Coluna Propaganda&Arte

Métrica de vaidade que nada. Chegou o novo terror do social media.

Quem trabalha com social media, criando conteúdos ou apenas gerenciando equipes de mídias sociais já recebeu questionamentos do alto escalão do tipo: por que não temos mais seguidores? Ou então: por que não estamos tendo likes nas postagens? Ou ainda: cadê o engajamento que costumávamos ter? As métricas de vaidade agora possuem aliados piores, as métricas de inutilidade.

No começo, quando isso tudo era mato, o principal foco das empresas e marcas nas redes sociais era ter muitos seguidores (ainda é realidade para muitas empresas), mas não as culpo. Precisamos sim criar audiência e “mostrar” certo serviço, porém, a maioria dos parâmetros e métricas são definidos pelos altos escalões que, na maioria das vezes, não possuem domínio técnico da ferramenta. Mesmo assim, não acho que seja o fim do mundo atender algumas métricas de vaidade, desde que o objetivo principal seja atendido também.

Estamos olhando para o mesmo lugar?

Qualquer profissional de mídia sabe que quando você inicia uma campanha paga no Instagram, Facebook e afins, temos diversos objetivos iniciais, seja captação de lead, alcance, conversão etc. Cada campanha terá um foco e vai receber uma métrica principal, ela irá definir toda a estratégia dali em diante com a ferramenta. Não adianta colocar um objetivo diferente de aumentar o número de seguidores se o que você busca é aumentar o número de seguidores. Precisamos ser práticos, porém, não cair nos erros comuns.

Imagem: Freepik.com

Se o aumento de seguidores era o terror dos antigos mídias, agora o engajamento está se tornando o novo “ouro”, como se só o engajamento resolvesse tudo.
“Mas Ricardo, eu quero que minha marca seja lembrada, quero gerar engajamento, quero fazer parte da vida das pessoas, para mim isso é mais relevante” – você pode me dizer. E eu novamente vou dizer: Compreendo, mas tem mais coisa aí. Veja que na frase acima já poderíamos traçar ao menos 2 objetivos (lembrança de marca e interações ou engajamento).

A meta de engajamento que agora está em alta faz todo sentido em uma fase final de jornada de compra, quando o seu público já foi atraído pelo seu material ou anúncio, já virou lead, amadureceu e comprou o produto. O engajamento se torna então uma consequência, durante ou no final de todo processo. Isso abre porta para o famoso UGC ou Conteúdo gerado pelo usuário, onde você não precisa gastar um centavo e os clientes se tornam propagadores do produto, influenciadores reais em diversas escalas de alcance.

E as métricas de inutilidade? Onde entram?

Se todo mundo do planejamento e da mídia achava ruim focar em métricas de vaidade como seguidores e likes, agora estão percebendo que focar em métricas de inutilidade é pior ainda. A métrica de vaidade ainda tem uma função muito clara, atender os anseios de algumas pessoas que estão acima de você ou de alguns públicos e que valorizam somente números. (Mas tem que ser grandes números, ok?) Então, focar em outras métricas, que não estão diretamente ligadas com o que você realmente precisa atingir, vai acabar depondo contra o trabalho de qualquer social media ou profissional da área e não vai ajudar em objetivo nenhum (nem de vaidade!).

O que de fato você precisa fazer?

Quais caminhos precisamos tomar? Quais pontos precisamos mensurar para tal objetivo? Como mesurar e baixar o custo da campanha? Como aumentar o número de conversões com a força do público? Estas perguntas irão nos guiar daqui pra frente. Isso pode nos ajudar na escolha dessas métricas, focar na geração de receita, na economia em cada objetivo, criação de um sistema natural e que se retroalimenta, fazendo com que suas ações sejam muito menos sofridas e mais inteligentes.

Foca no ROI e rói menos as unhas.

Quem sabe fazendo uma análise profunda da jornada de compra do seu público, batendo o funil de vendas e o funil de marketing para enxergar pontos de problemas ou oportunidades, você já consiga tirar ideias muito mais eficientes do que olhar para métricas meramente quantitativas ou qualitativas. O ROI vai te mostrar o retorno sobre o investimento em campanhas pagas, mas cada etapa precisa estar bem clara para não ter dúvidas do que realmente ajudou no processo de compra do cliente.

Os números não precisam ser seus inimigos, eles podem ser até muito legais quando você sabe o que eles estão dizendo e contando. Eu acho que saber “o que conta” é o que mais conta nessas horas!

Quais métricas você está de olho hoje?

Gmídia Marketing abre vaga de estágio

Vaga para Estágio em Auxiliar de Marketing

A Gmídia Marketing é uma empresa do Grupo G, consolidado no mercado de tecnologia e que não para de crescer.

A agência está com uma oportunidade para compor o seu time! Busca preencher uma vaga de estágio para atuação estratégica com mídias sociais. Busca uma pessoa engajada, que goste de relacionamento e interação com cliente, apaixonada por resultados e com facilidade para trabalhar com todos os tipos de mídias (Instagram, Facebook, LinkedIn e WhatsApp). Essa pessoa será responsável pela criação de copys e descrição de posts, planejamento de conteúdos e campanhas, relacionamento com os clientes, entre outros. Deve ser um profissional proativo e comunicativo, com boa fluência verbal e que seja apaixonado por atendimento ao cliente!

Responsabilidades:
• Criação de copys e descrição para posts;
• Planejamento de conteúdo e campanhas;
• Programação de posts;
• Relacionamento com o cliente;
• Gestão de freelancer.
Pré-requisitos:
• Residir em: Taubaté, Tremembé, Pindamonhangaba ou Caçapava;
• Estar cursando Marketing, Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Relações Públicas;
• Ter conhecimento do Pacote Adobe (Photoshop, Illustrator e Premiere);
• Ter conhecimento do Pacote Office;
• Ter noção de arte e vídeos;
• Ter noção sobre tráfego pago;
• Ser heavy user de mídias sociais e entender o propósito de cada plataforma social;
• Possuir organização, refinamento criativo e muito feeling;
• Ter bom relacionamento interpessoal;
• Ser comunicativo;
• Gostar de trabalhar em equipe;
• Ter boa gestão do tempo e das tarefas;
• Ter iniciativa, vontade de aprender e de crescer.
É desejável:
• Estar antenado nas novidades das redes sociais, cases de sucesso e boas ideias para potencializar os resultados;
• Lidar com prazos apertados e trabalho sob pressão.
Independentemente do time, todas as pessoas aqui na Gmídia compartilham as seguintes características:
• Senso de dono: nossas pessoas se empoderam das próprias decisões;
• Paixão pela execução: nos identificamos mais com um estilo mão na massa e menos conceitual;
• Atitude colaborativa: todos aqui se ajudam no trabalho e também gostam de happy hours no final do dia;
• Espontaneidade: podemos ser e agir da mesma forma dentro e fora do ambiente de trabalho.
Por que trabalhar na Gmídia Marketing?
• Trabalho em unidade;
• Simplificar a vida das pessoas;
• Responsabilidade com resultados;
• Força de vontade para fazer acontecer;
• Fortalece os relacionamentos;
• Uma agência apaixonada pelo Marketing Criativo!
O que oferece?
• Espaço família e ambiente descontraído: todos são amigos e se divertem muito;
• Área de lazer: redes para descanso, mesa de sinuca, de pebolim e de ping-pong;
• Celebrações: festa de aniversário mensalmente com comes e bebes.

Faça sua candidatura pelo LinkedIn ou envie seu currículo para o e-mail vagas@gsoft.com.br.
https://www.linkedin.com/jobs/view/2590903236
Bolsa estágio: R$700,00
Vale transporte: R$100,00
Endereço: Rua Eduardo José Pereira, 48, Jardim Eulália, Taubaté – SP.

Méqui convida Erick Jacquin para uma nova experiência

Vídeo publicado nas redes sociais do chef retrata o quanto a marca se preocupa em ouvir seus consumidores

Após um post de Erick Jacquin, em que ele reclamava de um pedido do McDonald’s, ganhar repercussão nas redes sociais, a marca usou de sua escuta ativa e convidou o chef a ter uma nova experiência com seus produtos para reforçar o compromisso em oferecer produtos e serviços de alta qualidade. A ação, que foi ar neste domingo nas redes sociais de Jacquin, ressalta o intuito do Méqui de melhorar cada vez mais a experiência de todos os seus consumidores.

“Cada reclamação que recebemos é uma oportunidade de identificarmos uma falha e poder corrigi-la. Temos diversas iniciativas para estarmos cada vez mais próximos do nosso consumidor, mas para isso é imprescindível ter uma escuta ativa, ou seja, ouvi-lo pelos diferentes canais de comunicação, e ter a agilidade para fazer as adaptações necessárias na velocidade exigida”, afirma João Branco, CMO do McDonald’s no Brasil. “Agradecemos ao chef Jacquin por nos dar a chance de reforçar nosso compromisso de tornar a experiência do McDelivery cada vez melhor para todos os consumidores. Hoje 1,5% dos nossos clientes do delivery têm alguma reclamação sobre o serviço e nosso grande objetivo é chegar o mais perto possível de zero”, completa.

Ainda como parte do movimento da marca em aprimorar a experiência do consumidor de delivery, desde o início do ano o McDonald’s dobrou sua equipe de Serviço de Atendimento ao Consumidor no Brasil e destinará R$ 2,5 milhões para reforçar a estrutura de delivery em seus restaurantes.

Confira o vídeo aqui

Pedido de desculpas aceito!

Neste domingo (13), de maneira bastante descontraída, em parceria com a marca o chef aparece em um vídeo dublando uma paródia bem-humorada da música “Rita”, de Tierry, dizendo que desculpa a marca e que “sua ausência está fazendo mais estrago que a sua vacilação”.

Ao som da música sertaneja, Jacquin reconhece que deslizes podem acontecer e sabe que a marca escuta as críticas e trabalha para garantir a melhor experiência a todos os consumidores. Por fim, o chef perdoa o incidente e ainda ressalta que ficar sem matar a Fome de Méqui é muita “sofrência”.

Fonte: InPress-PorterNovelli

Experiência do usuário como tendência para o marketing e a comunicação digital em 2021

Dino Bastos, CEO do Grupo Partners e vice-presidente de Comunicação e Marketing da Sucesu Minas

O ano de 2020 foi completamente atípico para inúmeros segmentos ao redor do mundo, incluindo a área de negócios. No entanto, as expectativas para o próximo ano são bastante positivas, com muitas possibilidades e inovações. Setores como o marketing e a comunicação digital vão se destacar ainda mais com estratégias voltadas para a experiência do usuário, que podem ter consequências positivas na geração de resultados para os negócios.

Dino Bastos, CEO do Grupo Partners e vice-presidente de Comunicação e Marketing da Sucesu Minas.
FOTO: Rodrigo Katchama

O fato de passarmos cada vez mais tempo conectados aos smartphones, tablets e computadores faz com que a vivência do consumidor se torne um recurso cada vez mais necessário de aproximação entre marca e público. Durante o Key Trends 2021, um evento de perspectivas e tendências para o mundo da comunicação e marketing, organizado pelo portal Mundo Marketing e pela Kmaleon, plataforma de busca e comparação de ferramentas digitais, revelou-se que uma das principais tendências para o setor será o investimento na experiência do usuário aliado às narrativas de cada negócio.

Perfis em redes sociais, sites e/ou blogs são como uma porta de entrada para o usuário. Diante disso, cada organização pode investir em narrativas que aproximem o consumidor de seu negócio por meio das sensações vividas no momento da navegação. Apesar de parecer um trabalho voltado para os profissionais de design ou de tecnologia, a estratégia necessária requer um trabalho multidisciplinar, envolvendo as áreas de governança, comunicação e análise de dados, o que permite que o processo final, desenvolvido pela empresa, seja integrado.

A experiência do usuário consiste na união dos atributos que causam satisfação no internauta, ou seja, no prazer que ele tem ao navegar pelo site ou blog, na geração de valor a partir do conteúdo, produto ou serviço e no atendimento recebido.

A rede de lojas Magazine Luiza utiliza a inovação e a tecnologia para dar suporte ao consumidor. Um dos desafios da marca, para realizar os mais de 250 mil atendimentos por mês, era manter o lado humano nas soluções dos problemas. Logo nos primeiros meses que a estratégia foi introduzida, houve uma diminuição de 16% do tempo de atendimento e um aumento de 15% na produtividade digital, com destaque para a agilidade na solução dos processos, resolvidos em menos de duas horas para cerca de 90% dos clientes da loja.

As melhorias proporcionadas pela experiência do usuário para as instituições são inúmeras. Além disso, outras formas de negócio podem ser trabalhadas simultaneamente, como a análise de dados para gerenciar melhor o atendimento, mais agilidade nas soluções de problemas, entre outros benefícios.

Para 2021, com a perspectiva de melhora financeira e o retorno gradual de novas oportunidades de emprego, as instituições terão que traçar novas estratégias para conquistar mais clientes, além de fidelizar ainda mais o público-alvo.

As empresas deverão aprender a lidar com o avanço tecnológico cada vez mais rápido, e, para não perder espaço no mercado, quem estiver mais preparado e melhor adaptado vai conseguir atrair ainda mais usuários, fazendo com que se eles se tornem seus próximos clientes.

Fonte: Partners Comunicação Pro Business
Regiane Garcia