Ford Edge ST apresenta Notícia no Seu Tempo, novo podcast do Estadão
Em alguns minutos, o ouvinte fica por dentro dos principais conteúdos do Estadão
Chegar ao trabalho, pela manhã, já sabendo as principais notícias do Brasil e do mundo está ainda mais fácil. O Estadão e a Ford apresentam o novo podcast Notícia no Seu Tempo, projeto concebido pelas duas empresas e que promete facilitar a vida de quem precisa estar bem informado nas primeiras horas do dia.
Aberto e disponível nos principais players do mercado, o produto representa uma nova fase dos podcasts dentro do Grupo Estado, que ingressou nesse universo em 2017 com o pioneiro Estadão Notícias e, atualmente, mantém 11 deles ativos na Rádio Eldorado.
Ao unir o novo Ford Edge ST ao projeto, a companhia pretende destacar atributos do veículo como performance, tecnologia e inovação. “Cada vez mais as marcas precisam se aproximar dos consumidores com conteúdos relevantes. Para o lançamento do Edge ST, um SUV para executivos de alto padrão, que valorizam tempo e informação, criamos uma nova maneira de estar bem informado, transformando o conteúdo da edição impressa do Estadão em áudio que chega ao Spotify na mesma hora em que o jornal chega às bancas”, afirma Andre Leite, gerente de Comunicação de Marketing da Ford.
Ainda de madrugada, simultaneamente ao fechamento do jornal, uma equipe formada por jornalistas, roteiristas, produtores e locutores estará a postos na redação do Estadão preparando o Notícia no Seu Tempo. Os podcasts serão divididos em editorias com 2 minutos de duração, para o ouvinte ficar por dentro da essência das notícias mais relevantes do dia, como Política, Economia, Esportes, Caderno 2, entre outras. Assim, é possível selecionar apenas as notícias que mais interessam, já que os áudios são independentes.
“A inovação está na simplicidade. Em geral, podcasts são bastante opinativos. O Notícia no Seu Tempo faz diferente ao sintetizar, durante amadrugada, as notícias mais quentes para consumo on demand”, explica José Alves, diretor da Unidade de Negócios Mobilidade do Grupo Estado. A ação prevê investimento em todas as plataformas, como meio impresso, rádio e redes sociais.
Sete dicas para quem quer ingressar no mundo dos podcasts
por Achiles Júnior e Maria Carolina Avis*
A primeira coisa é entender o que é podcast, concorda?
Trata-se de uma nova mídia cujo nome tem sua origem no latim e significa “meio ou caminho”. É utilizada para transmissão de informações, da mesma maneira que a televisão, rádio, revista ou mesmo o jornal. Assim, o podcast pode ser compreendido como uma espécie de programa de rádio, que tem como diferença básica e grande vantagem ser produzido sob demanda específica.
Com ele, é possível acessar, ouvir, curtir e aprender o que quiser e quando considerar mais adequado.
Porém, o tal do podcast tem novos recursos, nasce e cresce com novas possibilidades, novos hábitos de vida e novas formas de utilização. Dessa forma, pode ser entendido como uma nova mídia que tem como finalidade a transmissão de informações. É muito recente em terras brasileiras, onde cresce e pouco a pouco passa a fazer parte de novos hábitos e costumes.
No podcast pode-se usar, ainda, os chamados agregadores, que são aplicativos (SoundCloud, WeCast, Stitcher, Overcast, Feedly, iTunes, Podflix, entre outros). São serviços específicos para usufruir de temas de sua preferência, tais como cultura, esportes, ciência, educacional e política.
Vale lembrar que esse hábito cresce impulsionado pelo aumento do comportamento mobile do cidadão.
Segue, então, algumas dicas para quem pretende ingressar e se destacar no mundo dos podcasts:
Busque relevância
Como esse mercado é relativamente novo, busque a atenção de todos, inclusive de gigantes da indústria. Para se destacar é necessário ser relevante e encontrar algo que você domine, algo que possa agregar à vida das pessoas, que seja valioso e gere conteúdo relevante — aliás, esta última regra é a mais importante.
Nichos de audiência
Ser relevante em um assunto que ninguém se interessa pode ser ainda mais complicado. Sendo assim, encontre seu nicho de audiência. Entenda qual seu segmento e interaja de maneira eficiente.
Marca pessoal forte
Diga “a que veio” e qual seu propósito no meio de tanta gente produzindo conteúdo. Crie uma marca pessoal forte — afinal, não basta ser o melhor profissional, mas continuar desconhecido no mercado, concorda?
Planejamento e organização
Pense em conteúdo, logicamente, mas nunca se esqueça de que um planejamento que vai desde a criação, postagem, até a divulgação de seu podcast é base para o sucesso, ou certamente minimiza o fracasso. Com planejamento, sempre vai funcionar, seja no mundo real ou virtual.
Equipamento
Invista na qualidade dos áudios. Vale adquirir algum equipamento com alto padrão de captação e de som. Que tal um microfone profissional para ter um áudio de padrão de estúdio?
Fidelização
Encontrado seu nicho, as palavras de ordem são: identificá-los, valorizá-los e fidelizá-los. Afinal eles serão os grandes propagadores para o bem ou para o mal em sua caminhada no mundo dos podcasts. Como diz o ditado: as formigas têm megafones.
Participantes convidados
A participação de pessoas relevantes, conhecidas e influentes dentro do segmento de sua atuação é bem-vinda, principalmente no início. Credibilidade vem de influência, premissa nesse mundo novo do qual fazemos parte.
* Achiles Júnior e Maria Carolina Avis são professores de Marketing Digital no Centro Universitário Internacional Uninter.
Bume cria sistema de assinaturas para seguidores terem acesso a conteúdo exclusivo
Lançada pelo Instagram em novembro de 2018, a função “Melhores Amigos” facilitou a vida de quem, muitas vezes, tinha de criar um perfil exclusivo para interagir somente com amigos mais próximos ou bloquear determinados seguidores um a um antes de postar. De olho nessa atualização, a plataforma Bume, de gestão e crescimento na rede social, desenvolveu uma ferramenta voltada a influenciadores, produtores de conteúdo e empresas, que permite a automatização de uma rede de assinantes para stories privados mediante pagamento de mensalidade.
A ferramenta permite que marcas e criadores de conteúdo tragam mais engajamento às suas redes sociais. É possível, por exemplo, desenvolver workshops especiais, de acordo com a área de atuação do influenciador. Foi o caso da FII’s, plataforma de fundos imobiliários que abriu um curso sobre o mercado financeiro e dicas para prosperar no ramo, em que disponibilizaram 100 vagas na função Melhores Amigos.
Além de automatizar e gerenciar a nova funcionalidade do Instagram, o software também disponibiliza uma landing page para os influenciadores enviarem convites aos interessados em se tornarem “melhores amigos” no Instagram. “Os seguidores que desejam fazer parte da rede exclusiva se registram diretamente no link e, uma vez concluído o processo, em até dois minutos terão acesso ao Melhores Amigos”, explica Pedro Villalobos, gerente de produto do Bume. A assinatura pode ser mensal ou anual, mas o valor a ser pago e o limite de participantes são definidos pelo próprio criador de conteúdo.
Demais funcionalidades
As assinaturas complementam uma série de funções disponíveis no Bume para gestão de contas no Instagram. O software auxilia a segmentar o púbico; agendar posts e stories; gerar interações e enviar mensagens diretas automáticas; elaborar relatórios de crescimento, entre outras. Para dar um boom nas redes sociais e desfrutar das funcionalidades da plataforma, o usuário pode escolher entre três tipos de plano: semestral (R$ 347), trimestral (R$ 197) e mensal (R$ 79).
A criatividade morreu na Propaganda? Pode ser que sim.
Em tempos de evoluções tecnológicas e comunicações instantâneas, o trabalho do designer ou publicitário caricato parece não mais fazer sentido. Mas será que a criatividade não tem mais espaço nesse novo mundo digital onde tudo já é pré-definido e cada vez mais automático?
Para entender alguma palavra ou a relação entre elas é sempre bom buscar seu real significado. Isso clareia o raciocínio. Vejamos. Propaganda é: “divulgação de uma ideia, crença, religião”.
Dentre outras definições específicas, podemos entender que a Propaganda de ontem, a de hoje e, arrisco dizer, a de amanhã vai ser sobre divulgações de ideias. Não importa como: vídeos, fotos, impressos, aplicativos, tendências, crenças, marcas etc.
Já a palavra arte, que está intimamente ligada à criatividade, significa, dentre outras coisas: “uso dessa habilidade nos diversos campos do pensamento e do conhecimento humano”.
Dessa forma, complementamos a definição de criatividade, para encontrarmos o ponto em comum destes itens: “inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar”.
Então, vemos que a arte é apenas uma das resultantes de alguém que possui criatividade. Assim, é um ponto a ser considerado, pois entendemos então que, pelo menos do ponto de vista lógico, é possível ser criativo em qualquer área do conhecimento humano. Até na hora de escolher qual exercício físico fazer ou como preparar seu almoço ou até na hora de levar o cachorro para passear, alternando caminhos e inovando.
E quando este conhecimento humano trata da comunicação?
Então, entramos no campo da propaganda, que pode ser de qualquer cunho, político, comercial, religioso, social etc., mas respeita algumas regras atuais, ainda mais neste novo cenário digital.
É preciso ter claro o público que iremos falar, hoje conseguimos segmentações espetaculares nas mídias sociais, sabendo direcionar nossas campanhas para uma pessoa que torce para o time X, que gosta de comer Y, e curte a marca de roupa Z. Tudo fica mais fácil e, às vezes, nem precisamos ser muito criativos nessa comunicação. Certo? Talvez.
Hoje encontramos programas que enviam e-mails, criam layouts, fazem vídeos, criam imagens personalizadas, fazem logotipos com base nas suas indicações e até fazem todo o planejamento e monitoramento de mídia, com base em inteligências artificiais dos programas, tudo visando uma otimização de tempo, dinheiro e resultados. Mas sempre existe um risco.
Então, você quer dizer que não podemos aproveitar a (da) tecnologia?
Não sou do tipo contra os avanços tecnológicos, mas acho que alguns sinais precisam ser considerados antes de abraçar uma nova ferramenta ou facilidades on-line que prometem fazer todo o seu trabalho de publicitário, por exemplo, selecionar suas paletas de cores, as melhores palavras-chave, as fotos e trilhas sonoras que são ideais para despertar aquele sentimento no público. Isso precisa ser um complemento do conhecimento seu, não uma bengala criativa.
Ainda penso que temos que aprender sim, sobre tecnologia, mergulhar nesse mundo, mas não se afogar. A ciência humana não é exata, por isso, o ser humano precisa ser sempre o foco. Tanto na hora de criar novas peças publicitárias, como na hora de planejar novas campanhas, ainda mais as que forem focadas em valores.
Máquinas ainda não selecionam os melhores valores para a sua marca. Ainda.
Como esta nova geração se preocupa ainda mais com valores das marcas que compram, é preciso entender que uma má escolha vai prejudicar qualquer campanha. Definido isso: tendo um planejamento transparente e uma comunicação bem alinhada com seu cliente, as propagandas só vão acompanhar aquele universo lógico. Daí podemos ser criativos. Não necessariamente na arte, mas talvez na forma, no jeito de falar, no ambiente em que aparecemos, na voz, no momento que a marca ganha destaque dentro da vida do público ou até na forma de se posicionar como marca.
A criatividade precisa existir em algum lugar. Mesmo que não seja na arte.
Se você não sabe os valores da empresa, não entende os quereres do público, não conhece as ferramentas, os prazos, a verba e as possibilidades, você não vai conseguir articular as ideias para ser criativo. Vai ficar lá no passado, achando que a arte precisa ser surrealista, minimalista, impactante ou animada, para fazer sucesso. Vai achar que ter uma marca conhecida já vai bastar. Que as pessoas falarem de você já vai ser suficiente. Vai ficar no campo superficial da antiga criatividade que já morreu. Faz tempo. E renasceu como várias outras formas de se inovar. Será que você está trabalhando com um cadáver e não sabia? Acho que já passou da hora de repensar a criatividade na sua empresa, sua agência ou até na sua vida. Vamos mudar o trajeto de volta do trabalho, só para começar?