Marketing de conteúdo para gerar credibilidade

Ah, a credibilidade. Tão desejada, tão sonhada e tão possível!

Mas, para isso é preciso entender a importância do marketing de conteúdo que bem produzido e realizado tem o poder de construí-la positivamente junto ao público-alvo, além de uma ótima oportunidade para abrir portas e conquistar clientes.

Eu e você fazemos parte de um novo cenário, onde as pessoas passam mais tempo conectadas, pesquisando e de olho em tendências, seja para a vida ou para os negócios. E o marketing de conteúdo nunca saiu de moda –talvez esquecido por um tempo-, porém, voltou com força total. E saber entender essa nova realidade é o grande diferencial de um profissional, seja ele o ‘criador’ ou o representante da marca.

Vivian Zwaricz

O fato é que saber se posicionar com um bom conteúdo é sinônimo de resultados como reconhecimento da marca, fidelização de clientes, facilidade na captação e autoridade no mercado.

Conteúdo bom é informação relevante, de qualidade e de interesse do público. Todo marketing de conteúdo deve apresentar objetivos que agregam valores, que despertam a curiosidade, o desejo de saber mais sobre o tema proposto, revelar problemas e oferecer maneiras para solucioná-los.

Caso contrário, quando o conteúdo não é relevante ou inovador, é esquecido, podendo até prejudicar a imagem da empresa/negócio.

Conteúdos precisam ser construídos pensando no interesse das personas da marca, mostrando valor, verdade, humanismo, seriedade, profissionalismo e por que não uma pitada de humor. Tudo é necessário e válido quando feito com planejamento, foco e respeito.

Pare e reflita: já que conteúdo está em todo lugar, ele é uma peça fundamental no relacionamento de qualquer empresa com seu público-alvo. Agora, imagine se ele não existisse. Qual mensagem seria transmitida?

Por isso, o marketing de conteúdo é uma das principais ferramentas para ativar o modo credibilidade e conquistar o sucesso.

Não é possível falar de credibilidade sem mostrar o conteúdo, como não é possível manter a credibilidade sem reputação.

Todos caminham de mãos dadas, pois a comunicação é um dos principais pilares que sustentam uma estratégia, principalmente a digital.

Então, o recado é: jamais esqueça que o marketing de conteúdo é uma ferramenta usada para gerar valor por meio de informações relevantes e construir a credibilidade da sua marca, conversando, entendendo e respeitando o tempo de cada lead.

Talvez a credibilidade seja um dos primeiros passos que devem ser conquistados rumo ao sucesso tão sonhado e, diante dessa realidade e mais do que nunca, não há espaço para mentiras. E, mais uma vez, entender e aproveitar o momento são estratégicos e de extrema sabedoria.

A gente se conecta com o que a gente acredita!

Vivian Zwaricz
Jornalista e produtora de conteúdo digital
Agência de Marketing Digital – Código BR Comunicação

Coluna Propaganda&Arte

Marcas mais humanas. Pessoas mais marcantes

O Marketing é aquele tipo de palavra coringa, usada para qualquer coisa (erroneamente), como a palavra gourmet. Mas muito além de uma palavra da moda ou sem significado, o Marketing em essência propõe uma relação de troca entre pessoas com necessidades e outras, com seus produtos e serviços que irão satisfazê-las.

Como qualquer relação de mercado, as relações comerciais podem e devem ser medidas, ainda mais em tempos de internet e mídias sociais onde tudo vira dados. Por isso, os conceitos de marketing e muitos outros conceitos estratégicos estão aí na rede para quem quiser acessar e colocar em prática, democratizando uma informação que é extremamente importante para uma empresa ou marca sobreviver.

MARCAS MAIS HUMANAS

Vivemos então uma Era de maior conexão entre pessoas, sem limites de distâncias, já que a internet pode chegar a lugares longínquos. Não é a toa que as redes sociais se tornaram o centro nervoso dessa nova dimensão digital.

Com o passar dos anos, as redes sociais e a tecnologia por trás delas também evoluiu e caiu no gosto popular. Afinal, se tornou um objeto de desejo, muito além da necessidade de manter as pessoas em comunicação. Hoje, temos dados detalhados de comportamento de nossos clientes, algo que não sonharíamos 20 anos atrás. Por isso, as marcas viram a necessidade de surfar nessa “onda” e apostar, mesmo que tardiamente, no meio digital como o futuro e o presente de seus negócios. Assim, foi necessário modular sua comunicação, tornar-se mais “legalzona” ou rever os protocolos para poder se aproximar dos clientes de forma mais livre. As marcas perceberam que precisariam se tornar mais humanas para poder se relacionar com o mercado e com seu público, o motivo de sua existência.

PESSOAS MAIS MARCANTES

Simultaneamente à mudança do marketing das empresas, migrando e integrando suas ações com os meios digitais, aconteceu uma grande expansão de consciência da sociedade enquanto indivíduos e agentes participantes desse mercado (marketing outra vez!).

Nós percebemos que, como clientes e e potenciais consumidores, temos força, podemos nos engajar em grupos com gostos e ideias parecidas, podemos comprar e questionar a origem dos produtos e detalhes dos processos industriais que antes não nos importavam.

Estamos percebendo que somos peças importantes nesse jogo. Assim, nos colocamos também no mercado como marcas e nos tornamos produtos com nossos valores pessoais. Já pensou qual é a sua imagem no digital?

Image by Free-Photos from Pixabay

Calma, não estou falando de uma imagem que você deve montar, como um profissional dedicado ou uma pessoa com uma cultura ou hábitos incríveis e que não correspondem com a sua realidade. Não é isso. Aliás, pessoas que tentam vender uma imagem “montada” tendem a ser desmascaradas cedo ou tarde (como a influencer digital que se dizia vegana, mas comia carne escondido).

O mesmo ruído de valores acontece com as marcas que fingem lutar por causas de momento e que nunca foram dela. Ou pior, vão contra anos de trabalho contrário a isso (Recentemente o McDonald’s apresentou uma lanchonete-conceito usando energia solar, mas as críticas vieram por falta de medidas efetivas sobre as fazendas parceiras de onde vem a carne e o efeito no meio ambiente). Por isso, essas empresas correm o risco de serem atingidas na imagem e reputação, saindo como uma marca pouco confiável ou oportunista.

O PODER DA ESCOLHA É NOSSO

Estamos vivendo uma Era onde nós selecionamos nossas amizades por afinidade ou interesse. Eu escolho produtos e escolho pessoas com quem quero dividir minhas redes sociais, consumir e trocar conteúdos. Inicia-se então uma nova busca por pessoas que façam diferença positiva em nossas vidas. A verdade é que buscamos pessoas mais marcantes em nossas vidas. Buscamos mais verdade e direções.
No fim, queremos sonhar, desejar, conviver e nos surpreender com todas as trocas que o marketing tem a oferecer. Seja comprando um produto novo ou passando a seguir uma pessoa que você admira nas redes sociais.

Artigo aborda as lives próprias

Lives próprias: um novo negócio a favor das marcas

por Rodolfo Darakdjian, da OPL Digital”

Assim que a quarentena teve início, em março desse ano, uma enxurrada de lives tomaram a internet.

Eram artistas dos mais variados gêneros que, impossibilitados de irem aos palcos, viram nesse formato uma boa forma de conexão com seus públicos também, quem sabe, de gerarem alguma receita.

Image by Nadine_Em from Pixabay

Acompanhamos então por semanas, lives sertanejas, infantis, pagodeiras ou regueiras; enfim, estava todo mundo lá. De segunda a segunda, por volta das dezoito horas, com certeza, tinha uma live perto de você.

Com esse boom, modelos comerciais foram criados e levados ao mercado e discussões até então desconhecidas, surgiram, como o fato de artistas consumirem bebidas alcoólicas durante os vídeos; e de repente essa história de live acabou virando uma boa oportunidade para marcas também buscarem conexão com seus públicos nesse momento em que muita gente estava presa dentro de casa.

Passados alguns meses, todos já estavam mais conformados com a situação da pandemia, já cientes dos novos hábitos e até, de certa forma, alguns segmentos do mercado retornando suas atividades lentamente.

Nesse cenário, porém, é interessante notar que as lives deverão continuar por muito mais tempo na vida dos brasileiros. Elas continuam lá, com seu público fiel, levando entretenimento toda noite, de segunda a segunda por volta das 18 horas… seja pelo Instagram, pelo YouTube ou qualquer outra ferramenta.

Porém, o que se nota agora, ou de alguns meses pra cá, é que – se antes as marcas embarcavam suas mensagens a custos altíssimos em conteúdos de artistas – agora essas mesmas marcas começaram a perceber que podem criar seus próprios conteúdos. Bom, não?

Nas últimas semanas, marcas como C&A e Renner usaram seus perfis em mídias sociais para buscar conexão com seus consumidores. Interessante notar que, na maioria das vezes, utilizaram o espaço para discutir questões sociais ou de categoria, não necessariamente esfregando o produto em tela.

Seria essa então uma nova tendência na comunicação de marcas num pós-pandemia? Na divulgação das lives de marcas que estavam pulverizadas pela internet, formatos comerciais citavam data e hora da live e o botão de ação já possibilitava ao usuário que, ao clicar, o evento fosse diretamente levado ao seu calendário.

Novos tempos! E sua marca, já pensou em construir lives para melhor dialogar com seus consumidores?

Fonte: Creativosbr – Daniella Azzoni

Coluna “Discutindo a relação…”

Só não aprendeu quem não quis…

Um dos ganhos inquestionáveis deste período de isolamento social (sim, o período é terrível, mas houve ganhos) é o acesso gigantesco que passamos a ter de forma gratuita a eventos, cursos e treinamentos.

Image by Manfred Steger from Pixabay

Todos que gostam e praticam comunicação, marketing e propaganda viram essa profusão ocorrer ao longo destes meses. Houve muito entretenimento (as lives musicais, principalmente), mas também muito curso gratuito, muitos eventos antes presenciais e pagos aconteceram de forma gratuita.

Dois exemplos: o Digitalks Expo e o Youpix Summit. Eu acompanhei tudo o que consegui, entre um compromisso e outro. Mas são só dois (ótimos) exemplos. Houve e está havendo muito mais. Muitas escolas (técnicas e universidades) abriram cursos e treinamentos gratuitos. Muitos profissionais por conta própria criaram e disponibilizaram conteúdos.

A Meio&Mensagem fez uma extensa série de lives diárias, de segunda a sexta, com grandes lideranças do mercado publicitário: o Conectando o Mercado. Vi vários deles ao vivo e outros fui buscar as gravações lá no canal deles no Youtube.

O mesmo ocorreu com a universidade em que trabalho. Ao mesmo tempo em que a Universidade de Taubaté (Unitau) correu para oferecer ensino remoto – em prazo recorde e com uma eficaz orquestração – também criou, produziu e disponibilizou uma grande e variada quantidade de lives e conteúdos gravados.

Vi vários ex alunos e alunos postando nas redes sociais prints de certificados de cursos, treinamentos e eventos que conseguiram participar. Com certeza acrescentaram pontos importantes em sua formação pessoal e profissional.

Fica a lição: aprender é sempre uma questão de querer aprender.E neste período difícil quem quis aprendeu!