Coluna Propaganda&Arte

Instagram cortou os likes e seu ego pode não gostar disso

Com a nova atualização do Instagram, especificamente no Brasil, a rede social desabilitou a visualização de likes nas postagens. Como isso vai afetar, em longo prazo, na sua autoestima?

O Facebook e o Instagram já são palco de uma inconsciente competição por mais likes há anos. Isso já foi analisado por psicólogos e universidades ao redor do mundo e perceberam que a felicidade, autoestima e sensação de pertencimento do usuário destas redes sociais está intimamente ligada à quantidade de likes que recebe ou que outros recebem (no caso de sentimentos negativos de inveja, por exemplo) em cada postagem.

Com o objetivo de diminuir essa competitividade, o Instagram fez o teste e já está valendo no Brasil: você não consegue ver os likes nas postagens alheias, apenas nas suas.

Como menos likes podem ajudar você a curtir mais a vida?

O Instagram acredita, e experimentos feitos na Universidade de Illinois mostraram isso no Facebook, que tirar o foco da quantidade de curtidas e focar na história em si pode ser mais saudável para o emocional e psicológico dos usurários.

Como nada nas redes sociais são por acaso, eles perceberam que o objetivo da rede social não estava sendo alcançado, criando um ambiente antissocial, cada vez mais observador e menos participativo. Até nas empresas, nas contas de marcas, sabemos que curtidas não resolvem e não vendem produtos. Elas são apenas uma das formas de interações e que está sendo botada em cheque.

Você já pensou nos motivos que te levam a postar uma foto?

Veja, você. Faça uma análise e compare as últimas três fotos postadas no Instagram. Com qual intenção você fez aquelas postagens? De que forma, ter mais likes lhe faria sentir bem? Será que não é mais importante interagir e mostrar algo realmente verdadeiro do que passar uma imagem de algo?

O Instagram percebeu que seu ambiente virou uma grande prateleira de situações quase irreais que, ao invés de unir, está gerando uma competição bizarramente acirrada. Tornando tudo mais fútil e sem movimento real, sem emoções. Virou o ícone do culto à imagem, algo muito antigo na sociedade.

As redes sociais estão presando cada vez mais por qualidade e não quantidade

O Facebook também está trabalhando para diminuir o número de perfis fakes e atrapalhar os boots que dão curtidas em páginas ou em postagens para entregar aos usuários e empresas cada vez mais números reais e testados.

Às vezes, estão até exagerando neste controle e bloqueando usuários normais que trabalham com ferramentas de automação de redes sociais, aquelas que postam em mais de uma rede por vez, os considerando boots.

Estamos em meio a uma guerra de atenção, isso é fato. E, se as redes sociais não se movimentarem para entregar uma experiência cada vez mais real e menos artificial, não sei o que será do futuro das redes sociais. E, consequentemente, do futuro do próprio comportamento humano.

Não dá para separar hoje os sentimentos virtuais dos reais. Tudo é uma coisa só e esse tipo de mudança, como a tirada dos likes aparentes, poderá mudar a nossa forma de interagir.

Será que estamos preparados para mudar o foco das postagens?

As redes sociais, por princípio, querem que a gente interaja. E se for de forma saudável, combatendo a depressão e ações excludentes, melhor ainda. Fato é que pouco se fez para remediar esse comportamento humano de viver de aparências e de inflar o ego até então. E as redes sociais estão percebendo que se não tratar este problema, que já virou um mal do século atual (competitividade e supervalorização da imagem), não teremos pessoas sãs ou vivas no futuro para curtir ou dar likes nas postagens. (Tudo bem. Exagerei, mas foi só para mostrar a gravidade do assunto).

No fim, é uma ação de sobrevivência, em um ambiente que está beirando a superficialidade e tirando das pessoas (e marcas) a sua essência.

Como você está cuidando do seu ego e do ego das empresas que trabalha? Vamos focar mais nas histórias e nos seguidores engajados?

Um flash no fim do túnel

Talvez esse seja um “flash no fim do túnel”, mas eu prefiro esperar para saber o que vai acontecer com os futuros selfies e com esse experimento social que o Instagram está iniciando, aparentemente inofensivo no Brasil.

Apps favoritos em suas categorias

Uber, iFood e Netflix se destacam na preferência do consumidor em suas categorias de aplicativo

Estudo da Bridge Research analisou três tipos de apps: transporte
particular de passageiros, delivery de comida e serviços de streaming de vídeos

Em um mercado volátil, que se transforma e evolui rapidamente, o que faz um aplicativo ser mais usado que outro? Como conquistar diferenciação e preferência do consumidor quando pode ser facilmente copiado pelo concorrente? Essas foram algumas das perguntas que o estudo Customer Choice procurou responder.

A pesquisa desenvolvida pela Bridge Research, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers, analisou três categorias de aplicativos extremamente competitivas: transporte particular de passageiros, delivery de comida e serviços de streaming de vídeos.

“Praticamente todas as marcas presentes no estudo promoveram disrupção em seus setores. Nas três categorias, as barreiras de adoção são baixas. Os consumidores utilizam múltiplos apps e todos recebem índices de recomendação semelhantes. Nesse cenário, ter indicadores de satisfação do cliente mais altos não representa garantia de nada. A liderança gera preferência nessas três análises”, explica Felipe Menezes, diretor de Research e Consumer Insights da Bridge Research.

A pesquisa Customer Choice, realizada entre 24 de abril e 2 de maio, realizou 379 entrevistas on-line. Envolveu mulheres e homens, em todo o Brasil, com idade entre 16 e 60 anos, das classes A, B e C. Os aplicativos de transporte particular de passageiros foram apontados como os mais usados pelos consumidores. Dos entrevistados, 91% já utilizaram esse tipo de serviço. Os serviços de streaming de vídeo já atenderam a 82% das pessoas ouvidas e 76% recorreram aos de delivery de comida.

Transporte – O app preferido por 75% dos entrevistados é o UBER, seguido do 99 com 20% de preferência. O Uber consegue atrair a preferência de mais heavy users e também mostra força na questão relacionada à disponibilidade de carros. Por outro lado, o 99 se destaca no item “Descontos” e “Aceitação de Corridas pelos Motoristas”. Os resultados indicam que, nessa área, todos os apps têm como principais pontos a melhorar o “Atendimento” e “Segurança”. Além disso, o usuário prefere o app que dá mais sensação de controle (31% da geração de preferência vêm do fator “Acompanhamento em Tempo Real da Localização do Motorista assim que o Carro é Solicitado”).

Alimentação – Os apps de Delivery de Comida preferidos do consumidor foram, na ordem, iFood (78%), Uber Eats (10%), Rappi (3%) e Pedidos Já (0,2%). A pesquisa identificou traços atitudinais mais fortes entre usuários, como o interesse em testar produtos inovadores, ter mais tempo livre, disposição em gastar mais em experiências novas e também para ter mais conveniência. O IFood foi APP mais bem avaliado em opções de pagamento, variedades de restaurantes e tipos de comida e abrangência de entrega. Além disso, quem prefere Uber Eats também usa iFood com freqüência. No caso da geração de preferência, o quesito “Variedade” é o mais decisivo.

Vídeo – Quando analisados os serviços de streaming de vídeo, oito apareceram como os mais usados, sendo que cinco foram apontados como preferidos pelo consumidor: Netflix (86% de preferência), Amazon Prime Video (4%), Now (2%), HBO Go (1%) e Globo Play (1%). Alguns pontos se destacaram como, por exemplo, o fato de a Amazon Prime Video atingir lembrança espontânea maior que Globo Play, Telecine Play, HBO Go, Now e Google Play. Além disso, usuários da Netflix usam, em média, 2,6 apps de streaming de vídeo pagos, contra média de cinco aplicativos entre usuários do Amazon Prime Video. Já a relação custo-benefício se mostrou importante gerador de satisfação e ter conteúdo original é o quesito de maior diferenciação, com 32% de peso na geração de preferência. Por outro lado, “Filmes Novos/Lançamentos” tem peso zero e “Variedade de Séries” corresponde a 20% da geração de preferência.

Sobre a Bridge Research

A Bridge Research oferece serviços de inteligência que contribuem efetivamente para a definição da estratégia de negócios de seus clientes. Formada por um time de profissionais experientes e com habilidade para utilização de ferramentas avançadas, atua em três pilares: expertise no setor, tecnologia avançada e atendimento próximo e acessível. Com foco nos setores de Tecnologia e Telecomunicações, Serviços Públicos, bem como nos mercados Financeiro, Imobiliário e de Utilities, para identificar suas crescentes e complexas demandas. Entre os principais produtos da Bridge Research estão pesquisa de satisfação, conjoint analysis e trade-off analysis, além de pesquisa on-line.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

Novo podcast do Estadão

Ford Edge ST apresenta Notícia no Seu Tempo, novo podcast do Estadão

Em alguns minutos, o ouvinte fica por dentro dos principais conteúdos do Estadão

Chegar ao trabalho, pela manhã, já sabendo as principais notícias do Brasil e do mundo está ainda mais fácil. O Estadão e a Ford apresentam o novo podcast Notícia no Seu Tempo, projeto concebido pelas duas empresas e que promete facilitar a vida de quem precisa estar bem informado nas primeiras horas do dia.

Aberto e disponível nos principais players do mercado, o produto representa uma nova fase dos podcasts dentro do Grupo Estado, que ingressou nesse universo em 2017 com o pioneiro Estadão Notícias e, atualmente, mantém 11 deles ativos na Rádio Eldorado.

Ao unir o novo Ford Edge ST ao projeto, a companhia pretende destacar atributos do veículo como performance, tecnologia e inovação. “Cada vez mais as marcas precisam se aproximar dos consumidores com conteúdos relevantes. Para o lançamento do Edge ST, um SUV para executivos de alto padrão, que valorizam tempo e informação, criamos uma nova maneira de estar bem informado, transformando o conteúdo da edição impressa do Estadão em áudio que chega ao Spotify na mesma hora em que o jornal chega às bancas”, afirma Andre Leite, gerente de Comunicação de Marketing da Ford.

Ainda de madrugada, simultaneamente ao fechamento do jornal, uma equipe formada por jornalistas, roteiristas, produtores e locutores estará a postos na redação do Estadão preparando o Notícia no Seu Tempo. Os podcasts serão divididos em editorias com 2 minutos de duração, para o ouvinte ficar por dentro da essência das notícias mais relevantes do dia, como Política, Economia, Esportes, Caderno 2, entre outras. Assim, é possível selecionar apenas as notícias que mais interessam, já que os áudios são independentes.

“A inovação está na simplicidade. Em geral, podcasts são bastante opinativos. O Notícia no Seu Tempo faz diferente ao sintetizar, durante amadrugada, as notícias mais quentes para consumo on demand”, explica José Alves, diretor da Unidade de Negócios Mobilidade do Grupo Estado. A ação prevê investimento em todas as plataformas, como meio impresso, rádio e redes sociais.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

Entenda os podcasts

Sete dicas para quem quer ingressar no mundo dos podcasts

por Achiles Júnior e Maria Carolina Avis*

A primeira coisa é entender o que é podcast, concorda?

Trata-se de uma nova mídia cujo nome tem sua origem no latim e significa “meio ou caminho”. É utilizada para transmissão de informações, da mesma maneira que a televisão, rádio, revista ou mesmo o jornal. Assim, o podcast pode ser compreendido como uma espécie de programa de rádio, que tem como diferença básica e grande vantagem ser produzido sob demanda específica.

Com ele, é possível acessar, ouvir, curtir e aprender o que quiser e quando considerar mais adequado.

Porém, o tal do podcast tem novos recursos, nasce e cresce com novas possibilidades, novos hábitos de vida e novas formas de utilização. Dessa forma, pode ser entendido como uma nova mídia que tem como finalidade a transmissão de informações. É muito recente em terras brasileiras, onde cresce e pouco a pouco passa a fazer parte de novos hábitos e costumes.

No podcast pode-se usar, ainda, os chamados agregadores, que são aplicativos (SoundCloud, WeCast, Stitcher, Overcast, Feedly, iTunes, Podflix, entre outros). São serviços específicos para usufruir de temas de sua preferência, tais como cultura, esportes, ciência, educacional e política.

Vale lembrar que esse hábito cresce impulsionado pelo aumento do comportamento mobile do cidadão.

Segue, então, algumas dicas para quem pretende ingressar e se destacar no mundo dos podcasts:

Busque relevância

Como esse mercado é relativamente novo, busque a atenção de todos, inclusive de gigantes da indústria. Para se destacar é necessário ser relevante e encontrar algo que você domine, algo que possa agregar à vida das pessoas, que seja valioso e gere conteúdo relevante — aliás, esta última regra é a mais importante.

Nichos de audiência

Ser relevante em um assunto que ninguém se interessa pode ser ainda mais complicado. Sendo assim, encontre seu nicho de audiência. Entenda qual seu segmento e interaja de maneira eficiente.

Marca pessoal forte

Diga “a que veio” e qual seu propósito no meio de tanta gente produzindo conteúdo. Crie uma marca pessoal forte — afinal, não basta ser o melhor profissional, mas continuar desconhecido no mercado, concorda?

Planejamento e organização

Pense em conteúdo, logicamente, mas nunca se esqueça de que um planejamento que vai desde a criação, postagem, até a divulgação de seu podcast é base para o sucesso, ou certamente minimiza o fracasso. Com planejamento, sempre vai funcionar, seja no mundo real ou virtual.

Equipamento

Invista na qualidade dos áudios. Vale adquirir algum equipamento com alto padrão de captação e de som. Que tal um microfone profissional para ter um áudio de padrão de estúdio?

Fidelização

Encontrado seu nicho, as palavras de ordem são: identificá-los, valorizá-los e fidelizá-los. Afinal eles serão os grandes propagadores para o bem ou para o mal em sua caminhada no mundo dos podcasts. Como diz o ditado: as formigas têm megafones.

Participantes convidados

A participação de pessoas relevantes, conhecidas e influentes dentro do segmento de sua atuação é bem-vinda, principalmente no início. Credibilidade vem de influência, premissa nesse mundo novo do qual fazemos parte.

* Achiles Júnior e Maria Carolina Avis são professores de Marketing Digital no Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 – Lorena Oliva