5 coisas que ninguém te contou sobre SEO (busca gratuita)

Por Roberto Camargo*

Estar com seu site ou loja virtual bem posicionado na busca orgânica do Google é o desejo de toda empresa, mas existem diversos conselhos sobre o que fazer ou não para isso acontecer, e eu acredito que nunca ninguém te falou sobre isto.

Imagem por Firmbee de Pixabay

Mas o que é SEO?

SEO (Search Engine Optimization) é a otimização de sites através de um conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nos resultados de pesquisa nos sites de busca, trazendo, assim, mais visibilidade e visitas.

Veja agora as 5 coisas que ninguém te contou, mas você precisa saber:

SEO geralmente não é considerada uma mídia paga
Mas é paga. As visitas que recebemos dos buscadores não são pagas, mas foi necessário investir em códigos de programação e em um profissional redator.

SEO não é apenas para o Google
O Google é o maior site de buscas, mas o SEO funciona também para outros motores de busca.

Existem vários e, mesmo que nos tragam menos tráfego, receber mais visitas gratuitas do Bing, Yahoo, Duckduckgo e Baidu, por exemplo, é sempre bem-vindo.

O retorno do SEO é a médio prazo e não imediato
Investir em SEO traz resultados a médio e longo prazo. Mas são resultados constantes, ou seja, todos meses vamos receber visitas orgânicas vindas dos buscadores.

Em contrapartida, quando investimos em ADS, pagamos por uma única visita a cada clique e essa visita não é garantia de que vai gerar outras visitas.

SEO não é só programação
Muitos acham que basta uma programação bem-feita do site ou loja virtual e já estaremos nas melhores posições no Google. SEO é um conjunto de fatores que paralelamente trazem resultados.

É necessário servidor de hospedagem bem configurado e códigos de programação bem feitos, mas, principalmente, conteúdo. Isso porque os textos geram as palavras que serão indexadas na base de pesquisa.

Conteúdo é essencial para otimizar SEO
Existem algumas regrinhas que os profissionais de SEO “descobrem” e passam aos redatores de conteúdo, para que eles escrevam de forma que ajude o internauta a compreender melhor o texto e também para o Google indexar as palavras e posicionar melhor a página na busca gratuita.

*Roberto Camargo é CEO da URL Business, professor de MBA, palestrante e consultor especialista em presença digital.

Fonte: NB Press Comunicação

Coluna Propaganda&Arte

Métrica de vaidade que nada. Chegou o novo terror do social media.

Quem trabalha com social media, criando conteúdos ou apenas gerenciando equipes de mídias sociais já recebeu questionamentos do alto escalão do tipo: por que não temos mais seguidores? Ou então: por que não estamos tendo likes nas postagens? Ou ainda: cadê o engajamento que costumávamos ter? As métricas de vaidade agora possuem aliados piores, as métricas de inutilidade.

No começo, quando isso tudo era mato, o principal foco das empresas e marcas nas redes sociais era ter muitos seguidores (ainda é realidade para muitas empresas), mas não as culpo. Precisamos sim criar audiência e “mostrar” certo serviço, porém, a maioria dos parâmetros e métricas são definidos pelos altos escalões que, na maioria das vezes, não possuem domínio técnico da ferramenta. Mesmo assim, não acho que seja o fim do mundo atender algumas métricas de vaidade, desde que o objetivo principal seja atendido também.

Estamos olhando para o mesmo lugar?

Qualquer profissional de mídia sabe que quando você inicia uma campanha paga no Instagram, Facebook e afins, temos diversos objetivos iniciais, seja captação de lead, alcance, conversão etc. Cada campanha terá um foco e vai receber uma métrica principal, ela irá definir toda a estratégia dali em diante com a ferramenta. Não adianta colocar um objetivo diferente de aumentar o número de seguidores se o que você busca é aumentar o número de seguidores. Precisamos ser práticos, porém, não cair nos erros comuns.

Imagem: Freepik.com

Se o aumento de seguidores era o terror dos antigos mídias, agora o engajamento está se tornando o novo “ouro”, como se só o engajamento resolvesse tudo.
“Mas Ricardo, eu quero que minha marca seja lembrada, quero gerar engajamento, quero fazer parte da vida das pessoas, para mim isso é mais relevante” – você pode me dizer. E eu novamente vou dizer: Compreendo, mas tem mais coisa aí. Veja que na frase acima já poderíamos traçar ao menos 2 objetivos (lembrança de marca e interações ou engajamento).

A meta de engajamento que agora está em alta faz todo sentido em uma fase final de jornada de compra, quando o seu público já foi atraído pelo seu material ou anúncio, já virou lead, amadureceu e comprou o produto. O engajamento se torna então uma consequência, durante ou no final de todo processo. Isso abre porta para o famoso UGC ou Conteúdo gerado pelo usuário, onde você não precisa gastar um centavo e os clientes se tornam propagadores do produto, influenciadores reais em diversas escalas de alcance.

E as métricas de inutilidade? Onde entram?

Se todo mundo do planejamento e da mídia achava ruim focar em métricas de vaidade como seguidores e likes, agora estão percebendo que focar em métricas de inutilidade é pior ainda. A métrica de vaidade ainda tem uma função muito clara, atender os anseios de algumas pessoas que estão acima de você ou de alguns públicos e que valorizam somente números. (Mas tem que ser grandes números, ok?) Então, focar em outras métricas, que não estão diretamente ligadas com o que você realmente precisa atingir, vai acabar depondo contra o trabalho de qualquer social media ou profissional da área e não vai ajudar em objetivo nenhum (nem de vaidade!).

O que de fato você precisa fazer?

Quais caminhos precisamos tomar? Quais pontos precisamos mensurar para tal objetivo? Como mesurar e baixar o custo da campanha? Como aumentar o número de conversões com a força do público? Estas perguntas irão nos guiar daqui pra frente. Isso pode nos ajudar na escolha dessas métricas, focar na geração de receita, na economia em cada objetivo, criação de um sistema natural e que se retroalimenta, fazendo com que suas ações sejam muito menos sofridas e mais inteligentes.

Foca no ROI e rói menos as unhas.

Quem sabe fazendo uma análise profunda da jornada de compra do seu público, batendo o funil de vendas e o funil de marketing para enxergar pontos de problemas ou oportunidades, você já consiga tirar ideias muito mais eficientes do que olhar para métricas meramente quantitativas ou qualitativas. O ROI vai te mostrar o retorno sobre o investimento em campanhas pagas, mas cada etapa precisa estar bem clara para não ter dúvidas do que realmente ajudou no processo de compra do cliente.

Os números não precisam ser seus inimigos, eles podem ser até muito legais quando você sabe o que eles estão dizendo e contando. Eu acho que saber “o que conta” é o que mais conta nessas horas!

Quais métricas você está de olho hoje?

Nova agência busca criativos

Agência busca criativo para atuar como freelancer

Uma nova agência está chegando no mercado e será focada em marketing digital. Esse blog ainda não pode dar mais detalhes, mas já pode divulgar que a nova operação está buscando ex-alunos ou alunos dos últimos anos de Publicidade e Propaganda ou de Design Gráfico que queiram trabalhar como frelancer desenvolvendo artes para redes sociais.

Imagem por ptra do Pixabay

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