Vaga para Analista de Mídia de Performance com foco em Google Ads e Facebook Ads
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Responsabilidades:
– Planejamento de campanhas para Google, Youtube, Facebook e Instagram, definindo KPIs e acompanhando os principais índices de acordo com as metas do time;
– Projetos de otimização de campanhas, grupos de anúncios e criativos;
– Configuração de tags de conversão pelo GTM da empresa;
– Configuração e aprovação de produtos no Google Shopping;
– Criação de relatórios semanais, mensais e trimestrais
Requisitos: Graduação completa e Certificação Google Ads e Facebook Ads
Tipo de contratação: Contratação como PJ com valor mensal do contrato a negociar.
Vaga presencial, porém neste momento de pandemia atuará em Home Office.
A Lüdke, agência fundada e capitaneada por Marília Lüdke, acaba de mudar de nome e identidade visual. A nova denominação da agência é LDK Marketing Digital.
A LDK segue prestando serviços nas áreas de Identidade Visual, Gestão de Mídias Sociais e Marketing de Conteúdo, mas promete novidades em breve no seu portfólio de serviços.
Marília Lüdke
Veja o texto postado nos perfis da agência nas redes sociais:
“Estamos de cara nova, galera! 2020 nos mostrou que é preciso mudar, se reinventar! Pra vocês aí também?
Nesse ano teremos muitas novidades por aqui. Dicas e conteúdo pra você aderir à sua empresa/ao seu negócio, gente nova entrando como cliente e queremos mostrar ainda mais do nosso dia a dia!
Se você também quer se reinventar, dar um UP no seu Negócio, fale conosco!”
O século XXI nunca fora considerado, nas previsões dos mais consagrados especialistas, como um período tão inconstante e repleto de mudanças como tem se apresentado até este momento. Um cenário pandêmico, cheio de incertezas e de anseios do que está por vir. Diante de todas as dificuldades, os diversos setores do mercado de trabalho permaneceram ativos da forma como puderam, transformando tudo que era tendência em áreas como Marketing, Tecnologia, Inovação, em realidade cada vez mais presente na sociedade.
Dessa forma, em termos de carreira, é nítido que houve uma corrida por parte de muitos profissionais para que estivessem aptos às exigências que se fizeram necessárias quase que de um dia para o outro. Na verdade, o mundo digital saiu de algo simples como apenas um site www para algo intrínseco ao negócio, de influência em massa, de personalização de produtos e serviços, de velocidade, de automatizando processos, escalando negócios. Da criação de um ecossistema digital que o valor está na cadeia que você cria que usa a tecnologia para conectar pessoas, organizações e recursos em um ecossistema interativo. E essa avalanche de conteúdo que surge como resultado de todo esse movimento frenético da sociedade, com certeza, nos traz muitos ensinamentos.
Entretanto, hoje, como CMO e com mais de 20 anos de experiência, sei o valor que é contribuir e retribuir com o crescimento profissional de alguém. Vivi em uma época mais “dura”, em que o colega de trabalho muitas vezes era visto como um concorrente e a hierarquia não abria espaço para a troca. Era cada um na sua posição e desenvolvendo as tarefas que lhe pertenciam. Atitudes que não fazem mais sentido nos dias de hoje em que a palavra de ordem é colaboração – pois hoje nenhum saber detêm todo conhecimento, é preciso somar as visões, perspectivas, olhares para resolver assuntos muito mais complexos. Portanto, é esse o sentido que busco por meio desse texto, oferecer e compartilhar algumas orientações que me deram – ou que eu gostaria de ter recebido no início de minha carreira; pois são sagazes para fazer a diferença na vida de quem inicia sua jornada, em especial, na área do marketing:
Faça algo que te preencha, encontre um sentido pessoal e profissional: vivemos em uma sociedade acometida pela ansiedade, onde tudo precisa ser “pra ontem”. Portanto, procurar conteúdos, fazer cursos, estar antenados em noticiários é de grande valia.
Antes de entender de negócios, é preciso entender de Pessoas. Se você consegue entender de pessoas, vc consegue colaborar e se um líder melhor.
Agradeça a todos os NÃOs que receber na vida, acredite, eles são bem mais educadores que os SIMs.
Jamais confie em quem nunca erra. Você conhece os melhores profissionais no momento em que eles erram e como lidam com isso.
A forma como tomamos decisões será mais importante do que as próprias decisões em si: ser uma pessoa mais centrada, equilibrada ao tomar decisões obterá mais sucesso em sua trajetória de vida.
Seja um resolvedor de problemas, as pessoas fogem de problemas e esquecem que são neles que podemos encontrar e enxergar novas possibilidades, soluções e oportunidades
Nunca pare de estudar: um profissional da área de Marketing precisa ser antenado, precisa saber atuar em todas as frentes na empresa, interna e externamente. Seja capaz de influenciar e engajar novas parcerias.
Pedir ajuda é necessário: a maneira mais fácil de resolver um problema é pedindo ajuda pra quem é especialista. Não ter medo, não ter orgulho, não ter vergonha são peças-chaves. A verdade é que a sua vida vai mudando na proporção da sua coragem e atitudes.
Respeito ao próximo: quem faz bem o seu trabalho não só demonstra respeito pelo próximo como entende que o sucesso é uma medida relativa, cada um tem a sua. Por isso, nunca se espelhe somente pelo sucesso do outro e muito menos espere querer ser mais feliz do que os outros. Cada um constrói o seu caminho.
Apesar de todas as mudanças que estamos passando, as empresas continuam esperando que o trabalho de marketing e comunicação seja ousado e transgressor, que a leve para um outro patamar de imagem e relacionamento com o mercado e consumidores. Portanto, inovação e criatividade continuam sendo alicerces para esse profissional, que tem de gostar muito de experimentação, trabalhando quase como um cientista. O novo mercado e os novos clientes não esperam. É preciso encontrar na soma Construir, Medir e Aprender os caminhos para alcançar a rapidez e a agilidade necessárias. Validando hipóteses rapidamente em busca de aprendizado e melhoria constantes sempre utilizando dados, novas tecnologias e ser condutor da introdução do “novo” na empresa e saber que os seus líderes estão lá para te orientar nesse caminho. É uma troca de experiência, de vivência profissional e, acima de tudo, uma troca de saberes singulares que só uma pessoa é capaz de passar à outra.
Um outro ponto que não posso deixar de destacar são os relacionamentos profissionais, o denominado Networking. Compreender que, mesmo com uma transformação digital constante, tentar quebrar barreiras e promover interações pessoais, pode trazer grandes resultados, principalmente, para sua trajetória profissional. Hoje o profissional de marketing precisa saber navegar dentro e fora da empresa. Estabelecer parcerias e desenvolver bons relacionamentos. Acabou a era do profissional isolado, o que chamo de gênio solitário. É preciso ter espírito conciliador, ser capaz de influenciar e engajar parceiros. Essas condições passam a ser premissas para alcançar os resultados, e por consequência, o sucesso.
Por isso é tão importante nos planejarmos para grandes mudanças, para grandes trajetórias. Acredito no provérbio da poetisa Adélia Prado, “Não quero a faca, nem o queijo. Quero a fome”. Entenda seu caminho, defenda seu propósito. Isso, com certeza, te levará muito longe.
*Marcelo Trevisani – com mais de 18 anos de experiência como profissional nas áreas de Digital Marketing, Transformação Digital e Inovação, é Chief Marketing Officer da IBM no Brasil. Participou de grandes cases de Marketing Digital do Brasil para empresas como Tecnisa, BRF, Itaú, Coca-Cola, Nestlé e Vivo, além de ter sido finalista e vencedor em prêmios como Caboré 2017 e CMO 2019, respectivamente. Foi criador e professor do primeiro curso de pós-graduação em Marketing Digital do Brasil, além de professor de MBAs e Pós-Graduações por mais de 10 anos em instituições como ESPM, FGV Business School e FIAP. Também é palestrante em eventos da área em locais como ESPM, Endeavor, CUBO Itaú, SEBRAE, Digitalks, Casa Digital, ProXXima, Social Media Week, In Companies, entre outros.
Um dos assuntos mais falados de 2020 foi o comércio eletrônico, devido à covid-19. Com a mobilidade mais restrita por conta do receio de contágio, houve um aumento expressivo, muito maior do que seria normal, nas compras online. Muitas pessoas que não tinham o hábito de fazer compras pela internet, ou o faziam raramente, passaram a ser e-consumidores mais regulares. Os que já faziam, aumentaram a frequência de consumo pela rede.
O ponto em comum em tudo isso: qualquer compra no comércio eletrônico acontece por meio de uma plataforma de e-commerce.
Mas antes de entrar mais diretamente no assunto da plataforma, cabe dizer que só é considerada uma transação de e-commerce aquela em que todos os passos ocorrem eletronicamente, inclusive o pagamento. E às vezes até a entrega, no caso de um produto digital, como um e-book, por exemplo. Aquele produto que você viu pela rede social, entrou em contato com o vendedor, combinaram o negócio, você transferiu o dinheiro pelo home-banking e mandou o comprovante por e-mail não é e-commerce, ok?
Ou seja, a plataforma é um software que funciona na nuvem e pela internet, baseado num endereço www (URL). Unifica num só sistema todas as funções de uma transação de comércio eletrônico e isso permite que você não tenha que usar várias ferramentas para fazer uma compra à distância. Tudo que precisa está nela: vitrines, organização por departamentos, informações dos produtos (com fotos, descrições, vídeos), formas de pagamento, transportadoras etc. De quebra, permite que os compradores se cadastrem, facilitando compras futuras. Portanto, ela faz com que uma transação de comércio eletrônico aconteça de fato. É o coração do e-commerce, que não acontece sem uma plataforma.
Uma dúvida comum a todo empresário iniciante no e-commerce é saber qual tipo de plataforma é a ideal para ele. Essa não é uma resposta direta, vai depender de uma série de fatores. Mas aqui temos algumas perguntas básicas:
1 – A empresa deseja ter uma loja virtual própria? Isto é, quer ter um site onde funcione uma loja virtual com todos os recursos para compras online?
2 – Ou um site próprio não é necessário (ao menos no início)?
Bem, se o caminho é na pergunta 2, existem as alternativas de marketplaces e plataformas “C2C”, que provem toda a estrutura a quem queira vender online. Mas esse é um assunto para um próximo artigo.
Nesse vamos responder a quem deseja seguir na estratégia da pergunta 1. Temos três tipos de plataforma, cada uma adequada a uma realidade.
Plataforma Própria
É aquele site de comércio eletrônico desenvolvido e mantido pela empresa, que o constrói do zero. Logicamente, é direcionado para grandes empresas, que normalmente têm recursos e pessoal para esse desenvolvimento. Pois é um projeto de software, que, aliás, é complexo. A vantagem é que a empresa pode fazer uma loja virtual com tudo que precisa. A desvantagem é o tempo de construção e disponibilização.
Plataformas de Código Aberto
Existem vários módulos de e-commerce que se podem baixar na internet e usar para fazer uma loja virtual. Por exemplo, Magento, Wix, OpenCart etc. Apesar de ter um custo praticamente zero, deve-se ter algum conhecimento técnico para configurar e botar para rodar, assim a empresa pode ter de contratar profissionais especializados. Além da vantagem do custo zero, esses sistemas costumam ser altamente customizáveis e com muitos módulos (alguns pagos) para acoplar ao sistema para uma infinidade de funções. A grande desvantagem é a dependência de serviços de terceiros e uma certa limitação, se comparado aos outros tipos. Indicado para quem tem um orçamento apertado (às vezes, inexistente).
Plataformas Licenciadas
Há empresas que têm plataformas e licenciam seu uso a quem quer ter um e-commerce. Os sistemas já estão prontos, têm os recursos básicos e avançados e já te possibilitam a integração com os principais meios de pagamentos, transportadoras e outros sistemas, como ERPs e CRMs. Basta o lojista contratar, fazer os cadastros dos produtos e configurações básicas e começar a usar, pagando taxas mensais fixas, por venda, acessos (ou combinação disso tudo) à empresa que licencia a plataforma. Vantagens: rapidez de implantação, despreocupação com aspectos técnicos, que ficam a cargo da empresa dona da plataforma e possibilidade de customização. Desvantagens: atualizações e evoluções também são pela empresa da plataforma, o que pode limitar o lojista.
Assim, cada perfil de empresa se enquadra num tipo acima de plataforma. Pode-se também ir passo a passo, começando com uma plataforma de código aberto, passando para uma licenciada e, quem sabe, uma plataforma própria. Tudo depende da estratégia da empresa.
Antes de escolher, o empresário tem que pesquisar as várias formas e os fornecedores. Ver quais os recursos que cada uma vai lhe dar, pontos fortes e fracos, preços, conversar com outros usuários para saber o nível do serviço, enfim pesar uma série de critérios e então optar por uma. Não é uma decisão que se tome de um dia para outro. Afinal, não há marketing digital que dê jeito em uma loja virtual que funcione em uma plataforma com poucos recursos.
E por fim, não existe a melhor plataforma. O que existe é a plataforma mais adequada para a empresa.
*Luciano Furtado C. Francisco é professor do curso de Gestão do E-commerce e Sistemas Logísticos do Centro Universitário Internacional Uninter.