Compras híbridas

Compras híbridas: tendência global ganha força no varejo e atende o consumidor cada vez mais consciente

Em um cenário onde 60% dos consumidores reconhece gostar de combinar a compra física à online, especialista em vendas voltadas para o varejo pontua os benefícios de uma experiência híbrida

Freepik

Desde as restrições impostas pela pandemia de Covid-19, a experiência de compra vem passando por diversas mudanças e revoluções. Com a retomada das atividades presenciais, a tendência são as compras híbridas, aquelas que unem o varejo físico e o digital, e da qual 60% dos consumidores reconhecem que gostam, segundo estudo da MindTree.

Para se adequar às novas necessidades dos compradores e oferecer uma melhor experiência ao consumidor, o hibridismo dispõe de estratégias como despacho a partir da loja, que realiza entregas mais ágeis e com taxas de frete reduzidas, explorando pontos de venda; integração dos sistemas, que unifica as comunicações entre site, redes sociais e espaço físico; e maior eficiência na gestão de pedidos, utilizando sistemas inteligentes, tendo assim uma visão ampla dos produtos e reduzindo quebra de estoques.

“Quanto mais opções uma empresa puder oferecer aos consumidores, melhor, pois existem diversos fatores que podem levar ao consumo e cada um deles se adequa a um tipo de experiência, que vai desde o primeiro contato com o produto até o ato de tê-lo em mãos”, aponta Andrei Dias, Head de Vendas da Nexaas, Retail Tech especialista em inovação para o varejo.

Com possibilidade de realizar pagamentos via celular e evitar filas, ou comprar na loja e receber o produto em casa, o varejo híbrido oferece mais caminhos aos compradores, além de aumentar o potencial de conversão. Com ele, é possível elevar a previsibilidade de vendas, diminuir custos e melhorar a comunicação com os clientes. “Com canais integrados, o cliente pode usufruir das informações do produto de diversas formas, seja através de um contato físico, seja através do Instagram, TikTok ou site”, finaliza Dias.

WhatsApp dá mais um passo e apresenta mecanismo de comércio

Por Rafael Franco*

O WhatsApp está começando a introduzir o recurso de diretórios, o que seria de certa forma uma versão moderna das páginas amarelas. Agora, os usuários poderão buscar produtos e serviços, o que é mais um avanço da empresa no segmento de e-commerce.

E o teste dessa funcionalidade está começando justamente pelo Brasil, mais especificamente na cidade de São Paulo. Outra novidade que deve chegar é o Bussiness Search, que traz a capacidade de encontrar empresas maiores de dentro do aplicativo.

O recurso permitirá que os usuários naveguem por empresas por categoria, como bancos, alimentos, bebidas e viagens, bem como por seus nomes, o que é um ataque central ao principal serviço de buscas do mundo, o Google.

O Business Search visa ajudar os indivíduos para que eles não percam tempo procurando números de telefone de empresas em seus sites e digitando ou até mesmo salvando esses detalhes em seus contatos telefônicos, conforme foi divulgado pela própria empresa em uma cúpula de negócios focada no WhatsApp no Brasil.

Os novos recursos reforçam as crescentes tentativas de transformar o aplicativo de mensagens gigante em um mecanismo de comércio, uma de suas maiores apostas para gerar receita com o serviço gratuito.

A empresa divulgou nos resultados trimestrais do mês passado que o negócio de anúncios, de clique para WhatsApp, cresceu 80% ano a ano e estava a caminho de gerar US$ 1,5 bilhão em receita anual.

A ferramenta já conta com mais de 120 milhões de usuários no Brasil e a empresa enxerga o nosso mercado como a bola da vez para reverter os maus resultados financeiros que vem apresentando recentemente.

Segundo Zuckerberg: “Este é o próximo passo para mensagens de negócios e estou ansioso para ouvir sobre as oportunidades que isso abre para todos vocês.”

E aí você já utiliza o Whatsapp e principalmente os chatbots em sua estratégia de negócio?

*Rafael Franco

Empresário que atua no mercado de tecnologia há 20 anos, a paixão o levou a se aprofundar nesta área e por isso se graduou em Ciência da Computação com pós em Engenharia de Software. Também foi executivo de multinacionais liderando projetos premiados por grandes empresas. Em 2015 fundou a Alphacode, empresa presente em São Paulo, Curitiba (PR) e Orlando (FL-EUA) em que atualmente é CEO. Lidera um time de especialistas em experiências digitais com grande destaque para projetos de aplicativos mobile, sendo responsável por projetos de grande porte neste segmento como Grupos Habib’s, Madero e TV Band. Comanda o time responsável por dezenas de aplicativos que atendem mais de 20 milhões de pessoas todos os meses, principalmente nos segmentos de Delivery, Saúde e Fintechs.

A TV não está morta, vida longa à TV!

*Por Adriano Oliveira

Com o advento da internet, nos anos 1990, e principalmente, após o surgimento das redes sociais, há 20 anos, muita gente apostou no declínio da televisão como mídia e veículo de propaganda. E se enganou.

O fato é que a chegada de novas tecnologias incentivou tanto as ações de TV como a retroalimentação entre as mídias, como é o caso dos comerciais com QR codes mostrados na TV que geram tráfego para sites. Outro dado que beneficia o formato em vídeo é que apenas 20% da população brasileira é plenamente funcional em texto. O celular é muito usado para acompanhar as redes sociais enquanto o telespectador assiste a alguma atração na televisão.

De acordo com um levantamento de 2021 da agência britânica de classificação de TV Broadcasters Audience Research Board – BARB, a TV responde por 15% do tempo gasto em conteúdo pela faixa etária de 25-34 anos. No público geral, o tempo gasto consumindo conteúdo via TV é 29%.

Não por acaso, o valor investido via agências de publicidade no ano passado, no Brasil, chegou a R$ 19,7 bilhões, e a maior fatia desse montante, 45,4%, foi para a TV aberta, seguida pela Internet, que ficou com 33,5%. E 87% da propaganda em vídeo ainda é veiculada na TV e não em plataformas de streaming.

Esses investimentos tendem a aumentar. Uma das razões é o envelhecimento da população. A faixa etária com mais de 50 anos correspondente a 25% da população no Brasil, mas que detém 40% da renda nacional – representando maior potencial de consumo – considera mais confortável consumir programas na TV do que no celular ou tablet. Acrescente-se a isso estimativas de que a cada 21 segundos uma pessoa faz 50 anos no Brasil.

A lembrança da marca é outro fator que se mantém forte em propagandas de TV. De acordo com a mesma pesquisa BARB, a TV causa lembranças mais duradouras para as marcas do que mídias digitais. A penetração efetiva da internet é de 15%. Tal índice é metade do alcançado pela TV. Aliado a isso, o pop-up nem sempre é consenso de boa experiência com as marcas.

Por outro lado, nunca vivemos tempos tão intensos, de mudanças e inovações de toda ordem a ponto de estarmos em vias de falarmos com nossas geladeiras diariamente. Muito do que será o futuro próximo ainda sequer somos capazes de imaginar. Mas, uma coisa é certa. Seja lá o que for, vai passar na televisão.

*Adriano Oliveira é sócio e head de atendimento da Publiset

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