Marketing Human To Human

Marketing Human To Human: veja como usá-lo no seu negócio

Muitos acreditam que as máquinas dominarão o mundo e roubarão seus empregos. Mas por trás da tecnologia estão sempre as pessoas e isso nunca será substituído.

Para a especialista em comportamento de consumo digital, implantação de e-commerce e negócios digitais, Fátima Bana, a chave de qualquer negócio é e sempre será o comportamento do consumidor. “Ao longo dos últimos anos, as estratégias de marketing, sejam elas online ou offline, foram todas voltadas para os segmentos B2B (empresas que vendem para empresas) e B2C (empresas que vendem para o consumidor) e uma de suas deficiências é que elas não humanizavam o processo de compra e venda, focando apenas em sanar uma necessidade de negócio” – resume.

No entanto, utilizar a humanização do negócio pode ser uma ferramenta importante para o sucesso da empresa. Mas então, como implementar o H2H? De acordo com Fátima Bana, a resposta é simples. “Arrisco dizer que nos últimos cinco anos, as empresas passaram muito tempo apenas apostando em algoritmos, em números (números e algoritmos nunca deixarão de ser importantes) mas esqueceram de usar a única coisa que nos difere dos robôs: sentimentos e entendimento das relações humanas”.

Assim, em um mundo cada vez mais tecnológico, recheado de novas ferramentas que são lançadas todos os dias e interações pessoais cada vez menores, a necessidade de humanizar o processo entre as empresas e o consumidor cresceu e o marketing Human to Human (H2H) se transforma em elemento de integração e acolhimento. “Se colocar no lugar do outro e ser autentico, fazendo com que a comunicação seja integrada pode ser a solução. Os times internos precisam imprimir os mesmos valores em todos os canais, sem forçar a barra, afinal, já está claro que o consumidor não é bobo. E além disso, é necessário servir de inspiração, trazendo para o negócio aquilo que o consumidor considera como valor e fazendo com que ele entenda os seus valores” – pontua a especialista.

Dessa forma, é necessário, antes de qualquer coisa entender como o público alvo da empresa “fala” e “ouve”. “Muitos cometem o grande erro de tomar decisões basicamente olhando relatórios, mas o diferencial está em ir para a linha de frente , ouvir e se relacionar com o consumidor” – comenta Fátima, que também possui formação internacional em Marketing e que atualmente, é graduanda em Neuropsicologia o que garante análises com base nos processos cognitivos.

A especialista diz ainda que, além do cérebro e dos cinco sentidos, devemos levar em consideração o comportamento via CRM (Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente) e redes sociais. “E quando falo em redes sociais, quero dizer que devemos criar uma base de controle, ver o que seu cliente faz, como ele se difere, o que ele acha bom e etc. Dessa maneira, cruzaremos os comportamentos em todas as redes, que sem dúvida trará resultados impressionantes” – finaliza Fátima Bana.

Sobre a profissional:

Fatima Bana, mestre em comportamento de consumo digital e especialista em liderança de equipes, planejamento, implantação de e-commerce, gestão empresarial e negócios digitais. A especialista possui formação internacional na área de marketing pela University of Califórnia (UCLA / USA) e atualmente, é graduanda em Neuropsicologia o que garante análises com base nos processos cognitivos. Fatima já atuou como líder em grandes empresas: foi diretora executiva em companhias como Gafisa, Accenture e Tivit, e ocupou o cargo de Head de Marketing na LATAM e CMO da Buser.

Fonte: Assessoria de Imprensa| Publikaí – Ludmila Baldoni

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Vaga para redator júnior ou pleno

Vaga para Copywriter JR/Pleno

A Lexos é uma software house de São José dos Campos com mais de 14 anos de caminhada, conhecida principalmente pelo seu software ERP. Em 2019 passou por uma grande mudança: a integração do software de automação comercial com lojas virtuais e a venda em marketplaces.

Image by mohamed Hassan from Pixabay

E como não é segredo pra ninguém, o e-commerce que já estava crescendo antes de 2020 explodiu durante pandemia e isolamento social. Desde lojas físicas que ficaram sem abrir até comerciantes que querem aumentar sua competividade em outros canais, e a Lexos está no mercado para os ajudar a iniciar, automatizar e escalar a operação de vendas online.

De maneira resumidíssima, a plataforma ajuda a administrar o estoque do lojista, a controlar seu processo de expedição (desde o pedido concluído até o envio para a transportadora) e a gerir sua estratégia de anúncios nos marketplaces (78% das vendas de e-commerce acontecem por estes canais).

Como é a vaga?
A Lexos está a procura de um profissional de redação que nos ajude a estruturar a comunicação desse novo momento da empresa. Ele atuará em conjunto com o coordenador de marketing, sendo o guardião da personalidade e imagem da empresa – a empresa possui um planejamento robusto com todos os alinhamentos necessários para embasar a criação de textos.

O principal desafio para a vaga é traduzir termos e funcionalidades técnicas em atributos e diferencias para os lojistas. A busca é por pessoas proativas e que comprem a ideia de escrever para o específico e crescente nicho do e-commerce B2B. A vaga é para atuar num modelo híbrido entre home-office e reuniões pontuais.

Quais as responsabilidades e atribuições?
– Criação de comunicação digital voltada ao público B2B;
– Redação de anúncios para Facebook Ads e Google Ads (Adwords, Youtube e Rede de Display);
– Desenvolvimento textual de Landing Pages;
– Ideias e produção de conteúdos para canais digitais (redes sociais, infográficos, webinars, newsletters, ebooks, etc);
– Escrita de e-mails para fluxos de automação;
– Auxílio com estratégia de SEO
– Criação de roteiros audiovisuais em vídeos motion e gravações;

E os requisitos desejados?
– Formação superior em Comunicação (PP, JO ou RP);
– Domínio da língua portuguesa e habilidade com redação publicitária;
– Conhecimento de SEO ou vontade de aprender mais sobre;
– Gostar de trabalhar em equipe;
– Ter vontade de aprender e crescer profissionalmente;
– Adaptabilidade.

Benefícios
– VR, VT (para dias de reunião), 30% de convênio e seguro de vida.

Mande seu CV/Portfólio + pretensão salarial para o email ariel@lexos.com.br e conte mais sobre quem você é. Pode ser com um texto, uma apresentação PowerPoint, vídeo ou até um TikTok.

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Como o mercado pode se preparar para atender o consumidor digital

por Marcos Ribeiro*

As mudanças nos modelos de consumo provocadas pela pandemia em 2020 acarretaram novos desafios para as empresas. Com a transformação digital acelerada, e como uma uma das formas de suprir a falta de contato físico, muitas delas intensificaram a presença on-line a fim de se manter relevantes para seu público, seja ele formado por outras empresas (B2B) ou pelo cliente final (B2C). Esse movimento fez com que o Brasil registrasse um aumento médio de 400% no número de novas lojas no comércio eletrônico por mês durante a pandemia, como indica a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico.

Image by Mediamodifier from Pixabay

Neste novo cenário, para manter o relacionamento com o consumidor digital é essencial entender que a competitividade tradicional passou a ser muito mais complexa, ainda mais durante o período de alta de vendas no varejo, que se estende entre os meses de novembro e dezembro. O Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) concluiu que o comércio eletrônico dominou a preferência dos compradores on-line, com o setor avançando 21,2% sobre o mesmo período em anos anteriores, na última Black Friday.

É importante entender que, nas plataformas digitais, um produto ou serviço pode ser oferecido de diversas maneiras, tais como mercados on-line (e-commerce, marketplaces) e serviços de assinatura, e, sem as barreiras físicas, a oferta pode envolver centenas de empresas ao mesmo tempo, deixando a concorrência mais acirrada. Assim, entender o comportamento de consumo deixa de ser apenas uma estratégia de diferenciação do negócio para se tornar uma necessidade cada vez maior e central no mercado.

Por isso, para oferecer uma experiência personalizada, a aplicação de soluções de data analytics, que permitem analisar informações dos canais (tanto on-line quanto offline) para aprimorar a abordagem comercial, ganharam notoriedade. Por meio delas é possível aprender mais sobre o próprio negócio, o público-alvo, os concorrentes e o segmento de atuação como um todo – inclusive com conceitos de omnicanalidade. O processamento de dados qualitativos e quantitativos ressignifica e traz novas perspectivas sobre o comportamento de consumo, permitindo que o posicionamento estratégico da companhia se adeque às demandas reais, melhorando o desempenho de negócios.

Nesse contexto, podemos destacar que tecnologias de inteligência artificial (IA), machine learning e segurança da informação são aliadas da análise de dados para a geração de insights precisos e seguros. O Gartner aponta que, até o final de 2024, 75% das companhias passarão de iniciativas de testes-piloto para novas formas de utilização de IA. Algumas dessas abordagens e técnicas, como aprendizado por reforço e aprendizado distribuído, já estão criando sistemas mais adaptáveis e flexíveis para lidar com situações de negócios complexas.

Na prática, a aplicação de analytics apoia o direcionamento das ações ao identificar padrões de comportamento, como tendências e similaridades. Assim, a análise de dados permite identificar quais são os caminhos com mais chances de sucesso. Por meio da aplicação adequada dos métodos e ferramentas analíticas, é possível identificar quais são os períodos em que o consumidor está mais disposto a comprar, por exemplo, para que as empresas possam oferecer serviços e produtos que atendam exatamente os seus anseios.

O grande diferencial do ambiente conectado é que a identificação desses padrões conta com o apoio da tecnologia para que a análise seja mais assertiva, filtrando os dados relevantes para os negócios com base em padrões. Nesse processo, plataformas em nuvem e o modelo B2B são grandes responsáveis por prover ferramentas de gestão que desempenhem uma operação personalizada de acordo com as demandas do cliente direto e do cliente final, com repositórios de dados atualizados, proteção das informações e inteligência analítica.

Esse diferencial é também um dos principais benefícios da aplicação da tecnologia no processo de marketing e vendas: ao ter maior e melhor compreensão de quem é o consumidor final, estratégias mais adequadas podem ser aplicadas para que as empresas se mantenham relevantes e precisas. Assim, além de potencializar os resultados, essa é uma forma de aproximá-las de seus clientes e, em um cenário de alta competitividade, aproveitar o máximo dos dados que estão disponíveis pode ser o maior trunfo para o sucesso.

*Marcos Ribeiro é head de Data & Analytics na Infosys Brasil.

Fonte: RPMA – Julia Souza

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Vaga aberta em marketing B2B

A Zappts está com vaga de ESPECIALISTA EM MKT DIGITAL B2B, confira os requisitos:

Responsabilidades

Atuar diretamente na estratégia de RH da organização;
Criar estratégias de Marketing reportando diretamente a diretoria da Organização;
Criar e garantir a consistência nas comunicações, conteúdo e branding interno e externo;
Monitorar e melhorar os KPI´s de geração de leads, alcance orgânico e conversão;
Gerenciar comitês de criação de conteúdo e suportar a comunicação interna;
Melhorar as ações de branding da companhia.

Requisitos
Já ter atuado com Marketing B2B e ABM;
Conhecimento de plataformas de Marketing Digital (Principalmente LinkedIn- Domínio de criação de conteúdo inbound).

Interessados deverão encaminhar uma versão atualizada do currículo em PDF para o e mail: queroser@zappts.com constando no assunto o nome da vaga.
Vaga para São José dos Campos/SP.

Saiba mais aqui

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Mastercard lança sua primeira campanha com foco no público B2B

4/11/2020 – A Mastercard vem diversificando a sua estratégia de negócios, passando de uma bandeira de cartão de crédito, débito e pré-pago, para uma empresa de tecnologia

O objetivo é reforçar o posicionamento de que a Mastercard é uma empresa de tecnologia em meios de pagamento que oferece soluções para beneficiar outras empresas

A Mastercard acaba de lançar sua primeira  campanha de marketing focada no público B2B: “Comece com as pessoas. Comece o que não tem preço”, desenvolvido pela agência WMcCANN,  que tem como objetivo reforçar o posicionamento de que a Mastercard é mais do que uma empresa de cartão.

Ao longo dos anos, a Mastercard vem diversificando a sua estratégia de negócios, passando de uma bandeira de cartão de crédito, débito e pré-pago, para uma empresa de tecnologia em meios de pagamento que oferece soluções completas para beneficiar outras empresas. Hoje, a Mastercard oferece soluções e produtos em diferentes áreas, como Cibersegurança, Inteligência Artificial, Consultoria e Pagamentos em Tempo Real.

“Recentemente, o Banco Central divulgou estatísticas do mercado de meios de pagamento que reforçam a nossa posição como bandeira líder no mercado brasileiro de cartões. Mas queremos ir além e ampliar a nossa percepção como líder em tecnologias em meios de pagamento também. Por isso, entendemos que esse seria um excelente momento para lançarmos uma campanha focada no público B2B”, afirma Sarah Buchwitz, vice-presidente de Marketing e Comunicação da Mastercard Brasil e Cone Sul.

O mote da campanha é baseado na percepção de que as empresas são dirigidas por pessoas para servir as pessoas. Por meio de tecnologia, confiabilidade e segurança, os produtos e serviços da Mastercard ajudam empresas a ajudarem pessoas e é essa característica que será destacada durante a campanha. “É assim que cumprimos nosso propósito de ‘Conectar todos com possibilidades que não tem preço’”, complementa Sarah.

Além das peças publicitárias, a campanha contará com um hub de conteúdo na Folha de S.Paulo. Por meio de um conteúdo rico e aprofundado a Mastercard irá materializar o impacto de suas soluções nos negócios das empresas e, consequentemente, na vida das pessoas.  O hub vai aproveitar diversos formatos interativos e informativos como webinars, podcasts, pesquisas Datafolha, eventos online, artigos e entrevistas, trazendo força para apoiar as narrativas da marca.

O vídeo manifesto da campanha está disponível no YouTube da Mastercard Brasil.

Além dos conteúdos já publicados, a campanha contará com a série “Tecnologia que Aproxima Empresas e Pessoas” composta por quatro encontros mediados por uma das principais formadoras de opinião do setor de tecnologia do País, Martha Gabriel – futurista, palestrante e autora de best-sellers focados no tema de tendências em tecnologia e transformação digital.

O conteúdo, gravado na forma de debates e entrevistas, irá ao ar entre os dias 09 e 12 de novembro e contará com a participação da liderança executiva da companhia. Confira abaixo a programação completa:

  • 09/11 (11h) – “Mais que cartão” com João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul e Lisiane Pereira, vice-presidente de estratégia de dados da Mastercard para América Latina
  • 10/11 (11h) – “Pagamento em tempo real” com Ana Paula Lapa, vice-presidente de Produtos & Inovação da Mastercard Brasil e Felipe Magrim, diretor de Relações Governamentais da Mastercard Brasil e Cone Sul
  • 11/11 (11h) – “Inteligência conectada e segura” com Danielle Florestano, diretora de Cyber & Intelligence da Mastercard Brasil
  • 12/11 (11h) – “Transformando dados em insights” com Leonardo Linares, vice-presidente de Data & Services da Brasil e André Penariol, Head do Analytics Center da Raízen

Os encontros também serão adaptados para o formato de podcasts com lançamento previsto para o dia 16/11.

Ficha Técnica:

Agência: WMcCann
Cliente: Mastercard

Produto: Institucional
Nome da campanha: A Mastercard é mais do que cartão

CCO: Hugo Rodrigues e Kevin Zung

Direção de criação: Alexandre Prado
Criação: Brenda Band, Letícia Kohanoski

VP de Planejamento: Renata Bokel

Planejamento: Acauã Bonifácio, Fernando Birche

Atendimento: Tom Gil, Stephanie Gasparini, Mariana Rissi

VP de Mídia: André França

Mídia: Roberto Almeida, Arthur Rezende, Davi Lyrio, Antonio Amendola, Wes Gomes

BI: Felipe Borges

Social Media: Bruno Érnica, Angela Andrade, William Ribeiro

Projetos: Vanessa Mota

Relações Públicas: Pedro Alves, Kerena Neves, Bruna Ramos, Patrícia Lázaro

Aprovação pelo cliente: Sarah Buchwitz, Alan Crean, Pedro Alves, Arley Zalewska, Lucas de Oliveira

Website: https://mastercardcontentexchange.com/

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Coluna Propaganda&Arte

2020: o ano do LinkedIn (você está pronto?)

Não estou falando que outras redes sociais não estão tendo resultados expressivos, como Pinterest e TikTok. Aliás, para algumas métricas temos resultados impressionantes (vale se informar). O ponto aqui é que o LinkedIn, para marcas e profissionais, está se tornando a bola da vez em um cenário de pandemia onde buscar um emprego/melhorar a carreira virou item essencial.

Tchau, selfies. Oi, novo emprego!

Antes da pandemia, você podia tirar fotos incríveis de suas viagens pelo mundo, da sua ida à academia, do seu café gourmet em algum lugar caro, tudo pela exibição, pelo registro do momento importante para você ou apenas por inércia social. Agora, com o cenário de isolamento, home office, desemprego e novas oportunidades na internet, o LinkedIn ganha maior relevância, apresentando um crescimento considerável nos últimos anos, segundo um estudo do Hubspot.

LinkedIn é 277% mais eficaz na geração de leads do que o Facebook e o Twitter

As marcas já sabiam disso e os geradores de conteúdo também. Por isso, naturalmente, os anunciantes estão cada vez mais presentes na rede social mais engravatada da rede. Se agora o fluxo cresceu devido ao número de desempregados e esse não é um público potencial, deixo para vocês analisarem. Afinal, o desempregado de hoje, pode buscar cursos e consultorias e conseguir um emprego amanhã. Já pensou nisso? Qual é o seu produto? Qual sua profissão? Por que ainda não está no LinkedIn ativamente?

Image by Ernesto Eslava from Pixabay

90% dos recrutadores usam regularmente o LinkedIn

Você está feliz no emprego que está? Está desempregado? Para todas as respostas, a sua presença no LinkedIn está virando uma necessidade. As pessoas perceberam que o emprego e suas paixões de vida estão convergindo e é muito importante encontrar empresas que possuem os mesmos valores que você. É isso, uma tendência dessa geração e os algoritmos do LinkedIn são ótimos em casar estas afinidades, oferecendo algumas funções interessantes, principalmente para clientes premium, como saber qual empresa viu seu perfil, ou seja, é quase um Tinder das empresas onde o “flerte profissional” é liberado!

98% dos profissionais de marketing de conteúdo utilizem o LinkedIn para marketing de conteúdo, especialmente para marketing B2B e geração de leads

O LinkedIn de antes da pandemia não é o mesmo do pós-covid-19. Não pelo site em si, mas pelo usuário e pelas formas de interação. Aos poucos, aquelas pessoas que antes só falavam em tom sério, estão se abrindo, dialogando de forma mais indireta, pessoal, “afrouxando a gravata”, por assim dizer, em uma metáfora que explica uma mudança considerável de postura e tom dos usuários da rede social mais procurada pelos RHs.
Você percebeu alguma mudança nas interações pelo LinkedIn? Tem acessado todos os dias? Está percebendo alguma mudança na linguagem das pessoas e tipos de conteúdos?

Você está pronto para esse momento?

Ainda é cedo para dizer que 2020 é o ano do LinkedIn, mas arrisco afirmar isso. As pessoas perceberam que futilidades, como selfies vazias, não podem tomar mais tempo do dia do que uma leitura, um curso, uma ação voltada ao seu trabalho e a busca por suas paixões. O trabalho agora tomou uma nova dimensão para as pessoas e, consequentemente, a rede social favorita das empresas também. E você? Já está fazendo parte dessa mudança?

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Empresas devem ser influenciadoras

Empresas precisam atuar mais como influenciadoras na era da Transformação Digital

“As pessoas estão procurando marcas e produtos que tenham ligação com suas próprias causas. Como as empresas devem se preparar para corresponder a estas expectativas?”,questiona Raíssa Garifalakis, Business Strategy Designer do CESAR, durante palestra “O Novo consumidor: conectado e em rede”, na HSM Expo 2019. Para a especialista, as compras são cada vez mais motivadas pelo aspecto emocional, e quem não começar desde já a aprender como se movimentar neste novo cenário corre sério risco de perder a relevância.

Raíssa Garifalakis, do CESAR, Bia Granja, da YouPix, e Laureane Cavalcanti, da DeepDive (Foto: Rodrigo Rodrigues/Divulgação)

Segundo a fundadora da DeepDive, Laureane Cavalcanti. um dos primeiros passos que precisam ser dados é agir rapidamente para obter uma definição clara sobre a essência da marca. Aquilo que é sua verdadeira causa. Quando isso fica claro, não só o consumidor, mas também os colaboradores, quando são contratados, já entram com vontade de defender a causa juntos. “Essa é uma preocupação que já começa a tomar conta da agenda dos altos executivos e executivas das companhias”, disse.

Hoje em dia a verdade sempre aparece

Mas de nada adianta ter um discurso engajado por fora e não praticar aquilo internamente. “Tenho conversado com muitas empresas que afirmam querer fazer estratégias de comunicação defendendo algum tipo de causa sensível. Quando isso acontece normalmente eu pergunto: mas como esse tema é trabalho dentro da companhia? Vocês já atuam da maneira que querem que as pessoas atuem? Neste momento a resposta muitas vezes é: não. Isso nós ainda não fazemos. Neste caso a orientação é: então não faça essa comunicação, porque hoje em dia a verdade sempre aparece”, destaca a cofundadora e CCO da YOUPIX, Bia Granja.

A especialista pondera que, para se conectar ao novo consumidor, as empresas precisam atuar verdadeiramente como influenciadoras, e isto significa ser relevante na vida da pessoa ao ponto de ela promover mudanças em seu comportamento em função do conteúdo que a marca oferece.

Na construção de branding estão caindo os conceitos de B2B e B2C. “Agora, praticamente todas as relações se integram a uma abordagem P2P. É de pessoa para a pessoa. Mesmo quando envolve apenas empresas, de fato, na prática, trata-se de uma pessoa falando com outra pessoa. Sendo assim, as relações pessoais voltam a ser relevantes para a estratégia”, adverte Laureane.

Em sua avaliação as empresas sempre tiveram um comportamento de ditar as regras. Elas determinavam o preço e como seria o produto. “Isso não será mais assim”, sentenciou. “Por isso, não adianta querer fazer transformação digital se a companhia nunca teve nem relacionamento com as pessoas por meio das redes sociais. A customização é fatal e será necessária, mas não dá para se atrever a oferecer conteúdo customizado se você não tiver conhecimento do consumidor”, completou, declarando que precisa haver bom senso.

É preciso ter plena certeza se a pessoa que vai receber o conteúdo tem algum interesse real sobre a sua marca. “Ninguém quer mais ter uma caixa de e-mail com mais de mil mensagens não lidas porque empresas que nunca ouvimos falar ficam nos mandando promoções de produtos nos quais nós não temos o menor interesse”,pondera a executiva.

As organizações, contudo, não podem cair na tentação de colocar suas necessidades em primeiro lugar. “Investir em esforços para agradar investidores, se posicionar para uma situação agradável na imprensa. Isto tudo já teve o seu valor, mas estamos em um novo tempo”, sentencia.

As empresas precisam ouvir as pessoas

Bia destaca que 84% das conversas que as pessoas têm atualmente não são detectadas por nenhum tipo de mecanismo de buscas. Elas são feitas em ambientes independentes como grupos de Whatsapp e outras plataformas. Assim, fica cada vez mais difícil monitorar o que os consumidores estão falando sobre as empresas.

“Algumas companhias já estão usando inclusive o conceito de morning briefings, no qual são feitas reuniões diárias e as pessoas trazem informações sobre os temas em que estão envolvidas. Se as empresas não circulam nestes meios, as pessoas estão circulando. Então as empresas precisam ouvir as pessoas”, explica.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa – Ana Carol Cortez

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Dança das cadeiras

Mulheres dominando a cena

Nesta nova edição do Dança das cadeiras temos a constatação de que as mulheres vão mesmo dominar o mundo da comunicação e do marketing! Só mulheres nesta edição. Confira:

A publicitária Marina Teixeira agora é Growth Marketing B2B na Quero Educação. Anteriormente, e na mesma empresa, ela vinha atuando como Analista de Inbound Marketing B2B.

Já Lerrine Lisie, profissional com origem em nossa região, é a mais nova Diretora de arte da Orkestra Comunicação (Niterói, RJ). Ela já acumulava passagens como Diretora de Arte na Frase Conteúdo Estratégico e na Supera Comunicação – Agência de Comunicação Estratégica com Empregados como Assistente de Arte Sênior.

E a ainda estudante de Relações Públicas, Adrielle Mattos, é a mais nova Estagiária de Comunicação do  Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE, em SJCampos.

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Hora e vez do Data-Driven Marketing

Data-Driven Marketing: por que é o momento de adotar a estratégia

por Cristian Townsend, fundador e CEO da Osorno Analytics, startup de Account-Based Marketing, Big Data e Inteligência Artificial, com foco em Marketing e Vendas

Seu negócio é moldado por dados. Pelos dados internos de desempenho de cada área. Dados de mercado e tendências do seu segmento. Dados sobre o conteúdo que seu cliente consome antes de decidir entre você e um concorrente. E se você não domina esses dados, seu negócio vai ser moldado por quem os domina. Esta é a premissa por trás do conceito de Data-Driven: tornar sua empresa mais competitiva através da habilidade de tomar cada vez mais decisões baseadas em dados.

O conceito não é novo. Com certeza você já recebeu uma sugestão de compra baseada em suas pesquisas online ou no seu histórico de compras. Mas em vendas B2B o desafio é maior. O cliente não é sensível a promoções, não existe apelo de compra por oportunidade, o ciclo de vendas é longo e depende de vários decisores de diferentes áreas.

No mercado B2B, estamos hoje em uma janela de oportunidade para adoção de estratégias Data-Driven. A tecnologia existente capaz de tratar a complexidade das vendas B2B de forma confiável está mais acessível. Mas ainda é nova o suficiente a ponto de não haver empresas se destacando em seu uso.

Estratégia Data-Driven:

Comece pequeno
Mudar toda sua estratégia de Marketing e Vendas de uma vez é receita para o fracasso. Eleja um universo menor como um canal, uma linha de produtos ou um segmento de clientes. Você terá menos pessoas envolvidas na mudança e terá respostas mais rápidas sobre o que funciona e o que é perda de tempo.

Dê o exemplo (ou estratégia top-down)
Não espere que a estratégia seja integralmente conduzida pela equipe que cuida do dia-a-dia das vendas. A alta direção da empresa deve estar engajada com a mudança e ciente de que os primeiros resultados podem ser decepcionantes. Se não houver acompanhamento ou se a cobrança por resultados de curto prazo for muito alta, as equipes rapidamente voltam a operar da forma que já estavam acostumadas.

Derrube as barreiras entre Marketing e Vendas
Mais lead é igual a mais vendas, certo? Nem sempre. Mais leads também significa mais esforço de qualificação e, geralmente, uma menor taxa de conversão. Vendedores não gostam de perder tempo com o que não dá dinheiro. Bastam poucas reuniões não qualificadas para eles perderem o interesse nos leads vindos de marketing. Este deve ser capaz de passar a vendas o lead que ela quer. E vendas não deve ser apenas um cliente interno de marketing, mas deve estar envolvida nas definições da estratégia e ser co-responsável em melhorar a qualidade deste lead.

O trabalho integrado dessas equipes deve levar em consideração dois objetivos básicos:
– Não gastar recursos (financeiros ou humanos) em leads que não estão disponíveis ou qualificados para comprar
– Ser capaz de identificar os primeiros sinais de que um lead deixou de ser alguém “apenas fuçando” e tornou-se um lead qualificado e disponível para consumir seus produtos e serviços

Tendo as respostas que se espera, os objetivos a serem atendidos e a equipe preparada; podemos seguir com o aspecto tecnológico de uma estratégia Data Driven.

Não é uma demanda de TI
Seu departamento de tecnologia pode ser um grande aliado para avaliar ferramentas de mercado. Mas ele não irá além do aspecto técnico. Deixe a cargo deles apenas as questões de integração e performance. Só o time que define a estratégia é que pode avaliar se uma ferramenta tem capacidade de atender aos objetivos da empresa. Não se encante com a ferramenta. Escolha a melhor tecnologia sempre considerando o quanto ela é aderente à sua estratégia e o quanto pode contribuir para seus objetivos.

Transformação digital
75% da decisão de compra ocorre antes de o cliente entrar em contato com um fornecedor. Seu cliente estuda por conta e você deve ajudá-lo a se educar. Você precisa ser capaz de identificar quando e como seu cliente consome conteúdo e qual o melhor momento para abordá-lo.

Saneamento da base de dados
Provavelmente seus dados não estão prontos para te entregar insights. Eles podem estar desatualizados, duplicados ou até serem insuficientes. Mas não se preocupe, seus concorrentes enfrentam o mesmo problema. Você pode enriquecer seu CRM com uma base comprada. Mas isto é uma medida paliativa; você ainda precisa de uma política interna para manter seus dados saneados, ou logo terá problema novamente.

Data Driven não é Analytics
Ferramentas de Analytics são importantes. Elas ajudam a entender o que está acontecendo e a otimizar o seu negócio. Para tornar-se uma empresa Data Driven, sua tecnologia deve ir além do “medir, testar e avaliar”.

Trabalhe insights e busque perguntas que pareciam impossíveis de serem respondidas:
– Qual os 100 melhores leads do meu CRM? Porque eles são os melhores?
– Quais as chances de eu fechar esta oportunidade se eu der um desconto? E se eu não der?
– Existe algum segmento que nunca atuei, mas que tenha grande potencial de compra?
– Em quais clientes eu posso fechar uma oportunidade mais rapidamente?
– Qual produto pode ser mais interessante para esta conta que nunca tive contato?

Faça do seu jeito
Por fim, tenha em mente que não existe uma fórmula pronta. Nenhum passo-a-passo vai ser 100% aderente ao negócio. Entenda como os seus clientes e seus funcionários respondem às estratégias adotadas e não tenha medo de ajustá-las quantas vezes for necessário. Data-Driven não é um processo, é um mindset.

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