tempo, o mais eficiente para personalizar e aproximar as marcas de seus clientes.
Você já pensou em trabalhar nessa área, como avaliador olfativo? Se você se interessou saiba que é preciso muito estudo e não basta ter “faro para negócios”. As escolhas desse ramo são muito mais estratégicas, envolvendo profissionais de áreas exatas, como química e engenharia, e podem dar um novo ar para uma marca que busca se reposicionar ou se aproximar de seu público, criando vínculos inesquecíveis.
Youpper apresenta pesquisa “Construindo laços fortes de consumo” em redes sociais
Estudo indica que Coca-Cola, Natura, Adidas, Netflix, Dafiti, Magazine Luiza, Netshoes, Samsung, Nestle e Itaú são as marcas que melhor entenderam como criar verdadeiros laços fortes com consumidores por meio das mídias sociais
Capitaneada por Diego Oliveira e Marcelo Santos, a empresa de consultoria transdisciplinar de comunicação Youpper – Consumer & Media Insights lança o estudo “Construindo Laços Fortes de Consumo”, cuja apresentação dá início a um roadshow pelas principais cidades do Brasil. A pesquisa parte do principio da informação de que, com a tecnologia digital e as redes sociais, tanto os laços sociais e quanto os de consumo mudaram.
Diante disso, o objetivo da pesquisa foi descobrir como as atuais formas de construir laços por meio de redes sociais digitais afetam as relações de consumo das pessoas. De acordo com o estudo, o boca-a-boca, que sempre existiu, é potencializado pelas novas mídias e aproxima atores que jamais se relacionaram fora da rede digital, inclusive as próprias marcas e consumidores. Entre as conclusões está o fato de que os hábitos de consumo no Brasil, com relação às redes sociais, é dominado pelos Smartphones. E conclui que dentro dessas redes de contato a interação e conversa com os mais próximos são as máximas prioridades no aspecto social.
Ou seja, mais do que nunca o boca a boca se tornou fator decisório em qualquer planejamento de comunicação que pretende ser eficiente e, com isso, cada vez mais as marcas precisam estar aptas a explorar todo o potencial da nova arquitetura da participação popular nas redes sociais. 95% das pessoas ouvidas pela Youpper utilizam, por exemplo, o Facebook e o WhatsApp para se comunicar principalmente com parentes e amigos, mas também com marcas e corporações.
O estudo também indica que 7 a cada 10 consumidores usam as redes sociais para obter dicas de seu interesse ou buscar informações sobre determinados assuntos, ver vídeos para se divertir, pesquisar informações antes de efetivar uma compra, assim como participar de promoções, além de acompanhar perfis de marcas e produtos. Os usuários das redes sociais tecem laços principalmente com amigos e parentes para falar sobre notícias, coisas divertidas e práticas de consumo e, cada vez mais, o que eles gostam é de interagir com as marcas.
Ainda sobre as redes sociais, a pesquisa conclui que as marcas precisam explorar todo o potencial dessa arquitetura da participação criada pelo meio digital, o que remete a uma cobertura maior entre os consumidores para gerar mais chances de envolvê-los na jornada de consumo.
Outro aspecto abordado foi o comportamento dos usuários em relação aos “ídolos”, pois segundo o estudo a maioria das pessoas apenas segue e observa o perfil dessas celebridades e 25% delas nem mesmo os seguem.
Com relação aos amigos e parentes, o comportamento das pessoas nas redes sociais se dá muito mais com seus contatos mais próximos, sendo que a maioria interage com comentários ou curtindo nas postagens. E tiram proveito das mídias sociais as marcas que melhor entendem como se posicionar diante de comentários aos quais são relacionadas e também o timing para começar a falar com cada pessoa e também para finalizar uma conversa.
“Quando se fala de marcas e empresas, a maior parte das marcas usam as redes sociais de maneira similar aos famosos, criando a sensação de distanciamento. Por isso os consumidores concentram sua interação em laços fracos, reativos, apenas observando e curtindo os conteúdos. Eles não se sentem convidados a participar de conversas com as marcas. Esse é um sinal claro de que, com maior abertura, é possível se conectar intimamente com o consumidor”, afirma Diego Oliveira, CEO da Youpper.
Comportamento de consumo e relacionamento com marcas
A pesquisa da Youpper conclui que os consumidores estão de olhos e mentes abertos para serem impactados e motivados pelas marcas. Segundo o estudo, 9 a cada 10 consumidores já descobriram marcas e produtos pelas redes sociais, assim como 7 a cada 10 consumidores já deixaram de seguir o perfil de alguma marca pelo tipo de postagens que consideram “irrelevantes” ou “chatas”. Das pessoas ouvidas no estudo, 70% acabaram comprando um produto por recomendações de outras pessoas.
Quando o assunto é tirar dúvidas e saber detalhes, 8 em cada 10 entrevistados pela Youpper afirmaram que vão às redes sociais para buscar informações sobre como os outros consumidores avaliam marcas e produtos. Sendo assim, as corporações precisam estar preparadas para não apenas fornecer conteúdo, mas também responder quem navega nas redes.
“As mídias sociais transformaram os laços de consumo, pois potencializaram o boca a boca. Antes uma pessoa não gostava de um determinado produto, ela compartilhava a sua opinião com uma dúzia de amigos, parentes ou vizinhos mais próximos. Hoje, essa opinião é reverberada à enésima potência com a utilização das redes sociais”, explica Oliveira.
O estudo mostra ainda que os sites das marcas, assim como os mecanismos de buscas, são os canais de acesso preferidos dos consumidores, provando ainda haver diversas oportunidades de negócios a serem exploradas nas redes sociais. Para os ouvidos pela pesquisa, os canais preferidos são site (55%), redes sociais (23%), e-mail institucional (10%), loja física (7%) e telefone (5%). “Por mais que as marcas migrem para as redes sociais, elas não são, de forma alguma, seus ambientes proprietários. Se um player qualquer nas redes sociais é fechado, por exemplo, a marca deixa de ter aquele ponto de contato com seus consumidores, o que não aconteceria nunca com seus sites”, analisa o CEO.
Quando questionados por que as redes sociais mudaram seu comportamento na relação com as marcas, os consumidores alegam que é pela rapidez, praticidade, facilidade, recomendação, interatividade, opinião, acessibilidade e cobertura e comodidade. E como são vistos os posts patrocinados? A maioria não se importa com a característica do “patrocinado”, desde que o conteúdo seja relevante e gere identificação, fazendo jus ao espaço cedido na sua timeline. “Entende-se que seja uma oportunidade para se pensar no potencial da mídia programática, mas também não fazer com que a mídia programática se transforme em mídia problemática, pois a abordagem aos consumidores precisa ser realizada de maneira inteligente e correta”, completa Oliveira.
Para o consumidor, os perfis das marcas nas redes sociais precisam ser atraentes, contagiantes, originais, inovadores, transparentes, passar confiança, oferecer promoções e descontos, objetividade, interação, qualidade, conteúdo e caráter.
O estudo da Youpper indica também quais marcas já entenderam como usar as redes para uma comunicação capaz de criar verdadeiros laços fortes com seus consumidores e, dentre elas, estão as top 10: Itaú, Nestle, Samsung, Netshoes, Magazine Luiza, Dafiti, Netflix, Coca-cola, Adidas e Natura.
SOBRE A YOUPPER
A Youpper nasceu de um sonho e de uma necessidade. O sonho era de poder construir uma marca que valorizasse a relação com os clientes e consumidores, entendendo essas construções como os principais ativos da empresa, estando bem acima das questões burocráticas ou processuais às quais grande parte das agências e consultorias se prendem. A necessidade era de ter um espaço de expressão para testar inovações, para compartilhar insights, para agregar pessoas diversas de todas as idades e culturas, com ideias incríveis e claro que precisava ser um espaço moderno, que inspirasse sujeitos e marcas. Além disso, esse espaço teria que primar pelo respeito às diferenças de idade, sexo, gênero e todas as demais, pois teria que ser um espaço em que a soma das diferenças se fizesse maior e mais significativa que as individualidades que podem ser excludentes.
Claro que tanto esse sonho quanto essa necessidade foram sendo cultivados ao longo de mais de 15 nos de atuação de seu criador, Diego Oliveira, no mercado de pesquisa, onde teve o privilégio de conhecer grandes profissionais das mais diferentes áreas, como mídia, agências, anunciantes e consultorias, sempre trabalhando para marcas, em projetos desafiadores. A Youpper encara seus trabalhos como desafios produtivos, plenos de motivação, com respeito e consideração pelas pessoas, agregando diferentes talentos em busca de soluções inusitadas, pertinentes e valiosas. Por isso, atua em três dimensões de plataformas de serviços: analitics, consumer e experience. Para cada plataforma oferece algumas atividades que estão sempre focadas na capacidade de gerar insights e promover experiências.