Lançado para concorrer com o ChatGPT, a plataforma de inteligência artificial do Google começou a ser testada nos EUA e Reino Unido. O funcionamento é parecido com o ChatGPT, onde se escreve as perguntas e a plataforma devolve a resposta.
Fonte: Gabriel Ishida
Netflix e DoubleVerify, empresa que ajuda marcas a melhorar a eficácia de sua publicidade online, iniciam parceria de mensuração
Em 2022, a Netflix anunciou uma série de parceiros que irão auxiliar na mensuração da plataforma na esteira do lançamento de sua versão com anúncios. Entre os parceiros listados foram a DoubleVerify, Integral Ad Science e Kantar Ibope Media. A parceria com a DoubleVerify se tornou disponível para anunciantes da Netflix esta semana.
Fonte: Morse News
LinkedIn lança agendamento de postagem para páginas de empresas e novas opções de eventos em áudio
No agendamento de postagens, ao compor uma postagem na Web, agora você também poderá selecionar a data e a hora em que deseja que a atualização seja publicada. A opção de agendamento de postagem nativa do LinkedIn permitirá que você mapeie suas postagens com até três meses de antecedência, enquanto também poderá ver todas as postagens agendadas por meio das ferramentas da página da empresa.
Fonte: Morse News
ACI elege novo presidente
O empresário Sidiney Peruchi de Godoy foi eleito nesta quarta-feira (22/03) presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos para o triênio 2023/2026. Ele toma posse no cargo no dia 3 de abril, em solenidade marcada para às 19h, na sede da ACI, à rua Francisco Paes 56, centro.
Fonte: Matéria Consultoria & Mídia
Nadhya Farid sobe ao palco do “Vozes Femininas” no CenterVale Shopping para reverenciar Cassia Eller
Apresentação que celebra o Mês de Mulher, acontece nesta quinta-feira (23/03), às 19h30, na Praça de Alimentação do shopping
Pesquisa global da ShowHeroes, com recorte focado no Brasil, destaca força da CTV na região, comportamento do público local e preferência por plataformas gratuitas
Com a popularização das Smart TVs e da conexão das telas grandes por meio de diferentes devices, desde videogames a equipamentos como Chromecast, Roku TV e Apple TV, a preferência da audiência pela TV Conectada (CTV) frente ao consumo linear da TV tradicional vem crescendo de forma consistente no mundo todo – e no Brasil não é diferente. Para entender mais profundamente essa mudança de comportamento, a ShowHeroes, líder mundial de soluções em vídeo para anunciantes e publishers, realizou um novo estudo global, com recorte para o mercado brasileiro e latino, focado na experiência atuais dos usuários ao consumir o conteúdo televisivo, suas preferências de interação e como eles enxergam a publicidade na CTV.
Para realizar o levantamento, a empresa contou com o apoio da COG Research, uma das principais especialistas do mundo no uso de dados biométricos para pesquisas. Procurando ser o mais fiel possível em seus resultados, a primeira fase do processo aconteceu na residência de diferentes participantes, os quais usaram óculos que fazem o tracking de onde está a atenção do olhar do espectador, além de sensores que medem a atividade cerebral. Na sequência, além de entrevistas mais profundas com um público restrito, mais 2,6 mil pessoas responderam sobre suas preferências de consumo e comportamento enquanto assistem TV.
Entre os principais resultados, a pesquisa revelou que a CTV já é a plataforma de entretenimento preferida dos usuários em todos os principais mercados do mundo, com destaque para a Europa – onde 80% dos usuários preferem assistir à TV conectada frente à tradicional. No Brasil, seis em cada dez (59%) também já têm essa preferência. Já entre as razões indicadas pelo público para consumir CTV, 62% destacam a flexibilidade que ela proporciona, com a possibilidade de se ver o que quiser na hora que preferir; 56% enxergam uma maior variedade de conteúdo; e 38% apontam a facilidade de uso.
Outro ponto revelado é que há uma migração de preferência sobre serviços de streaming e acesso de conteúdo. Se antes os pagos eram mais populares, agora a audiência tende, cada vez mais, a dar espaço para opções FAST (Free Ad Supported Streaming) – serviços gratuitos para o público e suportados pela presença de anúncios. Atualmente, apesar de 52% dos usuários declararem ter mais de uma assinatura de streaming, 57% preferem os serviços gratuitos, mesmo que com anúncios. 42% afirmaram que os preços, cada vez mais altos, são a razão principal para a preferência; e 74% preferem acessar conteúdos gratuitos a fazerem novas assinaturas – mostrando total conexão com movimentos de gigantes como Netflix e Disney+, que vem criando modelos híbridos para atingir essa demanda.
Atenção e contexto
Para as marcas, a pesquisa reforça como a CTV pode ser efetiva e estratégica não só pelas preferências da audiência, mas principalmente seu comportamento. Durante o estudo, foi indicado que a TV conectada têm 73% mais atenção dos usuários. Já a média de atenção em tela na CTV durante a veiculação de um anúncio chega a 12,2 segundos antes de qualquer desvio de olhar, enquanto, na TV tradicional, essa média é de 9,4.
Outro grande fator é o potencial de engajamento. Durante o consumo de conteúdo na CTV, o público se mantém 71% do tempo na chamada “zona de engajamento”, onde o nível de atenção é o ideal para o entendimento de uma mensagem ou mesmo a interação com ela. Mesmo para o momento da publicidade, esse nível se mantém alto: 51%, frente à média de 34% da TV linear.
“Com esta pesquisa, foi possível ver, pela primeira vez, exatamente como a experiência do usuário se manifesta nesse meio. Devido à alta atenção que a audiência mostrou ter para o conteúdo de CTV, juntamente com os altos níveis de engajamento, nossa pesquisa mostra que a TV Conectada realmente atinge o que propõe quando se trata de oferecer uma experiência positiva para a presença das marcas”, destaca Sarah Lewis, diretora global de CTV do ShowHeroes Group.
Um dos grandes diferenciais da TV conectada, a segmentação por contexto também apresenta um ponto positivo para o público. 67% dos usuários indicaram que preferem ver anúncios relacionados aos conteúdos que estão visualizando do que mensagens genéricas – que podem, inclusive, impactar negativamente na experiência. Além disso, 52% deles declaram ter a percepção de que a CTV tem menos anúncios que a linear; e 35% de que os anúncios são melhores.
“Com o avanço do acesso, a popularização dos streamings e a abertura de diversas plataformas para publicidade, a TV Conectada vem se mostrando uma ferramenta fundamental para qualquer mix de comunicação, impactando uma audiência cada vez maior, conquistando sua atenção e se relacionando de forma muito mais natural graças à segmentação contextual e formatos mais atrativos. Todos esses elementos em conjunto garantem uma efetividade muito maior para as marcas que sabem como explorar o meio”, reforça Lilian Prado, country manager da ShowHeroes Brasil.
Uma espécie de nova camada da realidade que integra os mundos real e virtual. Esse é o conceito do metaverso, o qual, na prática, se torna um ambiente virtual imersivo construído por meio de diversas tecnologias, como realidade virtual, realidade aumentada e até hologramas. As definições para o que é este mundo paralelo são múltiplas. Mas, para que você entenda e visualize melhor, pense no filme Matrix: Uma realidade virtual arquitetada por uma inteligência artificial. Isso é o metaverso.
Fotógrafo: Felipe Max Kim Nery_CCO e Diretor de Criação da Pira
Contudo, ainda estamos longe de vermos ele se tornar realidade, como Mark Zuckerberg disse, o metaverso está em construção. O que nos referimos como metatarso é um conceito específico que, na visão de algumas pessoas, será o futuro da internet. Um mundo virtual onde pessoas, por meio de seus avatares, podem interagir entre si, consumir conteúdo, produtos e serviços, comprar itens, entre outras ações, contudo, tudo isso no mundo virtual.
Mas, quais são as oportunidades para o marketing neste universo? Primeiro, é importante destacar que o Metaverso trata-se de uma realidade ainda sem previsão para se concretizar. No entanto, as oportunidades chegam a ser complexas e um tanto quanto malucas quando falamos sobre o assunto. Podemos imaginar, por exemplo, uma marca de roupas que lance uma nova coleção. Esta poderá ser consumida quase que instantaneamente no metaverso, ou seja, o produto pode simplesmente surgir no guarda-roupa do avatar, otimizando e muito a experiência do usuário do mundo real.
Então quando falamos nas possibilidades de publicidade e marketing no metaverso, estamos caminhando para essa interface digital no mundo real. Tudo será marketing. A tecnologia está vindo para ter integração holística com a vida, de modo que dê suporte aos consumidores em toda a jornada de compra. Pensemos no supermercado: Quando o produto for colocado na frente de um óculos de imersão, automaticamente, o seu display poderá mostrar comparativos de preços e marcas, informações nutricionais ou até mesmo materializar o avatar do nutricionista para te explicar os benefícios daquele produto. Tudo com apenas um óculos.
Keiichi Matsuda Assistência na hora das compras
As oportunidades deste mundo são quase infinitas. O metaverso é a evolução do que já entendemos como comunidades digitais. Ele irá “fisicalizar” as comunidades que até o momento só acontecem no digital. A rede social irá existir dentro de um mundo tridimensional, onde as pessoas convivem e têm experiências juntas. O show do Travis Scott, no Fortnite, que juntou em torno de 14 milhões de pessoas, segundo a desenvolvedora Epic Games, é um exemplo deste cenário.
São tantas as possibilidades promissoras que há uma corrida bastante disputada para este universo, principalmente de empresas e companhias que são do mercado físico, que podem crescer de forma exponencial no âmbito digital, sem tantos custos no mundo real. O metaverso possui alguns fluxos de implementação que podem se aproximar muito do conceito da digitalização das startups. Podemos dizer que a technização é uma etapa anterior, pelo fato de as startups acreditarem no conceito de que é possível escalar sem impactar tanto no investimento. Um exemplo simples deste cenário seria: se eu vou fazer um evento para 500 pessoas e tem um custo, no metaverso essa despesa já não existe.
Então, a corrida pelo metaverso é algo importante e que precisa ser valorizado? Sim e como exemplo podemos citar a Meta, estrutura de rede social que tem evoluído neste segmento e, como consequência, atraído cada vez mais atenção para o mercado. Com o passar dos anos a demanda deve crescer cada vez mais. Trata-se de um solo bastante fértil, uma vez que as novas gerações passam cada vez mais horas imersas em suas telas. E, por enquanto, não há nada que indique que essa tendência irá mudar.
E é por esse motivo que as companhias que melhor conseguirem se adaptar às novas comunidades, estarão na frente da concorrência e se apresentarão primeiro a uma inovadora massa consumidora. Não foi só o Facebook que entrou de cabeça nessa nova onda, artistas como Anitta e Emicida aplicaram essa lógica aos seus trabalhos e já realizaram apresentações em ambientes virtuais, oferecendo outro tipo de experiência ao público. Não há um só segmento de negócio que escapará da revolução que o metaverso deve proporcionar quando, efetivamente, existir.
Agora, imagine a potência do e-commerce quando este conseguir oferecer experiências sensoriais ao cliente sem que ele precise sair de casa? Acredito que será tão imersivo que não nos daremos a liberdade de querer viver em outro mundo.
* Kim Nery é CCO e diretor de Criação da Pira, empresa especializada na criação e realização full service de projetos com foco na construção e fortalecimento de comunidades digitais, em especial para a geração Z. Kim é considerado um jovem criativo que vem quebrando paradigmas na comunicação tradicional e no mercado de conteúdo e publicidade do país, ao longo da sua trajetória profissional, liderou o primeiro filme publicitário com um bebê Johnson’s nordestino, narrado com sotaque familiar e cantado em formato de xote. Além disso, Kim atuou em empresas como a Agência Califórnia, na qual assumiu a posição de head de Criação e Planejamento. Em seguida, assumiu a posição de head de Conteúdo e Network na FitDance, assim que foi adquirida pelo Grupo SBF.
O Mobile Marketing vem se consolidando no mercado e tornando-se uma excelente oportunidade de crescimento para os negócios. Segundo a 31° Pesquisa Anual da Fundação Getúlio Vargas (FGV), existem mais de 234 milhões de aparelhos ativos no país. O número representa cerca de 20 milhões de aparelhos a mais do que a população brasileira.
A estratégia de Mobile contempla as ações de marketing realizadas através de celulares e dispositivos móveis e, nos tempos atípicos da pandemia, ganhou ainda mais força com o aumento de downloads dos aplicativos. Podemos considerar essa alta no país uma evolução de mercado. Afinal, mesmo tendo surgido há cerca de 10 anos depois do que hoje conhecemos como Marketing Web, o Mobile, em alguns casos, já detém a maior representatividade de budget de marketing das grandes marcas que antes apenas optavam por mídias digitais tradicionais.
Além de novos produtos já nascerem com foco em Mobile, outros apps são lançados todos os dias em busca de complementar seu mix de marketing e se adaptar ao movimento de seus consumidores. Esse processo significa que, quanto mais tempo os usuários estão conectados, mais audiência disponível para ser explorada pelas marcas que querem alcançar seus potenciais interessados.
A evolução tecnológica em diversos segmentos, juntamente com a mudança nos hábitos de consumo de conteúdos e produtos por parte das pessoas, mostra que o Mobile é um mercado em constante expansão, principalmente no Brasil, onde mais se acessa apps no mundo. De acordo com dados da App Annie, em 2021 o país ocupou o primeiro lugar no ranking de horas gastas no celular, com uma média de 5,4h por dia, seguido por Indonésia e Índia com 5,3h e 4,9h respectivamente.
Analisando o setor de Mobile Marketing mundialmente, prevejo crescimento, naturalmente em ritmo menor, motivado pelo fim da pandemia, somado a outros fatores macroeconômicos, porém é inevitável que o celular e os aplicativos estejam presentes cada vez mais em nosso dia a dia.
É essencial que o mercado entenda as necessidades de cada produto para iniciar as melhores estratégias de venda para atingir os consumidores. Além de ser fundamental manter o conhecimento técnico, o profissional precisa estar atento às novas tendências que constantemente se transformam, pois, por mais que muitos conceitos possam ser semelhantes com os de marketing digital tradicional, existem outras particularidades que precisam ser pautadas no momento de definir a melhor estratégia de crescimento.
Por isso, entendo que Mobile Marketing é uma grande oportunidade para entrar em um setor em expansão, que hoje conta com poucos profissionais com bagagem especializada. O mercado precisará acompanhar o movimento social e abraçar o consumidor. Isso nos mostra que existem muitos caminhos abertos, pois haverá muito investimento no setor para os próximos anos. Em outras palavras, é necessário reciclar alguns conceitos para encontrar novas formas de fazer marketing.
*Francisco Neto é COO da Appreach, empresa especializada em mobile marketing para aplicativos