mLabs lança websérie no Instagram

TransCriativa mLabs: 1ª websérie no Instagram aborda empreendedorismo criativo e mostra como novas formas de fazer negócio estão mudando o Brasil

Projeto que rodou o país em busca de histórias inspiradoras, traz provocações entre tecnologia versus inovação e ainda aborda reflexão sobre o que é sucesso para pequenas empresas

A mLabs, plataforma líder de gestão de mídias sociais no Brasil, anuncia a 1ª Instasérie voltada para empreendedorismo do país. Projeto realizado com a parceria dos profissionais Alex Lima e Nathalia Montibellr, casal “think tank”, que topou percorrer o Brasil por 60 dias procurando casos de empreendedorismo que saiam da caixa, estará disponível no perfil @transcriativa. Ao todo são 30 histórias inspiradoras, que visam mostrar como o brasileiro consegue usar a criatividade para gerar renda e tornar o seu pequeno negócio competitivo.

Para Alex Lima, especialista na criação de projetos, que já trabalhou para empresas como Petrobrás, a aventura de embarcar em um motorhome e viajar o Brasil em busca de relatos reais de empreendedorismo mostrou um país diferente e cheio de oportunidade para crescimento. “Foi uma desconstrução profunda. Os pequenos empreendedores pensam em soluções diferentes e até engraçadas para chamar a atenção dos clientes. Em conversa com eles vi que a inovação não necessariamente está ligada com o aumento de tecnologia, pelo contrário, o aspecto inovador vem do próprio empreendedor em criar soluções efetivas para entender o público. Em uma ilha em Recife, por exemplo, as mulheres da região dão uma aula de empreendedorismo. Elas virão que incentivando o turismo e unindo a comunidade conseguiriam aumentar o preço do produto. O resultado foi mais do que o ganho em si, a mudança até gerou um impacto social no local” comenta Lima.

Segundo o Empresômetro de 2019, o Brasil conta com mais de 20 milhões de empreendimentos. Sendo que destes, 70% são pequenos, representando cerca de 13,5 milhões de negócios. De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Facebook e realizada pelo Instituto Locomotiva, em parceria com o Ibmec, MPEs que se digitalizam aumentam em média 20% o seu faturamento mensal. Na visão da mLabs, a Instasérie vêm mostrar também como as redes sociais são aliadas das pequenas empresas. “Nossa intenção com a TransCriativa foi identificar histórias que comprovam o quanto a criatividade é realmente um combustível fundamental para os micro e pequenos negócios. Mas, imagina se essa inventividade passasse a ser exposta nas redes sociais onde estão conectados milhões de brasileiros? Sem dúvida essas empresas passariam a ter ganhos exponenciais, em especial, em vendas. É fato de que as redes sociais são mais efetivas para estes perfis de negócios do que para as grandes companhias”, comenta Rafael Kiso, fundador da plataforma e especialista em mídias sociais.

Para saber mais sobre a mLabs e sobre o projeto clique aqui.

Fonte: Emanoella Leite – Assessora de imprensa

Aproxima abre duas vagas

Agência de Taubaté abre duas vagas

A Aproxima está com duas vagas abertas. Confira abaixo os perfis desejados

Função Redator
– Desenvolvimento de textos para internet e mídia convencional.

Função Encantador de Clientes
– Prospecção de clientes e relacionamento através do site, e-mail, Whatsapp,
mídias sociais e ligação;

Habilidades
– Cursando ou formado na área de comunicação, publicidade e propaganda, jornalismo,
design ou marketing, relação públicas;
– Boa noção de diagramação e criação;
– Experiência mínima com criação de conteúdo para mídias sociais ou mídia
impressa;
– Possuir boa comunicação verbal e escrita;
– Capacidade de contribuir com ideias;
– Ser adepto de um trabalho com times horizontais;
– Familiaridade com os seguintes softwares: Google – Agenda, Google Drive, MLabs,
Leadlovers, WordPress, Hostgator, Godaddy e pacote Adobe, etc.

Dinâmica do trabalho Redator
– Conhecimentos sobre Inbound Marketing;
– Conhecimentos em técnicas de copywriter, gatilhos mentais;
– Entendimento de buyer persona, brand persona, arquétipos;
– Desenvolvimento de legendas para mídias sociais;
– Desenvolvimento de textos otimizados para blog;
– Criação de textos para peças publicitárias;

Dinâmica do trabalho Encantador de Clientes
– Conhecimentos sobre Inbound Marketing;
-Acompanhamento de funil de vendas;
– Prospecção de clientes e relacionamento através do site, e-mail, Whatsapp,
mídias sociais e ligação;
– Pós-venda;
– Acompanhamento de KPIs

Proposta
Ambas as vagas estão disponíveis para estágio ou efetivo
Enviar currículo e portfólio para lucas@aproxima.co

*NÃO É HOME OFFICE*

Agência busca criativo

Vaga para atuar em criação

A Arriba! Marketing está contratando para reforçar seu time criativo.

Perfil desejado:

✔ Experiências com comunicações on e off;
✔ Criação de KVs, apresentações, marcas e campanhas;
✔ Pacote Adobre (Photoshop, Illustrator e InDesign).

Então envie seu CV, portfólio + pretensão salarial para lais@arribamkt.com.br!

Coluna Propaganda&Arte

Assistir séries: perda de tempo ou arte de uma Era?

A arte está sempre mudando. Reflexo da tecnologia que avança, mudança de hábitos e da comunicação. Até por isso, a febre das séries e de streamings criaram um novo verbo para o dicionário: maratonar. (e não é sobre exercícios físicos intensos) é sobre assistir muitos episódios de uma série, sem paradas. Mas seria isso uma perda de tempo e um problema para nossa saúde?

Aqui, vou abrir com vocês um pensamento que sempre me deixou inquieto como criativo:

será que o entretenimento, como um todo, é uma perda de tempo?

Eu sempre fiz esse questionamento justamente, pois trabalho diretamente com isso. Além de publicidade, adoro escrever livros, contos, roteiros de curtas e longas, podcasts etc. Mas a pergunta da utilidade dessa arte para o mundo sempre me deixou com o pé atrás.

Você já parou para pensar quanto tempo da sua vida “perdeu” assistindo séries?

Quando falamos de arte ou entretenimento, estamos falando de um momento de descontração. Ou então, de sonhos, protestos, questionamentos sociais e algo a mais. Esse “algo a mais” que sempre gostei de buscar na arte que consumo, sejam livros ou séries, me fez acender uma luz. E, com o recente boom de streamings, essa nova forma de consumir arte, que vem crescendo muito, fiquei mais preocupado, comigo e com todos.

Imagem de mohamed Hassan por Pixabay

A TV a cabo, por exemplo, perdeu 1,4 milhões de assinantes em 12 meses (2019). No Brasil, aumentou-se o consumo de streaming de vídeos (Youtube e afins) em 130%. Estamos falando de uma mudança brusca e relevante na vida das pessoas e no tempo delas. E tudo isso para o quê?

A Era das séries e o foco nas pessoas

Em meio a esse caos filosófico e existencial, aproveitei minhas merecidas férias para “maratonar” algumas séries que estavam na lista de “to do”. E sabe o que descobri? As séries que mais gostei não foram as mais mirabolantes, com milhões investidos ou cheias de efeitos especiais. (e olha que eu adoro ficção científica). Eu pirei e viciei mesmo em séries tradicionais com histórias bem humanas que se passam em ambientes de trabalho, com personagens arquetípicos, situações que muitas pessoas passam, passaram ou passarão. Segue a listinha e considerações:
-The Office: uma série já antiga, mas que demorei para pegar firme e estou adorando. Ela mostra o cotidiano de um escritório (uau, quem manja de inglês já sacou) e como um chefe bem tradicional precisa se virar para lidar com os problemas da empresa e situações do mercado, como cortes de pessoal, relacionamento dentro do trabalho etc.;
-Parks and Recreation: com prêmios merecidos para a atriz principal, a série mostra uma repartição do governo responsável pelos parques de uma pequena cidade. O que vemos é um retrato do funcionalismo público que, pelo jeito, é igual no mundo todo. Muita burocracia, vontade de fazer acontecer mesclado com procrastinação, uso do dinheiro público de formas não ideais e todo tipo de funcionário (dos que trabalham bastante aos que só querem receber o salário fazendo menos possível);
-Brooklyn 99: uma delegacia precisa sobreviver às mudanças do mundo, revela pontos da sociedade como preconceito, questões de gênero, equilibrando tudo isso com a solução de casos investigativos, festas, brincadeiras, descobertas pessoais e muita amizade.

Se serviu para sorrir ou pensar, já valeu!

A escolha das séries anteriores não foram ao acaso. Elas possuem um estilo cinematográfico bem particular, aquele “reality” com câmera balançando e personagens falando com a câmera, mas bem fake, sem compromisso de parecer real. Às vezes, até esquecemos que a câmera está ali. E todas as histórias abrangem casos ligados ao trabalho e à vida. Seja num escritório, num órgão do Governo ou numa delegacia, no fim, estamos falando de problemas, soluções e convívio entre pessoas diferentes. Se essas séries marcaram uma geração, ganharam prêmios e tudo mais, devem ter uma função social, de resgate ou questionamento de valores interessantes: igualdade, respeito, humildade, amizade e amor ao próximo.

E a arte serve para alguma coisa?

Acho que pode sim, desde que você faça escolhas certas e pense na sua vida, em como melhorar algum aspecto dela. Até mesmo para dar algumas risadas já está valendo, como no caso destas séries de humor ou pensar em como melhorar seu ambiente de trabalho.
Segundo pesquisas de uma Universidade americana, rir é capaz de aumentar nossa expectativa de vida, pois aumenta circulação sanguínea, estimula respiração, melhora colesterol e diabetes, digestão, autoestima, diminui estresse e aumenta a imunidade. Se isso já não é motivo para maratonar, eu não tenho outro remédio para indicar.

Qual série você recomenda? Qual delas fez bem para sua vida?