Busca por planos de internet fixa cresce 17% em abril
Desde que se iniciou o isolamento social a procura por serviços de internet cresceu no Brasil. De acordo com levantamento do site Portal de Planos (https://portaldeplanos.com.br/) – plataforma que reúne em um único lugar todos os planos de internet, celular, TV e telefone – no mês de abril a busca por internet fixa teve um aumento de 16,97%, com relação a ao mês anterior de março.
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Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres foram as que mais procuraram o serviço, representando 57,9% das buscas do último mês, enquanto os homens representam 42,1%.
Já os estados com maior procura por esses serviços foram:
São Paulo – 41,5%
Rio de Janeiro – 10,8%
Minas Gerais -7,6%
Paraná – 6,1%
Rio Grande do Sul – 5,6%
Outros estados – 28,4%
“O isolamento social mostrou a todos o quanto é importante ter em casa um serviço de internet de qualidade, seja para trabalhar em home office, para estudar, assistir filmes e séries, seja para falar com os amigos e familiares. Notamos que muitas pessoas que não tinham banda larga buscaram por esse serviço e por isso tivemos um grande pico na procura no primeiro mês de isolamento, em março. Também percebemos um crescimento na procura por melhorias nos planos atuais nos últimos meses”, comenta Yuri Kaminski, especialista em marketing digital do Portal de Planos.
Outros serviços
Ainda segundo o levantamento do Portal de Planos, outros serviços de telecomunicações já não estão mais sendo tão procurados pelos consumidores quanto no início da quarentena. A busca por TV por assinatura caiu 8,27% em abril com relação a março e a procura por Internet Móvel também apresentou queda de 10,28%.
De acordo com o especialista, essa queda pode estar relacionada ao fato das pessoas estarem mais em casa do que na rua e, por isso, não precisaram contratar ou aumentar seus planos de telefonia móvel. Em relação a TV, muitos brasileiros apostam nas plataformas de streaming, além do uso gratuito de alguns canais – muitas operadoras liberaram o seu sinal durante a pandemia.
Helpis promove live para ajudar empreendedores na crise
A Helpis, plataforma de comunicação online sediada em Taubaté, organiza nesta quinta (21) o primeiro episódio da série “Help On Live”, criada para dar aquela mãozinha aos empreendedores nesse período de crise.
A live será transmitida pelo Instagram da plataforma, @helpisbr, e contará com a presença de Suélen Corrêa, diretora comercial da Aprimore Assessoria Empresarial, empresa do Vale do Paraíba focada em auxiliar outras organizações a crescerem de forma saudável.
A transmissão será feita a partir das 20h e será apresentada por Patrik Melero, diretor de criação da Helpis. O tema do debate será a produtividade das empresas mesmo em época de pandemia. “Acreditamos que esse é o momento ideal em que a Helpis pode fazer sua missão principal, de ajudar as pessoas e empresas a se comunicarem melhor, chegar ainda mais longe”, comenta Melero.
Serviço
Help on live com Suélen Corrêa
Quinta-feira, dia 21, a partir das 20h
Transmissão no Instagram @helpisbr e @aprimore.assessoria
Com a continuação do distanciamento social e a dependência maior do e-commerce em detrimento dos pontos físicos, experiência se torna essencial
É possível dizer que a pandemia da COVID-19 terá consequências para atuação das marcas mesmo depois que o vírus for controlado. Primeiramente, fica visível a importância de um propósito maior do que apenas vender, com empresas em todo o mundo se solidarizando com as vidas dos seus colaboradores e consumidores. E por último, a necessidade de uma presença digital forte, por meio de conteúdo e um e-commerce preparado.
Mas depois que muitas empresas tentaram melhorar sua estrutura – ou mesmo “correr atrás do prejuízo”, um novo desafio surge: o da experiência. Em época de distanciamento social, com lojas fechadas e menos viagens aos varejistas, e uma vez que as emoções são mais do que nunca responsáveis por gerar as melhores experiências e satisfação do consumidor, o que as marcas devem fazer?
“Para qualquer estratégia de experiência do cliente, há três desafios: primeiro, projetar as jornadas; depois, absorver os dados entre esses pontos e, no final, elaborar uma estratégia entre esses pilares de contatos principais, sempre seguindo o objetivo da marca”, afirma Daniel Machado, diretor de CX da Kantar para a América Latina. “Uma experiência bem pensada fornece resultados de curto e longo prazo para qualquer empresa.”
Em tempos de emoções e preocupações fortes, torna-se ainda mais vital colocar o consumidor no centro. De acordo com os estudos que realizamos com a Kantar os clientes preferem até 10 vezes mais a uma marca quando percebem que ela é centrada no cliente e as chances de recomendar essa marca para as pessoas próximas são dobradas.
Para Machado é preciso analisar a experiência em três níveis: na sua indústria; no commerce (dos varejistas, empresas digitais e mesmo da indústria) e entre seus colaboradores.
Repensando seu mercado
Com a pandemia, muitas marcas precisaram repensar o jeito tradicional como faziam seus negócios. A jornada do cliente muda completamente quando lojas estão fechadas e pessoas estão se isolando. O desafio, então, se torna entender as novas jornadas e pontos de contatos das pessoas e como se inserir nelas – ou mesmo ajudar a criar novas jornadas.
Isso pode significar criar conteúdos e interações novas, assim como novas parcerias para driblar todos os desafios criados pela crise do coronavírus.
O uso da tecnologia de forma humanizada
A pandemia tornou-se um período para compradores digitais de primeira viagem, além de ter proporcionado um crescimento no e-commerce como um todo.
E apesar de 47% dos brasileiros acharem que a compra no digital é mais satisfatória que a física, segundo a onda mais recente do nosso Barômetro COVID-19, ainda há muito o que fazer em termos de experiência. Com a progressão da pandemia, tempo e dinheiro perdem relevância para a conveniência e energia gasta no processo de compra digital. “Os e-commerces ainda são complexos para a maioria das pessoas. Trabalhar fluidez é fundamental”, diz Machado.
Para o especialista, no caso do e-commerce é preciso tomar três importantes passos:
1 – Melhorar ainda mais o que é positivo;
2 – Entender as dores dos compradores de primeira viagem;
3 – Tentar transpor pontos positivos da experiência física para o digital.
O bem-estar em primeiro lugar
O ponto final de uma boa estratégia de CX é garantir uma boa experiência interna, para os colaboradores da empresa. Sob uma crise como a atual, saber o que os funcionários sentem, pensam e como estão lidando com a situação é vital para as empresas. Segundo nosso Barômetro COVID-19, 83% dos brasileiros esperam que essas companhias se preocupem com a saúde de seus colaboradores; 65% esperam que elas flexibilizem o modelo de trabalho.
Modelo de trabalho, por sinal, é uma das maiores mudanças ocasionadas pela pandemia, já que levou a um crescimento do trabalho remoto. Segundo o projeto Stay-At-Home da Kantar, 24% dos entrevistados puderam passar mais tempo com a família com um modelo mais flexível proporcionado pela quarentena; 15% focaram em seu bem-estar; 15% falaram que conseguiram manejar melhor sua rotina.
“A empresa precisa garantir as condições para que o trabalho remoto funcione da melhor maneira possível”, diz Machado. “Isso inclui metodologias para administração de tempo, financiamento para uma estrutura ideal – como internet e hardware -, avaliações constantes e outros.”
Ebook reúne opiniões sobre impacto das mudanças de comportamento nos negócios em um cenário pós pandemia
Material produzido pela Scup e disponibilizado para download gratuito apresenta possíveis cenários para ajudar o profissional a planejar ações relevantes no mercado e na sociedade pós coronavírus
Muito se debate sobre como será o mundo pós-coronavírus, mas o que se sabe até agora é que a pandemia está acelerando tendências e promovendo transformações em diversos segmentos. Com isso, será preciso rever os modelos de negócios existentes para adequação ao que estão chamando de novo normal. Para contribuir com a reflexão sobre o que esperar das mudanças, sobretudo para a sobrevivência de marcas e instituições, a Scup, plataforma de gerenciamento de canais digitais, acaba de lançar o e-book “Olhando adiante: Tendências pós coronavírus”.
Com download gratuito, o material reúne quatro artigos exclusivos de especialistas em diferentes áreas para debater as realidades que temos diante de nós. A consultora Alessandra Miyazaki analisa as tendências pós pandemia na saúde e debate a revolução digital da área núcleo na crise atual: “A revolução digital da saúde será acelerada. A telemedicina, liberada no Brasil para o período da crise do COVID-19, deverá ser regulamentada e fará parte de nosso dia-a-dia, e o número de startups dedicadas ao setor de saúde (health techs) deverá voltar a crescer no período pós confinamento”, afirma.
No campo das marcas, a especialista em posicionamento Karina Francis discute o comportamento de compras após a pandemia e aponta o papel do digital daqui em diante: “Nunca ficou tão claro que se posicionar é uma questão de sobrevivência e isso não é novidade, mas ficou evidente para muitas marcas que encarar o digital com seriedade é mais do que necessário”, avalia. Já Soraia Lima, consultora de transformação digital e futurismo, aponta quatro cenários futuros envolvendo dados, segurança e privacidade. Segundo ela, pensamos no futuro como se ele pudesse ser previsível, visto por meio de uma bola de cristal: “Planejamentos são elaborados com base em um dado presente, considerando um futuro próximo e caminhos a serem traçados. Até que surge uma pandemia, uma crise sem precedentes no século XXI. Inicia-se, assim, um momento necessário para retomar um olhar para um futuro. Mas, qual seria este futuro?”.
Para finalizar, Marina dos Anjos, Gerente de Marketing da Scup, fala sobre o crescimento estrondoso na demanda por videochamadas, tanto para fins corporativos quanto pessoais, e sua possível relação com o aumento da migração urbana: “Com a normalização do trabalho remoto, por que as pessoas continuariam a morar nos grandes centros? Prevejo êxodo urbanos nas grandes capitais mundiais e brasileiras nos próximos anos, seja por falta de trabalho ou busca por qualidade de vida”.