O Santuário Nacional de Aparecida está em busca de Designer Gráfico que possa tornar a comunicação ainda mais eficiente e agradável, considerando em seu trabalho as características e individualidades dos clientes solicitantes.
Será responsável em desenvolver a comunicação visual para diversos meios, tais como: peças digitais (cards, e-mail MKT, novas tecnologias em comunicação digital etc), e materais off-line (jornais, revistas, livros, anúncios, ações de comunicação interna, sinalização etc).
Nova campanha do Hospital 10 de Julho conta com o jogador Rapha Vieira
Para comemorar seu aniversário, o Hospital 10 de Julho lança sua nova campanha. Idealizada pelo marketing e criada pela agência Luck Comunicação, a campanha traz, em sua mensagem principal, o cuidado com a Covid-19.
Estrelado pelo jogador Rapha Vieira, com passagem pela seleção brasileira e hoje jogador do Taubaté, a campanha procura alertar sobre os cuidados relacionados à pandemia.
Raffael Cavalheiro, coordenador de Marketing do Hospital, ressalta que a campanha foi pensada para ser a mais abrangente possível e impactante para nossos médicos, colaboradores e usuários: “Com diversas ações planejadas para o mês de junho e julho, buscamos, em primeiro lugar, conscientizar a população, ressaltando o cuidado que todos devem tomar para evitar a covid.”.
Um dos destaques da campanha é a criação do “Espaço do Torcedor” dentro do Shopping Pátio Pinda, um local onde serão expostos os títulos do Time EMS Taubaté Funvic, o uniforme utilizado no último título da Superliga e uma mensagem especial para a população de Pindamonhangaba. “A ideia de fazer essa ativação vem para chamar a atenção para a pandemia de uma forma diferente, mostrando nossa preocupação com a saúde e renovando nossa essência, que é cuidar.”.
A campanha conta com peças para rádio, outdoor, redes sociais, web banner, etc.
Tenho ouvido e lido muita discussão em torno da presença e uso dos dados e da automação no universo da propaganda e do marketing. Tem sido assunto de artigos, colunas, webinars, podcasts etc.
E, fazendo uma reflexão sobre tudo que ouvi e li até agora, parece que há um certo consenso em torno da ideia de que o uso de dados e de automação podem colocar em evidência o que sempre foi o ingrediente principal do trabalho de comunicação: a inventividade, a criatividade, o encontro de soluções a partir de uma capacidade aguçada de compreensão do cenário e do problema.
Vamos olhar o dados e a automação com bons olhos
Sim, os dados e a automação, ao contrário do que muita gente possa inicialmente pensar, não vieram tornar a propaganda mais chata e previsível (caso dos dados) e nem mesmo tirar empregos (caso da automação). Creio firmemente que ambos vão deixar espaço para que nossa capacidade se amplie. Sim, dados e automação vão impulsionar a presença humana na etapa em que ela é mais necessária: a intuição, o insight, a criatividade.
Imagem de Arek Socha do Pixabay
Não vai faltar big idea na propaganda porque temos que nos orientar por dados (prefiro informação, mas tudo bem). Embora o digital tenha tornado a comunicação ainda mais rápida e fluida, a busca pela ideia que definitivamente vai diferenciar marcas e produtos segue sendo importante e extremamente útil. Há mais “feijão com arroz”, mais peças focadas em performance e no dia a dia? Sim, há. Há mais assertividade e customização da comunicação. Sem dúvida!
Quanto a automação… Não sou daqueles saudosistas e românticos que fica dizendo que o bacana era fazer as coisas na unha, na munheca. De modo algum. Prefiro um zilhão de vezes usar ferramentas de automação de marketing e propaganda que nos deixem com tempo e espírito livre para exercer o que nós, humanos temos de melhor: criatividade.
Tem o lado de que temos que conhecer e aprender a lidar com novas ferramentas e tecnologias e que nem sempre isso é tão fácil ou prazeroso assim. Tudo bem, concordo. Mas há tantas soluções na forma de serviços e empresas terceiras e parceiras pra nos dar uma forcinha que fico esperançoso de que a dor destes aprendizados pode ser bem menor
Então, amigas e amigos, estou cada vez mais convencido de que dados e automação não são grilhões que nos acorrentam, mas sim chaves que nos libertam.