Como a Geração Z está liderando a mudança para o phygital no varejo

Combinação entre físico e digital é a modalidade favorita para quem já conhece o melhor dos dois mundos e deseja uma boa experiência de compra

O mercado varejista passa por transformações significativas há certo tempo. Com o crescimento do comércio eletrônico e a popularização de dispositivos móveis, algumas estratégias do setor tornaram-se essenciais para a movimentação e crescimento de vendas, como a omnicanalidade. Entre os consumidores, em especial os que fazem parte da Geração Z – jovens nascidos entre meados dos anos 90 e início dos anos 2010, conhecidos por serem uma comunidade totalmente conectada e digital –, algumas preferências devem ser levadas em consideração.

Imagem: Freepik

Por já terem crescido em um ambiente com internet e dispositivos eletrônicos em pleno funcionamento, eles estão à frente das mudanças na forma como as marcas e os varejistas se relacionam com os consumidores. De acordo com o estudo Uniquely Gen Z, realizado pelo IBM Institute For Business Value, 67% dos consumidores da Geração Z preferem realizar compras em lojas físicas; no entanto, por terem acesso à internet e redes sociais desde pequenos, optam pelo caminho integrado, em que o mundo físico e digital podem fornecer experiências híbridas e personalizadas que combinam o melhor dos dois mundos.

“O consumo phygital foi, com certeza, impulsionado não somente pelas transformações tecnológicas, mas também pelo público. A nova geração de consumidores, mesmo que sem grande poder aquisitivo, influencia as outras a realizarem suas compras de diferentes maneiras”, afirma Juliano Ricardo Regis, gerente comercial do Myrp, sistema de gestão empresarial voltado às grandes operações franqueadoras do varejo de moda.

O varejo que possibilita a realização de compras em diferentes canais, como lojas físicas, sites, aplicativos e redes sociais, é valorizado pelo público que, atualmente, necessita desta disponibilidade. “Os consumidores sabem quais são as vantagens do atendimento presencial mesmo com as facilidades do online, e com as lojas cada vez mais digitais, a união dos ambientes é a modalidade de compra que mais se destaca”, comenta o executivo.

Algumas soluções, como telas interativas, espelhos inteligentes, realidade aumentada e outras, são inseridas com o foco total em customer experience (experiência do consumidor), o que acaba fortalecendo o varejo. Os negócios devem se manter atentos às novas gerações e seus hábitos de compra, já que, segundo pesquisa do Bank of America, até o ano de 2030 estima-se que a geração Z será detentora de uma renda de US$ 33 trilhões, e que, junto à geração Alpha, será cerca de metade da população, demonstrando a relevância de ambas. Desde já, é importante atentar-se a essas gerações, seus interesses e impeditivos antes de comprar.

As empresas que conseguirem entender as preferências desses consumidores e oferecer experiências que atendam às suas expectativas terão uma vantagem competitiva no mercado. Segundo estudos da consultoria GoAkira e a Fecomércio, 97% dos jovens possuem mídias sociais como principal fonte de inspiração na hora de consumir, e é também um público sempre em busca de experiências imersivas. “A geração Z assume um papel de oportunidade de crescimento e expansão no mercado digital. Uma estratégia de vendas omnicanal é capaz de conquistar a fidelidade desses consumidores e garantir um futuro no mercado de consumo”, finaliza Juliano.

Fonte: Agência NoAr – Natalia Peixoto

Orçamento para marketing de influência deve crescer 64% em 2023, diz adtech

Levantamento realizado pela Inflr aponta que as empresas pretendem investir mais em campanhas com influenciadores neste ano

O marketing de influência tem se destacado entre outras campanhas de marketing digital no mundo inteiro. Muitas marcas têm enxergado essa oportunidade e apostado em estratégias com influenciadores para aumentar o interesse do público por meio do poder da influência presente nas redes sociais.

Foto: Shutterstock

Pensando nisso, a Inflr, adtech pioneira em ações com influenciadores digitais, realizou um estudo com cerca de 100 empresas e criou um panorama com objetivo de avaliar as expectativas de investimento e de crescimento do marketing de influência neste ano. Segundo a pesquisa, 70% das empresas entrevistadas direcionaram recursos para essa estratégia no ano passado. Além disso, o levantamento afirma que até o final de 2023, as empresas pretendem investir 64% a mais de recursos nestas estratégias do que em 2022.

“Nos últimos anos, o marketing de influência ganhou destaque nas campanhas feitas para a internet. Foram muitos resultados positivos, envolvendo desde a melhora da imagem das marcas até a relação com os clientes”, explica Thiago Cavalcante, CEO e CSO da Inflr. “É natural que as empresas queiram aumentar as ações com influenciadores e o ROI costuma ser bem significativo quando a estratégia certa é aplicada”, finaliza o CEO.

Sobre a Inflr

A Inflr é uma AdTech pioneira em ações com influenciadores digitais. Ela permite que as marcas se comuniquem com 100% dos seguidores de cada influenciador, por meio de diferenciais únicos no mercado, como a multisegmentação e o remarketing. Foi fundada em 2019 pelos sócios Bruno Niro, Thiago Cavalcante e Tiago Brandão.

Plataforma de comunicação inédita pretende ser virada de chave na profissão de corretores

Grupo disponibiliza podcast, canal de relacionamento pelo WhatsApp e capacitação dos profissionais para atuação com conteúdo digital

Vale do Paraíba, abril de 2023 – O Grupo MRV&CO, maior formador de corretores de imóveis do Brasil, está lançando uma plataforma de comunicação inédita com foco nesse público. A primeira etapa foi o lançamento do Podcast “Virando a Chave”, na última terça-feira, 18/04, que contará com a participação de especialistas do mercado e parceiros convidados para abordar os diversos desafios da profissão e quais são os diferenciais necessários para se destacar na área.

Com cinco episódios, o Podcast “Virando A Chave” será disponibilizado por todas as plataformas de áudio como Spotify, Deezer e Google, além da exibição, por meio de vídeo, no canal do Youtube da MRV. O host do projeto é Thiago Ely, Diretor Executivo Comercial da MRV, que leva sua expertise, facilitando a democratização do conhecimento para esses profissionais, já que cada episódio conta com a participação de um especialista do setor e de um corretor premium da companhia.

A primeira temporada receberá Guilherme Blumer (especialista em Marketing e Inovação no mercado imobiliário), Daniele Akamine (Advogada especialista em Economia da Construção e Financiamento Imobiliário), Felipi Adauto (Diretor Executivo da DF Casa Imóveis e Co-autor do livro “A chave da venda de Imóveis”), Cléa Kouri (Consultora de Gestão e Carreiras 60+/Projetos para empresas em Diversidade etária e Educação para Longevidade) e Fabiana Bruno (CEO da SUBA, agência de conteúdo, especialista em influência, focada em amplificar marcas institucionais e pessoais). Os profissionais abordarão temas sobre como vender nas redes sociais, corretores 60+, financiamento imobiliário e estratégias de vendas, com os corretores da MRV Álvaro Rondon (MT), Jhony Dias (RJ), Ana Flávia Moreira (GO), Sinésio Ribeiro (MG) e Victória Munhóz (RS).

Além do Podcast, a companhia aposta em outros pilares para impulsionar a carreira de corretores de imóveis com soluções de tecnologias emergentes, que serão lançadas em breve.

“Mesmo proporcionando treinamentos e capacitações de acordo com novas tecnologias e tendências, sentíamos há algum tempo que faltava no setor imobiliário um canal de comunicação direta com os corretores. Hoje, anunciamos com orgulho a primeira iniciativa da área para construir e impulsionar uma comunidade de corretores através de tecnologias emergentes, como soluções de relacionamento, capacitação e conteúdo de alto valor.”, afirma Thiago Ely, Diretor Executivo Comercial da MRV.

Ana Flávia Moreira, corretora de imóveis que atua há quase uma década na MRV aponta a importância do Podcast na troca de conhecimento entre os profissionais do setor. “Se tem uma coisa que eu sempre falo é que a MRV é uma escola de corretores. Ela forma profissionais para a vida e eu sou um exemplo vivo disso. Entrei na corretagem quando não sabia vender nada e tudo o que sei eu construí e vivi na empresa, que investe muito em conhecimento, em escola de vendas. E o podcast veio para agregar, pois tem acesso livre e ficará sempre disponível. É uma iniciativa muito importante da companhia em relação à troca de conhecimento do corretor em um mercado que muda todo dia e toda hora.”, destaca.

Para assistir o primeiro episódio do podcast “Virando a Chave”, clique aqui.

Capacitação, benefícios e ESG para corretores

A MRV&CO conta com uma equipe plural e capacitada para atender aos mais variados tipos de demanda e perfis de clientes. Atualmente, possui cerca de 3 mil corretores ativos. Ao todo, mais de 70 mil profissionais já passaram pela empresa. Além da estratégia de comunicação, a companhia conta com o programa MRV Start, um super treinamento de 90 dias para os corretores que estão iniciando a carreira acompanhado de um programa de gamificação, o MRV Mais, iniciativa pioneira que oferece benefícios e recompensas a profissionais autônomos, além de gerar oportunidades para aqueles que têm vivência na área comercial e buscam ingressar no setor imobiliário.

“O mercado está passando por um ‘boom’ da creator economy e por isso é fundamental que as vendas físicas e a estratégia digital andem juntas. Nosso objetivo é preparar e ressignificar a profissão de corretor para estarem alinhados à nova realidade advinda da tecnologia”, declara Ely.

Sobre a MRV&CO

A MRV&CO é uma plataforma de soluções habitacionais composta por cinco empresas que tem como objetivo oferecer as melhores opções de moradia que se adaptem ao momento de vida e necessidades de seus clientes. Seja com a aquisição de apartamentos prontos ou na planta por meio da MRV ou de Sensia, pela compra de um terreno em loteamentos completamente urbanizados pela Urba, ou mesmo alugando imóveis especialmente pensados, com inúmeros serviços, oferecidos pela startup Luggo de forma totalmente digital e sem burocracia. A MRV&CO atua em diferentes nichos do mercado imobiliário, trazendo propostas distintas e complementares para o mercado nacional. A plataforma habitacional se completa com a empresa Resia, voltada para o mercado de moradia norte-americano, fazendo o intercâmbio de tecnologias e consolidando o grupo internacionalmente.

Fonte: Alameda Comunicação

TV Conectada já é o dispositivo de entretenimento preferido para a maioria dos espectadores

Pesquisa encomendada junto à Nielsen destaca que 61% dos brasileiros têm a CTV como um meio favorito; consumo já supera as três horas diárias, com “Prime Time” após às 20h

Ao pensar em entretenimento, 61% dos brasileiros indicam a TV Conectada (CTV) entre seus meios favoritos para assistir seus conteúdos preferidos. A conclusão vem de um estudo encomendado pela MetaX junto à Nielsen, que analisou o comportamento dos espectadores diante da TV em suas diversas modalidades: aberta, por assinatura e conectada. Com 254 respondentes, que apresentaram suas opiniões de forma espontânea, o estudo tem 95% de nível de confiança.

MetaX – Dilton Caldas

Além da CTV, os espectadores entrevistados indicam como meios favoritos a TV paga (43%) e, na sequência, a TV aberta (30%). A avaliação considerou o uso de diversos dispositivos, uma vez que muitos respondentes utilizam ao menos dois deles de forma preferencial. Ainda assim, a TV Conectada se mantém em destaque: 49% de quem está na TV aberta também está na CTV, assim como 69% de quem consome conteúdo na TV paga. Além disso, uma parcela significativa da audiência, de 37%, declarou estar exclusivamente na TV Conectada.

“Os números demonstram como a audiência da TV Conectada é complementar àquela vista nas TVs com programação linear e de como ela já é o meio principal para uma boa parcela da população. Isso é muito representativo para os novos planejamentos de mídia”, afirma Sabrina Balhes, líder de Measurement da Nielsen Brasil.

Mais de três horas diárias na CTV

Ainda que o ambiente de TV Conectada, baseado em streaming, tenha uma audiência fragmentada entre diversos títulos – que são acionados em diferentes horários –, o estudo destaca uma concentração de audiência entre 20h e 00h. Com isso, é possível indicar essa faixa horária como o até então indefinido “Prime Time” em CTV.

Entre os conteúdos mais assistidos, a predominância está em Séries e Filmes, vistos por 79% dos entrevistados que assistem TV Conectada. Porém, destacam-se também outras vertentes com grande visibilidade, como Esportes, com 57%; Noticiários, com 40%; Música e Shows, com 26%; e Novelas, com 21%.

Múltiplos serviços de streaming por espectador

Entre os serviços de streaming disponíveis no Brasil, Netflix e Prime Video são ainda os mais assinados pelos respondentes da pesquisa, respectivamente por 79% e 48% da audiência de TV Conectada. Há, porém, um movimento grande de fortalecimento dos chamados canais FAST (Free Advertising-Supported Streaming), gratuitos para o público e suportados pela exibição de publicidade – que se alinham aos conteúdos sob demanda que também suportam publicidade, chamados de AVOD (Advertising-based Video On Demand).

De acordo com a pesquisa, esses serviços de streaming já possuem 44% de penetração entre os consumidores de CTV, determinando um equilíbrio entre essa opção e os serviços chamados SVOD (Subscription Video On Demand), que demandam assinatura paga para acesso.

“A audiência da TV Conectada, definitivamente, não está mais apenas nos aplicativos por assinatura. Todas as observações estatísticas levam a crer que o gosto e até a preferência de boa parte do público pelos ambientes de streaming que suportam publicidade, gratuitos para a audiência, vai se consolidar”, analisa Dilton Caldas, diretor de negócios da MetaX.

Em média, os espectadores de TV Conectada assinam ou utilizam 2,2 serviços de streaming. Quando indagados se gostariam de ter mais serviços, 63% disseram estar dispostos a assinar novas opções pagas, enquanto 48% têm interesse em ter serviços gratuitos. Metade das pessoas que assinam apenas um serviço de streaming querem se manter assim ou aumentar para dois. Já 43% daqueles que já assinam 2 streamings querem ficar com os que já tem ou somar mais um à lista. Entre os que assinam 4 streamings ou mais, 60% têm como preferência continuar com até 5 assinaturas.

Infraestrutura é desafio para a experiência

Apesar de mais de 80% dos respondentes da pesquisa pagarem por acesso à internet, apenas 67% deles está satisfeito ou muito satisfeito com esses serviços. No geral, 53% dos respondentes disseram estar interessados em melhorar o serviço de internet para ter uma experiência melhor com os serviços de streaming. 52% dizem estar satisfeitos com o serviço de internet, mas ainda assim manifestam interesse de melhorar os serviços. Já 59% dos que estão insatisfeitos ou muito insatisfeitos buscam melhores serviços de internet.

Publicidade na TV Conectada

A TV Conectada é um ambiente de publicidade seletiva. E para entender as preferências do consumidor, a pesquisa da Nielsen com a MetaX também perguntou qual seria o momento ideal para ser impactado por propaganda.

Para 32% dos participantes, esse momento seria “Ao desligar a TV”, enquanto para 22% seria “Ao ligar a TV” e, para 20%, “Antes de começar um filme”. 11% da audiência indica que as mensagens publicitárias deveriam aparecer “No meio da programação, como um intervalo comercial tradicional”. Já 7% sugerem que a veiculação seja “Entre os episódios das séries”.

Adicionalmente, os respondentes revelam a combinação criativa ideal para os anúncios: 23% deles explicam que a publicidade deve envolver algum aspecto de tecnologia da marca; 20% esperam que os anúncios sejam divertidos; e 14% esperam que os anúncios explorem a presença de um QR Code.

“Por ainda ser um meio relativamente novo, quando falamos de TV Conectada, muitas vezes vêm à mente do espectador a ideia tradicional de TV. Mas, na prática, essa audiência já percebeu que pode ter experiências mais positivas nesse meio, explorando os benefícios do digital. Afinal, se é para estar conectado, espera-se um pouco mais de interação e diversão”, complementa Caldas, da MetaX.