O portal T7 News está com vagas abertas para estagiários para os cursos de Jornalismo e Publicidade Propaganda e Técnico e Produção Audiovisual.
A T7 News é um site de notícias que será lançado em abril de 2023, com diversas editorias e formatos. Com estúdios e redação para jornalismo diário a T7 News será um meio de informação capaz de cobrir a região do Vale do Paraíba.
Nesse momento, a T7 News está preparando a equipe da redação, e técnica.
Local: Taubaté
Interessados devem enviar no e-mail, contato@t7news.com.br o currículo para se inscrever.
Estágio em Social Media no Seu Clube – Beauty Salon Taubaté
O Seu Clube precisa de alguém que consiga auxiliar na produção de conteúdo nas mídias sociais e realizar o mínimo em marketing, o objetivo é que além da produção de conteúdo, o candidato prospecte parcerias e organize eventos dentro do salão.
Imagem de Dorothe por Pixabay
É uma oportunidade interessante para você desenvolver habilidades e estar imerso na criação de conteúdo para área da moda e beleza, um dos mercados que mais cresce no Brasil. Por já possuírem uma agência que faz a mediação entre as estratégias e o conteúdo que deve ser desenvolvido, sua responsabilidade será apenas fazer a captação de imagens.
O salão está procurando alguém que tenha interesse e vontade de crescer na área, ou seja, precisa ser prestativo, atento e ágil.
Responsabilidades
Conteúdo: Tirar fotos, gravar vídeos (com o celular; possuímos um videomaker para peças mais elaboradas), edição simples de vídeos para stories ou Reels (quando necessário), seguir o calendário editorial encaminhado pela agência. Marketing: Buscar e fechar parcerias, organizar os eventos dentro do salão.
Comunicação: Precisa ser bem comunicativo já que o candidato terá acesso aos profissionais de beleza para a produção de conteúdo e a mediação entre a agência e o conteúdo encaminhado.
Qualificações
Estar realizando cursos na área de comunicação ou administração, ser organizado e bem proativo. Precisa ter em mente que a proposta do estágio é aprender coisas novas, então você precisa estar disposto à aprender.
Valores e horário:
R$700,00 de bolsa auxílio + R$100,00 de vale transporte.
VAGA PRESENCIAL: De terça à sábado das 10h às 17h – O salão fica na Av. Itália em Taubaté.
Cada vez mais se fala sobre mídia programática, mas por se tratar de uma forma de publicidade digital ainda não completamente disseminada no Brasil, muitas dúvidas ainda são levantadas. Com o crescimento das compras online entre os consumidores brasileiros nos últimos anos, diversos anunciantes viram no país uma oportunidade de promover sua marca. De acordo com uma pesquisa da IAB, anunciantes investiram, apenas em 2021, R$ 4,8 bilhões para exibição de campanhas de marketing em sites de editores brasileiros. O investimento neste tipo de publicidade digital consiste na exibição de anúncios, como banners e vídeos publicitários, no entorno de conteúdos em sites de terceiros.
Edu Sani
Em 2023 os gastos com anúncios de exibição digital programática atingirão US$ 115,23 bilhões (R$ 589,59 bilhões), e mais de 90% de todos os dólares de anúncios de exibição digital serão transacionados de forma programática, de acordo com a eMarketer. Por isso, Edu Sani, CEO da Adsplay Mídia Programática e especialista no tema, elencou os principais mitos e verdades sobre a mídia programática. Confira abaixo!
Mídia programática é segura
Verdade. Como utiliza tecnologia de ponta a ponta em toda a sua operação, por meio dela é possível aplicar filtros automáticos que evitam temas sensíveis, além de alimentar constantemente as listas de bloqueio que podem variar de acordo com as ações, marcas e anunciantes. Como tudo é automatizado, também pode-se detectar rapidamente quaisquer problemas que, eventualmente, possam acontecer ao longo da campanha e corrigi-los rapidamente, assim como bloquear canais, categorias, faixa etária, regiões e etc.
Mídia programática e AdWords são a mesma coisa
Mito. Costumo dizer que é como comparar uma Ferrari com o saudoso Fusca. No Google Ads existem algumas segmentações nativas do próprio Google. Na mídia programática, é possível trabalhar com uma série de outras segmentações, além das do Google, o que torna as campanhas mais abrangentes e assertivas, oferecendo um potencial de audiência muito maior para os anunciantes. Além disso, no Google Ads Adwords, existem apenas dois formatos de mídia possíveis: display e vídeo. Já na programática, por conta da maior variedade de canais, existem outras possibilidades, como, por exemplo, áudio, Smart TV, aplicativos e telas conectadas.
Com a mídia programática aumentam as chances de atingir o público certo no momento certo
Verdade. Por utilizar tecnologias como inteligência artificial e bots, ela consegue identificar os perfis dos usuários e mostrar apenas os anúncios que têm potencial de despertar seu interesse. Assim, consegue contribuir com todas as etapas da jornada do consumidor, da pesquisa à compra, aumentando a assertividade das campanhas.
Mídia programática ocupa apenas os espaços publicitários que estão sobrando (calhau, no jargão publicitário)
Mito.Esse é um dos principais mitos da programática, afinal, 45% da mídia online hoje é comprada programaticamente. Dentro dessa fatia, existem muitos espaços nobres que são ocupados desta forma.
Mídia programática é investimento de médio prazo
Verdade. Toda campanha possui um período de aprendizado, por isso, não adianta apostar em campanhas com menos de um mês e meio de duração. Na programática, o algoritmo precisa de 30 a 45 dias para entregar boa performance. Assim, ao contrário do que muita agência vende, não é necessário investir em campanhas de 3 ou 6 meses para obter resultados expressivos.
A métrica a ser observada depende do objetivo da campanha
Verdade. A definição de que métrica observar está diretamente ligada ao objetivo do investimento em mídia feito pela companhia. Ele pode ser, por exemplo, elevar a quantidade de usuários qualificados trafegando no site da empresa, gerar leads, estimular vendas ou alcançar o maior número de pessoas. Assim, é importante entender que nenhuma métrica deve ser vista de forma isolada. Todas elas ajudam a compreender o quadro geral e, portanto, devem ser analisadas dentro de um cenário mais amplo – e é esse o papel do analista dos dados.
*Edu Sani é CEO da ADSPLAY. Hoje é um dos maiores especialistas em mídia programática do Brasil, com mais de 18 anos de experiência em Marketing Digital e Mídia Online. Já palestrou nos principais eventos do setor e criou o primeiro podcast e canal no YouTube sobre mídia programática com conteúdo recorrente e gratuito. Formado em publicidade e propaganda pela FAM e pós-graduado em Gestão de Marketing na FAAP, circulou por grandes players do mercado antes de ingressar no mundo do marketing digital. Como profissional de mídia, já foi indicado diversas vezes como profissional do ano por associações do mercado. É empreendedor serial, já teve sete empresas, como Uselink, Nightmap, Vuvuzela do Brasil, sempre focado em aproveitar oportunidades e preencher lacunas de mercado. Também é co-autor do livro “Mídia Programática de A a Z”, o primeiro livro impresso sobre o tema no Brasil.
O Mobile Marketing vem se consolidando no mercado e tornando-se uma excelente oportunidade de crescimento para os negócios. Segundo a 31° Pesquisa Anual da Fundação Getúlio Vargas (FGV), existem mais de 234 milhões de aparelhos ativos no país. O número representa cerca de 20 milhões de aparelhos a mais do que a população brasileira.
A estratégia de Mobile contempla as ações de marketing realizadas através de celulares e dispositivos móveis e, nos tempos atípicos da pandemia, ganhou ainda mais força com o aumento de downloads dos aplicativos. Podemos considerar essa alta no país uma evolução de mercado. Afinal, mesmo tendo surgido há cerca de 10 anos depois do que hoje conhecemos como Marketing Web, o Mobile, em alguns casos, já detém a maior representatividade de budget de marketing das grandes marcas que antes apenas optavam por mídias digitais tradicionais.
Além de novos produtos já nascerem com foco em Mobile, outros apps são lançados todos os dias em busca de complementar seu mix de marketing e se adaptar ao movimento de seus consumidores. Esse processo significa que, quanto mais tempo os usuários estão conectados, mais audiência disponível para ser explorada pelas marcas que querem alcançar seus potenciais interessados.
A evolução tecnológica em diversos segmentos, juntamente com a mudança nos hábitos de consumo de conteúdos e produtos por parte das pessoas, mostra que o Mobile é um mercado em constante expansão, principalmente no Brasil, onde mais se acessa apps no mundo. De acordo com dados da App Annie, em 2021 o país ocupou o primeiro lugar no ranking de horas gastas no celular, com uma média de 5,4h por dia, seguido por Indonésia e Índia com 5,3h e 4,9h respectivamente.
Analisando o setor de Mobile Marketing mundialmente, prevejo crescimento, naturalmente em ritmo menor, motivado pelo fim da pandemia, somado a outros fatores macroeconômicos, porém é inevitável que o celular e os aplicativos estejam presentes cada vez mais em nosso dia a dia.
É essencial que o mercado entenda as necessidades de cada produto para iniciar as melhores estratégias de venda para atingir os consumidores. Além de ser fundamental manter o conhecimento técnico, o profissional precisa estar atento às novas tendências que constantemente se transformam, pois, por mais que muitos conceitos possam ser semelhantes com os de marketing digital tradicional, existem outras particularidades que precisam ser pautadas no momento de definir a melhor estratégia de crescimento.
Por isso, entendo que Mobile Marketing é uma grande oportunidade para entrar em um setor em expansão, que hoje conta com poucos profissionais com bagagem especializada. O mercado precisará acompanhar o movimento social e abraçar o consumidor. Isso nos mostra que existem muitos caminhos abertos, pois haverá muito investimento no setor para os próximos anos. Em outras palavras, é necessário reciclar alguns conceitos para encontrar novas formas de fazer marketing.
*Francisco Neto é COO da Appreach, empresa especializada em mobile marketing para aplicativos