Conheça os 20 influenciadores mais contratados em 2024

Mais de 1.6 milhão de buscas foram realizadas ao longo do ano, na plataforma Influency.me. Nicole Prazeres, Leo Bararolo, Tatá Cocielo e Virgínia Fonseca estão entre os nomes mais contratados

Durante 2024, mais de 2.500 campanhas com influenciadores foram conduzidas pela Influency.me, resultado de mais de 1.6 milhão de buscas por influenciadores em sua plataforma nesses 12 meses.

Entre os 20 influenciadores que mais fecharam parcerias, 17 são mulheres. “O protagonismo das mulheres influenciadoras é marcante. Em todos os recentes levantamentos que realizamos, as influenciadoras são mais procuradas, mais contratadas e apresentam taxas de engajamento no perfil cada vez maiores”, pontua Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.

Os diferentes tamanhos de contas destacam-se na lista, que vai desde Virginia Fonseca (19ª posição), com 51 milhões de seguidores no Instagram, até Matheus Ferreira (9ª posição), com 163 mil seguidores no Instagram. Em termos de nicho de produção de conteúdo, o destaque é para as influenciadoras lifestyle.

Confira a lista completa abaixo.

Tendência de diversificação de perfis contratados

Entre os 20 influenciadores mais contratados em 2024, somente nove são considerados mega influenciadores – ou seja, possuem 1 milhão de seguidores ou mais. No ranking, seis dos mais contratados são classificados como meso influenciadores, que são aqueles entre 100 mil e 500 mil seguidores.

Em 2024, cada campanha contou com uma média de 15 influenciadores, conforme aponta levantamento interno da Influency.me. A contratação de mega influenciadores é mais cara e, para muitas marcas, outras estratégias de alocação de recursos podem ser mais interessantes. “A formação de um casting de micro e meso influenciadores engajados pode ser uma ótima opção para gerar resultados dentro do orçamento. Desse modo, é possível atingir públicos diversos por meio de diferentes perfis, além de perfis medianos terem ótimo engajamento”, acrescenta o CEO da Influency.me.

Vaga de estágio em Marketing Digital

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Como serão os consumidores da Geração Beta?

Por Luiz Correia*

 

Mais uma geração surgindo. Os primeiros dias de janeiro foram marcados pelo nascimento daqueles que irão compor a chamada Geração Beta, em mais um ciclo demográfico que se estenderá até 2039. Assim como as anteriores, seus membros podem trazer perfis, comportamentos e demandas bem diferentes e alinhadas à imersão tecnológica que vivemos atualmente, demonstrando tendências ao mercado que já podem ser analisadas a fim de se prepararem para seus futuros consumidores.

Este conceito de gerações inclui um grupo de pessoas cujas características compartilhadas são influenciadas pelo contexto histórico, social e econômico nos quais crescem. No caso da Beta, por mais que estejamos ainda muito no início dessa nova fase, muito provavelmente, ela terá seus anseios e comportamentos moldados pela enorme imersão nos recursos tecnológicos que já temos hoje como, especialmente, a inteligência artificial (IA).

Enquanto, por exemplo, a geração Z apresenta um comportamento mais proativo e empenhado em correr atrás de seus objetivos e desejos, os membros da Beta podem não apresentar a mesma preocupação. Afinal, com ferramentas robustas como, por exemplo, o ChatGPT, basta fazer a pergunta certa sobre o assunto de interesse que ela fornecerá todas as informações necessárias. Isso pode levar essas pessoas a se esforçarem menos para aprender algo, uma vez que precisarão apenas saber, exatamente, o que perguntar a essas ferramentas.

Por um lado, essa imersão tecnológica pode trazer frutos muito positivos para nosso dia a dia, tornando nossas rotinas mais ágeis e facilitadas. Não à toa, no Brasil, a proporção de pessoas com 10 anos ou mais que utilizaram a Internet passou de 84,7% em 2021 para 87,2% em 2022, segundo dados divulgados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Contudo, toda moeda tem seus dois lados.

Conforme informações divulgadas no relatório “Privacidade de Dados em 2025”, um terço dos brasileiros já foram vítimas de perda ou roubo de dados. Há uma linha muito tênue entre o bom ou mau uso dos avanços tecnológicos, principalmente, naqueles que não souberem como se proteger diante dessas tentativas de crimes digitais, o que pode se acentuar ainda mais em uma geração que tenderá a crescer ainda mais imersa nessas ferramentas.

Mercadologicamente, essa inserção tecnológica também se refletirá nos hábitos de consumo dessa geração. Além de poderem preferir muito mais as compras online do que presenciais – cuja presença digital será determinante para a sobrevivência das empresas – esses membros poderão ser muito mais fiéis a uma marca do que a um produto em si, com pouca probabilidade de passar a comprar de outra empresa.

Ao mesmo tempo em que essa fidelidade pode ser algo extremamente positivo, também eleva a competitividade do mercado em busca de novos consumidores. Afinal, como atrair um cliente que já é altamente adepto a uma marca, se os produtos, em si, tendem a não ser mais suficientes neste poder de escolha? Criando experiências marcantes e atendendo a desejos de maneira assertiva.

Os vendedores do futuro não deverão focar apenas nas qualidades e diferenciais de seus produtos, mas em como eles podem atender as necessidades desse público-alvo, na forma pela qual irá ajudar no dia a dia de cada um desses consumidores. Isso demandará uma forte reinvenção das marcas, criando jornadas que captem sua atenção e os vislumbrem. Assim, mesmo diante de outra empresa que ofereça algo similar, as chances de se deslumbrarem pelo concorrente e trocarem de marca serão reduzidas.

A virtualização do mercado é um fato incontestável. Em suas mãos, essa geração terá acesso a uma extensa quantidade de informações de forma rápido e fácil. Então, além de se apegarem cada vez mais ao online, a geração beta poderá ser bem mais crítica quanto às marcas que quiserem se envolver. Caberá a cada empresa, dessa forma, se reinventar e assegurar um atendimento excepcional às necessidades de seus clientes, proporcionando experiências que cativem e retenham esses futuros consumidores.

*Luiz Correia é head comercial na Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot e RCS.