O Marketing Relacionado à Causas e o seu impacto positivo na sociedade

Por Otavio Dias

A importância do comprometimento das empresas com a responsabilidade social vem se consolidando cada vez mais e extrapolando as fronteiras dos seus próprios negócios. Há muito tempo as Organizações não Governamentais (ONGs) vem fazendo um trabalho heroico e desbravador nos diferentes cantos do mundo, mas sabemos que para isso fluir da maneira correta é preciso a união de todos os players do mercado.

John Mackey, fundador do Whole Foods, rede de varejo americana que vende produtos orgânicos e privilegia pequenos fornecedores locais, é o executivo por trás do conceito de Capitalismo Consciente. O movimento prega que as empresas devem se guiar por um propósito maior do que o de lucrar e remunerar investidores, alinhando suas marcas e produtos a causas maiores, aproximando e equilibrando a visão dos executivos pragmáticos (com foco em resultados financeiros) a visão dos executivos com inteligência emocional e espiritual (com foco nas pessoas e causas sociais), que defendem o envolvimento e o comprometimento das grandes empresas com a melhoria do mundo em que vivemos.

E nesta entusiasmante direção em que o vemos o mundo dos negócios caminhar, a comunicação e o marketing passam também a cumprir um papel diferente. Estamos falando, essencialmente, de relacionamentos mais significativos, baseados em troca, diálogo, reconhecimento, respeito, transparência e, acima de tudo, propósito.

Vemos com cada vez mais frequência em marcas e produtos que, ao mesmo tempo que cumprem seus papéis mercadológicos e de consumo, também contribuem para um mundo melhor. Vemos mais e mais marcas (empresas) e causas (instituições do terceiro setor) conectadas em torno de um mesmo ideal.

Neste cenário, uma disciplina do marketing, já muito utilizada em alguns países, começa a se destacar também no Brasil. O Marketing Relacionado a Causas (MRC), que se baseia em parcerias e conexões transformadoras entre marcas e instituições do terceiro setor, em benefício mútuo.

Do ponto de vista do consumidor a confiança e a reputação são palavras-chave nas relações com as marcas. E, por isso, sua opinião torna-se essencial quando pensamos em investir em Marketing Relacionado à Causas. Afinal, uma marca cidadã ganha, inevitavelmente, mais espaço na mente e no coração das pessoas.

O MRC está ganhando força, principalmente em países como Brasil que possui tantas carências nas mais diversas áreas: saúde, educação, combate à pobreza, direitos humanos, meio ambiente, arte e cultura e tantos outros serviços públicos. Ou seja, temos um campo fértil para criação de bons projetos e campanhas que transformem verdadeiramente o nosso país, sem dependermos de recursos públicos para isso. E neste ponto empresas e empresários tornam-se essenciais na viabilização de “ações para o bem comum”, independente do setor de atuação. Precisamos de soluções inovadoras a serviço do planeta.

Assumir um compromisso diante de grandes questões de interesse público exige planejamento, coerência e também generosidade, afinal estes movimentos, apesar de trazerem ganhos de reputação e, muitas vezes, impacto em seus resultados financeiros – inevitavelmente exigem investimento e dedicação extra das empresas.

Diferente da filantropia tradicional, o Marketing Relacionado à Causas agrega valor à marca, impulsiona as vendas e reverte os resultados para uma causa social, ajudando-a a se sustentar, crescer e, assim, ter ainda mais impacto e longevidade.

É a hora das marcas fazerem mais pela sociedade. Afinal, nunca antes na história do mundo corporativo foi tão verdadeira a reflexão de que “o sentido do trabalho é um trabalho com sentido”.

Fonte: Máindi – Repense Comunicação

Coluna Propaganda&Arte

Bem-vindo à Era da Depressão Pós-Dados

As empresas estão passando por momentos de evolução diferentes apesar de vivermos em um mesmo mundo e com desafios comuns (como a pandemia). Uma das áreas que mais cresce é a área de Big Data, o trabalho voltado a dados e a comunicação pode se beneficiar dessa estratégia. Porém, muitas pessoas parecem não querer seguir por esse lado por puro capricho pessoal. Você é uma delas?

Eu sou de humanas e você?

Já deve ter ouvido essa expressão, mas no caso do marketing guiado por dados ou Data-Driven Marketing para os familiarizados com o inglês, humanas e exatas precisam virar BFFs e se unirem por um conhecimento consolidado, indo além de dados e mais dados incompreensíveis. Desculpe, amigo ou amiga, não dá mais para ter a desculpa de que somos de humanas, porque os dados e a tecnologia chegaram para ajudar o nosso trabalho e não para atrapalhar, como conta o produtor de conteúdo empresarial Tom Fishburne destacando os estágios da aceitação do assunto por parte dos empresários.

Os 5 estágios do Data-Driven Marketing

1- Negação – Você simplesmente desconsidera as novas ferramentas e novas mudanças estratégicas da empresa, seguindo pelo seu feeling empresarial apenas, como era feito antigamente.
2- Raiva – Você abomina e vê apenas os problemas e defeitos dessa nova área do conhecimento, dizendo frases como “Análise de dados é a morte da criatividade”.
3- Barganha – Começamos a considerar a solução, com pequenos ajustes aos nossos gostos e à realidade, mas ainda com resistência e condições.
4- Depressão – São muitos números, áreas totalmente novas, ferramentas em desenvolvimento, mudanças de procedimentos, é normal o choque.
5- Aceitação – Você já considera relevante a solução e aplica em todas as suas ações, se usando de dados e realidades que possam sustentar e garantir maior segurança nas tomadas de decisões da sua empresa.

Sabendo disso, percebemos que muitas empresas estão aderindo mais ou menos a essa forma de trabalho. Algumas estão no início do estágio, procurando apenas focar nos indicadores de reputação, como ações básicas de like, seguidores e engajamento.

Outras empresas seguem para a fase 2 e conseguem ver mais, analisando indicadores de comunicação. Aqui podemos olhar mais a fundo como visualizações, sessões, cliques, rejeição etc.

A fase posterior de evolução da empresa é no quesito vendas. Leads, conversões, faturamento etc. Muitas empresas param por aqui, mas ainda tem mais!

Para finalizar, o estágio 4 é aquele onde as decisões são tomadas com base na sustentabilidade do negócio, pensando em longo prazo: Rentabilidade, NPS, Lifetime value, dentre outros.

Faça uma análise profunda e veja como estão os seus clientes? Você faz uma divisão deles? Quando eles são considerados Suspects? Como se tornam Prospects? Onde a conversão acontece e ele vira Lead? Como e de que forma ele vira Cliente? E por fim, mas não menos importante, como e quando ele vira Promotor da sua marca.

Se você não tiver esses dados bem organizados, cuidado, dificilmente sua empresa terá um futuro feliz.

Para onde está indo a publicidade nas redes sociais?

por Alberto Pardo*

As redes sociais são hoje o meio digital de maior audiência no mundo. Na América Latina, por exemplo, 82,5% das pessoas acessam as redes sociais, o que torna essas plataformas um dos meios de comunicação preferidos das marcas. Graças aos avanços tecnológicos oferecidos e aos dados acessíveis, estas plataformas possibilitam às empresas segmentar e impactar suas audiências com os seus anúncios, além de permitir a mensuração e otimização das campanhas para obter melhores resultados nas ações publicitárias.

Divulgação
Alberto Pardo, CEO & Fundador da Adsmovil

Essas plataformas sociais estão em constante mudança para se adaptar às tendências do mercado e às necessidades dos usuários. Neste sentido, um grande exemplo é a aceleração digital que vivemos no último ano, em que muitas empresas passaram a ter uma maior presença nos canais digitais, seus melhores aliados para continuarem a interação com o seu público.

Assim nasceu o social commerce, ferramenta do e-commerce que oferece às marcas a possibilidade de transformar as redes sociais em um marketplace para divulgar e oferecer seus produtos, com uma experiência de shopping digital acessível aos usuários sem sair de casa.

O Live Shopping virou tendência principalmente para marcas de moda e luxo. O Facebook e o Instagram adaptaram rapidamente suas funcionalidades e fizeram uma integração com a Shopify – a maior companhia de e-commerce do mercado -, para que as empresas, independentemente do porte, pudessem vender seus produtos em tempo real. Enquanto o WhatsApp passou a ser o meio de comunicação ideal para os compradores, que utilizam esse canal para tirar dúvidas, fazer consultas e/ou finalizar suas transações.

Observamos esse mesmo crescimento no consumo de vídeo. Em 2023, o número de usuários de vídeo digital deverá aumentar para 317,9 milhões de pessoas, momento em que representará quase metade (48,2%) da população da América Latina, enquanto o número de visualizadores OTT (Over The Top) por assinatura aumentaria para 114,5 milhões, quando quase um em cada cinco (17,4%) consumidores assistirão o conteúdo OTT por assinatura, de acordo com dados do eMarketer.

As plataformas de streaming online estão, sem dúvida, ganhando força e observamos um aumento significativo no número de usuários e assinantes na TV conectada, OOT e até no YouTube, com ampla facilidade de acesso oferecida, já que as pessoas podem assistir o conteúdo em seus dispositivos móveis quando quiserem. Da mesma forma, serviços como Netflix, que foi a primeira empresa a chegar à América Latina com sua proposta, seguidos por outros como Amazon e Disney, que também estão fazendo um grande investimento para entrar na região e certamente serão seguidos por muitos mais.

Este ano é de se esperar que as audiências digitais e as diretrizes publicitárias continuem crescendo ainda mais. Hoje, não mais que 1 ou 2% é destinado ao OTT e a TV conectada, mas este ano pode dobrar ou triplicar.

Além disso, neste cenário, para o futuro, veremos tendências como deepfake, uma falsa montagem de vídeo onde qualquer imagem ou vídeo pode ser usado para criar uma ação, como também ferramentas que envolvem inteligência artificial ou realidade virtual, que serão rapidamente adotadas pelas redes sociais.

*Alberto Pardo, CEO & Fundador da Adsmovil

22 dicas para vender pelo WhatsApp

Entenda como vender pelo WhatsApp da melhor maneira

Como Vender pelo WhatsApp? É a pergunta que diversas empresas estão realizando. Em 2016, o aplicativo WhatsApp atingiu a marca de 1 BILHÃO de usuários, no Brasil, são mais de 100 MILHÕES. Diante de números surpreendentes, fica claro o motivo pelo qual realizar Vendas via WhatsApp é uma oportunidade para alavancar o faturamento de qualquer empresa. É inegável que o WhatsApp tornou-se uma poderosa ferramenta de vendas, e por este motivo, preparamos 22 Dicas para sua empresa realizar muitas Vendas pelo WhatsApp!

Uma das principais Vantagens do aplicativo WhatsApp, é o fato de ser gratuito, sendo necessário apenas estar conectado a internet. Outro diferencial, é a possibilidade de realizar diversas atividades simultâneas enquanto conversa com alguém neste aplicativo, uma vez que, pode atender telefone, responder um email, atender pessoalmente, e em paralelo, realizar um atendimento via WhatsApp. As pessoas não tem mais paciência para atender um telefonema a todo instante, por outro lado, responder uma mensagem de WhatsApp em seu Smartphone, é algo rápido, fácil, e muito mais cômodo para as pessoas.

O WhatsApp tornou-se um dos principais canais de vendas de inúmeras Empresas Brasileiras.

Confira a seguir 22 Dicas para vender pelo WhatsApp:

1 – Providencie um aparelho Celular para empresa. Em alguns casos, quando a empresa apresenta um grande volume de atendimentos, produtos e serviços, é indicado um número de WhatsApp para cada comercial da empresa.
2 – Redes Sociais integradas com WhatsApp: antes de realizar vendas, você precisa criar uma base de contatos, logo, utilize o maior número de redes sociais possível para divulgar o número do WhatsApp de sua empresa.
3 – Site focado em vendas via WhatsApp: ao invés do telefone tradicional que ninguém utiliza mais, divulgue em seu site o número do WhatsApp de sua empresa.
4 – Lista de contatos atuais: analise o cadastro de todos clientes atuais, identifique quais apresentam WhatsApp e adicione no aparelho da empresa.

Após organizar o básico, chegou a hora de aumentar sua base de contatos:

5 – Email Marketing: realize uma campanha para divulgar para todos os seus contatos atuais que sua empresa vai oferecer um atendimento diferenciado via WhatsApp.
6 – Facebook Ads: realize campanhas exclusivas para Vendas via WhatsApp, oferecendo Descontos Especiais para quem comprar pelo aplicativo.
7 – Google Adwords: divulgue seu novo canal de vendas através dos Links Patrocinados do Google.
8 – SEO: configure a Meta Descrição e Title de seu site com um Call to Action focando o atendimento via WhatsApp.

Organize os contatos profissionais no WhatsApp

9 – Salve o nome de cada cliente no celular: defina uma palavra chave para identificar que é um cliente, utilizando a própria palavra cliente por exemplo. Caso seja uma empresa com diversos produtos, defina uma palavra complementar, exemplo: Cliente Camisa Masculina João.
10 – Listas de Transmissão: após organizar todos os seus contatos, crie listas de transmissão com os clientes que tenham interesse no mesmo produto ou serviço de sua empresa. A lista de transmissão, é uma funcionalidade onde você consegue enviar uma mensagem para diversos contatos ao mesmo tempo, sem que um contato tenha acesso ao número do outro. Para ser eficaz, é necessário que os clientes estejam agrupados (segmentados) conforme seu interesse, pois, se um cliente está interessado em comprar camisas masculinas, não adianta enviar informativos de roupas femininas. Divulgar um produto ou serviço que não seja de interesse de seu Prospect, pode deixar uma imagem negativa de sua empresa, fique atento para só encaminhar conteúdo relevante.
11 – Ações Periódicas: identifique as características de seu público alvo através de uma pesquisa de Personas Digitais, defina o Arquétipo de sua marca e realize ações periódicas de divulgação, priorizando Marketing de Conteúdo, para não agir de forma inoportuna focando apenas vendas diretas. A venda é uma consequência natural após seu Prospect começar a admirar sua empresa, devido seu conteúdo de qualidade.

Como realizar uma Venda via WhatsApp?

12 – Treinamento de sua Equipe: é indispensável que sua equipe receba um treinamento de profissionais capacitados em Marketing Digital e Vendas via WhatsApp, pois, é muito comum empresas gerarem demanda, mas a equipe comercial não estar apta para realizar vendas. Apresente um atendimento personalizado, com textos objetivos e diretos, com base na informação solicitada pelo Cliente Potencial.
13 – Relacionamento: como em qualquer venda, não se iluda achando que as pessoas vão contatá-lo e realizar uma compra imediata. A qualidade no atendimento será um fator determinante para conseguir realizar uma venda pelo WhatsApp.
14 – Material de Apoio: identifique as perguntas mais frequentes e desenvolva um material de apoio para sua equipe comercial (áudios, textos prontos e vídeos curtos), no entanto, deixe sempre claro para sua equipe a necessidade de um Atendimento Personalizado.
15 – Tempo para venda: dependendo do produto ou serviço, uma venda pode demorar dias, semanas, meses.
16 – Registro de Informações: é indispensável que sua equipe comercial utilize algum sistema de CRM ou simples planilha em Excel para registrar tudo que foi conversado com o cliente em potencial, para que em próximos contatos seja possível identificar o que está sendo negociado com o cliente, sem a necessidade de perguntar o que foi conversado anteriormente.

17 – Retornos Comerciais: o tempo de retorno vai variar conforme cada negociação, logo, registre todas as informações e retorne ao cliente na data em que este sinalizou ser o momento adequado. Em alguns casos, são necessários mais de 4 retornos até conseguir fechar uma venda.
18 – WebWhatsApp: não existe nada mais desconfortável que você entrar em uma empresa e uma pessoa ficar teclando no WhatsApp e não te dar atenção, certo? Mas não se preocupe, utilizando o aplicativo WebWhatsAppvocê consegue acessar todas as mensagens do WhatsApp por um notebook ou desktop.

Qual é o melhor Horário de Atendimento via WhatsApp?
No horário que o cliente desejar.

19 – Atendimento: algumas empresas realizam atendimento apenas em horário comercial, se esta for sua opção, deixe bem claro isto em sua comunicação. No entanto, se você deseja realizar muitas vendas, recomendamos que tenha uma equipe permanente de plantão, para realizar o atendimento em qualquer horário que o Cliente Potencial entrar em contato. Em nossa equipe, há pessoas que ficam de plantão até 23:59, de segunda a segunda, e é muito comum recebermos contatos de pessoas interessadas em nosso serviço de Consultoria após às 22:00.
20 – Identidade Digital: utilize uma foto de sua empresa, nome e Status destacando algum diferencial de seus produtos e serviços.
21 – Atendimento Rápido: uma das principais características deste aplicativo, é a agilidade na comunicação. Logo, para ser bem sucedido com esta poderosa ferramenta de vendas, é indispensável que o tempo de resposta as informações solicitadas seja muito rápido, se possível em 5 minutos, no pior das hipóteses, 60 minutos.
22 – Fechamento da Venda: uma vez desenvolvido um relacionamento comercial e apresentado para seu Cliente Potencial que o produto ou serviço de sua empresa é o melhor do mercado, chega a hora da Venda! Há muitas pessoas que deixam de realizar uma compra por ter que se deslocar até a empresa. Devido a rotina corrida dos tempos modernos, oferecer comodidade para o cliente realizar a compra é um grande diferencial. Logo, nossa última dica é uma inovadora ferramenta para realizar vendas pela Internet, o aplicativo OmniChat.

Diante de inúmeras facilidades oferecidas pelo Aplicativo WhatsApp, investir nesta Estratégia, é retorno garantido! Esperamos que as Dicas apresentadas sejam úteis para alavancar as vendas em sua empresa. Um Abraço!

Fonte: Verônica Pacheco| Toda Comunicação