Brand Lift: novo serviço da CHICOOH+ mede eficácia das campanhas de mídia exterior

A primeira trading desk de OOH/DOOH do Brasil oferece métricas para aprimorar entrega para as marcas

CHICOOH+, primeira trading desk do país, disponibiliza o serviço de Brand Lift, para campanhas das marcas

Com o objetivo de oferecer uma solução inovadora para as marcas, a CHICOOH+, primeira trading desk do país, passa a disponibilizar o serviço de Brand Lift, que utiliza a geolocalização dos ativos de OOH e DOOH para avaliar campanhas com precisão. Através de tecnologia, as pessoas que circulam dentro do raio de alcance dos ativos recebem uma pesquisa em seus navegadores de celular, permitindo coletar dados sobre a campanha em tempo real, abrangendo todos os formatos e exibidores de mídia exterior selecionados no planejamento de mídia. Cada campanha é personalizada com base em seus objetivos. O novo serviço vai aprimorar o pós-venda da empresa, que já conta com checking fotográfico feito com inteligência artificial.

Cada campanha tem objetivos específicos, podendo ser avaliados com base em oito premissas: visão geral da campanha, promoção de conhecimento de marca, influência da campanha no aumento das vendas, envolvimento do público, impacto da campanha nos valores da marca, influência da campanha para tráfego no ponto de venda, fortalecimento da imagem da marca e avaliação da qualidade criativa do anúncio. O serviço gera relatórios detalhados e independentes, oferecendo um olhar imparcial sobre os resultados da campanha, além de proporcionar uma visão mais abrangente e objetiva do impacto geral das ações.

Oferecida pela CHICOOH+, a tecnologia utiliza a geolocalização dos ativos estáticos e digitais de OOH (Out of Home) e DOOH (Digital Out of Home) para aprimorar a precisão da avaliação de campanhas. Trata-se de um serviço abrangente, independente de publisher, formato ou região de OOH ou DOOH contratado, ou seja, resolve a necessidade das agências de ter um serviço completo para medir os resultados das suas campanhas de OOH. Desta forma, as pessoas que passam pelo raio de alcance em torno desses ativos recebem uma pesquisa diretamente no navegador de seus celulares, independentemente do horário que a internet foi acessada. Esse recurso permite a coleta de dados, oferecendo uma visão clara sobre a percepção e o impacto geral das campanhas, independente do ponto escolhido para a ação.

Além dessas funcionalidades, o Brand Lift da CHICOOH+ permite que as marcas compreendam melhor o impacto de suas campanhas a partir de métricas direcionadas. A plataforma avalia aspectos fundamentais, como a visibilidade da marca, a influência nas vendas e o tráfego gerado para lojas físicas ou digitais. Isso é feito de maneira segmentada, considerando diferentes grupos de indivíduos expostos às campanhas em momentos distintos, o que garante uma análise mais precisa do comportamento e das respostas do público.

O serviço pode oferecer uma avaliação detalhada sobre a qualidade criativa dos anúncios, verificando se o formato e a mensagem foram entregues de forma eficaz. Com uma abordagem focada tanto nos valores da marca quanto no engajamento do público-alvo, o Brand Lift possibilita que as pesquisas das campanhas sejam ajustadas conforme a percepção do consumidor. A análise de todos esses fatores, junto aos relatórios independentes, contribui para que as marcas otimizem suas estratégias e tomem decisões mais assertivas no mercado publicitário.

“Sabemos que a mídia exterior é extremamente relevante no mercado publicitário e alcança mais de 90% das pessoas em todo o país. Por isso, sabemos como é importante oferecer o serviço de Brand Lift na hora de promover a campanha, proporcionando uma visão geral sobre seu impacto, oferecendo às marcas uma análise detalhada e estratégica”, finaliza Chico Preto.

Sobre a CHICOOH+

A CHICOOH+ é a primeira trading desk do Brasil. Parceira das agências publicitárias, veículos de comunicação e marcas, a CHICOOH+ oferece consultoria e novas soluções de comunicação em mídia OOH e DOOH, se destacando com planejamento de mercado e ferramentas de inteligência artificial para otimizar as entregas.

Francisco S. Xavier, publicitário conhecido como Chico Preto no mercado, com mais de 40 anos de experiência em mídia exterior, criou a CHICOOH+, para oferecer consultoria e novas soluções de comunicação em mídia OOH e DOOH.

Site da CHICOOH+: https://chicooh.black/

Fonte: Agência ERA® – Mariana Cruz

Vaga de estágio em comunicação

Santuário busca estagiário(a) de comunicação

O Santuário Nacional está em busca de um estagiário(a) de comunicação. Veja tudo sobre a vaga na arte abaixo.

Por que, na era da IA, os dados criativos são a chave para o marketing do futuro?

Diante de inúmeras ferramentas de IA generativa, os profissionais que souberem escalar os dados vão se destacar da concorrência

*Por Alex Collmer – CEO da Vidmob

Para quem está atento, é evidente que o mundo está mudando rapidamente. Isso ocorre quando uma curva de desenvolvimento já exponencial (Lei de Moore) é multiplicada em 20 vezes, que é o novo ritmo de crescimento da computação de IA.

Ao analisar a situação, percebemos que, se já é quase impossível para uma pessoa acompanhar a velocidade com que as coisas estão mudando, é ainda mais desafiador para uma empresa. Mas, essa dificuldade não pode ser considerada uma desculpa. O momento é para que os profissionais de marketing comecem a pensar estrategicamente sobre o que – provavelmente – acontecerá e o que podem fazer para se prepararem para a mudança.

Após uma década de investimentos em dados primários de clientes e audiência que aprimoraram a capacidade de direcionamento de mídia, as principais plataformas de IA estão nivelando a maneira de se manter vivas no “game”. Em outras palavras, está se tornando mais difícil se diferenciar apenas por meio de estratégias de mídia. Isso levou a Meta, por exemplo, a reforçar seu slogan “Criatividade é o Novo Direcionamento” e o Google a aconselhar as empresas de que a criatividade poderá ser o único caminho para uma vantagem sustentável.

As ferramentas de IA generativa estão evoluindo rapidamente, semana após semana. São bilhões de dólares sendo investidos para avançar os recursos dessas tecnologias por empresas como Google, Apple, Amazon, Stability Labs, Adobe, Runway e muitas outras. Nesse ritmo, é difícil negar que, em breve, todos os profissionais de marketing do mundo poderão escolher entre uma ampla variedade de ferramentas de IA generativa para realizar qualquer tarefa de forma instantânea e gratuita. É o que chamamos de “infinito de conteúdo”. Esse futuro próximo permitirá que cada empresa ou profissional de marketing crie conteúdos com a qualidade técnica dos filmes hollywoodianos.

Nesse mundo de conteúdo infinito, o valor para os profissionais de marketing vai mudar. Quando todos tiverem o poder de produzir o que quiserem, a capacidade de escalar o conteúdo não será mais um diferencial valioso. Isso porque fazer o que todos fazem não é uma estratégia vencedora. Por exemplo, se 10 mil empresas do mesmo segmento tiverem os mesmos anúncios na Amazon, algumas delas terão melhores resultados de venda? Claro que não!

O objetivo do marketing é se destacar, superar as dificuldades e impulsionar os resultados de negócios de forma mais eficaz do que os concorrentes. Para isso, os profissionais de marketing precisam saber exatamente o que fazer para influenciar os comportamentos que importam para eles, como marca, plataforma, formato e público. É aqui que o valor se concentra. E a chave para isso são os Dados Criativos.

Para entender melhor os Dados Criativos, primeiro precisamos saber o que eles não são. Dados Criativos não são simplesmente a capacidade de usar modelos de visão computacional para obter tags sobre o que está acontecendo em um determinado anúncio. Representam a compreensão completa de todas as decisões criativas em cada um dos seus anúncios, combinada com todos os dados de resultados que os profissionais de marketing valorizam, abrangendo métricas de mídia, marca, atenção, vendas, modelos de marketing, impacto de carbono, entre outros.

Quando os profissionais de marketing combinam decisões criativas com dados de desempenho continuamente atualizados, obtêm-se os Dados Criativos. Não se trata apenas de saber o que está acontecendo nos anúncios, mas de entender como cada decisão criativa impacta os resultados que valorizamos.

Uma vez que os profissionais dominem os Dados Criativos, eles poderão ser aplicados para melhorar toda a cadeia de suprimentos de marketing. Desde o planejamento até a produção, a ativação de mídia e a medição. É importante estar preparado para o futuro. Com o nível na qualidade do conteúdo subindo para todos, o tomador de decisão no ecossistema do marketing estará mais empoderado com uma estratégia baseada em respostas precisas sobre o que funciona, o que não funciona e, sobretudo, o porquê.

*A Vidmob, The Creative Data Company, com seu software baseado em IA, melhora o desempenho criativo e de mídia, ajudando marcas e agências a desenvolverem suas próprias melhores práticas criativas personalizadas, garantindo que esses aprendizados sejam aplicados em todas as mídias veiculadas.

Coluna Propaganda&Arte

“Eu vejo marcas mortas.” Com que frequência? “O tempo todo.”

Por R. Guerra Cruz

O fenômeno do Overbranding é uma realidade incontornável na era da hiperestimulação (reforçado pelo novo formato do Youtube que passa anúncio durante o pause. Isso mesmo!). As marcas estão presentes em todos os aspectos da vida cotidiana, desde nossas redes sociais até momentos mais íntimos que antes eram preservados.

Essa invasão constante gera uma sobrecarga de informações, o que pode não apenas cansar o consumidor, mas também diluir a essência das marcas. Para profissionais de marketing e comunicação, o desafio é encontrar o equilíbrio entre presença e privacidade, garantindo que a marca permaneça relevante sem parecer invasiva.

Com o avanço da inteligência artificial e tecnologias como a realidade aumentada, entramos na era da ultrapersonalização. As marcas têm hoje a capacidade de oferecer experiências altamente personalizadas e sob medida para os desejos de cada consumidor. Porém, ao cruzar a linha da personalização, o risco de invasão de privacidade aumenta.

Usar IA de maneira ética e responsável se torna fundamental para evitar que o consumidor se sinta monitorado ou excessivamente exposto, mantendo assim a confiança e o relacionamento saudável com a marca.

A privatização do espaço público através do naming rights, como estádios e eventos culturais carregando nomes de marcas, exemplifica a crescente apropriação comercial de territórios coletivos. Apesar dessa prática oferecer visibilidade e receita, ela pode impactar negativamente a memória coletiva e a experiência urbana.

O papel do profissional de comunicação é avaliar até que ponto essa exposição comercial interfere na identidade cultural e no uso comunitário desses espaços, promovendo um equilíbrio entre lucro e responsabilidade social.

Além da hiperexposição, temos a questão da “hipercultura da criatividade”, na qual os consumidores são incentivados a serem co-criadores de produtos e experiências, como embalagens customizáveis ou itens que mudam de cor.

Embora essa abordagem possa engajar, ela pode também colocar uma pressão desnecessária sobre os consumidores, forçando-os a inovar constantemente. Profissionais de marketing devem ser cautelosos para não transformar essa expectativa em uma sobrecarga emocional, alienando o público em vez de envolvê-lo.

Por fim, o conceito de branding sustentável vai além da questão ambiental; trata-se de manter a identidade da marca intacta ao longo do tempo, mesmo enquanto ela expande sua presença.

Uma marca que tenta ser tudo para todos corre o risco de perder sua essência. Construir marcas que tenham um propósito claro, autêntico e relevante, enquanto evitam a tentação da onipresença, é a chave para garantir que elas permaneçam sólidas e confiáveis em um mercado cada vez mais saturado e competitivo. A exposição excessiva, se não for gerida com cuidado, pode corroer a percepção de valor das marcas, minando sua longevidade e relevância.

Em um cenário onde todos querem ser vistos, será que apenas ser notado e lembrado ainda é suficiente? Ou o verdadeiro desafio agora é saber quando e como dar um passo para trás, respeitando o espaço e a individualidade do consumidor, sem perder relevância?

O futuro das marcas depende, mais do que nunca, da capacidade de equilibrar o “VIP” do branding: Visibilidade, Inovação e Privacidade.