O Boticário apresenta ação inédita para o público gamer em parceria com jogo Avakin Life

Marca aposta na proximidade com o consumidor gamer, com diversas atividades e produtos em ambientes virtuais

Em linha com novos comportamentos e conectada às tendências, o Boticário aposta em inovação e dialoga com novo segmento de público, a comunidade gamer. De acordo com a pesquisa divulgada em 2020, pela Pesquisa Game Brasil, revela que 73,40% dos brasileiros jogam algum tipo de jogo eletrônico, sendo que, houve um crescimento de 7,1% em relação a 2019.

Para ganhar a atenção desse universo, a entrada da marca de beleza mais amada do Brasil* neste cenário será com o Avakin Life, jogo de realidade virtual que permite que o jogador crie um avatar e uma segunda vida. Idealizado pelo Boticário, em parceria com a AlmapBBDO e a BBL, grupo de entretenimento especializado em games e eSports, as iniciativas acontecem entre os dias 16 de fevereiro a 22 de março e estarão disponíveis a nível mundial. É a primeira ativação de uma marca de cosméticos brasileira no jogo.

Para o CEO e cofundador da BBL, Nando Cohen, participar de todo o processo de construção e realização dessa ação, mostra como o game pode criar uma relação criativa e sólida entre público e marca, mesmo uma que nunca tinha conversado diretamente com os gamers. “Esse é um projeto inspirador que oferece uma conexão direta por meio de um ambiente completamente personalizado e interativo”, destaca o executivo.

Em Avakin Life, os participantes podem escolher diversos itens virtuais, decorar apartamentos, visitar virtualmente locais reais ou fantasia, além de conversar e competir com outros jogadores ao redor do mundo. O game já obteve 90 milhões de instalações no mundo, com uma base mensal de mais de 2,4 milhões de jogadores, no Brasil.

Para Celio Guida, head de mídia do Grupo Boticário, a iniciativa é parte da estratégia de buscar sempre inovação e ampliar o diálogo com diferentes segmentos e públicos. “O universo dos games é o retrato de uma nova geração cada vez mais conectada e engajada. Estar presente no ambiente virtual, de forma relevante e aderente ao jogo, é uma excelente forma de estreitar nossa conexão com os consumidores”, comenta Celio.

O projeto acontecerá da seguinte forma: uma loja do Boticário será transformada em um hub in-game. Para isso, o ambiente escolhido é um dos preferidos da comunidade do jogo: a praça Brasil. Nele, os jogadores poderão resgatar as recompensas do jogo e atividades que participarem por meio de pontos (BotiCoins) e adquirir itens do portfólio da marca, como perfumes, maquiagens, produtos para cabelo, entre outros. Além disso, o Boticário terá uma consultora virtual, Thaty, responsável por explicar sobre ativações no jogo.

Durante o período, o game apresenta algumas ativações e missões para engajar e proporcionar benefícios aos jogadores. No Beauty Quest, os participantes são convidados a cumprirem uma série de desafios sobre o universo da beleza, ao completarem as tarefas, eles são premiados com BotiCoins. Já no Fashion Contest, os jogadores participam de concursos de beleza com os produtos do Boticário, os melhores “looks” receberão pontos. As recompensas poderão ser utilizadas na loja da marca, dentro do jogo. Ao final da temporada, a marca promove uma Pool Party, festa na piscina personalizada aberta a todos os usuários do jogo – os ingressos serão disponibilizados na loja do Boticário do game.

Outro diferencial é o menu especial com os itens da marca, que poderá ser acessado de qualquer cena do game e ficará disponível em Avakin Life até o fim do ano. A iniciativa terá a participação de influenciadores digitais, como Bruh Games, Jessy Sparkle e Briny, além dos talentos já conhecidos de Avakin, para contar as novidades do Boticário e convidar os jogadores a participarem dos desafios.

Segundo Amanda Meziara, diretora de mídia da AlmapBBDO, “durante o distanciamento social, o universo de Games, que já crescia exponencialmente, se tornou ainda mais presente na rotina das pessoas. Encontramos em Avakin, o ambiente perfeito para estender a relação de proximidade com o consumidor, que o Boticário tanto preza em suas lojas, para o ambiente virtual”, comenta.

O head of Country Management da Lockwood Publishing, Carlos Estigarribia, diz ser um grande prazer ter uma marca tão querida pelos brasileiros, fazendo esta ação inovadora dentro do game. “Tenho certeza que será uma experiência divertida e empolgante para os usuários, já que os temas de beleza e moda são muito relevantes dentro do jogo e a forma como esta ação foi pensada está totalmente em sincronia com o nosso público”, afirma.

As ações de Boticário em Avakin Life acontecem entre os dias 16 de fevereiro e 22 de março.

#OndeTemAmorTemBeleza #BoticarioNoAvakin

Ficha Técnica – Projeto Avakin e o Boticário

Anunciante: O Boticário

Agência: AlmapBBDO

Título: #BoticarioNoAvakin

Produto: Institucional

CCO: Luiz Sanches

Atendimento: Camilla Massari, Daniela Teixeira, Renata Luzzi, Victhoria Azcuaga

Planejamento: Rita Almeida, Bruno Ortiz Machado, Flávia Cassias

Mídia: Daniel Ribeiro, Amada Meziara, Suellen Kiss, Matheus Klein Nogueira

Aprovação: André Farber, Alexandre Bouza, Gustavo Fruges, Célio Guida

Fonte: Giusti Comunicação – Isabella Bonito

Outracena em ação para Unimed

Filme é uma grande produção

A Outracena, produtora comandada pelo Renato Pulice, produziu um novo filme para Unimed Sâo José dos Campos. A peça tem todas as características para ser considerada uma grande produção (para os parâmetros do mercado local).

A produção foi filmada em 6k, tem trilha sonora composta originalmente para o filme e foram gravados os sons dos ambientes para fazer o sound design, na praia e na montanha em 5 dias de produção.

Redes sociais: impactos e ideias inovadoras de 9 personalidades presentes no Forbes Under 30

Especialista avalia posicionamento de 9 influencers nas redes sociais e quais aspectos podemos aprender com eles

A famosa lista Forbes Under 30, que reúne celebridades, personalidades, empreendedores e outras pessoas influentes com menos de 30 anos, foi publicada recentemente.

Que dicas podemos extrair de como alguns dos brasileiros presentes se comportam nas redes sociais? “O primeiro ponto a mencionar é engajamento. Acabou o tempo em que o número de seguidores era o único determinador de sucesso de um perfil online. Hoje, quando uma marca firma uma parceria de publicidade, querem saber quantidade de comentários, visualização e inclusive relevância em assuntos chave”, pontua Érica Gomes, partner da LC4 Comunicação, Marketing e Estratégia, pertencente ao ecossistema da Startwp.

Érica Gomes, Partner da LC4, Comunicação, Estratégia e Marketing

Analisando as redes sociais de 9 nomes presentes na lista, a especialista elenca algumas dicas dos perfis de cada:

MARIA EDUARDA CAMARGO;
Cofundadora da marca Pantys, responsável por roupas intimas e coletores menstruais biodegradáveis, se destaca na Forbes como empreendedora e inovadora. “Olhando o Instagram da marca, assim como o site oficial, destaco dois pontos chave: identidade visual e opinião do público”, define Érica. “Quando uma nova marca surge no mercado, ainda mais em um nicho pouco explorado, ela precisa conquistar seus clientes, que se sentem mais seguros vendo opiniões e vendo um certo padrão de escrita e tratamento com o cliente”.

FELIPE VILLELA;
Fundador da reNature, Felipe se destaca pelos projetos de agricultura renovável e sustentabilidade. “A responsabilidade social e ambiental das marcas é de grande importância para o cliente digital. Este cliente tem acesso a um número maior de informações. Embora a empresa de Villela seja especializada em sustentabilidade, podemos ver a maneira que suas campanhas propagam esse valor. Com grande presença em eventos, alavancam potencial na área, além de manter um contraste entre material publicado e imagens nas redes”, avalia a especialista.

JULIA PAK;
A estilista Julia Pak, destaque do segmento de moda, responsável pelo Atelier Julia Pak e pela Mel by Julia Pak, ganhou notoriedade por trabalhar o conceito de peças sob medida com o objetivo de ajudar mulheres a se reconectarem com seus corpos. “Os feeds de Instagram dos dois projetos são muito bem trabalhados, com postagens interativas, que buscam levar os valores da marca direto para o cliente. Usando de enquetes para produção de conteúdo, consegue engajar os clientes e apresentar seus diferenciais”.

RITA CARREIRA;
A modelo e personalidade no Instagram, apresenta um currículo extenso com participações em diversas revistas como Vogue e a própria Forbes. “Campanhas que visem mostrar a realidade das pessoas, o corpo ideal, o padrão de beleza, não existem mais. Cada pessoa tem suas particularidades, suas qualidades, sua beleza! Podemos ver que Rita se posiciona como quem ela realmente é, sem filtros. E transparência é um dos pontos chave para uma estratégia duradoura”, explica.

CHRISTIANE SILVA PINTO;
Em 2014, quando tinha apenas 23 anos Christiane criou o AfroGooglers, comitê de igualdade racial dentro do Google Brasil. O trabalho que começou a desenvolver, aumentou o número de pessoas negras que trabalham na empresa no país. “Christiane hoje é gerente de marketing no Google, se posicionando bastante para combater desigualdades raciais. Disso extraio que hoje é importante o posicionamento das marcas e pessoas. O cliente da revolução digital busca por empresas que validem seus posicionamentos e discursos”.

BRUNO LIMA;
CEO e fundador da CaffeineArmy, Bruno Lima é voz ativa no LinkedIn e em outras redes. “Como Bruno mesmo define, o foco dele hoje é menos produto e mais conteúdo. Essa é uma estratégia muito interessante e muito bem pensada, pois além de um produto inovador, se propõe a vender a ideia por trás do produto. Chegando a um conceito básico das relações comerciais do ‘porquê comprar esse e não esse’, essa estratégia é presente em suas redes através da criação de conteúdo blog, vídeos explicativos, participação em podcasts e os informativos da CaffeineArmy”.

RODRIGO BELLI;
Destaque na sessão de tecnologia, design e urbanismo, Rodrigo é o criador do Kit Água Camelo, mochila funcional que capta e filtra água, promovendo maior bem estar para famílias de áreas carentes. “Novamente vemos o lado social que se aflora nas relações de consumo. Além da inovação do serviço de Rodrigo, as definições de design bem executadas, propõem um produto inovador, tanto em aparência quanto em funcionalidade”, avaliou a especialista.

KARINE OLIVEIRA;
Fundadora da Wakanda Educação Empreendedora, Karine Oliveira propõe debates e ensinamentos do mundo do empreendedorismo de uma maneira mais prática e acessível para comunidades afastadas. “O design e posicionamento de marca presente nos feed da Wakanda são essenciais para o contato com seu público, expondo os valores e missões da empresa através de seus materiais publicados. É importante saber definir esses pontos e criar uma linguagem que, sobretudo, é focada em seu público alvo”.

MARINA AMARAL;
Marina é colorista digital e através da restauração de fotografias em preto e branco e de baixa resolução traz um novo olhar para personalidades históricas e acontecimentos. “Sendo um feed de artista, o Instagram dela é marcado por suas obras e trabalhos. Quando se busca visibilidade no que se faz, e não em quem faz, a escolha dela é uma maneira interessante de abordagem, afinal, o foco fica no produto e em como ele é relevante para o cenário estabelecido”.

“Ao iniciar esse debate, pensei em analisar todos os selecionados do Brasil, mas além da extensão do material, decidi seguir por uma linha que não separava por relevância, mas trazia luz a conceitos diferentes que precisam ser mais trabalhados nos dias de hoje”, conclui Érica.

47% dos brasileiros têm comprado mais online desde o início da pandemia, mostra Ipsos

Em decorrência da Covid-19, entrevistados do mundo todo estão frequentando o comércio local com menos frequência do que antes

A crise do novo coronavírus, e o consequente isolamento social a nível global, trouxeram mudanças significativas nos hábitos de consumo da população, com impacto especialmente em economias locais. Segundo a pesquisa Shopping During The Pandemic, realizada pela Ipsos com entrevistados de 28 países, 47% dos brasileiros têm feito mais compras online do que faziam antes da pandemia de Covid-19. No mundo todo, são 43%.

Os respondentes que mais aumentaram a frequência com que fazem compras online, desde o início da crise sanitária, foram os do Chile (59%), Reino Unido (55%), Turquia e Coreia do Sul (54%). Enquanto 47% das pessoas no Brasil estão comprando mais pela internet, 17% relataram comprar menos e 36% compram tanto quanto antes.

Com o aumento das compras em plataformas digitais, 36% dos entrevistados no país disseram que estão comprando menos em lojas pequenas, de comércio local, se comparado ao período pré-pandemia. Por outro lado, 49% afirmaram ir a lojas tanto quanto antes e 15% têm frequentado tais estabelecimentos com mais frequência do que antes da crise do novo coronavírus. No que diz respeito aos hábitos de compra, o brasileiro tem evitado frequentar lojas locais mais do que a média das nações. No mundo todo, o percentual de pessoas que tem saído menos para comprar em comércios da proximidade é de 30%.

Globalmente, as pessoas com poder aquisitivo mais alto tiveram o crescimento mais significativo nas compras online: 49% fazem mais compras pela internet do que antes. Entre os respondentes de baixa renda, são 37%; na classe média, são 43%.

O perfil que mais aderiu às compras online durante a crise de Covid-19, além de ser de alta renda, é também majoritariamente feminino e jovem. De todas as participantes do estudo, 45% disseram estar comprando mais pela internet, contra 41% dos homens. Além disso, 45% dos entrevistados com menos de 35 anos aumentaram o consumo online na pandemia, contra 40% entre os mais velhos, de 50 a 74 anos.

“Enquanto 49% das pessoas de classe alta aderiram às compras online no mundo, no Brasil o número chegou a 59%. Além disso, as mulheres brasileiras também foram mais seduzidas por esta modalidade de compra (53%, contra 45% globalmente). Sendo assim, é importante que as marcas que querem chegar até o consumidor digital do Brasil pensem em estratégias que atraiam estes públicos”, analisa Rafael Lindemeyer, diretor de negócios na Ipsos.

Restaurantes versus delivery

Assim como a ida às lojas físicas, o brasileiro tem evitado comer fora mais do que o resto do mundo. Dos respondentes do país, 67% declararam estar indo a restaurantes locais com menos assiduidade do que antes. Considerando todas as nações, são 63%.

Apesar da queda da clientela nos salões dos restaurantes de bairro, apenas 1 entre cada 4 brasileiros (25%) disse ter pedido mais delivery no período pandêmico. Em contrapartida, 35% estão comprando menos comida por delivery e 40% escolhem a modalidade de entrega em casa tanto quanto faziam antes.

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De 28 países, apenas 8 apresentam um índice de pessoas que aumentaram o consumo por delivery mais alto do que o de pessoas que diminuíram o consumo por delivery. São eles: Chile, Colômbia, Malásia, Estados Unidos, Bélgica, Coreia do Sul, Alemanha e Holanda. Na média do mundo todo, 23% têm recorrido com mais frequência à entrega de refeições, contra 32% que estão pedindo menos delivery e 45% que não mudaram seus hábitos.

“Os indicadores refletem comportamentos adquiridos durante o confinamento. Comprar menos por delivery não significa que o mercado de aplicativos esteja prejudicado, pois está em plena expansão, mas sim que restaurantes que não se adequam a este novo canal perdem apelo ao consumidor. É importante que as empresas do ramo tenham uma estratégia para não ficar de fora do leque de decisão do comprador”, ressalta Lindemeyer.

As pessoas que menos têm saído para comer são mulheres: 66% do total de participantes do sexo feminino diminuíram suas idas a restaurantes, enquanto 59% dos homens fizeram o mesmo. A faixa etária de 50 a 74 anos está se prevenindo mais, pois 68% relataram queda na frequência com que comem fora. Entre aqueles com idade de 35 a 49 anos, são 64% e, entre os entrevistados com menos de 35 anos, 57%.

A pesquisa on-line foi realizada com 20.504 entrevistados de 28 países, com idades de 16 a 74 anos, entre os dias 20 de novembro e 04 de dezembro de 2020. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Fonte: Giusti Comunicação – Jéssica Díez Corrêa