Mídia programática e a exposição das marcas

“Na mídia programática, exposição indesejada da marca não é e nem nunca foi regra”

Durante algumas décadas em nosso país, quando uma empresa desejava comunicar os reais atributos de seus produtos ou serviços aos seus consumidores finais, os caminhos para fazer essa comunicação eram os mesmos. Além da TV aberta, meio de comunicação com mais de 90% de penetração junto aos brasileiros, as empresas e suas agências de publicidade encontravam, ainda, a mídia impressa e, claro, o forte e importante rádio.

Porém hoje, muitos anos mais tarde, ainda que com o máximo respeito aos veículos e aos profissionais que atuam nessas frentes, devemos entender que é tudo muito diferente de antes. As coisas mudaram e a possibilidade das marcas entenderem o que seus targets realmente querem, como eles querem e onde eles estão tornou-se absolutamente possível.

A exposição paga de marcas no ambiente online trouxe às empresas anunciantes características bastante vantajosas e nunca encontradas até então nas mídias tradicionais, como por exemplo a possibilidade de mensuração de resultados de campanha, a interatividade com seus públicos em real-time, além da importante e tão desejada segmentação de público.

Poderíamos aqui até tratar detalhadamente das questões de interatividade e da mensuração, enormemente importantes e que permitem às marcas serem mais assertivas, estabelecerem um diálogo com seus consumidores e, claro, atuar de forma mais otimizada e rentável. Porém, o que queremos aqui discutir é a característica da segmentação de público.

A mídia programática é uma das mais relevantes formas de atuação em mídia digital e tem atraído bastante a atenção de gestores de marketing não só no Brasil, mas em todo o mundo. É uma mídia inclusive bastante democrática e, por isso, tem levado empresas pequenas e médias a anunciar até pela primeira vez. O fato ainda de possibilitar às marcas anunciantes maior otimização na compra da mídia, na implementação e na mensuração dos resultados obtidos, a torna por consequência também mais assertiva, contribuindo rapidamente para os objetivos de negócio das empresas.

Mas talvez a maior das diferenças esteja no fato de que a mídia programática quebra uma lógica imposta por profissionais de propaganda e publicidade por muitos anos: o foco não está mais no veículo de comunicação e sim, no target. Desta forma, nesse tipo de mídia estuda-se o comportamento das pessoas no ambiente digital e então a marca aparecerá somente para aqueles que desejam e que tenham demonstrado interesse naquele conteúdo. A mensagem de marca surge então, de forma contextualizada, para quem deseja receber aquele conteúdo, no momento que deseja, na frequência ideal e onde esse público estiver. Pode ser num site de esportes, na mídia social preferida ou mesmo dentro de um aplicativo que utilize. Certeza de gol.

Ocorre que nas últimas semanas, acompanhamos pela mídia um verdadeiro massacre ao setor de mídia programática. O trabalho realizado pela chamada CPI das Fake News identificou e tornou público que o Governo Federal teria exibido ‘milhões de propagandas em sites maliciosos’ nos últimos meses e que isso ocorreu porque a veiculação se deu através de mídia programática.

“Na mídia programática, exposição indesejada de marca não é e nem nunca foi regra. O problema não está no uso da mídia programática. Está no uso inadequado da plataforma. Um planejamento bem feito cria filtros de brand safety, e a mensagem de marca aparece apenas em um ambiente seguro.”, diz Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital.

A OPL Digital é uma dessas empresas especializadas no tema. Com sede em São Paulo e também em Miami, nos Estados Unidos, a empresa investiu pesado na compra de tecnologia nos últimos anos, atua com uma DSP própria, e hoje tem como clientes governamentais, sendo alguns deles: Ministério da Saúde, Ministério do Turismo, Prefeitura de São Paulo, Eletrobrás, Caixa e Governo do Estado de São Paulo, além de clientes do setor privado como Schneider Electric, BRF, Seara, Unilever, Latam, Porsche, CCR, entre outras.

Para um anunciante que decida por comunicar seus produtos e serviços em mídia programática é extremamente importante que busque por empresas que sejam capacitadas e especializadas no tema. Prover cuidados básicos que impeçam as marcas de aparecerem em ambientes não seguros é essencial para quem trabalha com mídia programática.

Não se pode generalizar, e as recentes notícias que trataram das ações do Governo Federal não podem ‘carimbar’ ou marginalizar todo um mercado, que é composto por empresas e profissionais sérios e comprometidos com os resultados dos clientes. Uma ou duas empresas que tiveram tais equívocos não podem ser vistas como representantes de todo um setor. É importante ressaltar que mídia programática não financia o crime e nem patrocina e nem compactua com nenhum tipo de fake news. Atualmente existem políticas de brand safety que, inclusive, são atualizadas constantemente e que eliminam os sites impróprios ou maliciosos. As chamadas passlists, de uso bastante comum em mídia programática, possibilitam que a marca anunc iante es colha exatamente os sites e aplicativos em que serão exibidos os anúncios, evitando destinos indesejados. Segurança na rede é preocupação número um de qualquer marca que esteja na rede.

TIM traz campanha de OOH inovadora em ônibus de SP

Ação pioneira tem um QR Code, que direciona o cliente para realizar recargas de celular sem contato físico

A TIM será a primeira marca a utilizar uma inovação de OOH que chegou recentemente em São Paulo: o painel B-AIR. A campanha, desenvolvida pela HavasPlus em parceria com a Altermark, estará disponível em 150 ônibus, nos principais corredores de São Paulo até o dia 06 de agosto. Os painéis contam com um QR Code que direciona o consumidor para uma página no site da TIM que possibilita recargas de celular pré-pago com cartão de crédito, sem necessidade de contato físico.

“Nesse período de pandemia, reforçamos ainda mais nossa atuação nos canais digitais. Nosso objetivo é tornar a experiência de compra do cliente o mais simples possível, aproveitando um momento da jornada dele em que normalmente ele já está usando o celular. Com essa ação o cliente faz a recarga online no celular de forma segura e conveniente, basta apontar o seu smartphone para o QR Code na peça”, explica Leonarda Trindade, Gerente de Trade Marketing da TIM São Paulo.

O painel B-AIR foi projetado e patenteado pela C2R após diversos estudos e pesquisas realizadas junto à SPTrans para garantir que a mídia não inviabilizasse o fluxo das pessoas nem a visibilidade dos motoristas e até então só tinha sido utilizado para exibir campanhas de prevenção à Covid-19.

“A comunicação OOH vem crescendo em relevância e visibilidade no Brasil, além de ser um meio muito interessante para testar e aplicar ideias inovadoras. Este novo formato, dentro dos ônibus, chega para compor esse cenário e, de forma pioneira, a TIM inaugura a veiculação nesse espaço que faz parte da rotina do brasileiro. Num mercado estratégico para a marca, vamos impactar milhares de pessoas que usam o transporte público com frequência e que representam um potencial target quando o assunto é Pré-Pago”, comenta Jairo Soares, COO e Head de Mídia da HavasPlus.

Além disso, os clientes TIM Pré TOP que realizarem qualquer recarga a partir de R$ 15,00 ganharão 2 GB de bônus de internet promocionais para usar como quiser por até 7 dias.

Fonte: Giusti Comunicação – VANESSA SILVA

Aumento de publicidade online abre espaço para mídia em Apps

Projeções apontam que até 2023 marcas brasileiras vão investir mais verba em formatos digitais

De acordo com um levantamento da PwC, atualmente o investimento feito em publicidade digital no Brasil equivale a aproximadamente 30% do valor total que as empresas empregam na divulgação de suas marcas. A consultoria estima que, em 2023, a fatia do bolo equivalente ao digital deva se igualar às demais mídias. Ou seja: para cada real gasto em publicidade offline¸ outro será investido no digital.

À mesma velocidade, o mercado de aplicativos tem crescido exponencialmente. Apenas no primeiro trimestre de 2020, houve aumento de 30% no número de downloads, comparado ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o último levantamento da Apps Annie, que também demonstrou que apenas em março deste ano, somando as compras em lojas da App Store e da Google App Store houve uma soma de R$123 bilhões, um total de 31 bilhões de dowloads, destes 40% eram jogos.

“O aumento de downloads de apps de jogos é um número muito grande e existem jogos para todas as faixas etárias. Todo mundo precisa se divertir, relaxar, esquecer da rotina por alguns minutos, que na verdade, os dados já nos mostram que não são minutos, são horas, o que, quando encaramos os apps de jogos como uma plataforma de mídia, nos oferece a oportunidade de levar ao encontro do público a mensagem de forma extremamente qualificada”, comenta André Sales, consultor técnico e comercial para América Latina da YZ Media, startup focada em melhorar a performance de aplicativos por meio de campanhas que incentivam o download pelo público.

Quando mídias digitais como anúncios em websites, Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, entre outras ferramentas começaram a surgir, muitas agências, e por vezes até mesmo clientes, eram resistentes em incluir verbas em campanhas online, mas atualmente lançar uma campanha sem presença digital é inimaginável, pois tudo já é planejado para conquistar seguidores, engajamento, leads, novos clientes, visibilidade e reunir todos os dados em um resultado de mensuração que apenas AI é capaz de oferecer.

Para Sales, o mercado de Mobile Ads está em expansão e oferece inúmeras oportunidades.

“O objetivo é incentivar o usuário não só a fazer download de um novo app, mas também a promover a interação e rentabilização desses apps através de uma compra, cadastro ou de qualquer outra ação que seja objetivo da marca anunciante. Se ele já é usuário de um app, já estamos a meio caminho andado. Usuários de jogos são heavy users de smartphones e estão acostumados a fazer tudo pelo celular, então se a marca precisa melhorar a performance de seus produtos via app, ela deve pensar em estratégias de interagir com seu público também por apps. Existe forma correta, linguagem, abordagem, não deixa de ser publicidade, e também não deixa de ser uma interrupção em meio a um jogo, então tudo tem que ser planejado para oferecer uma experiência interessante para usuário e anunciante, lembrando que precisamos ligar essas duas pontas”, finaliza.

Fonte: Arebo – Paulo Scalabrin

ACI lança projeto especial de apoio à mídia

“Mídia & Você” traz descontos especiais dos principais veículos de comunicação de São José dos Campos para associados da ACI nestes tempos de crise

A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos sabe dos impactos causados pela pandemia do novo coronavírus nas nossas vidas, nos negócios e no cotidiano das nossas empresas. Mas sabe também que as empresas –sejam elas grandes, médias, pequenas, micro ou MEIs– não podem parar, principalmente em um momento de crise.

Vidas, empregos e empresas não são conceitos excludentes, mas, sim, valores interligados, defendidos pela ACI, nessa ordem.

Por isso, a ACI de São José dos Campos entrou em contato com os principais veículos de comunicação de nossa cidade e negociou, com cada um, propostas e descontos exclusivos para as empresas associadas. Afinal, diz o ditado, a propaganda é a alma do negócio. E, com a pronta adesão dos veículos, a ACI criou o projeto “Mídia & Você”, com descontos para publicidade nas emissoras de TV, emissoras de rádio, jornais e portais noticiosos de São José dos Campos.

Aberta a todas as empresas de comunicação interessadas, “Mídia & Você” reúne, nesta largada, os seguintes veículos: TV Band Vale, Rede Vanguarda, Record TV; as rádios Antena 1, Band Vale FM, Nativa, Stereo Vale, SP-Rio+; o jornal “O Vale” e o Grupo Meon de Comunicação.

E, agora, a ACI faz um convite especial: se você é nosso associado, pesquise no site da ACI (www.acisjc.com.br) as propostas do projeto “Mídia & Você”, veja qual se encaixa melhor no seu perfil e no seu bolso, e, a seguir, veja o passo a passo para transformá-la em realidade. Se você é veículo de mídia e quer levar sua proposta aos nossos associados, entre em contato com a ACI.