A Atomic Buzz está buscando um estagiário para atuar na área comercial.
A agência busca por pessoas talentosas, disciplinadas, que gostem de Redes Sociais, de desafios e seja comunicativo(a).
Vaga: Estágiario Comercial
Função: Irá atuar na prospecção , assessoria da equipe da área comercial e atendimento dos clientes
Bolsa auxilio + Vale transporte
Horário : Segunda a Sexta-feira 9H30 ás 16H30
Currículo enviar para: atendimento.atomicbuzz@gmail.com colocando a vaga de interesse.
Avanço da tecnologia aprimora experiência do consumidor e contribui para melhores margens nos supermercados
*Por Christian Rempel, consultor de varejo da Logicalis
O supermercado é um dos segmentos mais relevantes para o setor de varejo. De acordo com a Pesquisa Natal 2018, lançada em outubro pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o crescimento acumulado de vendas de janeiro a setembro deste ano foi de 1,92% e o setor projeta um aumento de 10,27% no fim de ano, ambos em comparação com os mesmos períodos de 2017. Porém, mesmo com os sinais de avanço, a pesquisa apontou que muitos empresários ainda estão cautelosos e apenas 18% acreditam em uma ampliação dos negócios se comparado com ano passado.
A eficiência na gestão das lojas é fundamental para apoiar o desenvolvimento deste setor, mas continua sendo um dos maiores desafios enfrentados pelos estabelecimentos. Isso vale tanto para custos com funcionários, quanto para o gerenciamento do fluxo de produtos e clientes. Há sempre contas a serem feitas, como quantos clientes é possível atender por caixa, o número de colaboradores necessários para manter as gôndolas abastecidas para que não haja ruptura, entre outros detalhes.
E, mesmo que o e-commerce esteja cada vez mais presente no dia a dia do consumidor, a eficiência das lojas físicas ainda é muito importante para o crescimento do setor. Portanto, para aumentar o lucro, é necessária uma combinação de ações dentro da loja, logística e nos centros de distribuição, e até mesmo no e-commerce.
O avanço da tecnologia vem possibilitando aos supermercados aprimorar a experiência do cliente e, com isso, aumentar o faturamento. As possibilidades são inúmeras, como por exemplo a implementação de totens interativos no autoatendimento. A digitalização do atendimento, aliás, é uma das tendências que mais deve crescer nos próximos anos.
O autoatendimento pode funcionar como uma complementação da compra e e estar disponível em totens a serem instalados na loja, ou estar em aplicativos para os dispositivos moveis do cliente. Assim, produtos em falta na loja física poderiam ser adquiridos através deles e entregues na casa do consumidor.
Outra tendência para aprimorar o autoatendimento são os carrinhos com scanners e balanças. Em vez de enfrentar a fila do caixa, o consumidor colocaria os produtos no carrinho, que pesaria e leria o código de barras do produto automaticamente, eliminando o tempo de espera em longas filas.
O setor supermercadista brasileiro vem investindo em tecnologia há algum tempo e algumas soluções já são realidade em várias redes. Elas vão desde a oferta de Wi-Fi aberto, propiciando que o cliente permaneça mais tempo na loja e, consequentemente, consuma mais; passando por etiquetas eletrônicas que facilitam a troca de preços automaticamente em promoções relâmpago, por exemplo, reduzindo erros no momento do caixa e melhorando a relação com o cliente; e, até mesmo, o self checkout, que passa por um momento de alto investimento e amadurecimento no País.
As possibilidades são inúmeras, mas a grande discussão que precisa ser feita ao decidir implementar uma tecnologia é definir qual faz mais sentido para empresa. Quando os supermercados investem em tecnologias que entregam uma melhor experiência ao consumidor, há retorno em diversas frentes, tanto com relação à redução de custos, quanto ao aumento de vendas. As companhias têm mudando suas missões e a digitalização está no centro desta mudança. Escolhendo o parceiro correto, o varejo só tem a ganhar com esta evolução.
Consumo consciente é uma tendência que cresce em todas as idades e públicos. A economia colaborativa está ajudando esse movimento
O consumo consciente deixou de ser apenas discurso para estar cada vez mais presente no dia a dia das pessoas no mundo e, claro, no Brasil. Esse movimento, que envolve consciência sobre o bem coletivo passa a ganhar maiores proporções com o avanço da economia colaborativa, impactando significativamente a forma de consumir produtos e serviços. Essas conclusões são oriundas da pesquisa A Economia Colaborativa e os Impactos no Consumo, desenvolvida pela Officina Sophia Retail, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers.
O estudo detectou que 56% das pessoas, com prevalência na Classe A, já ouviram falar de economia colaborativa e consumo consciente, bem como conhecem diversos aplicativos que promovem o consumo colaborativo. Um reflexo disso é que, para 63% dos respondentes, as empresas baseadas na economia colaborativa são mais inovadoras que as demais.
Outro ponto destacado no estudo é a relação das pessoas com as mais diferentes atividades da economia colaborativa para buscar alternativas mais sustentáveis, econômicas ou conscientes de consumo. Algumas opções são mais conhecidas e utilizadas como os aplicativos de transporte (97% dos entrevistados usa ou conhece); serviços de aluguel de casas por temporada (92%); aluguel de bicicletas (89%); compra e venda de produtos em sites (88%); e aplicativos de carona (87%).
O estudo mostrou também como as pessoas se comportam diante dessa nova realidade. De modo geral, elas não estão alheias às mudanças e fazem questão de participar de tudo com relação ao consumo consciente. Foram detectados três perfis: “O Consciente” (48% do total), para quem a economia colaborativa constrói comunidades fortes; “O Prático” (31%), que enxergam na economia colaborativa uma forma de vida mais econômica; e “O Distante” (21%), que entende o cenário como algo muito novo, sem consistência e ainda distante da sua realidade, mas precisa de mais informações. Nesse sentido, as mulheres se entendem mais “práticas”, enquanto homes se veem mais “distantes”. Quando o corte foi por classe social, percebeu-se a Classe A mais “consciente”.
O que fazem em relação ao consumo excessivo? Trocas. Nesse ponto, a economia colaborativa é uma grande aliada. Troca-se, por exemplo, o carro próprio por transportes públicos e/ou serviços coletivos como UBER. “A troca do material pela vivência é crescente. Pensar nesse consumo de forma consciente é um dos nossos novos desafios. Cabe às empresas entender e atender esse novo consumidor”, explica Valéria Rodrigues, diretora da Officina Sophia Retail, responsável pela pesquisa.
“Mais do que consumir menos, é saber consumir. Se preocupar com todas as etapas do consumo – antes, durante e depois. O processo de busca por informações é trabalhoso, pois as pessoas acham que apenas comprar um produto escrito ‘orgânico’ na embalagem já é suficiente, por exemplo. Quando, na verdade, o consumo consciente seria buscar a origem do produto, como a embalagem foi produzida, como são feitos os descartes etc.”, destaca Valéria.
Para alguns, ainda existe a percepção de que essa tendência faz parte de um modismo, no qual se acredita que muitas pessoas praticam no discurso, mas falham nas escolhas. Porém, isso não tira a grandeza do movimento que vem em uma crescente.
“Um dos pontos que ressalto a partir do estudo é que as pessoas estão aprendendo a consumir e usar melhor os recursos e facilidades que têm à sua disposição. É normal buscar a otimização dentro de casa ou no trabalho, para que o descarte seja menor. Além disso, passam a querer saber a origem dos alimentos que consomem (com bom destaque para a alimentação orgânica e vegana) e se preocupam a respeito de como, onde e de qual maneira deve ser feito o descarte. Isso está acontecendo, pois estamos sob o forte impacto da tendência de ‘consciência coletiva’, pela qual o indivíduo começa assumir o peso das responsabilidades sociais e ambientais”, conclui.
Metodologia – Para chegar aos resultados, foram entrevistadas on-line 1.670 pessoas, sendo 53% mulheres e 47% homens, em todo o Brasil, com idade entre 18 e 64 anos, das classes A, B e C. Separaram-se, na amostra, os jovens entre 18 e 26 anos, para compor a comunidade dos trend setters (pessoas que começam, marcam ou criam tendências e podem determinar quais são as tendências mais populares). Além disso, três entrevistados foram ouvidos com mais profundidade e compuseram os opinion leaders: Rodrigo dos Reis, CEO da Zeitgeist e especialista em Tendências; Ricardo Pastore, professor da ESPM e especialista em Varejo; e Ana Lavaquial, consultora de Economia Colaborativa e Inovação.
Conheça algumas ações que contribuem para o customer success
por Marina dos Anjos, Gerente de Marketing da Scup*
Durante o ano de 2018 ouvimos falar muito em como uma marca deve estar orientada ao cliente e que, atualmente, o consumidor é o principal porta voz de seu negócios e, por isso, devemos sempre estar atentos à sua experiência e contribuir para que ela seja a mais positiva possível.
Como sabemos que a comunicação é uma área de grande importância para cumprir a missão de manter o cliente sempre feliz – seja no envio de um e-mail, uma interação pelas redes sociais ou um papo presencial – reuni algumas ações e estratégias que funcionaram super bem em 2018 e, certamente, irão te ajudar a melhorar cada vez mais o relacionamento com os clientes em 2019:
Inclua os emojis na comunicação da sua empresa
Usar emojis é uma maneira de marcar presença nas redes sociais e, ao mesmo tempo, diferenciar-se dos concorrentes. Eles não só mostram que a marca está atenta às tendências atuais, mas prova que ela é próxima de seus clientes. Afinal, nada poderia ser mais pessoal do que comunicar-se na mesma linguagem que seu consumidor usa para falar com os amigos e familiares.
Seja Mobile Friendly
As pessoas enxergam sua marca como uma coisa única. Elas esperam, portanto, uma experiência igualmente agradável em todos os canais, sejam eles online ou offline. No mobile, a expectativa é que não haja nenhum tipo de atrito na hora de realizar qualquer ação, independente do grau de complexidade dela. Ou seja: as pessoas não esperam nada menos do que experiências incríveis em todos os pontos da jornada.
Valorize as ferramentas de atendimento (e o seu cliente)
Ao receber um atendimento de qualidade, o consumidor se sente valorizado e espalha essa satisfação entre os amigos e seguidores. Dessa forma, você ganha duas vezes: aumentando a produtividade e recebendo a publicidade que mais importa: a orgânica.
Aproveite as possibilidades da Inteligência Artificial
A inteligência artificial é um mundo a ser explorado pelas empresas. Na era do imediatismo, a interação das marcas por meios digitais proporciona uma experiência personalizada e única para os consumidores.
Invista na fidelização do cliente
Hoje em dia é comum que as empresas passem mais tempo conquistando novos clientes do que fidelizando os que já existem. O processo de fidelização é, basicamente, construído pelo bom relacionamento, ágil e personalizado. Chamar o consumidor pelo nome, por exemplo, faz parte disso.
Saiba como usar hashtags
Melhor do que ser vista, é ser vista pelas pessoas certas. Sua empresa precisa não só de seguidores, mas de usuários que sejam possíveis clientes, e as hashtags podem ser uma ótima maneira de chegar até eles. Para isso, é necessário usar aquelas mais específicas. Elas trarão usuários que passam tempo curtindo e comentando as fotos que as acompanham.
Defina sua personas
Para não cair no erro de generalizar demais o público da sua empresa, é fundamental desenvolver personas cuidadosamente. Assumir que você já conhece sua audiência pode ser um erro grave e trazer grandes consequências para a marca, mas não incrementar a persona o suficiente, também. Nem um, nem outro: você precisa indicar os vários tipos de clientes que você tem e retratá-los com cuidado.
Seja transparente
Todo mundo sabe como é difícil acharmos marcas e também pessoas verdadeiramente transparentes sobre os seus produtos e serviços. E, por outro lado, é o que todos como consumidores procuram: autenticidade, verdade e confiança. A autenticidade é perceptível para os consumidores e cabe às marcas construírem uma boa relação com os clientes por meio de atitudes transparentes e reais.
*Sobre Marina dos Anjos
Marina dos Anjos é jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo e possui MBA em Marketing e Vendas. Trabalha com comunicação corporativa desde 2009, tendo passado por agências de comunicação e atendido startups e empresas como BIC, boo-box (já vendida) e Scup (antes de passar a integrar a equipe da empresa). Na Scup desde 2014, foi head de conteúdo e atualmente gerencia o marketing da plataforma.