Dança das cadeiras

Outubro começou bem

Comecinho de mês de outubro e o mercado não dá folga. Segue movimentado! Veja na sequência a movimentação de profissionais de comunicação de nossa região.

O ainda estudante de oitavo semestre de publicidade e propaganda da Unitau, Mateus Sales, foi contratado como programador de core loops pela Hibernian Workshop, um estúdio francês que desenvolve jogos eletrônicos para computador e consoles.

A já publicitária formada pela Unitau, Gabriela Nanni, assumiu o posto de Analista de desenvolvimento de embalagens Júnior na Johnson & Johnson em São Paulo.

Pâmella Terra, formada em tecnologia em Gestão de Recursos Humanos pela Anhanguera e com MBA em Marketing e Vendas pela mesma instituição passa a compor o time comercial da Jovem Pan 98,3 – Taubaté.

E Luana Natali Moreira, formada em Design Gráfico pela UNIP, é a nova Designer gráfico júnior no Grupo Oscar.

A idade mídia

Repercutindo as ideias de Walter Longo

por Josué Brazil

Hoje volto a escrever sobre um conteúdo que tive a oportunidade de absorver em uma das palestras do Fest’up Tendências 2019 que ocorreu no último sábado, dia 28/09. Desta vez quero escrever um pouco sobre o que ouvi do genial Walter Longo, o palestrante que fechou – de forma brilhante – o evento.

O título da palestra de Longo foi “O fim da idade média e o início da idade mídia”. Também é título de seu novo livro lançado – ou a ser lançado – agora em outubro.

Walter começou explicando que tudo até agora era – e ainda em grande parte é – avaliado, medido, pela média. Quase não há individualização. A média dos gostos, a média das preferências etc.

E completa: marketing e propaganda agiam assim!

Com o advento e rápida disseminação do Big Data, da Inteligência Artificial (IA) e do Analytics está acontecendo uma mudança significativa. Cada um de nós passou a ser uma mídia. Cada empresa ou instituição passou a ser uma mídia. Até mesmo máquinas passaram a ser mídia. Isso muda tudo!

Os consumidores atuais, segundo Walter Longo, passaram a ser “mimados” pela internet. Querem tudo a seu tempo, do seu modo, onde estiverem e com facilidade e rapidez. Sem dúvida, um consumidor muito mais exigente e complicado. Com ampla capacidade de escolha e muito poder!

Foto: Divulgação

Em função disso, Walter afirma que a publicidade, a comunicação, deve ser:

  • individualizada no target;
  • sutil na forma;
  • didática;
  • verdadeira;
  • relevante no propósito.

Deve ser assim para atender a demanda de um consumo cada vez mais individualizado, com forte customização de produtos e até mesmo de serviços. Estamos num momento de vida sincronizada, onde vão valer aspectos essenciais como simplicidade, flexibilidade e individualidade.

Já estou louco de vontade de ler o livro!

Vagas para social media

Agência abre vagas para atuar como social media

Graduação na área de marketing, publicidade e propaganda ou jornalismo
Experiência em agência de publicidade
Habilidades com produção de conteúdo e gerenciamento de mídias sociais
Perfil profissional: analítico, estratégico, organizado e proativo.

CV para e-mail: digital@mestracomunicacao.com.br com assunto VAGA SOCIAL MEDIA.

A força da experiência

Como fazer experiências que impactem o público

por Josué Brazil

Na semana passada estive envolvido em dois eventos de comunicação: a quadragésima semana de comunicação (Secom) do departamento de Comunicação Social da Unitau e o Fest’up Tendências 2019, promovido pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda).

Foi uma verdadeira enxurrada de conhecimentos! Uma quase overdose…

Dentre os muitos conteúdos com os quais tive contato gostaria de dividir aqui o que vi e ouvi na palestra de Alexandre Mutran, gerente de comunicação regional da Rede Globo, no Fest’up. Alexandre é responsável por uma série de eventos da emissora. E sua palestra tratou de Design de Experiências.

Alexandre Mutran

De acordo com ele há marcas que já trazem a experiência em seu DNA ou como parte integrante e natural de sua operação (caso das companhias aéreas, por exemplo). Outras marcas/empresas não têm essa característica natural. Então precisam desenhar experiências para se aproximar mais de seus públicos.

Pessoas devem ser protagonistas

Mutran disse que as experiências são importantes pois estimulam os cinco sentidos das pessoas e que uma experiência bem desenhada aumenta o envolvimento e cria memória afetiva. Também afirmou que protagonismo (das pessoas) é mais forte do que participação apenas. Então é preciso gerar experiências onde as pessoas sejam protagonistas.

Para ele o design de experiências deve ser desenvolvido em torno de cinco pontos: arquitetura (criação e desenvolvimento do espaço onde ocorrerá); comunicação visual (dar uma “cara” adequada à experiência); desenho industrial (mobiliário, objetos, soluções de uso e operação etc) e dramaturgia (contar uma história, storytelling).

O peso da dramaturgia na construção da experiência

Em relação à dramaturgia – e partindo da longa experiência que a Rede Globo tem da área – ele destaca outros pontos importantes:

  • narrativa;
  • personagens;
  • conflito;
  • cenários;
  • figurinos;
  • trilha sonora;
  • iluminação;
  • efeitos.

Finalizando, Alexandre ressalta que devemos nos atentar a duração da experiência, entender que apenas cenário não resolve e que devemos equacionar as necessidades do mercado à vontade do público.

Reverberar

E também muito importante: reverberação. A experiência acontece para um número limitado. É preciso expandi-la para muitos e muitos através de múltiplas plataformas. Desse modo as pessoas sentirão uma parte da experiência e terão vontade de participar numa próxima edição.